Home » Brasil, Sociedade

Garoto é encontrado morto em rave

Profile photo of Redação Gospel+ Por Redação Gospel+ em 2 de maio de 2008

Notícias Gospel em seu email

Receba Notícias Gospel em seu email gratuitamente! Insira seu email:

Gospel+ no Twitter!

ou no facebook

A angústia da família Esiquiel acabou de forma cruel. Desaparecido desde sábado, o corpo do estudante Erick Jhonathan Esiquiel, 20 anos, morador de Ribeirão Pires, foi encontrado quarta-feira por volta das 19h, na pedreira onde ocorreu a festa rave Tribe, em Pirapora do Bom Jesus.

Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

Segundo a tia do garoto, Dulcelene Neves Cantalice, 37 anos, a polícia disse à família que é provável que o corpo de Eric tenha sido “desovado” quarta-feira. “Ele foi encontrado em um local visível. Era impossível que ninguém, em quatro dias de buscas intensas, tenha visto antes. O corpo está cheio de fraturas expostas.” A causa da morte ainda é desconhecida.

O último contato de Erick com a família foi no sábado, quando ele saiu de casa de carona com o pai Almir Dias Esiquiel, 42 anos, por volta das 8h para fazer uma prova na Faculdade de Direito São Bernardo, onde cursa o terceiro ano. Disse aos pais que, em seguida, iria para um congresso. Mentiu. Assim que terminou a avaliação, Erick pegou um ônibus e foi até a casa do amigo Marcos Eduardo Mardegan, 20, em Mauá. De lá, eles seguiram com outras 12 pessoas, em uma van alugada, para a Tribe, em Pirapora do Bom Jesus. Às 13h10, o garoto ligou para o pai, já a caminho de Pirapora, e avisou que estava bem.

“Fazia dois dias que eu tinha descoberto que o Erick mentiu aos pais para poder ir à rave. Orientei ele a dizer a verdade, mas Erick disse que se falasse, eles não o deixariam ir”, contou Marcos. Segundo ele, a van chegou na festa por volta das 16h e o grupo procurou se manter unido. “Quando era umas 23h30, ele avisou que ia dançar no meio da pista, onde tinha mais gente.” Foi assim que Erick se despediu dos amigos.

O grupo combinou que caso alguém se perdesse, o ponto de encontro seria na van às 3h45. “Procuramos o Eric da 1h da manhã até as 5h. O celular só dava caixa postal. Como não achamos, viemos embora”, reforçou Marcos. Segundo ele, o amigo estava aparentemente normal, havia consumido pouca bebida alcoólica e não utilizou drogas.

A família só soube do paradeiro de Erick quando o pai de Marcos, o professor Roberto José Mardegan, 55, ligou para eles, no domingo, perguntando se o garoto havia aparecido. “Contei que o Eric tinha ido à festa junto com meu filho, mas não sabia que ele havia mentido.”

O enterro será nesta quinta-feira no Cemitério Vale dos Pinherais, em Mauá.

Festa – Funcionária do grupo “No Limits” responsável pela realização da Tribe, Susi Wolf, afirmou que Eric não foi atendido pelo ambulatório e os seguranças não foram acionados para oferecer nenhum tipo de auxílio.

Família o proibia de freqüentar festas raves

Erick Jhonathan Esiquiel era o filho mais velho da professora Maria Eunice Esiquiel, 39, e do soldador aposentado Almir Dias Esiquiel, 42. As outras duas filhas são Kimberly Francine, 15, e Emilly Hillary, 6.

Evangélica, a família reside no Parque Aliança, em Ribeirão Pires. Segundo os pais, Erick sempre estudou nas melhores escolas de Mauá, era dedicado e responsável, mas depois dos 18 anos passou a querer sair à noite e enchê-los de preocupação. “Ele era um garoto pacato, mas mudou depois que entrou na faculdade. Nós tínhamos algumas brigas. Ele se distanciou da igreja e começou a tomar cerveja”, afirma a mãe.

Há um mês, Erick havia conseguido um estágio no departamento jurídido da Basf, em São Paulo. Segundo o pai, ele estava feliz com a conquista, já que o processo de seleção foi rigoroso e pretendia, em breve, comprar um carro. “Cursar direito foi uma sugestão minha e ele estava satisfeito. Nós conversávamos muito, éramos amigos. De vez em quando, eu ia para a faculdade com ele assistir algumas aulas.”

Apesar do bom diálogo, o pai lembra que não apoiaria que o filho fosse em uma rave, por isso ele optou por mentir. “Não deixaria de jeito nenhum, em raves rola muita droga.”

A irmã Kimberly lembra que esta não foi a primeira vez que Erick mentiu aos pais. No seu aniversário de 19 anos, o jovem teria saído para comemorar com os amigos sem avisar a família e aparecido no dia seguinte, por volta das 15h.

Fonte: Setecidades- Diário do Grande ABC

PS.: Comentários via Google+ estão logo abaixo desabilitados no momento.


Comentários via Facebook

1 já comentou, comente você também

  1. sobre a pastorinha eu tenho certeza que ela irá conseguir a ser uma juíza formada porque eu sei que ela confia em DEUS e tambem, eu acho que ela é um vazo nas mãos de DEUS.
    eu ja tive umn cd de ana carolina e nesse cd ela falava sobre o testemunho dela na primeira vez que eu ouvir o testemunho dela eu comecei a chorar pensando que se fosse comigo o que teria acontecido com ela?????????
    mais depois eu lembrei que quem sofre , quem é humilhado ou abatido DEUS sempre exalta.
    iai ela esta agora pensando em se formar e ser uma juíza
    sabe de uma coisa?????????/
    eu confio em meu DEUS e eu sei que ela irá ser uma juíza.
    dalet
    meus cumprimentos

    

Sua resposta

Adicione seu comentário abaixo, ou faça trackback de seu site ou blog. Você pode também assinar esses comentários via RSS.
Seja legal. Não escreva em CAIXA ALTA. Mantenha no tópico. Limite de 3000 caracteres no comentário.

Há 456,685 comentários no Notícias Gospel.

Da Internet e em Inglês para Praticar