Ensino religioso na escola divide opiniões
Notícias Gospel em seu email
Receba Notícias Gospel em seu email gratuitamente! Insira seu email:
ou no facebook
“Eu sou favor”. É assim que responde Paulo de Jesus, pai de dois estudantes da rede pública de ensino, quando perguntado sobre as aulas de ensino religioso que seus filhos têm no colégio. E complementa: “Ela [a disciplina] ajuda no combate à violência, pois trabalha com valores”.
Poucos pais baianos se dão conta na hora da matrícula, mas é grande a possibilidade de que seus filhos tenham de estudar português, matemática e também ensino religioso. Basta que estejam no ensino fundamental e que a escola pública onde estudam, adote a disciplina como parte da grade curricular diversificada.
Cursar a disciplina, porém, não é obrigatório. “Os alunos são matriculados e quem quiser pode pedir para sair”, explica Sandra Moraes, vice-diretora da Escola Estadual Severino Vieira.
Várias escolas públicas estaduais adotam a disciplina para complementar a carga horária obrigatória dos professores, que é de 14 horas-aula em sala. Professores de história, português e até artes complementam a carga horária com ensino religioso.
O conteúdo das aulas é controlado de perto pelas diretorias de cada colégio. Segundo Valda Reis, secretária do Colégio Estadual Luiz Tarquínio, o plano de aulas deve incluir todas as religiões, focando-as como fenômenos da cultura. Os professores são proibidos de falar de suas experiências religiosas, assim como discutir em sala de aula os valores específicos de cada religião.
Isto não impede que, às vezes, professores e pais de alunos entrem em conflito por causa da intolerância religiosa. Epifânia Neta, professora de história e ensino religioso, já passou por uma situação assim. “Certa vez, um pai de aluno me procurou, reclamando que eu tinha dado aulas de ‘macumba’ para o filho dele. Ele não aceitava aquilo, pois era evangélico. Foi muito difícil convencê-lo do contrário”.
Em Salvador, as escolas municipais não adotam o ensino religioso. “Não faz parte de nossa grade curricular” diz Helena Flora, diretora da Escola Municipal Augusto Lopes Pontes. Segundo Helena, o máximo de religião que as crianças vêem é o candomblé e a umbanda nas aulas de história e cultura afro-brasileira.
Onde entra a religião – Diversos ramos evangélicos e a Igreja Católica questionam a validade do ensino religioso praticado nas escolas públicas. Em sua última visita ao Brasil, o papa Bento XVI chegou a defender a obrigatoriedade do ensino religioso nas escolas.
De acordo com o professor de teologia do Instituto de Teologia da Bahia (ITEBA), William Tavares, a escola pública não pode ser um espaço de “cela de aula” ou “catequese” e sim de liberdade. No entanto, o professor acredita que é positiva a presença do ensino religioso nas escolas públicas, “pois quebra com a idéia de que a religião afasta as pessoas, divide e produz guerra”.
Fonte: A Tarde Online












As aulas de religião nas escolas será uma benção,
pois a palavra diz:”Instrui o menino no caminho em que deve andar
até quando envelhecer não se desviará dele” Provérbios 22-6.
E o mesmo Jesus também disse: “Examinai as escrituras porque vóis
cuidais ter nela a vida eterna e são elas que de mim testificam” João 5-39.
Aulas biblicas nas escolas ajudará o aluno não somente obter
conhecimento materiais tanto quanto espirituais.
Sim eu sou a favor. As coisa do senhor é muito importante
para que a criança ou adolescente possa receber a palavra de Deus na sua vida.
A palavra de Deus é viva e eficaz,ela pode curar e libertar. -Através dela jovens e crianças e até mesmos os professores poderão ser transformados pela graça e a virtude do espirito santo sobre a vida daqueles que tem dificuldades,problemas espirituais e materiais e até mesmo uma enfermidade que através da nossa fé poderão receber a cura pelo poder de DEUS.Que o senhor Deus possa abençoar o evangelismo na escola publica pois a palavra de Deus nos diz que podemos todas as coisas naquele que nos fortalece -filipenses -4.13
o ensino religioso é algo extremamente necessário pois falta em nossas crianças e jovens o conhecimento de Deus e por isto que nossa sociedade anda no pé que está. Eu admiro o trabalho da APEC,que desenvolve nas escolas o ensino da palavra de Deus é pena que a igreja católica está proibindo esta entidade de relizar este trabalho talvez pela inveja ou medo de perder seus adeptos. Se a igreja realmente vê isto como algo primordial porque proibir,em time que está ganhando não se mexe a sociedade só tem a ganhar com isto pois afinal de contas está dificel de contornar a situação nas escolas se tirar Deus da jogada o que será de nossos filhos.