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No Rio, Igreja Batista Atitude vai pôr bloco evangelístico na rua durante o sábado de carnaval

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No Rio, Igreja Batista Atitude vai pôr bloco evangelístico na rua durante o sábado de carnaval

Todos os anos, denominações evangélicas se propõem a usar o carnaval como oportunidade de evangelismo. E em 2016, não podia ser diferente. A Igreja Batista Atitude (IBA), antes conhecida como Central da Barra, vai pôr um bloco na rua.

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A IBA, onde o casal Emerson Pinheiro e Fernanda Brum fazem parte do corpo de pastores, vai pôr o bloco evangelístico Sou Cheio de Amor na rua, no próximo sábado, 06 de fevereiro, no Posto 10 da praia do Recreio, zona oeste do Rio de Janeiro (RJ).

A ideia é propagar os ensinamentos bíblicos através da música, arte e “evangelismo corpo a corpo”, de acordo com informações do site Sopa Cultural. O samba-enredo do bloco, “Atitude de Amor”, fala sobre a paz e alegria encontradas em Jesus.

Com instrumentos típicos de uma escola de samba, como surdos, caixas, repiques, tamborins, chocalhos, reco-recos e pratos, o bloco de carnaval da IBA tem mais de 100 integrantes na bateria. Na comissão de frente, integrantes apresentarão danças, artes circenses e plásticas. Quem comparecer à folia evangelística também ouvirá um sermão, pregado pelo pastor presidente da IBA, Josué Valandro Júnior.

Todos os anos, o bloco convida algum artista gospel para participar do evento, mas este ano a organização não quis revelar antecipadamente quem irá se apresentar. Em anos anteriores, a pastora Fernanda Brum cantou no evento, assim como seu marido, Emerson Pinheiro, além da banda Cheio de Amor.

O desfile do bloco deverá começar a partir das 13h00, quando os foliões evangélicos se concentrarão no posto 10 da praia do Recreio. Para participar do evento, os interessados precisam adquirir um “abadeus” ao custo de R$ 25,00 na sede da IBA, além de doar 1 kg de alimento não perecível, que será destinado ao ministério de Ação Social da denominação, que apoia 12 instituições de caridade.

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20 comentaram, comente você também!

  1. Cinegrafista Rodrigues disse:

    A Bíblia fala para os cristãos serem sal e luz.
    Esse bloco é totalmente o oposto. As pessoas irão, ao invés de ser sal e luz, ser uma “montanha de barro” em meio a uma estrada de lama.
    Como se pode evangelizar nessas condições, e ainda mais COBRANDO R$25,00 por um abadá?
    E o pior, é que eu tenho uma conhecida minha (que já foi minha amiga, mas a gente brigou) que era ou ainda é dessa “igreja”.
    Para evangelizar no carnaval, deve-se usar de sabedoria, abordando as pessoas depois da folia (quando a alegria acaba e começa a tristeza), sempre oferecendo auxílio e amor. Usar “bloco evangelístico” irá causar escândalo e gerar motivo para deboche.
    Talvez uma estratégia de evangelismo em um evento com fanfarra/corporação musical e com atividades circenses seria boa, mas EM UM LOCAL FIXO (e não saindo em bloco), SEM TOCAR SAMBA OU MARCHINHAS e COM MUITO CUIDADO.

  2. Dou gloria a Deus por pessoas que não tem medo de ir pra rua em tempos a qual satanas esta na rua destruindo vidas , Deus tem usados os loko que estão dispostos a ir pra cima e saquear o inferno , essas pessoas que não se contentam em estar sentado dentro da igreja sentadinho se tornando um obeso espiritual
    Gloria a Deus pelo ministério

  3. fim dos tempos quanta hipocrisia entáo se for para evangelizar um viciado em drogas tera que experimentar também?não é preciso fazer blocos carnavalescos para evangelizar esses são os crentes raimundos que querem sentar na roda dos escarnecedores e vem com essa desculpa se convertam

  4. A culpa é da igreja católica né Lima e Levi!

  5. Prevejo o bloco carnavalesco “Os vendilhões do Evangelho”, com mascaras do Morris Cerullo.

  6. A Bíblia diz que “Haverá sinais nos Céus e na Terra”, com relação ao fim do mundo. Essa atitude (incompatível) dessas pessoas já não seria um sinal do fim? Eu acredito que sim

  7. josino Alves Rodriguês neto disse:

    Presepada ! Pretexto para poder participar da festa. nós não precisamos nos misturar a eles, se fizessem o verdadeiro evangelismo boca a boca surtiria mais efeito.

  8. HERALDO WILLIAM BERTRAND disse:

    Interessante como o velho satanás age e os novos “pastores” e “pastoras” são usados por ele e levam consigo multidões. As armas de Deus para a pregação do Evangelho foram deixadas de lado e esses Josués “Malandros da vida” e seus comparsas se utilizam com a maior desfaçatez das armas satânicas para confundir, se possível, até os escolhidos (ainda bem que não é possível). Perderam o respeito e o temor a Deus. Descaracterizaram a igreja como denominação batista e tentam de todas as formas apagar qualquer resquício do que se conhece da igreja primitiva, que crescia e caía no gosto de todo o povo, sem se corromper com nada desse mundo. Conheci um jovem que “pintava e bordava” nesse mundo e um certo dia, me disse que agora estava indo à igreja e eu perguntei se ele havia deixado de fazer as coisas que fazia e ele disse que continuava a fazê-las, mas agora era diferente e perguntei ainda, qual a igreja que você está indo? Para minha surpresa ele falou que ia à essa citada igreja. Nunca deixei de orar pela sua conversão e transformação pelo verdadeiro evangelho de Jesus, porque sei que por outros “evangelhos” ele jamais seria salvo e transformado. Por fim, a única coisa boa que resta disso tudo, é a certeza de que Jesus está próximo e juntamente com seus anjos separará o joio do trigo e viveremos uma eternidade de adoração. E termino orando por todos eles: piedade, Senhor, clemência!

  9. Eu gosto muito de dançar, mas no carnaval, não! Mesmo que vc saia, separadamente, em grupo num bloco, não importa, vc está no mesmo embalo da maioria. O propósito da festa não muda só pq vc e seu grupo estão lá! Vc será confundido com a maioria, seu tema será diferente, mas o samba e o ambiente é um só! Pronto, falei!

  10. Por que evangélicos não devem participar do Carnaval? Qual a origem dessa festa?

    A origem do Carnaval ainda é desconhecida. As primeiras referências a ele estão relacionadas a festas agrárias. Alguns atribuem seu surgimento aos cultos de agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela colheita, realizados na Grécia durante o século 7 a.C. A festividade incluía orgias sexuais e bebidas, e os foliões usavam máscaras e disfarces simbolizando a inexistência de classes sociais.

    As folias do Carnaval também estão ligadas às festas pagãs romanas, marcadas pela licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música. Eram conhecidas como bacanais (em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia), lupercais (em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco) e saturnais (em homenagem ao deus Saturno, que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).

    Com o advento do cristianismo, a Igreja Católica Apostólica Romana começou a tentar conter os excessos do povo nessas festas pagãs e a condenar a libertinagem. Porém, com a resistência popular, em 590 d.C. ela própria oficializou o Carnaval dando origem ao “carnaval cristão”, quando o Papa Gregório I marcou definitivamente a data do Carnaval no calendário eclesiástico.

    Esse momento de grandes festejos populares antecedia a Quaresma, período determinado pela Igreja Católica para que todos os anos os fiéis se dedicassem, durante 40 dias, a assuntos espirituais, antes da Semana Santa. No período que ia da Quarta-feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum, para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se.

    Como o povo enfrentaria um longo período de privações e abstinência, alguns “carnais” permitiram que o povo cometesse então algumas extravagâncias antes. Às vésperas da Quaresma, os cristãos fartavam-se de assados e frituras entre o domingo e a “terça-feira gorda”. O que deveria ser apenas uma festa religiosa acabou assimilando os antigos costumes de libertinagem e bebedeiras.

    Esses dias de “vale-tudo” que antecedem a Quaresma, em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne, passaram a ser chamados de adeus à carne, que em italiano é carne vale, ou carnevale, resultando na palavra carnaval.

    A Quarta-feira de Cinzas, primeiro dia da Quaresma, simbolizava o momento em que as pessoas se revestiam de cinzas, evocando que do pó vieram e para o pó retornariam, e ingressavam no período em que a Igreja celebra a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.

    Visto que até hoje essa festa da carne traz consequências físicas, morais e espirituais degradantes, estampadas nos noticiários da Quarta-feira de Cinzas, aconselho aos que não participam do Carnaval que continuem de fora; e, aos que participam ou pretendem participar, meu conselho é 1 João 2.16: Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. Sendo assim, não convém ao cristão, mesmo a título de curiosidades, participar dessa festividade.

    SUGESTÕES DE LEITURA:

    Salmo 1.1; Tiago 1.2-4; Apocalipse 22.15

  11. O que a Bíblia diz sobre isso?

               Em um cenário evangélico marcado por aberrações e modismos é importante nos balizarmos pela palavra de Deus, não se juntando a incautos na fé, para que não haja em nós nenhuma impureza diante de Deus. Tem se tornado popular no meio evangélico a santificação de festas pagãs, a fim de atrair e motivar a juventude para um “movimento diferente”, inclusive oposto a própria palavra de Deus. Opior de tudo é que os pseudo-renovadores acham que estão trabalhando a favor de Deus, no entanto, acabam trabalhando
    contra o próprio Deus. Deus deseja que a sua igreja conserve o modelo doutrinário dos apóstolos, e permaneça firme no fiel propósito de anunciar o evangelho as nações.

    “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o” (I Reis 18:21). 

          Tenho certeza de que alguns leitores ao final desse artigo, poderão pensar que o posicionamento apresentado aqui é radical, mas ao menos quero que compreendam a visão que é
    centrada nas escrituras sagradas, pois assim está escrito: 

     

    “Toda Escritura É Inspirada Por Deus e Útil Para O Ensino, Para a Repreenção, Para a Correção, Para a Educação Na Justiça, A Fim De Que O Homem De Deus Seja Perfeito e Perfeitamente Habilitado Para Toda Boa Obra.” (2 Timóteo 3 – 16,17)

    Quando analisamos a fundo os processos históricos ligados a essas conhecidas festas, observamos uma relação cultural
    ligada fortemente aos ritos religiosos, principalmente o catolicismo e o espiritismo. A exemplo da festa junina, que é uma festa destinada a homenagear a santos católicos: “São” João, “São Pedro” e “Santo” Antônio. Não basta apenas rotularmos festas como “gospel” para que elas sejam santificadas e aprovadas por Deus. Até onde podemos pegar coisas sacrificadas a ídolos e denomina-las de coisas santas. O santo e o profano não andam juntos. Não existe relação entre elas, não pode haver ligação, pois diz as escrituras:
     “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça?” (2 Coríntios 6:14-18) 

    O apóstolo Paulo nos ensina que não devemos ser partícipes nessas práticas. Leia:

    “Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo. Porventura, o cálice da bênção que abençoamos não é a comunhão do corpo de Cristo? Porque nós, embora muitos, somos unicamente
    um pão, um só corpo. Considerai o Israel segundo a carne; não é certo que aqueles que se alimentam dos sacrifícios são participantes do altar? Que digo, pois? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o próprio ídolo tem algum valor? Antes, digo que as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou provocaremos zelos no Senhor? Somos, acaso, mais fortes do que ele?” (I Coríntios
    10:14-22).

    Recentemente os chamados evangélicos góspeis fizeram até uma festa rave gospel na cidade do Rio de Janeiro. Infelizmente estão negociando o que não pode ser negociado. A igreja deve ser o modelo para o mundo, e não ao contrário. Assim diz a Bíblia:

    Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar?

    Carnaval é festa da carne e não do espírito.

  12. 1 instituição já é ta bom pra que 12?

  13. Valeria a pena só para ver a Mariana (Princesa), Vanessa e Célia Mulata lindas sambando de salto alto e saia de crente…

  14. ”ABADEUS” por 25,00- aí deu para entender os propósitos.

  15. Crise financeira pede agressividade nos “negócios”.. criatividade, soluções inovadoras…

    • olha o poeirinha ai genteeee!!!

    • Clamando é um exemplo de agressividade nos negócios… para arrecadar dinheiro, inventa até que Jacó deu dízimo anjo….

      Aliás, já até sabemos como o Clamando vai sair nesse bloco evangélico… fantasiado de anjo de Jacó (a mesma fantasia que ele usa nos cultos para arrecadar dízimos).

      – Clamando só não é uma festa porquê tem cara de velório –

      • é poeirinha bem melhor quando posta usando o nick correto…isto sim é agressividade nos negócios, se fazer aprovar a qualquer custo, mesmo que seja blasfemar contra Deus e sua palavra. ativismo fundamentalismo radical ateu gay

  16. Romanos 12.1 NÃO VOS CONFORMEIS COM ESSE MUNDO…

  17. ESSA ABERTURA PARA MEMBROS DE IGREJA EVANGÉLICA SAIR COM BLOCO DE CARNAVAL
    ABRE UM PRECEDENTE PARA O MUNDANISMO. DIZ A PALAVRA SEM SANTIFICAÇÃO NINGUÉM VERÁ O SENHOR….

    

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