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Órgão da ONU condena “difamação” da religião

Avatar de Redação Gospel+ Por Redação Gospel+ em 2 de abril de 2007

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O principal órgão de direitos humanos da ONU condenou na sexta-feira a “difamação” da religião e, numa aparente referência à polêmica sobre as caricaturas do profeta Maomé, disse que a liberdade de imprensa também tem limites.

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Com apoio de China, Rússia e Cuba, os países árabes e muçulmanos conseguiram aprovar com folga uma declaração do Conselho de Direitos Humanos, que reúne 47 países, expressando preocupação com a “estereotipagem negativa” das religiões e com as “tentativas de identificar o Islã com o terrorismo.”

“A resolução está colocada sobre a mesa na expectativa de que obrigue a comunidade internacional a admitir e tratar o perturbador fenômeno da difamação da religião, especialmente do Islã”, disse o Paquistão, falando em nome da Organização da Conferência Islâmica.

A resolução enfrentou a oposição dos países ocidentais, que a consideravam excessivamente focada no Islã. O trabalho do Conselho é lidar com os direitos de indivíduos, não de grupos religiosos, disseram eles.

“A União Européia não vê o conceito de difamação da religião como sendo válido num discurso dos direitos humanos,” disse uma porta-voz da Alemanha, que preside a UE neste semestre, ao Conselho.

A resolução pediu aos países garantias de que suas leis dão proteção adequada contra atos de “ódio, discriminação, intimidação e coação resultantes da difamação das religiões.”

Fonte: Portas Abertas



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  1. Na minha opinião, as potencias mundiais bem como a ONU, estão batendo cabeça, com medo de resolver logo. Mas acho que alguma hora, vão acabar chegando a conclusão óbvia que a melhor decisão é acabar com todos estes meios que promovem a desunião. A ONU já devem ter em mente que jamais vão conseguir chegar a realizar um ecumenismo global. Isso é impossível já que as ideias nunca batem! Sempre irá haver discórida, graças a tradições. Infelizmente, a grande maioria das religiões não parecem estar preocupadas com a espiritualidade das pessoas, e muito menos em unir as pessoas, antes auto se promovem superior a outros, difamando até o que a Bíblia diz. Já vi antes em um blog, sobre alguns pensarem até no risco de saude estadual, ou política. Será? Talvez até a ONU já tenha parado para pensar nisso. Como vi num blog, se Deus escolhe ou escolher um grupo, ELE mesmo vai protegê-lo. Não é uma lei como estas que vai mudar tudo, inclusive como todo mundo pensa. Aliás, conversei com uma pessoa sobre este assunto, e ela mencionou um ditado que coloco aqui sem intenção de julgar a ONU, óbvio, mas é o que parece: “Isto é coisa para Inglês ver”. ;-)

  2. o que está sendo noticiado é a visão/opinião da Reuters. deveria ser divulgado na integra a resolução da ONU:
    “Documento aprovado no Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, deplora atos de agressão psicológica, física e ataques contra pessoas por causa de credos incluindo atentados contra locais de culto.

    Conselho de Direitos Humanos
    Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

    As Nações Unidas adotaram uma resolução, nesta quinta-feira, condenando atos de violência motivados por diferenças religiosas.

    O documento, aprovado pelo Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, recebeu 23 votos a favor, 13 contra e 11 abstenções.

    Símbolos

    O conselho condenou, com veemência, casos de agressões psicológicas e físicas, além de violência e ataques contra pessoas por causa de opção religiosa e credos.

    A resolução também deplorou atentados contra locais de culto e adoração, monumentos considerados sagrados, símbolos religiosos e personalidades veneradas por vários credos.

    O texto expressou a preocupação do Conselho de Direitos Humanos com o que chamou de uma campanha de intensificação e difamação de religiões incluindo a forma como minorias islâmicas teriam sido tratadas após os ataques de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos.

    Pela resolução, a ONU pede a todos os países que tomem as medidas necessárias para promover tolerância e respeito a todos os credos e religiões.”

    

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