15.000 Cristãos Iraquianos obrigados a sair de Mosul
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Mais de 15,000 Cristãos Iraquianos, ou 2,500 famílias, foram instigados a sair de Mosul ao longo das últimas duas semanas, afirmaram as autoridades.
O número disparou desde a semana passada quando se estimava que cerca de 3,000 Cristãos tinham fugido da cidade de Mosul, no Norte do Iraque, alegadamente o último bastião urbano da Al-Qaeda.
As autoridades em Mosul também relataram que cerca de 13 Cristãos Iraquianos tinham sido mortos nas últimas quatro semanas e pelo menos três habitações de Cristãos Assírios foram bombardeadas no Sábado, de acordo com a Assyrian International News Agency (AINA).
Ainda é pouco claro quem está por trás da campanha anti-Cristã, apesar de alguns crerem que os militantes pertencem à Al-Qaeda. Mas um porta-voz do ministério interior do Iraque disse na Quarta-feira que não há provas que apoiem a ligação ao infame grupo terrorista.
Outro membro do parlamento Iraquiano acusou os Curdos de organizarem a campanha para alterar o equilíbrio demográfico de Mosul a seu favor, de acordo com a AINA.
Um porta-voz do ministério da defesa Iraquiano disse na Sexta-feira que a polícia tinha prendido seis homens, suspeitos de perpetrar os ataques aos Cristãos Assírios em Mosul. Quatro dos suspeitos residem na região Curda e são membros do Partido Democrático do Curdistão no norte do Iraque, de acordo com a AINA.
Mas independente de qual grupo for responsável pela violência, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e a International Christian Concern pediram o fim da perseguição dos Cristãos, que já levou a um êxodo em massa para fora de Mosul.
O CMI pediu às Nações Unidas e ao governo Iraquiano “para parar a violência” e urgiu as igrejas-membros e parceiros mundiais a “orar pela paz e reconciliação” no país.
“Ouvimos dizer que há pessoas que estão a ser mortas, lares bombardeados, milhares estão a fugir das suas casas, e igrejas e propriedades das igrejas estão a ser destruídas,” escreveu o Rev. Dr. Samuel Kobia, secretário-geral do CMI, numa carta às igrejas no Iraque. Ele também expressou “grande preocupação e angústia” em relação aos “terríveis actos de violência em Mosul durante a semana passada.”
Mas Kobia encorajou os Cristãos Iraquianos a permanecerem no seu país, tanto quanto possível, e a “serem lá testemunhas.”
“A vossa presença na terra, é uma garantia de que o Cristianismo continuará a resistir; vocês são um sinal de esperança para as pessoas de fé em toda a parte,” escreveu Kobia.
Entre outras pessoas proeminentes que condenaram os actos de violência dirigidos a Cristãos no Iraque inclui-se o Grande Ayatollah Mohammad Bakir al-Nassiri do Iraque, que disse que deve ser dada ajuda aos Cristãos que estão a fugir de Mosul e que o governo Iraquiano deveria fazer tudo o que for necessário para protegê-los.
O Senador Norte-Americano Dick Durbin (D-Ill.) pediu numa carta à Secretária de Estado Condoleezza Rice datada de Sexta-feira, 17 de Outubro, um briefing sobre a situação da comunidade Cristã em Mosul e o que está o Departamento de Estado a fazer para assegurar que o governo Iraquiano está a proteger os Cristãos Iraquianos e as outras minorias religiosas.
Fonte: Christian Today Portugal












A cultura religiosa sempre foi um problema social devido ser plure. Porém a fé em Jesus não se mistura com essa montagem orgânica construida pelos os moldes das gerações do passado e preservada pela a atual com mais alguns acréscimos…Talves seja por causa disso de São Paulo, Apostulo, disse para os Galatas:Longe esteja de mim gloriar-me a não ser na crus de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo esta crucificado para mim e eu para o mundo.Porque em Cristo Jesus nem a circunsisão ném a incircunsisão tem virtude alguma, mas, o ser uma nova criatura.(Gl6:17 a…).Para o Apostulo, pouco importava o ritual da religião Judaica, mas, sim o ser uma nova criatura em Cristo Jesus…Certamente, essa menssagem pode ser aplicada nos dias atuais onde a cultura religiosa tornou-se imperiosa. Acredito que somente Jesus pode derrubar esse imperio com sua a presença humilde, passífica e amorosa.
Autor: Professor, Jeová Rodrigues Barbosa