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Padre é acusado de discriminação por negar primeira comunhão a adolescente autista

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Padre é acusado de discriminação por negar primeira comunhão a adolescente autista

Em Bom Princípio, município do interior do Rio Grande do Sul, um padre está sendo acusado de discriminação por ter se negado a dar a primeira comunhão a Cassio, um adolescente autista de 14 anos. Segundo a família do garoto, ele está sendo vítima de preconceito por parte do sacerdote católico.

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O autismo trata-se de um transtorno de desenvolvimento que afeta principalmente a interação social, mas, mesmo com a as limitações do menino, Letus Maldaner, pai de Cassio, já havia preparado uma festa para comemorar, após a missa, a conquista do filho. Mas, antes da celebração, o padre Pedro Rotter informou que o Cassio não poderia receber a hóstia no altar. “Simplesmente ele chegou no dia e disse que não iria fazer a primeira comunhão”, contou o senhor Letus.

A justificativa do padre é que, durante um ensaio, há alguns dias antes da cerimônia, o adolescente se recusara a abrir a boca. Isto teria motivado o padre a tomar a medida para preservar a família de constrangimentos, segundo ele. Padre Pedro ainda informou que avisou a família com antecedência, e contou ter instruído a mãe a ensinar o significado do ritual ao filho, já que ele não participou do curso preparatório com duração de dois anos.

O bispo da Diocese de Montenegro, Dom Paulo de Conto, disse que o adolescente receberá a comunhão em breve, porém, ele deverá passar por um preparo especial, “A eucaristia não foi negada, mas sim adiada”, explicou.



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  1. em primeiro lugar se voce acha que esse pao fisico e vinho representa o corpo e o sangue do salvador? estao, muito engados, tambem pensavam assim, isso nao serve para nada, é so um monte cegos que nao conhecem a biblia realmente, esse jovem nao perdeu, coisa maior que isso o salvador ja por ele a 2000 anos atras!!!!!!!!!!!!!!!

  2. Dom Paulo de Conto explicou muito bem a condição, o que falta na imprensa religiosa e secular é o mínimo de entendmeno, mas sobra a má vontade .

    Paz e Bem

  3. Hoje em dia, o inimigo, entra em nossas casas, por meios tão, simples que não percebemos que ele quer (roubar e matar), tudo é desculpa para afastarmos de Deus. A Igreja Católica é uma das Instituições, que mais recebe os fiéis. Porque o Deus, que professamos é ressuscitado e vive, no meio de nós! Ele é Verdade, Caminho e Vida! Tudo serve de desculpas para "Negar o Cristo", principalmente na Sua Presença Real, na Eucaristia… (quem pára nos padres, nas freiras, nos irmãos da comunidade), não enxerga o Cristo!

  4. Se a criança se preparou, se percebeu que ele sabe o que é eucaristia, se ele sabe a diferença da hóstia consagrada, (que é Corpo de Cristo, e não só simboliza o corpo), é uma coisa. Se percebeu que ele, não entendeu. Ou se a família nem frequenta os sacramentos, não vejo porque achar que houve discriminação. A Eucaristia é o encontro do filho com o Pai, e não uma festa social, só para ser fotografada e guardada, como lembrança. Ou servir de polêmica para os mal informados (justamente, porque não frequenta, ou tá querendo um (pezinho), para não aceitar a Igreja, e o Cristo.!

    • Verdade, esses pais parecem tb não compreender o que acontece na Eucaristia… eles deviam buscar entender, conversar om o padre e tudo mais. No momento, acho que até eu ficaria constrangida, de ver meu filho sendo "rejeitado"… mas depois procuraria entender as razões p/ isso, e com essa explicação que o padre deu, já me sentiria confortada… e não sairia causando polemica, dando entrevista em jornal e fazendo todo esse alvoroço contra minha própria igreja! Isso p/ mim é querer se aparecer!

  5. Emerson Oliveira falou o concreto, a igreja não negou o sacramento, apenas não pode ser conivente com a precária preparação do garoto, ele deveria antes entender o significado daquilo que estaria recebendo, no caso o Corpo de Cristo, Corpus Christ, a Eucaristia, e não hóstia como o escritor da matéria escreveu. O padre foi sábio e sensato. Concordo também que ” É absurdo dizer que o padre negou. Não há polêmica aqui, a não ser para servir de fogueira de manchete para atiçar pessoas desinformadas.”

  6. “(…)padre Pedro Rotter informou que o Cassio não poderia receber a hóstia no altar.” Por favor, EUCARISTIA ao escritor desinformado, o sacerdote não falou hóstia. Hóstia para quem não sabe é o pão não consagrado. No altar, após a consagração, torna-se Corpus Christ, Eucaristia, corpo e sangue de Cristo. Com relação a atitude do padre, as palavras de Emerson Oliveira dizem o justo: ” É absurdo dizer que o padre negou. Não há polêmica aqui, a não ser para servir de fogueira de manchete para atiçar pessoas desinformadas.” O padre foi sensato e muito sábio, a família é que não soube entender o conselho. Primeiro o a rapaz deve ser preparado para receber algo concreto em sua vida e em sua fé, sem isso não há comunhão com Cristo.

  7. O padre está certo e agiu com prudência. Ele não negou a Eucaristia à criança (há todo um trabalho na Igreja Católica para preparar os autistas para a Comunhão). É absurdo dizer que o padre negou. Não há polêmica aqui, a não ser para servir de fogueira de manchete para atiçar pessoas desinformadas.
    Procurem ler sobre os trabalhos de auxílio a autistas que a Igreja faz, que é admirável. Não se pode receber a Comunhão de qualquer jeito. Ninguém entra na casa de ninguém e faz o que quer. Assim, da mesma forma, uma pessoa não pode chegar de qualquer jeito e receber o Corpo de Cristo indiscriminadamente.

    • "Nós temos uma tendência de pensar que será através de nossas mentes, através da nossa resposta consciente, através da nossa elaboração intelectual, que nós cresceremos em espírito. Imaginamos que a nossa vida espiritual é feita de pensamentos elevados e sentimentos profundos que acabamos por desenvolver.

      Mas esta não é a nossa vida espiritual. Não é a vida do Espírito. É a parte intermediária de nós que não é nem corpo nem espírito.

      Gostaria de fazer uma analogia para tornar mais claro este ponto. Fazemos batizar crianças. O que esperamos, se é que esperamos alguma coisa? Qual é a razão pela qual o batismo faz sentido? Porque, conscientemente ou não, acreditamos que o espírito de vida, a alma de vida desta criança, é capaz de satisfazer o Deus vivo face a face, além de qualquer compreensão psicológica, além de qualquer compreensão intelectual ou emocional temos: uma alma viva reunida com Deus, e os sacramentos da Igreja orientados a esta alma viva que não depende de seu conhecimento de Deus pela inteligência, consciência, e assim por diante.

      Mas se isso é verdade, então tal lógica também se aplica a todas as coisas que acontecem no corpo ou na alma de uma criança antes que ela possa ser intelectualmente consciente das coisas!

      Muitos tambem sã os que se preocupam se tais conclusões se aplicam a pessoas que são mentalmente doentes, que parecem estar completamente distanciadas do mundo circundante, mas que muitas vezes evoluem, como homens e mulheres, para niveis muito alem daqueles aos quais nos esperávamos. É como se por trás da tela da loucura, de a vida do Espírito, prosseguiu, se manteve, porque Deus não pode ser limitado ou reduzido pelo que está acontecendo em nosso intelecto ou em nossas emoções. Deus tem acesso directo. Deus conhece o ser humano ao nível de sua alma, isto é, em última análise, o nível do silêncio e das coisas que estão além das palavras, ao nível do mistério, das coisas que podem ser conhecidos dentro de silêncio, mas que não podem ser expressas por palavras ou por qualquer outra forma simbólica, mas que só pode ser insinuada.

      Assim, se uma criança está doente em uma idade em que não podemos esperar que ele vai ser conscientemente dotada do saber do que está acontecendo, ou que ela será capaz de apreender aqueles ensinamentos morais fruto da vontade, da maturidade intelectual, da emoção, de uma fé ativa, de um arrependimento ativo, isso não significa que o que está acontecendo com ela não vai fazer qualquer diferença, ou que não vai ser um evento positivo ou um contributo positivo para a sua vida eterna. "

      Metropolita Antonio de Sourozh.

    

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