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Confira uma entrevista com a psicóloga evangélica que afirma curar o homossexualismo

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A psicóloga Rozângela Alves Justino, 50, formada em 1981 pelo Centro Universitário Celso Lisboa, do Rio de Janeiro, com especialização em psicologia clínica e escolar, considera a homossexualidade um transtorno para o qual oferece terapia de cura. Solteira, dedicada à profissão e fiel da Igreja Batista, Rozângela diz que ouviu um chamado divino num disco de Chico Buarque e compara a militância homossexual ao nazismo.

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Na semana passada, Rozângela foi censurada publicamente pelo Conselho Federal de Psicologia (formado, segundo ela, por muitos homossexuais “deliberando em causa própria”) e impedida de aceitar pacientes em busca do “tratamento”. Só se deixa fotografar disfarçada, por se sentir ameaçada, e faz uma defesa veemente de suas opiniões. Confira entrevista concedida a revista Veja:

A senhora acha que os homossexuais sofrem de algum distúrbio psicológico?

O Conselho Federal de Psicologia não quer que eu fale sobre isso. Estou amordaçada, não posso me pronunciar. O que posso dizer é que eu acho o mesmo que a Organização Mundial de Saúde. Ela fala que existe a orientação sexual egodistônica, que é aquela em que a preferência sexual da pessoa não está em sintonia com o eu dela. Essa pessoa queria que fosse diferente, e a OMS diz que ela pode procurar tratamento para alterar sua preferência. A OMS diz que a homossexualidade pode ser um transtorno, e eu acredito nisso.

O que é não estar em sintonia com o seu eu, no caso dos homossexuais?

É não estar satisfeito, sentir-se sofrido com o estado homossexual. Normalmente, as pessoas que me procuram para alterar a orientação sexual homossexual são aquelas que estão insatisfeitas. Muitas, depois de uma relação homossexual, sentem-se mal consigo mesmas. Elas podem até sentir alguma forma de prazer no ato sexual, mas depois ficam incomodadas. Aí vão procurar tratamento. Além disso, transtornos sexuais nunca vêm de forma isolada. Muitas pessoas que têm sofrimento sexual também têm um transtorno obsessivo-compulsivo ou um transtorno de preferência sexual, como o sadomasoquismo, em que sentem prazer com uma dor que o outro provoca nelas e que elas provocam no outro. A própria pedofilia, o exibicionismo, o voyeurismo podem vir atrelados ao homossexualismo. E têm tratamento. Quando utilizamos as técnicas para minimizar esses problemas, a questão homossexual fica mínima, acaba regredindo.

Há estudos que mostram que ser gay não é escolha, é uma questão constitutiva da sexualidade. A senhora acha mesmo possível mudar essa condição?

Cada um faz a mudança que deseja na sua vida. Não sou eu a responsável pela mudança. Conheço pessoas que deixaram as práticas homossexuais. E isso lhes trouxe conforto. Conheço gente que também perdeu a atração homossexual. Essa atração foi se minimizando ao longo dos anos. Essas pessoas deixaram de sentir o desejo por intermédio da psicoterapia e por outros meios também. A motivação é o principal fator para mudar o que quiser na vida.

A senhora é heterossexual?

Sou.

Pela sua lógica, seria razoável dizer que, se a senhora quisesse virar homossexual, poderia fazê-lo.

Eu não tenho essa vivência. O que eu observei ao longo destes vinte anos de trabalho foram pessoas que estavam motivadas a deixar a homossexualidade e deixaram. Eu conheço gente que mudou a orientação sem nem precisar de psicólogo. Elas procuraram grupos de ajuda e amigos e conseguiram deixar o comportamento indesejado. Mas, sem dúvida, quem conta com um profissional da área de psicologia tem um conforto maior. Eu sempre digo que é um mimo você ter um psicólogo para ajudá-lo a fazer essa revisão de vida. As pessoas se sentem muito aliviadas.

Esse alívio não seria maior se a senhora as ajudasse a aceitar sua condição sexual?

Esse discurso está por aí, mas não faz parte do grupo de pessoas que eu atendo. Normalmente, elas vêm com um pedido de mudança de vida.

Se um homem entrar no seu consultório e disser que sabe que é gay, sente desejo por outros homens, só precisa de ajuda para assumir perante a família e os amigos, a senhora vai ajudá-lo?

Ele não vai me procurar. Eu escolho os pacientes que vou atender de acordo com minhas possibilidades. Então, um caso como esse, eu encaminharia a outros colegas.

Não é cruel achar que os gays têm alguma coisa errada?

O que eu acho cruel é ser uma profissional que quer ajudar e ser amordaçada, não poder acolher as pessoas que vêm com uma queixa e com um desejo de mudança. Isso é crueldade. Eu estou me sentindo discriminada. Há diversos abaixo-assinados de muitas pessoas que acham que eu preciso continuar a atender quem voluntariamente deseja deixar a atração pelo mesmo sexo.

Por que a senhora acha que o Conselho Federal de Psicologia está errado e a senhora está certa?

Há no conselho muitos homossexuais, e eles estão deliberando em causa própria. O conselho não é do agrado de todos os profissionais. Amanhã ele muda. Eu mesma posso me candidatar e ser presidente do Conselho de Psicologia. Além disso, esse conselho fez aliança com um movimento politicamente organizado que busca a heterodestruição e a desconstrução social através do movimento feminista e do movimento pró-homossexualista, formados por pessoas que trabalham contra as normas e os valores sociais.

Gays existem desde que o mundo é mundo. Aparecem em todas as civilizações. Isso não indica que é um comportamento inerente a uma parcela da humanidade e não deve ser objeto de preconceito?

Olha, eu também estou sendo discriminada. Estou sofrendo preconceito. Será que não precisaria haver mais aceitação da minha pessoa? Há discriminação contra todos. Em 2002, fiz uma pesquisa para verificar as violências que as pessoas costumam sofrer, e o segundo maior número de respostas foi para discriminação e preconceito. As pessoas são discriminadas porque têm cabelo pixaim, porque são negras, porque são gordas. Você nunca foi discriminada?

Não como os gays são.

Não? Nunca ninguém a chamou de nariguda? De dentuça? De magrela? O que quero dizer é que as pessoas que estão homossexuais sofrem discriminação como todas as outras. Eu tenho trabalhado pelos que estão homossexuais. Estar homossexual é um estado. As pessoas são mulheres, são homens, e algumas estão homossexuais.

Isso não é discriminação contra os que são homossexuais e gostam de ser assim?

Isso é o que você está dizendo, não é o que a ciência diz. Não há tratados científicos que digam que eles existem. Eu não rotulo as pessoas, não chamo ninguém de neurótico, de esquizofrênico. Digo que estão esquizofrênicos, que estão depressivos. A homossexualidade é algo que pode passar. Há um livro do autor Claudemiro Soares que mostra que muitas pessoas famosas acreditam que é possível mudar a sexualidade. Entre eles Marta Suplicy, Luiz Mott e até Michel Foucault, todos historicamente ligados à militância gay.

Quantas pessoas a senhora já ajudou a mudar de orientação sexual?

Nunca me preocupei com isso. Psicólogo não está preocupado com números. Eu vou fazer isso a partir de agora. Vou procurar a academia novamente. Vou fazer mestrado e doutorado. Até hoje, eu só me preocupei em acolher pessoas.

O que a senhora faria se tivesse um filho gay?

Eu não teria um filho homossexual. Eu teria um filho. Eu iria escutá-lo e tentaria entender o que aconteceu com ele. Os pais devem orientar os filhos segundo seus conceitos. É um direito dos pais. Olha, eu quero dizer que geralmente as pessoas que vivenciam a homossexualidade gostam muito de mim. E também quero dizer que não sou só eu que defendo essa tese. Apenas estou sendo protagonista neste momento da história.

A senhora se considera uma visionária?

Não. Eu sou uma pessoa comum, talvez a mais simplesinha. Não tenho nenhum desejo de ficar famosa. Nunca almejei ir para a mídia, ser artista, ser fotografada.

A senhora já declarou que a maior parte dos homossexuais é assim porque foi abusada na infância. Em que a senhora se baseou?

É fato que a maioria dos meus pacientes que vivenciam a homossexualidade foi abusada, sim. Enquanto nós conversamos aqui, milhares de crianças são abusadas sexualmente. Os estudos mostram que os abusos, especialmente entre os meninos, são muito comuns. Aquelas brincadeiras entre meninos também podem ser consideradas abusos. O que vemos é que o sadomasoquismo começa aí, porque o menino acaba se acostumando àquelas dores. O homossexualismo também.

A senhora é evangélica. Sua religião não entra em atrito com sua profissão?

Não. Sou evangélica desde 1983. Nos anos 70, aconteceu algo muito estranho na minha vida. Eu comprei um disco do Chico Buarque. De um lado estavam as músicas normais dele. Do outro, em vez de tocar Carolina, vinha um chamamento. Eram todas canções evangélicas. Falavam da criação de Deus e do chamamento da ovelha perdida. Fui tentar trocar o LP e, na loja, vi que todos os discos estavam certinhos, menos o meu. Fiquei pensando se Deus estava falando comigo.

O espírito cristão não requer que os discriminados sejam tratados com maior compreensão ainda?

Se eu não amasse as pessoas que estão homossexuais, jamais trabalharia com elas. Até mesmo os ativistas do movimento pró-homossexualismo reconhecem o meu amor por eles. Sempre os tratei muito bem. Sempre os cumprimentei. Na verdade, eles me admiram.

Por que a senhora se disfarça para ser fotografada?

Um dos motivos é que eu não quero entrar no meu prédio e ter o porteiro e os vizinhos achando que eu tenho algum problema ligado à sexualidade. Além disso, quero ser discreta para proteger a privacidade dos meus pacientes. Por fim, há ativistas que têm muita raiva de mim. Eu recebo vários xingamentos; eles me chamam de velha, feia, demente, idiota. Trabalho num clima de medo, clandestinamente, porque sou muito ameaçada. Aliás, estou fazendo esta entrevista e nem sei se você não está a serviço dos ativistas pró-homossexualismo. Eu estou correndo risco.

Que poder exatamente a senhora atribui a esses ativistas pró-homossexualismo?

O ativismo pró-homossexualismo está diretamente ligado ao nazismo. Escrevi um artigo em que mostro que os dois movimentos têm coisas em comum. Todos os movimentos de desconstrução social estudaram o nazismo profundamente, porque compartilham um ideal de domínio político e econômico mundial. As políticas públicas pró-homossexualismo querem, por exemplo, criar uma nova raça e eliminar pessoas. Por que hoje um ovo de tartaruga vale mais do que um embrião humano? Por que se fala tanto em leis para assassinar crianças dentro do ventre da mãe? Porque existe uma política de controle de população que tem por objetivo eliminar uma parte significativa da nação brasileira. Quanto mais práticas de liberação sexual, mais doenças sexualmente transmissíveis e mais gente morrendo. Essas políticas públicas todas acabam contribuindo para o extermínio da população. Essas pessoas que estão homossexuais estão ligadas a todo um poder nazista de controle mundial.

Não há certo exagero em comparar a militância homossexual ao nazismo? Bom, se você acha que isso pode me prejudicar, então tire da entrevista. Mas é a realidade.

Fonte: Revista Veja



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34 comentaram, comente você também!

  1. Que ridículo…ninguém percebeu que essa mulher é maluca?

    Porque ela não perde o tempinho dela tentando curar pedófilos,bandidos,estupradores???? vagabundos por ai??

    Sou Lésbica e acredito sim,e muito em DEUS e ele nunca deixou de me atender porque sou lésbica!!e sou muito FELIZ

    Te amo Deus isso que importa,,,,

  2. Parabéns a nossa psicóloga por exercer uma profissão na qual ajuda as pessoas que querem sair do homossexualismo por opção. E o faz dentro da Palavra(a Bíblia Sagrada) que muitos rejeitam muitas vezes por ignorância, mas acreditam em livros escritos por homens sem nenhuma inspiração divina. Todos temos uma escolha, proibi-la de atender essas pessoas é que é um crime. Você que a está julgando, seria capaz de acolher um destes travestis que ficam nas ruas, com aparência deplorável em sua casa? Dividir a sua comida, o seu quarto nos dias que eles não tivessem clientes para bancá-los? Você poderia ajudá-lo de qualquer forma…Muito fácil julgar!!!Parabéns pelo seu trabalho, e que o homem seja impedido sim de impedi-la de praticar o bem as pessoas que a procuram.

  3. Parabéns Dr. Rosangela, só quem a conhece e sabe da sua garra e determinação sabem o quanto a senhora tem ajudado pessoas em dificuldades homo – afetivas. Eu luto contra esta questão “H” a muitos anos e sei que é possível mudar e deixar de “estar” homossexual. Se o homossexuais querem ser livres para viverem suas vidas, também devem deixar aqueles que querem deixar de viver a homossexualidade livres.

  4. Tanta polêmica com a sexualidade alheia… é sinal que a sexualidade incomoda muita….muita….muita gente! Incomoda demais! A “dra” e os seus seguidores deveriam direcionar o alvo para outras necessidades que tds nós precisamos desvendar e até “curar”- que é o instinto violento das pessoas que geram tantas desgraças… Ontem mesmo acabo de perder uma amiga assassinada pq reagiu um assalto. Essa gente fica resignado com a violência e se importam tanto, tanto, tanto com a sexualidade dos outros!

  5. Concordo com a Drª. Rozângela, pois “ninguém nasce gay”, isso é uma questão social, da mesma forma, que afirma John Gagnon que estuda o comportamento sexual humano a mais de 40 anos e afirma que “ser gay” e definido pelo ambiente em que vivemos. Ninguém nasce hetero ou homo, apenas se aprende. Não quero ser preconceituoso, mas os “homossexuais”, não querem serem respeitados, mas sim mostrar a sociedade que o que eles fazem está certo e se escondem atrás de questões biológicas, das quais, nenhuma foram provadas até então e nunca serão provadas. Não existe gene gay. Há casos de irmãos gêmeos idênticos em tudo e até em seus genes, serem completamentes diferentes sexualmente, um é hetero e ou outro homo. Se fosse biológico o problema, ambos seriam gays, não é mesmo? Então, paremos um pouco pra pensar, que “homossexualismo” não é genético, e sim social, pois Deus fez o homem para completar a mulher e vice e versa.

  6. A dra deve sentir um fascínio pelo mundo gay.
    .

  7. Acho que algumas pessoas não entenderam ainda.
    A Psicologa não força ninguém a deixar de ser gay.
    Ela simplismente ajuda a quem a procura.
    Sera que é tão dificil entender.
    Eu não tenho nada contra homossexuais, respeito até eles.
    E também não tenho nada contra a psicologa.
    Eu sou cristão e acho que as pessoas que se dizem cristãs deveriam
    respeitar os gay…não só eles e sim todos que dizer sofrer preconceito.
    Eu sou gay…e tento deixar de ser, desde criança bem pequeno mesmo
    sou.
    Nunca procurei ninguem…ser ou estar gay não é uma opção minha.
    Eu quero deixar de ser … já pedi isso a Deus… mas acho que ainda não esta na hora.
    OK

  8. Gostei da entrevista,a psicologa foi muito inteligente em colocar o que pensa,se não estaria contradizendo o que a palavra de DEUS fala a respeito do homossexualismo.Parabéns Dra Rosângela,esta escrito em Romanos.12.2″-Não vos conformeis com este mundo,mas transformai-vos pela renovaçao do vosso entendimento,para que expermenteis qual seja a boa,agradavel e perfeita vontade de Deus”. esta escrito João 8.32:”Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”JERSONITA

  9. Francamente, essa mulher devia ser impedida de exercer a profissão de psicóloga. Quanta bobagem ela diz, parece que passou raspando nos exames da faculdade. O pior que depois de se formar parou de estudar e pesquisar.

  10. Cada um no seu quadrado. Quem quiser que a procure. Quem não quiser que não a procure. Simples. Ninguem é obrigado.

  11. Sou bissexual e curto d+ a minha vida sexual…. me sinto completa, tive namorados e namoradas. Agora me envolvi com uma mulher e estou curtindo muito. Estou feliz….alem de ser minha amiga, é amante, mulher….. Nada me impede de amar homens e mulheres….tenho livre arbítrio! Sou livre!!! Terapia para mim é amar muuuuuuuuito! U-hu!!!!!!

  12. Rogério Andrade disse:

    Eu quero o telefone dela! Ser homossexual é a pior coisa na vida de um homem!

  13. Quanto ela vai faturar por “consulta” às custas desses bitolados?
    A “Dra” é bem oportunista e muito espeeeeeeerta!

  14. Por favor se alguém souber como faço para entrar em contato com essa psicologa me fale. Eu queria muito consultar com ela

  15. Simplesmente vi uma verdade biblica e real no que a Rosangela disse, ninguem eh alguma coisa, simplesmente estamos aa alguma coisa, sao posicoes e escolhas na vida que podemos mudar, basta querermos…
    Eu deixei Jesus mudar meu comportamento de vida, escolhi deixar a vida homossexual e ser feliz, me casei e ja tenho um filho abencoado e terei outro em outubro…
    Rosangela por favor entre em contato comigo preciso mto falar contigo.

    atualmente moro nos EUA membro da assembleia de Deus do ministerio de madureira nos estados unidos.

    A paz do Senhor Jesus!

  16. A Dra.Rosângela, está de parabéns pela sua coragem de enfrentar um tão grande desafio. Na verdade, a oposição que está enfrentando não é diretamente do movimento ativista pró-homossexualista, mas sim do Poder das Trevas liderado por Lúcifer que se levantam contra todo aquele que com Amor se dispõe a ajudar aqueles que pedem por socorro. E muitos dos que estão na prática do homossexualismo já reconhecem o seu estado deplorável de imoralidade,são infelizes e querem renunciar suas práticas e voltarem a uma vida normal e muitas vezes não encontram pessoas a quem possam recorrer.
    Que Deus possa levantar outros profissionais na área de Psicologia com os mesmos ideais da Dra. Rosângela para que milhares de homossexuais que estão procurando ajuda possam ser alcançados e libertados das Garras do Adversário, e serem regenerados para uma vida digna que Honre o nosso Criador.

    Dra. Rosângela, não desista, continue porque Deus é contigo nessa peleja. Conte com minhas orações.

  17. Pr. Junior concordo com o senhor…

  18. Karla Cristina disse:

    Ótimas respostas da psicologa!

  19. Que bom que a dra. não é da ´época Tchaycovsky, Beethovam, e tantos outros “homossexuais” maravilhosos. A Dra. trata deste assunto como uma doença…… que pena. Dá p/ perceber a ótima profissional que é. O que acontece na real é o seguinte, ela está sem pacientes ……… está precisando aparecer de alguma forma, se destacar ……… quer oportunidade melhor que esta?????????????
    Gostaria de saber da dra. qtos. casos ela já “curou” Bom dia.

  20. Sou psicólogo e sempre percebi essa ditadura dos ativistas gays quando tratam de seus direitos. O problema não é que querem ser respeitados. Se fosse, deveriam respeitar minha colega de profissão que ajuda os que a procuram para resolverem uma situação conflitante com a sexualidade. A questão é que querem forçar a sociedade a aceitar sua ideologia a qualquer custo. Qual o problema se uma profissional presta atendimento àqueles que a procuram em sofrimento psísquico resultante dos conflitos homossexuais? Pela reportagem, a psicóloga não procura pessoas para “mudar” suas construções sexuais, porém recebe pessoas em situação de sofrimento psíquico. Se um dependente químico me procura pedindo ajudar para deixar o vício porque isso lhe causa conflito, não devo ajudá-lo? E se um homossexual me procurar na mesma condição, o que devo fazer? Obrigá-lo a aceitar essa condição quando ela não o faz feliz?

  21. Cristo me libertou do homossexualismo. Conheço a Rozangela pessoalmente, embora não tenha feito tratamento com ela, fiz com outras duas psicólogas. Estou empenhado em ajudar pessoas que querem abandonar essa prática, se elas quiserem é claro. Além da pessoa buscar apoio psicológico, ela deve buscar apoio espiritual também. Eu graças a Deus encontrei um pastor que soube muito me ajudar.

  22. Dido, a Liliam Marques defende o seu ponto de vista, e isso não quer dizer que ela seja homossexual, saiba que existem ladrões que fazem de tudo para mostrarem que são cidadãos exemplares e passam a vida inteira perseguindo e acusando outras pessoas de roubo, apenas para manter a imagem de que são honestos. Isso acontece com muitas pessoas, elas perseguem os homossexuais, mas na verdade sofrem com o mesmo problema, mas de tanto falarem mal dos gays acabam enganando outras pessoas. É a velha tática, “atacar para se defender”. Claro que cada caso é um caso.

  23. Muito legal!
    Gostei desta psicóloga!
    Também sou cristã e sei que o homossexualismo é realmente um distúrbio, que não é normal…
    A repórter é quem não gostou muito né… rs
    Fazer o quê né… Nem todos vão conhecer a VERDADE.

    Deus os abençoe!

  24. É, acho que a Lilian não gostou,no minimo ela gosta de uma mina
    tem que ser curada.

  25. LILIAN MARQUES disse:

    Ninguém pensa em curar o instinto de roubar, matar, enfim: de praticar a violência… Por que não convidam os bandidos, assaltantes para servir a Cristo? Façam deles seres humanos melhores. Nada de espancar velhinhos até a morte. Nada de seqüestro de pessoas na porta do banco, nada de assaltos seguidos de morte e violência, nada de crianças que morrem ou ficam aleijados com balas perdidas! Temos o direito de ir e vir, e não podemos nem sequer ter os nossos pertences em paz,e isso é realmente uma agressão. Ou bandidos são as “vítimas da sociedade que não tiveram oportunidades que não tivemos”?Enquanto nós somos uns otários que trabalhamos para sobreviver e sustentar vagabundos? Enquanto se preocupam demais na sexualidade alheia, estamos sofrendo constantes violências de todo tipo.

  26. Ela é Inteligente! Gostei!

  27. Lindas respostas!!!! Perguntas um tanto provocantes. Precisamos mesmo amar e respeitar. FORA TODA OPRESSÃO em qualquer estado e ser!

  28. temoteo torquato disse:

    essa reporter que entevistou esta psicologa e inssistente nas perguntas em estranho isso.

    

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