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Evangélicos da Câmara aprovam pedido de perdão

Por Redação Gospel+ em 17 de agosto de 2006

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A maioria dos vereadores que compõe a bancada evangélica na Câmara de Bauru aprovou o pedido de perdão feito pelo Conselho de Pastores pelo envolvimento de deputados ligados a igrejas evangélicas na “máfia das sanguessugas.”

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Dos sete parlamentares, cinco elogiaram a decisão. Outros dois concordaram com o manifesto, mas acharam que ele foi precipitado.

“Quem deveria pedir perdão são os deputados envolvidos”, disse Pastor Luiz (PTB). Paulo Martins (PFL), espera que as igrejas punam com rigor os parlamentares. “Não adianta só o conselho pedir perdão.”

Fonte: Bom Dia Bauru

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  1. Os evangélicos envolvidos em corrupção devem ser punidos pelo partido e pela Igreja em que congregam (se é que congregam!). Este é o fim. Lobos disfarçados de ovelhas. Hipócritas, fariseus, devem pagar por seus erros.

  2. Wellington Leal disse:

    Esta atidude não passa de puro farisaismo religioso, de pessoas que estão mais comprometidas com a política de que com a Igreja. Em primeiro lugar, as pessoas envolvidas na “máfia dos sanguessugas” não são pessoas simples e neófitas na Palavra de Deus. A maioria do “Evangélicos” envolvidos, possui cargo político, funções pastorais na igreja, além de uma boa condição financeira (que aliá é o verdadeiro motivo de suas ações. Portanto, estas pessoas deveriam ser rigosamente excluídas da Igreja (como manda a bíblia) e da vida política, não servindo como modelo nem de cidadania e nem de caráter cristão. Só pede perdão quem está arrependido, e se não há arrependimento não há o que perdoar. Assim sendo, os que na falta de alguém “arrependido” pedem perdão em em um palanque público, nada mais fazem do que defender os próprios interesses políticos. Se realmente houver houver alguém arrependido, este deverá devolver tudo o que ganhou ilegalmente, se afastar de suas funções pastorais, pedir perdão perante a Igreja reunida, e voltar a ser um simples membro, até que demonstre através de sua vida, merecer a confiança de voltar a liderar. Mas para um político isto é quase impossível, não é mesmo?

    Wellington

    

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