Home » Brasil

O cargo de Pastor é considerado a sétima profissão de maior credibilidade

Por Redação Gospel+ em 23 de setembro de 2009
Tags: , , ,

Notícias Gospel em seu email

Receba Notícias Gospel em seu email gratuitamente! Insira seu email:

Gospel+ no Twitter!

ou no facebook

Para os capixabas a profissão dos bombeiros militares é a campeã absoluta no quesito credibilidade. Desde 2004 esses profissionais que se dedicam a salvar vidas mantêm o primeiro lugar da Pesquisa Futura sobre Credibilidade das Profissões, batendo a marca dos 84,2% de confiança (que é a soma dos percentuais dos que “confiam muito” com os que “confiam”).

Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

Os carteiros, mesmo perdendo confiança de 2007 para 2009, são os profissionais com a segunda maior credibilidade, com 68,3% de confiança, posição antes assumida pelos professores em 2007. Os moradores de Vitória, os homens, as pessoas com ensino médio e superior e os entrevistados de classe A/B são os que mais acreditam nesses profissionais.

Os professores (64,9%) e engenheiros (59,2%) vêm em seguida. Em relação aos professores, a confiança é maior entre as pessoas da classe D/E. Os engenheiros possuem mais credibilidade entre os homens, entre os mais jovens, entre os entrevistados de nível superior e entre as pessoas de classe A/B.

Os jornalistas (56,7%), médicos (47,3%) e líderes religiosos (padres e pastores) (45%) assumiram a quinta, sexta e sétima posições, respectivamente. A profissão dos jornalistas foi a que apresentou maior crescimento em termos de pontos percentuais ao longo de sua série histórica, se comparada a todas os profissionais pesquisados, passando de 43,3% em 2004 para 56,7% em 2009.

Os economistas assumiram o 8º lugar no ranking das 14 profissões pesquisadas. De 2007 a 2009 o crescimento foi de 3,4 pontos percentuais e de 2004 a 2009 o crescimento foi de 13,1 pontos percentuais, sendo a segunda profissão com o maior crescimento ao longo de sua série histórica.

Os servidores públicos e juízes ficaram em 9º e 10º lugares no ranking. De 2007 a 2009 os juízes obtiveram um ganho de 1,1 ponto percentual, mantendo-se relativamente estáveis.

Em seguida aparecem os empresários, advogados e policiais (civis e militares). Os empresários obtiveram o maior crescimento de confiança entre 2007 e 2009, passando de 25,3% para 37,9%, ou seja, uma expansão de 15,4 pontos percentuais.

Os políticos foram os profissionais com pior avaliação a partir da opinião da população capixaba. Esses profissionais apresentaram um percentual de 5,9% de confiança entre os entrevistados. A desconfiança é maior entre os moradores de Serra e entre os homens.

Fonte:  Gazeta Online

Comentários Facebook

15 comentaram, comente você também!

  1. Pois é,uma pena,deveria ser considerada a primeira ou pelo menos junto às primeiras,no entanto hoje ser pastor é motivo de piada,tantas são as falcatruas e mentiras que envolve os detentores desse cargo que já foi motivo de respeito e muita consideração,mas temos certeza de que nosso Deus que é infinitamente misericordioso tome conta dessa situação.

  2. É sabemos que estamos vivenciando dias em que alguns tem feito do chamado pastoral um meio de vida, mais quero só dizer que ser pastor não é uma profissão. Conforme a epístola aos Efésios é um dom ministerial. Que possamos como crentes em Jesus, fcar cientes disto.
    Que Deus abençoe.

  3. os pastores com credibilidade ! glória a DEUS , mas existe aí um nepotismo , a pesquisa foi feita no estado do Espirito Santo ! rsrrss.

  4. ”Muitos são chamados, poucos os escolhidos…”

  5. Na verdade, não nem pra esse cargo eclesiastico estar ai nesta lista, porque Deus deixou o pastorado foi como dom e não como prifissão. Mais no tal do mundo globalizado, até levita tem que ter carteirinha se não será multado por adorar a Deus com canticos. Realmente estamos vivendo o fim dos tempos mesmo.

    “Jesus volta logo se não eu faço uma escada pro céu e subo sozinho, não aguento mais tantas barbaris”.

  6. o Gilberto que coisa de bambi evangelico , vai ganhar vidas .

  7. O Nazirei hoje mesmo ganhei uma, e vc ganhou quantas?

    Falar dos outros é facil amigo, dificil é fazer o que fala.

    mais Jesus morreu por vc também por isso tenho que te amar como irmão. Que Deus te abençoe.

    Há, e ve se coloca melhor as palavras não entendi muito bem o que vc escreveu não.

    Jesus te abençoe amigo.

  8. Ser pastor não é profissão, mas sim vocação !

  9. ANDRÈ
    Rapaz agora vc disse tudo, assino em baixo.

  10. PASTOR, PROFISSÃO, ISSO É DE CHORAR SÓ DEUS PARA NOS SALVAR.

  11. A colocação dos pastores poderia ser bem melhor se não fosse os falsos-pastores contratados pelas falsas-igrejas que tanto envergonham o evangelho.

    Não há qualquer importância se o oficio de “pastor” não seja profissão, o importante é que entrou na pesquisa e não foi bem colocado, como deveria.

    Afinal, os pastores é quem deveriam dar o exemplo, ser referências, um modelo de vida assim como qualquer outro trabalhador, porém, com excelência.

  12. Karla Cristina disse:

    A colocação mais equilibrada foi a do André…Essa coisa de falso pastor, falsa igreja…eu não lembro do Sr. Jesus dizendo…essa igreja é certa, ou essa é errada, como teimosamente alguns fazem…eu hem…

  13. Carlos Roberto disse:

    A DESMORALIZAÇÃO DA RELIGIÃO

    A palavra “religião” deriva do termo latino “Re-Ligare”, que significa “religação” com o divino. Essa definição, segundo alguns, engloba qualquer forma de culto místico ou religioso envolvendo seitas, mitologias e quaisquer outras doutrinas ou formas de pensamento que tenham como característica fundamental um conteúdo “metafísico”, ou seja, de ir além do mundo físico.

    Mas e a Bíblia, como define “religião”? A palavra grega traduzida por “forma de adoração”, ou “religião”, é “threskeía”. A palavra aparece apenas quatro vezes no Novo Testamento. O apóstolo Paulo usou-a duas vezes para referir-se à religião falsa. “A religião pura e sem mácula para com o nosso Deus e Pai, é esta… guardar-se incontaminado do mundo” – Tiago 1:27.

    Religião tem sido definida como expressão da “crença” e da “reverência” do homem para com um poder sobre-humano reconhecido como “criador e governante do universo”. Quem, então, logicamente tem o direito de determinar a diferença entre religião verdadeira e falsa? Certamente tem de ser aquele em quem se crê e que é reverenciado, o Criador. Deus apresentou claramente em sua Palavra sua posição sobre a “religião verdadeira” e a “falsa”.

    Admitindo-se, portanto assim, que uma igreja pura ou perfeita não é possível deste lado da glória, onde podemos descobrir o verdadeiro povo de Deus visivelmente reunido?

    A idéia central de qualquer religião deveria ser a idéia de Deus. A religião pura tem de basear-se na revelada vontade do único Deus verdadeiro e não em tradições ou filosofias criadas pelo homem. Nada saberíamos sobre Deus e seus propósitos maravilhosos, nem sobre Jesus e seu sacrifício, se não fosse a “Bíblia”. Se religião é a reverência a um poder sobre-humano reconhecido como “criador e governante do universo”, certamente a religião verdadeira tem de dirigir a adoração “exclusiva” ao Deus verdadeiro. Para tanto só e somente só a BÍBLIA deve ser usada como fundamento básico na defesa de qualquer argumento.

    Uma das características marcante de nossa geração tem sido a mania de inovar a qualquer preço e sistematicamente discordar dos pensadores que antecederam o nosso tempo. Na disputa por novos seguidores, muitas entidades voltadas para cultos que se identificam como “religiões”, em sua atual expressão, estão deixando de ser fontes de valores éticos, morais e espirituais, transformando-se empresas de negócios duvidosos, em pontos de encontros, em locais de festas e espetáculos e de oferta de serviços de bruxaria, inclusive a magia negra. A igreja estabelecida sobre a Palavra de Deus perdeu-se no tempo e hoje vive um misto de “amizade colorida” com o mundo e as suas formas de apresentar o culto ao Divino. Elas oferecem um tipo de culto que é muito pouco exigente eticamente, ou seja, estas entidades estão deixando de propor modelos de conduta, de dizer o que é certo, o que é errado e estão oferecendo ao povo o que na linguagem popular se chamam de “serviços mágicos”. A magia sempre teve como legítimo a troca econômica, desta forma o feiticeiro ou mago, sempre vendeu seus serviços. Você resolve problemas, aqui e agora, e ai entra dores diversas, desemprego, um filho drogado, um problema financeiro, etc. Mas não é só isso. O mercado da fé no Brasil ficou muito competitivo, é por isso que você tem a impressão de que as religiões são muito dinâmicas.

    Com tantas “igrejas*” existentes, cria-se uma dificuldade, qual seguir e em qual acreditar? Quem pegar o “bonde da salvação” errado vai desembarcar no “céu errado”? Muitas têm características da igreja verdadeira, mas só com objetivo de atrair as pessoas. A igreja verdadeira não é caracterizada pela prática de expulsão de demônios ou pelo uso do nome de Jesus. Há igrejas que até usam o nome de Jesus, expelem demônios em seu nome, mas ele não as reconhece. Há elementos fundamentais que não podem faltar a uma igreja verdadeira.

    As entidades voltadas para prestar culto passaram a oferecer sensações imediatas às pessoas. Tudo isso é um quadro de desmoralização das religiões. As religiões deixam de ser religiões moralizantes e passam a ser religiões mágicas. Elas estão muito midiatizadas, estão se expondo em excesso e por isto começam a ficar banalizadas. Elas não exigem que você necessariamente mude de vida e aprenda a se comportar independente de estar em estado de graça, em contato com Deus ou não. O processo de passagem da “ética” para a “magia” foi a chave para a desmoralização e hoje qualquer um pode estampar na testa o titulo de evangélico. Não de cristão, o que é algo mais sério e mais exigente.

    Por que as pessoas, na sua busca religiosa, querem mais saber das “experiências” ditas espirituais e importam-se menos com o fundamento teológico daquilo que estão seguindo? O homem por sua natureza é “imediatista” e como as entidades estão oferecendo um “prato rápido” como cardápio principal na prestação de culto, é óbvio que pela fraqueza humana, a pessoa vai escolher aquilo que der uma resposta mais veloz para as suas dificuldades.

    O cristianismo brasileiro atual, que é esse que cresce ilusoriamente, é muito mágico, com pontos de apoio vulneráveis, amuletos que se levam no bolso, na carteira, para dar prosperidade. Isso não é protestantismo. Isto é charlatanismo! Iluminismo! No popular, 171 da fé! À luz da Bíblia, podemos afirmar sem medo de errar que “TODAS” as entidades que vivem do Evangelho hoje distorcem, a seu modo, os ensinos apostólicos sobre a unidade, a constituição e as suas doutrinas.

    A religiosidade, segundo os especialistas, resolve problemas neuropsicológicos. Num país onde milhares de pessoas ganham pouco mais de R$100,00 por mês, grande parte dos problemas são neuropsicológicos e psicossomáticos, doenças que surgem como conseqüência de processos psicológicos e mentais do indivíduo desajustado das funções, que se resolvem com milagres… E ás vezes, mais do que o médico, do que os serviços de saúde.

    Conta-se que uma irmã, insatisfeita com sua igreja, teria chegado para o seu Pastor e lhe dito: “Estou à procura de uma “igreja perfeita”, com um Pastor perfeito, Diáconos perfeitos, Ministro de Música perfeito, Regentes perfeitos, Professores perfeitos, e membros perfeitos”. O Pastor lhe respondeu: “O dia em que irmã encontrar, por favor, não entre, senão a irmã vai estragá-la.”

    Alguém já disse que se a igreja não fosse de Deus os homens já teriam terminado com ela. Deus criou todas as coisas, e teve o bom gosto de criar tudo em ordem e perfeito. Mas o homem tem o poder de estragar tudo. A igreja foi criada por Jesus, que se entregou por ela, ela é a noiva, bela, bonita, perfeita e Ele virá buscá-la.

    “A religião pura e imaculada diante de nosso Deus e Pai e esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e guardar-se isento da corrupção do mundo”
    Tiago 1:27

    Carlos Roberto Martins de Souza
    [email protected]

  14. Ser Pastor nunca foi Profissão, e sim ser chamado por Deus Para o ministério mais importante da terra, é cuidar das almas como aquele que um dia há de dar conta delas!!!!.

  15. Eu concordo com o Gilvan, ser pastor não é profissão e sim chamado, aliás pastor na bíblia não é cargo eclesiástico e sim um dos dons, é interessante percebermos o quanto se infla o ego de alguém que é chamado de pastor, alguns se acham superiores, consideram-se representantes de Deus, mas tornou-se uma profissão altamente rentável, que pode influenciar pessoas, fazendo-as dependentes e porque não dizer “presas”, como a própria palavra nos afirma? Um dia todo joelho se dobrará diante do Senhor e ele perguntará o que fizemos com aquilo que nos foi confiado, quem exerce atividades relacionadas ao Reino de Deus, para o bem próprio, pensando somente em si, tirando proveito, buscando enriquecer-se aproveitando-se da fé alheia, certamente terá algo a responder quando lhe for perguntado…Hipocritas fariseus, religiosos, que ostentam e tentam ter ar de piedade, O Senhor tenha piedade de suas almas.

    

Sua resposta

Adicione seu comentário abaixo, ou faça trackback de seu site ou blog. Você pode também assinar esses comentários via RSS.
Seja legal. Não escreva em CAIXA ALTA. Mantenha no tópico. Limite de 3000 caracteres no comentário.

Há 74,130 comentários aprovados no Notícias Gospel.

Quer ganhar 2 viagens para Israel? No aniversário de 6 anos do Gospel+, quem ganha é você. Participe e concorra!