Homossexuais suíços querem direito de adoção, Cristãos são contra
Tags: Adoção, Criança, Direitos Humanos, Homossexualismo, Suíça
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A legislação suíça proíbe a adoção de crianças por casais de homossexuais. Apesar disso, estima-se que cerca de seis mil crianças vivam com “dois pais ou duas mães”.
Uma decisão do Tribunal Europeu de Direitos Humanos está levando os partidos Socialista e Liberal a avaliar uma revisão da lei aprovada em plebiscito há três anos.
“Pessoas que vivem numa parceria registrada não são admitidas para a adoção nem para procedimentos de procriação através de métodos medicinais (inseminação artificial).”
É o que afirma a lei suíça sobre casamentos de homossexuais, em vigor desde 2007. Esse artigo foi o preço que os defensores da legislação pagaram para elevar as chances de sua aprovação pelo Parlamento e pelo povo.
Desde que o Tribunal Europeu de Direitos Humanos decidiu, em janeiro deste ano, que era ilegal proibir uma adoção por um casal de lésbicas francesas, a lei suíça está sendo questionada. “Uma pessoa candidata à adoção não deve ser discriminada por sua orientação sexual”, sentenciou o tribunal.
Já em junho de 2005, quando a lei suíça foi submetida à votação popular, era evidente que se tratava de uma proibição polêmica. “Engolimos esse sapo para não colocar em risco a proposta”, diz a co-presidente da Organização das Lésbicas Suíças (LOS), Briguitte Röösli.
Mas agora, após a decisão do tribunal em Estrasburgo e passados dois anos e meio do plebiscito, “está na hora de retomar a nossa reivindicação”, acrescenta.
Paradoxalmente, homossexuais e lésbicas residentes na Suíça e que não formalizaram uma união conjugal podem, individualmente, adotar crianças, por exemplo, quando se trata de um órfão com algum parentesco.
Deste modo, sem o direito de adoção, estima-se que cerca de seis mil crianças vivam com casais do mesmo sexo, sobretudo de lésbicas, na maioria das vezes, oriundas de antigas relações heterossexuais.
“Família arco-íris”
Num congresso realizado recentemente em Berna, a Organização Suíça de Lésbicas (LOS) e sua correspondente masculina, Pink Cross, discutiram “caminhos para chegar à família arco-íris”, ou seja, em que a futura mãe lésbica obtém o esperma para engravidar de um homem homossexual.
A advogada Nadja Herz, de Zurique, explicou no encontro que, segundo a legislação suíça, uma criança tem “uma mãe e um pai”, e não dois – a não ser em caso de mudança de sexo ou adoção no exterior.
Ela informou ainda que a falta do direito de adoção pode complicar a situação da assistência à pessoa adotada na velhice ou também gerar conflitos referentes à herança. A proibição da inseminação artificial dificulta a gestação de filhos por lésbicas.
Revisão da lei?
Felix Schöbli, responsável pelo Direito Civil no Ministério da Justiça, declarou ao jornal NZZ: “É preciso questionar seriamente se a lei sobre registro de parcerias corresponde à Convenção dos Direitos Humanos”.
Lideranças do Partido Socialista e do Partido Liberal já sinalizaram sua disposição para discutir uma revisão da lei. “Chegou a hora de a política se ocupar seriamente dessa questão”, disse o secretário-geral do Partido Liberal, Guido Schommer.
Já a União Democrática do Centro (UDC, direita nacionalista) e o Partido Democrata Cristão não vêem qualquer necessidade de revisão. “Para uma criança, precisa-se de um homem e uma mulher. Adoções por homossexuais não servem ao bem-estar da criança”, disse o secretário-geral da UDC, Gregor Rutz.
Segundo declarações feitas pela ginecologista Nathalie Senn ao jornal Der Bund, de Berna, um estudo realizado na Alemanha concluiu que “crianças que crescem com pais homossexuais não sofrem qualquer atraso em seu desenvolvimento, se comparadas com filhos de casais heterossexuais saudáveis”.
Fonte: Swissinfo









Nos que somos seguidores de Cristo jamais devemos apoiar tal direito de adoção. Deus na sua perfeita criação deixou em tudo casais, macho e femea, homem e mulher, o Senhor nunca, Antigo ou Novo Testamento deixou uma brecha para tal existencia. O homossexualismo é abominavel à Deus, isso para nos cristãos, basta.
Que possamos nos unir nessa luta onde o cabeça é Nosso Senhor Jesus Cristo, Ele esta á frente, guerreiro.
O homem é Produto do Meio
Cientificamente falando, o homem é produto do meio. Assim sendo não precisa nem de recorrer à bíblia para rever essa questão, e nem tão pouco uma matéria a ser discutida em um plenário como se fosse o assunto mais primoroso do século. Desde os tempos primitivos, sempre existiram pessoas com essas aptidões sexuais. Só que de formas bem escondidas, devidas, não ter meios para a propagação do comportamento e o número de pessoas na terra era menos, que hoje. O que os homens sexuais querem atualmente é usar dos robustos meios de comunicações para se promoverem como protagonistas do século. Apesar, de colocações de muitos psicólogos, psiquiatrias e comportamentalistas em geral em afirmar a possibilidade dessa junção, adoção de crianças com casais homossexuais, Lésbicas acredito, que, isso seria estimular a criança a ter o mesmo exemplo de vida. Sempre pensei: assim como um projeto de uma construção não pode ser alterado sem antes fazer um conselho com os arquitetos elaboradores dos mesmos, assim também o ser humano, certamente, ele é um projeto de Deus na terra e, portanto não pode ser alterado. Portanto, aos meus amigos homossexuais e Lésbicas antes de vocês tomarem firmemente a decisão de mudar o projeto do arquiteto do universo, fala com ele seriamente com respeito a essa mudança. Certamente, ele terá uma forma surpreendente para vocês com respeito a essa mudança…
Fontes: Paráfrase das ciências e da Bíblia
Autor: Professor, Jeová Rodrigues Barbosa.
Imagine como fica a cabeça de uma criança nessa situação…,vai olhar pra um barbado e vai olhar pra outro barbado…quem ele vai chamar de mãe,quem ele vai chamar de pai ??? Vai ver as crianças que tem o o pai e mãe ( héteros ) Isso vai dar um nó na cabeça da criança…
eu acho que “a principal virtude do ser humano é o caráter. A preferência sexual nao importa. Mas os filhos podem sofrer consequências.”
eu apenas 15 anos, e na minha opinião acho que isso vai mexe muito com uma pequena criança .
Sou contra a discriminação e o preconceito, num mundo onde tantas crianças estão abandonados, sem um lar privadas, de uma vida digna, não vejo nehuma restrição para um casal de homossexual adorarem uma criança, tirando-da a rua e da marginalidade
MARISSA
A paz…
Talvez tivesse tantas palavras para dizer, para agradecer, para transmitir.
Mas, deixo que meus sentimentos falem por si só e deixem transparecer em um olhar, em um sorriso, em um gesto tudo o que vêm de meu coração.
Muitas vezes, o silêncio diz mais do que qualquer palavra proferida e um gesto vale mais do que qualquer frase dita.
Assim, fico com a lembrança de alguns momentos em que pude deixar que meus sentimentos falassem por mim e expressasse a ternura, o carinho, o desejo, a sinceridade.
Que o tempo não apague singelas lembranças que um dia, o destino quis fluir.
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eu acho que os homossexuais devem sim ter o direito de adotar crianças. pois é um direito deles e de qualquer pessoa também! isso é preconceito contra a população e também é uma coisa bonita uma criança ser adotada por alguém, pois tem direito de ser feliz com uma família