Em 60 anos, Brasil ficou mais mestiço, evangélico e casado
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Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta quinta-feira (25) mostra que, em 60 anos, a população brasileira quadruplicou.
Com os cruzamentos dos dados dos Censos feitos em 1940 e em 2000, o IBGE concluiu ainda que o país ficou mais urbano e mais mestiço. Houve aumento do número de evangélicos em todas as regiões.
De acordo com o instituto, o Brasil tinha 41,2 milhões de habitantes em 1940 e 169,8 milhões em 2000. Em 1940, o município do Rio de Janeiro era o de maior população, seguido por São Paulo, Recife, Salvador e Porto Alegre. Sessenta anos depois, São Paulo passou a liderar o ranking da cidade com mais habitantes (6,1% do total do país).
A região com maior crescimento populacional foi a Centro-Oeste. Em 60 anos, a densidade demográfica saltou de 0,7 habitante por km² para 7,2 habitantes por km². O último levantamento mostra as diferenças regionais: enquanto no Norte do Brasil a densidade demográfica é de 3,4 habitantes por km², no Sudeste esse número é de 78,3 habitantes por km².
Miscigenação
De acordo com o levantamento, aumentou a miscigenação. Em 1940, 63,4% da população se auto-declarava branca. Esse número caiu para 53,7% em 2000. O número dos brasileiros que se declararam pretos também caiu, de 14,6% para 6,2%. Em contrapartida, o número de pardos pulou de 21,2% para 38,5% em 60 anos.
Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta quinta-feira (25) mostra que, em 60 anos, a população brasileira quadruplicou.
Com os cruzamentos dos dados dos Censos feitos em 1940 e em 2000, o IBGE concluiu ainda que o país ficou mais urbano e mais mestiço. Houve aumento do número de evangélicos em todas as regiões.
De acordo com o instituto, o Brasil tinha 41,2 milhões de habitantes em 1940 e 169,8 milhões em 2000. Em 1940, o município do Rio de Janeiro era o de maior população, seguido por São Paulo, Recife, Salvador e Porto Alegre. Sessenta anos depois, São Paulo passou a liderar o ranking da cidade com mais habitantes (6,1% do total do país).
A região com maior crescimento populacional foi a Centro-Oeste. Em 60 anos, a densidade demográfica saltou de 0,7 habitante por km² para 7,2 habitantes por km². O último levantamento mostra as diferenças regionais: enquanto no Norte do Brasil a densidade demográfica é de 3,4 habitantes por km², no Sudeste esse número é de 78,3 habitantes por km².
Imigração
Em 1940, 96,6% dos pesquisados eram brasileiros natos e, em 2000, 99,6%. Em 2000, os japoneses estavam presentes em 9% dos 5.507 municípios brasileiros, com maior concentração nos estados de São Paulo e Paraná. Os portugueses estavam em 6,1% das cidades, principalmente no Rio e em São Paulo, enquanto os italianos podiam ser encontrados em 5,1% dos municípios.
Religião
Dados: IBGE, Censo demográfico 1940/2000A comparação dos Censos de 1940 e 2000 mostrou uma expressiva redução de católicos no Brasil: de 95% para 73,6%. Nesses 60 anos, os evangélicos cresceram de 2,6% para 15,4%. O maior crescimento de evangélicos foi registrado em Rondônia, onde 27,2% da população é seguidora da religião. No estado, o número de católicos caiu 39,8% no período. O estado com maior percentual de católicos, nos dois levantamentos, foi o Piauí (99,6% em 1940 e 89,8% em 2000).
Estado civil
Na década de 40, 51,6% dos brasileiros com 10 anos ou mais eram solteiros, número que caiu para 38,5% em 2000. Já os casados cresceram de 42,2% para 49,5% da população, nessa faixa de idade. Os desquitados e divorciados pularam de 0,2% para 4,1% em 60 anos, de acordo com o IBGE. O percentual de viúvos caiu de 5,9% para 4,1% entre 1940 e 2000.
Tanto em 1940 quanto em 2000, os homens eram a maioria dos solteiros (62,6%). A maior proporção de casados, em 1940, estava no Sudeste (44,6%) da população. No levantamento mais recente, o Sul passou a ser a região com mais casados, o equivalente a 54,6%.
Alfabetização
A comparação dos números mostra que a taxa de analfabetismo de pessoas de 10 anos ou mais caiu, passando de 56,8% para 12,1%. As diferenças regionais persistiram: em 2000, 5,3% dos catarinenses eram analfabetos, índice que chegava a 30,1% em Alagoas. Em 1940, eram 34,1% de analfabetos no Rio de Janeiro. A taxa de alfabetização em todo o país cresceu de 43,2% em 1940 para 87,9% em 2000.
Fonte: Maracajú News
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Pardo não é negro e negro não é pardo? Querem branquear o povo brasileiro, indo em direção contraria a realidade?
Verifiquem ai: a notícia está com um trecho dobrado no final.
bjokes
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