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“Pais ausentes geram filhos insubmissos. Pais desequilibrados geram filhos depressivos”, afirma pastor Silas Malafaia. Leia na íntegra

Avatar de Tiago Chagas Publicado por Tiago Chagas em 4 de setembro de 2012
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“Pais ausentes geram filhos insubmissos. Pais desequilibrados geram filhos depressivos”, afirma pastor Silas Malafaia. Leia na íntegra

A educação de filhos e os limites das disciplinas impostas por pais a estes é assunto que envolve não apenas a chefia familiar, mas também leis e orientações bíblicas. No âmbito civil, a legislação proíbe excessos por parte dos pais, e na perspectiva bíblica, as orientações são baseadas no bom senso e necessidade de repreensão.

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O pastor Silas Malafaia publicou um artigo sobre o tema, explicando a passagem bíblica de Provérbios 23:13 e afirmou que “educar os filhos é mais do que um direito dos pais; é um dever”.

Em seu artigo, o pastor e psicólogo listou consequências resultantes da conduta dos pais como educadores de seus filhos: “Pais ausentes geram filhos insubmissos. Pais desequilibrados geram filhos depressivos. Pais descrentes geram filhos desviados. Pais altivos geram filhos sem limites. Pais violentos geram filhos agressivos. Pais inconstantes geram filhos superficiais. Pais irresponsáveis geram filhos desordeiros”, escreveu Silas Malafaia.

Para o pastor, a complexa tarefa de educar filhos envolve não apenas a correção, mas uma série de outras ações: “Disciplinar um filho é mais do que corrigir um mau comportamento dele, substituindo o errado pelo certo. Implica levá-lo à reflexão sobre seus atos e ao arrependimento sincero. A finalidade da disciplina é não apenas ensinar a criança a obedecer aos pais e às autoridades; é permitir que ela assimile valores e princípios éticos e morais, entendendo que estes são fundamentais a uma vida plena e saudável e a relacionamentos construtivos”.

A construção de um relacionamento de proximidade é importante para que os filhos compreendam a postura de seus pais, segundo o pastor Silas Malafaia: “A arma mais poderosa da educação é o amor dos pais pelos filhos. Existem gestos, olhares e atitudes que os pais podem usar para demonstrar ao filho que não estão gostando do que ele está fazendo e impor-lhe limites”.

Confira abaixo a íntegra do artigo “Podemos disciplinar os filhos dando palmada?”, do pastor Silas Malafaia:

Educar os filhos é mais do que um direito dos pais; é um dever. Em Provérbios 23.13, é dito: Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá. Contudo, esse tipo de disciplina com a vara — leia-se palmadas — só deverá ser aplicado à criança com mais de três anos de idade, após seus anos formativos [aproximadamente de um a três anos].

Uma criança de um a dois anos ainda é praticamente um bebê. Não tem noções exatas do que é certo ou errado. Então, se ela levantar a mão para dar um tapinha no rosto da gente, estará agindo sem refletir sobre isso. Sendo assim, não é necessário os pais baterem nela, para repreendê-la, até porque ela não entenderá e não tirará lição alguma disso. O ideal é o pai ou a mãe desviar-se do tapa e segurar as mãozinhas da criança para ela não repetir a ação.

É evidente que, mesmo quando um filho tem condições de entender a correção que está recebendo, os pais não devem aplicar castigos despropositados nem exagerados. Em texto algum da Bíblia é recomendado aos pais infligir abusos físicos, emocionais ou morais aos filhos. Não é isso que é fustigar com a vara.

Nenhum pai ou mãe tem o direito de espancar seu ¬filho, de tirar-lhe a comida, promover humilhações morais etc. Isso não é disciplinar, é abusar física e emocionalmente da criança, traumatizando-a; é uma prova de desequilíbrio dos pais, e, de acordo com as leis civis, eles podem até perder a guarda do filho, se for comprovado o abuso/a violência doméstica.

Disciplinar um filho é mais do que corrigir um mau comportamento dele, substituindo o errado pelo certo. Implica levá-lo à reflexão sobre seus atos e ao arrependimento sincero. A finalidade da disciplina é não apenas ensinar a criança a obedecer aos pais e às autoridades; é permitir que ela assimile valores e princípios éticos e morais, entendendo que estes são fundamentais a uma vida plena e saudável e a relacionamentos construtivos.

A arma mais poderosa da educação é o amor dos pais pelos filhos. Existem gestos, olhares e atitudes que os pais podem usar para demonstrar ao filho que não estão gostando do que ele está fazendo e impor-lhe limites. Na maioria dos casos, basta uma conversa. Somente em alguns momentos extremos, precisarão usar a amorosa correção física, punindo o mau comportamento do filho, pois, se não o fizerem, a “vida” o fará.

A disciplina, é claro, deve ser apropriada a cada fase em que o filho se encontra. Mas, qualquer que seja a idade dele, não convém gritar, fazer gestos obscenos ou bater boca com ele, para que não se torne uma pessoa nervosa, violenta e/ou briguenta. Aos pais cabe educar e zelar pelo bem-estar físico, emocional e espiritual dos filhos. Recomendo, então, que orem pedindo ao Altíssimo amor e sabedoria, para criá-los no temor a Deus, e que cultivem o hábito de ler a Bíblia em casa, ouvir louvores, ir à igreja.

Os pais devem evitar deixar seus filhos muito tempo em frente à televisão ou totalmente entregues aos cuidados de outrem, para que eles não se sintam menosprezados pela falta de atenção e diálogo com os pais.

É preciso que os progenitores reservarem um tempo diário para dar mais atenção à sua prole e conversar com ela. Caso contrário, a televisão, as revistas, a Internet, os jogos de videogame e os amigos exercerão maior influência sobre as crianças do que os pais e seus valores positivos.

Lembre-se: pais ausentes geram filhos insubmissos. Pais desequilibrados geram filhos depressivos. Pais descrentes geram filhos desviados. Pais altivos geram filhos sem limites. Pais violentos geram filhos agressivos. Pais inconstantes geram filhos superficiais. Pais irresponsáveis geram filhos desordeiros.

Não permita que seu filho se torne desequilibrado, insubmisso, egoísta, ambicioso, violento nem promíscuo. Faça a diferença, ensinando-lhe o amor e as leis de Deus pelo seu bom exemplo.

Sugestões de leitura:

Provérbios 13.14; 19.18; 22.15; 29.15,16; Efésios 6.4; Colossenses 3.21; Hebreus 12.7

Redação Gospel+



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8 comentaram, comente você também!

  1. Minha mãe é ausente e ainda vem dá palpite equivocado na minha vida. Não aceito mesmo!!!!! Temos uma relação péssima, pois ela não me conhece e vem falar bosta! Não nos falamos há dez anos. Oh glória!!!!!

  2. Okay, pastor Silas. No entanto, estamos esperando as evidências e estudos científicos que corroborem suas relações. Ou o senhor esqueceu que correlação não significa causação? Ai, ai.

  3. pais descrentes gerao filhos desviados? nao concordo !

    • eu sou filha de pais nao crentes eu e minhas irmas somos e fomos boas filhas carater nao tema nada ver com o fato de ser crente ou nao, atualmente sou crente, e passo para minha filha tudo que aprendir com os meus pais , e a partye espiritual que atualmente eu estou aprendendo, pois aprendo todos os dias.

  4. Gil, há exceções. Conheço filhos de crentes que têm uma vida comportada, educada e exemplar como também ao contrário. Conheço também filhos de católicos nessa mesma situação. Vai ver que essa professora talvez precise conhecer mais as pessoas e estudar mais.

    • Caro Aragão, não sei qual a sua profissão, mas acho que todos nós devemos conhecer mais as pessoas e estudar mais para nos aperfeiçoar, tanto nas relações humanas quanto na profissão. Esta referida professora é uma cristã convertida, convicta da sua fé, e convive com este problema há 27 anos, então certamente ela fala com muita propriedade pq não se baseia em achismos, pesquisas, estatísticas ou então pq ouviu algém falar. Talvez vc esteja se baseando apenas em casos isolados, que não te dá nenhum respaldo para qq tipo de comparação num universo tão grande. Então argumentar sem conhecimento de causa, é alimentar o vento com palavras que não surtem efeito. Sugiro vc fazer uma pesquisa em escolas publicas e particulares para obter um resultado parcial, e a partir daí fazer um juizo de valor, bastante restrito, acerca do assunto.
      Portanto concluo dizendo que os filhos de crentes não dão problema somente nas escolas seculares, mas na escola dominical percebe-se também um comportamento inadequado, quando estão agrupados na igreja. Será que eles mudam o seu comportamento ou já são assim? será que os seus pais crentes respaldam as atitudes erradas dos seus filhos? eis a questão!

      • Em um momento você fala que esta professora fala com muita propriedade por que os seus argumentos não se baseam em pesquisas, dando a entender que os argumentos dela se baseiam em experiências vividas, logo depois você diz ao Aragão que deveria fazer uma pesquisa para poder opinar, dando a entender que se o argumento dele for baseado em experiências que ele viveu, não terá valor. Me desculpe dizer irmão, mas isso é contradição e exclusão de pessoas, uns podem e outros não.
        Você não pode generalizar uma opinião baseada em experiências vividas por alguém. É necessário ter acesso à pesquisas que comprovem o que você diz.
        E pelo que diz respeito a qualquer um que não conheça essa professora ela pode não ser cristão.
        E o cometário do Aragão é pertinente querido irmão. Com certeza, neste caso há exceções.
        QUE DEUS NOS ABENÇOE!

  5. Engraçado, conheço uma professora do municipio do Rio de Janeiro que afirma: seus piores alunos são filhos de crentes e os pais mais ausentes são os crentes. Tem alguma coisa errada, certamente não é a Bíblia, mas com se está ensinando nas igrejas.

  6. Não gosto do silas mas sou obrigado a concordar com ele nesse caso.

  7. Ricardo de Assis disse:

    Ta certo!

  8. O comentário do Pr. Silas não é só dele, mas baseado em pesquisas. Como somos indivíduos, únicos, é claro que esses métodos não vão funcionar em todos os casos, porém agindo assim ou semelhante a isso será obtido, sem dúvidas, melhores resultados na educação dos filhos.
    A bíblia ensina que a minha colheta será baseada no que eu plantar; logo, posso ter uma idéia do que eu vou colher atentando para o que eu plantei.
    QUE O SENHOR NOS ABENÇOE!

  9. Adimitamos que nao esta facil educar filhos nesta sociedade moderna , quanto mas sem a sabedoria e
    doutrinas da biblia

    • E SÓ COM CORREÇÃO VERBAL,TESTEMUNHOS (SER O PRÓPRIO EXEMPLO) NÃO PODEMOS ENCOSTAR AS MÃOS E CORREÇÃO COM VARA (EXEMPLO DA BÍBLIA) NOS FILHOS, A LEI NÃO NOS PERMITE, A LEI PERMITE PONTOS DE DROGAS, MAUS EXEMPLOS NA TELEVISÃO, DOS POLÍTICOS CORRUPTOS, MÁ EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS (INCLUSIVE SEM SEGURANÇA ALGUMA, TENDO ATÉ VENDEDOR DE DROGAS NAS ESCOLAS, INCLUSIVE U.S.P., ETC…) SÓ DEPENDEMOS DE DEUS PAI E O ESPÍRITO SANTO PARA NOS AJUDAR…

    • Gostei do comentário de Silas Malafaia. Acho exagerado a correspondência pais assim saem filhos assado. Cada pessoa é um mistério. Não somos autómatos. As máquinas é que fazem os produtos todos iguais. Os homens caminham de maneiras diferentes. Deus fez cada um de nós diferentes e nós podemos dizer-lhe sim ou não. No campo da educação as coisas não são assim lineares.

  10. Para o Paulo agnóstico; Pai gilete gera filho gillete !!.

  11. Assino embaixo, pastor silas!!!!.

  12. Seria tão fácil criar filhos assim, só mostrando exemplos e tendo retorno. ainda bem que ele pendurou o diploma na parede, rsrsr
    nesta "matemática", 2 + 2 pode dar 4, 5 ou seis, plantamos, mas nem sempre temos garantia de que frutos vamos colher.

  13. Pais picaretas do evangelho geram o que? Profetistas de hoje!

    

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