Anunciante G+. Anuncie você também.

Home » Brasil, Sociedade

Igreja Universal defende ações contra jornalistas

Por Renato Cavallera em segunda-feira, 25 fevereiro 2008
RSS Feed

O Gnotícias é parte do Gospel+, o maior portal cristão independente do Brasil. Receba as últimas notícias do mundo gospel em seu email grátis!

Coloque seu e-mail:

Seu email não é spam, nós respeitamos. As notícias são entregues pelo Google e podem ser cancelados a qualquer momento. Você também pode assinar via Feed RSS (?).

A postura da Iurd e de seus fiéis é alvo de duras críticas por parte da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI). “Esse tipo de ação orquestrada inibe a liberdade de expressão e de imprensa, criando um prejuízo bárbaro ao exercício profissional de qualquer jornalista”, afirmou o diretor do departamento de mobilização, direito autoral e sindical da Fenaj, José Carlos Torves.

Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

Em tom semelhante, o presidente da ABI, Maurício Azêdo, avaliou que as ações constituem uma “tentativa de intimidação, cerceamento e condicionamento da liberdade de imprensa, que merece o repúdio, o protesto e a mobilização, não só dos jornalistas, mas do conjunto da sociedade”.

Apesar de unidas no repúdio à Iurd, Fenaj e ABI divergem em relação aos efeitos da liminar de Ayres Britto nas ações movidas pela igreja. Segundo a Fenaj, os processos da Universal estão “todos baseados no Código Civil” e por isso não seriam afetados pela decisão. Mas para a ABI, a liminar permitirá que as decisões finais que venham a ser proferidas nos processos preservem a liberdade de imprensa.

Em nota oficial divulgada nesta sexta-feira, a Iurd considera “lamentáveis” as notícias publicadas sobre supostas irregularidades no uso do dízimo de seus fiéis: “A Iurd respeita a liberdade de imprensa, os jornalistas e suas entidades representativas, porém, não admite que reportagens sejam usadas para ofensas de outras garantias constitucionais como a dignidade da pessoa humana, o acesso à Justiça, à liberdade de crença e à inviolabilidade da honra”.

E alega ter sido procurada por fiéis que manifestaram repúdio às matérias veiculadas na imprensa. Diz ainda já ter ingressado com ações judiciais, mas nega que tenha orquestrado ou incentivado processos individuais por parte dos seus seguidores.

A liminar do STF exclui a possibilidade de prisão de jornalistas com base na aplicação dos artigos 20, 21 e 22 da Lei de Imprensa, que tratam dos crimes de injúria, calúnia e difamação no exercício da profissão.

Quer copiar essa notícia? Por favor insira um link no seu site ou blog para o Gnotícias.

Notícias em seu email

Receba as notícias do Gnóticias em seu email gratuitamente!

Coloque seu e-mail:

Deixe sua opinião!

Adicione seu comentário abaixo, ou faça trackback de seu site ou blog. Você pode também assinar esses comentários via RSS.

Seja legal. Não escreva em CAIXA ALTA. Mantenha no tópico.

Você pode usar essas tags html:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>