Movimento negro diz que igrejas foram omissas na escravatura
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Organizações vinculadas ao movimento negro pedem, em manifesto divulgado na quarta-feira, 13, que as igrejas históricas se pronunciem sobre os 121 anos da abolição inacabada, e peçam perdão “pela cumplicidade e omissão diante da escravidão e racismo sofrido pelo povo negro”.
O Brasil lembrou, na quarta-feira, o dia em que foi assinada lei que terminava com a escravidão formal. O manifesto negro sustenta, contudo, que o país “mantém uma das mais acentuadas desigualdades social e econômica do mundo” e que a população negra está à margem da riqueza produzida pela sociedade brasileira.
“Conclamamos a Igreja brasileira a romper com o silêncio e com o mito da democracia racial, a fim de que ocorra uma profunda transformação em toda a sociedade”, diz o manifesto. Tal pedido de perdão, aponta o texto, deve vir acompanhado de ações afirmativas e de reparações.
Dentre as ações afirmativas o manifesto propõe a garantia do acesso de afrodescendentes nos seminários e cursos teológicos, a ampliação de sua participação em cargos de direção das igrejas, o aumento do número de bispos e bispas, pastores e pastoras, e a criação e fortalecimento de pastorais e de ministérios de combate ao racismo.
No campo teológico, o documento pede uma releitura da Bíblia, levando em conta a história do povo negro desde os tempos bíblicos, e que seja produzida uma hermenêutica bíblica negra, que deve ser entendida como uma causa política.
O manifesto, assinado por dez organizações, dentre elas a Comissão Ecumênica Nacional de Combate ao Racismo, os Fóruns de Lideranças Negras Evangélicas e de Afrodescendentes Evangélicos, e a Aliança de Negros e Negras Evangélicos do Brasil, solicita das igrejas históricas um programa de ação que inclua o diálogo inter-religioso.
“As igrejas devem agir como uma vigorosa força para a conversão individual e coletiva dos corações, sem a qual o ódio, a intolerância e o racismo jamais conseguirão ser eliminados”, assinala o documento.
Fonte: ALC / Gospel+









é a baboseira esquerdista querendo se impor.
essa democracia racial, é o verdadeiro racismo quando o homem vai entender isso.
Para ler a Carta-manifesto do Movimento Negro Evangélico enviada as Igrejas Protestantes Históricas e suas lideranças: veja no Blog do Perdão: http://perdaopovonegro.blogspot.com/2009/05/carta-as-igrejas-protestantes.html
Aproveitamos também para convida-lo a participar do Encotro Afro-Cristão 2009. Informações no Blog: http://encontroafrocristao.blogspot.com/
Paz e Bem para todos e todas!
sou negro e isso td é uma luta d seculos e or devemos fazer uma reflexão em todos os sentidos. tanto no campo quanto politica e eclesiartico
nossa caráte ñ esta em etinia ou raça mais sim em esrmos realmente o que queremos ser depende do meio que se vive.
muitos são chamados mas poucos são escolidos;esse movimento tá pensando que o evangélio é o que casa da mã joana? sou negro e vivo a minha vida muito bem vivida discordo desse e qualquer movimento que busca manipular a consciência humana depreciando o individuo que é únco neste universo imenso onde cada um tem que ser objetivo e saber dirigir sua própria vida e não andar segundo a opinião de um grupo que se intitula defensor do negro,quando eles são os verdadeiros racistas já passou da hora de dar um basta nisto olhen-se no espelho e notem que há coisas mais importantes na sua vida que a cor da sua pele para se preocupar, pense:vc um ser unico,especial,inigualável e livre de culpas ou desculpas,livre para ir e vir,fazer e desfazer e sulperar todo e qualquer preconceito;vc é o que é não depende de posições,cargos,condições financeiras e nem da cor da pele para ser feliz tudo isso é converssa fiada em são paulo tem uma faculdade ´so de negros eles em uma reportagem sobre o assunto falaram bem dos formandos mostraram um histórico da vida de cada um deles os reprovados nem foram filmados deles não se falou nada,perguto qual foi o problema? a faculdade só tinha negros é uma piada!!!.
E preciso sim fazer uma reflexão sobre tal assunto, pois a muitos anos que existe um racismo velado, oculto, dentro de nossas igrejas, mas e preciso analisar a luz da palavra de Deus para não cometer o mesmo erro de nossos irmão gospel, de um extremismo a tal ponto de existir a igreja de brancos e negros, esse assunto merece ser discutido analisado e estudado afundo, pois o foco e a vida humana e sua integridade, o ser integral.
precisamos cada dia mas viver os principios e valores do Reino de Deus.
não podemos nos furtar de um confronto e discurção sobre tal assunto
É com uma alegria gigante que leio esta noticia !!! Primeiro isso segue uma lógica, pois se os de descendência africana (e miscigenados) são grande maioria da população, são a massa dos autênticos brasileiros e uso o termo autênticos, pois infelizmente existem facções em certas regiões que insistem com idéias racista e anti-miscigenação, se vendo como um país a parte, idéia que não contribui em nada para o bem do Brasil…Portanto, se os negros são aqueles que historicamente estão” cansados e sobrecarregados” é natural e ideal que esse publico seja alvo do alcance da mensagem do evangelho que é a única mensagem libertadora da alma ,do corpo e da mente.E digo sem medo de errar! Esta terra não pode sarar suas feridas sem passar pela questão racial. Sem corrigir certos conceitos e perdoar o passado sem contudo esquecê-lo, pois um povo sem memória comete os mesmos erros sempre.
É importante também que se destaquem certos pontos. É muito comum no meio evangélico alguns pastores que sendo conservadores no campo da moral (o que é natural) tendem a ser conservadores em outras áreas como no campo politico-ideológico, alinhando todo seu discurso a idéias conservadoras de direita ( as vezes extrema) o que é perigoso e em certas questões, lamentável.Na questão do negro brasileiro por exemplo ALGUNS pastores desde sempre e em geral tiveram opinião alinhada a dos opressores,sejam os escravocratas seja o poder dominante que precisava se esquivar da responsabilidade das conseqüências da escravidão,tudo isso, por omissão,covardia ou por concordar equivocadamente com as idéias racistas da época as vezes falsamente baseadas em mentiras cientificas e mitos religiosos.E até recentemente ainda resistem certos pastores ,do tipo que simpatiza com a ditadura militar, que vende a idéia da ” democracia racial brasileira”, de que o Brasil é um paraíso em termos de relações entre as pessoas de “aparência” e etnia diferente.Isso é um discurso imposto pelos militares pois era conveniente a época ,pois, imaginem se no Brasil um movimento como o liderado pelo amado herói e mártir, o Pastor Martin Luther king se espalhasse por essa nação, imaginem milhões de negros mesmo que pacificamente reinvidicando qualidade de vida e respeito, no mínimo.Para uma ditadura era conveniente que esta parcela do povo continuasse alienada e até provasse de uma fantasiosa sensação de “democracia racial”.
Quanto ao pentecostalismo, é só estudar a história de tal movimento que se entenderá o quanto ele é revolucionário na destruição de tabus e preconceitos que infelizmente persistem na história norte-americana e os quais não podemos importar. O caráter popular do pentecostalismo é fundamental para sua expansão sem barreiras de qualquer tipo, especialmente a racial.Diferentemente certas igrejas históricas se fecham em seus ciclos sociais ou culturais e parecem não ter a intenção de se expandir em meio ao povo brasileiro, tenho medo que a razão disso não seja o fato de enxergarem “Brasileiros e bRASIlEIROS”,de que por numa visão tacanha e diabólica achem que o evangelho veio para uns e outros não.
Enfim, racismo além de crime é o principal pecado ,pois, renega o amor ao próximo e impede a propagação do evangelho.NÃO AO RACISMO SIM AO AMOR DE DEUS ENTRE NÓS…AMEMO-NOS UNS AOS OUTROS E QUE CAIAM AS BARREIRAS!!!!!! ALELÚIA , AMÉM.