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Em nota, Papa Bento XVI defende a criação de um governo único mundial. Cristãos acreditam ser o sinal do Anticristo

Publicado por Tiago Chagas em 28 de novembro de 2011

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Em nota, Papa Bento XVI defende a criação de um governo único mundial. Cristãos acreditam ser o sinal do Anticristo

O Pontifício Conselho Justiça e Paz do Vaticano publicou uma nota abordando o tema da crise financeira mundial, intitulada “Para uma reforma do sistema financeiro e monetário internacional na perspectiva de uma autoridade pública de competência universal”.

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Nessa nota, sob argumentos humanitários, o Vaticano propõe que todos os países do mundo avancem nos estudos de estabelecer uma autoridade mundial, para assuntos financeiros e bélicos. Segundo a nota, “ninguém, conscientemente, pode aceitar o desenvolvimento de alguns países em desvantagem de outros”. Para o Vaticano, “o caminho rumo à construção de uma família humana mais fraterna e justa e, antes ainda, de um renovado humanismo aberto à transcendência, parece ainda muito atual”.

Ressaltando a Carta encílica “Pacem in Terris”, (termo em latim que pode ser traduzido como Paz na Terra), escrita em 1963 por João XXVIII e que previa uma unificação cada vez maior do mundo, a nota afirma que desde aquela época, se reconhecia o fato de que, na comunidade humana, faltava uma correspondência entre a organização política, ‘no plano mundial, e as exigências objetivas do bem comum universal’. Por conseguinte, desejava que um dia se pudesse criar ‘uma Autoridade pública mundial”, afirma a nota.

O processo de globalização do mundo e dependência mútua cada vez maior dos países é classificada pela Igreja Católica como um fato previsto pelo Papa João XVIII em sua carta, e apoiada pelo Papa atual, Bento XVI. “Face à unificação do mundo, favorecida pelo complexo fenômeno da globalização; perante a importância de garantir, para além dos demais bens coletivos, o bem representado por um sistema econômico-financeiro mundial livre, estável e ao serviço da econômica real, hoje o ensinamento da Pacem in terris parece ainda mais vital e digno de urgente concretização. O próprio Bento XVI, no sulco traçado pela Pacem in Terris, manifestou a necessidade de constituir uma Autoridade política mundial”.

O comunicado explica os motivos, classificados pela igreja católica como humanitários, de se apoiar um governo único, proposta que é entendida por teólogos como parte do surgimento do Anticristo, previsto nas profecias do Apocalipse. O Vaticano propõe uma reflexão na luta pelo desarmamento dos países: “Pensemos, por exemplo, na paz e na segurança; no desarmamento e no controle dos armamentos; na promoção e na tutela dos direitos fundamentais do homem; no governo da economia e nas políticas de desenvolvimento; na gestão dos fluxos migratórios e na segurança alimentar; e na salvaguarda do meio ambiente. Em todos estes âmbitos, é cada vez mais evidente a crescente interdependência entre Estados e regiões do mundo, e a necessidade de respostas, não apenas setoriais e isoladas, mas sistemáticas e integradas, inspiradas pela solidariedade e pela subsidiariedade, e orientadas para o bem comum universal.”

O Pastor Antônio Mesquita, do blog “Fronteira Final” entende que sob o argumento de ações humanistas, o Vaticano acaba protagonizando uma profecia bíblica sobre o assunto: “Analise a semelhança com o alerta bíblico a respeito do acordo entre o Anticristo e os judeus. O texto de 1 Tessalonicenses 5:1-5 diz: ‘Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas”, opina o Pastor.

Em determinado trecho da nota, o Vaticano afirma que essa “Autoridade Mundial” deve surgir de um processo em que todos os países a reconheçam e aceitem. “A autoridade supranacional deve possuir uma delineação realista e ser realizada gradualmente, com o objetivo de favorecer também a existência de sistemas monetários e financeiros eficientes e eficazes, ou seja, mercados livres e estáveis, disciplinados por um adequado quadro jurídico, funcionais para o desenvolvimento sustentável e para o progresso social de todos, inspirados nos valores da caridade na verdade”.

Para o Pastor Mesquita, as ideias propostas pelo Vaticano se aproximam muito do que as Escrituras Sagradas dizem a respeito desse tema, com perseguição aos cristãos: “A Bíblia diz o seguinte, sobre o Governo Único: ‘E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se a ele poder sobre toda a tribo, e língua, e nação. E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Se alguém tem ouvidos, ouça’.

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  1. O QUE NOS ENSINA A CRISE?

    Boa-noite! queridos irmãos.

    A crise econômica em nosso Brasil, assunto que a todos os instantes consta na pauta da imprensa, e do qual não se pode furtar, porquanto influencia diretamente em nossa vida, não é tema novo.

    O Século XX, por exemplo, foi pródigo em crises econômicas. Na chamada Grande Depressão, no ano de 1929, muitos bancos e empresas estadunidenses foram à falência. Ocorre que na época da Primeira Guerra Mundial os Estados Unidos exportavam muitos produtos à Europa. Contudo, conforme a reabilitação dos países europeus, as exportações foram cessando, o que causou forte impacto na economia do país. Essa crise produziu um grande número de suicídios. Aliás, as crises econômicas de forma geral trazem o desespero ao homem imediatista, e este vê no suicídio a porta de saída para seus problemas.
    Ledo engano!

    O Brasil, que na ocasião exportava em grande quantidade café aos EUA, também foi afetado pela crise, porque seu parceiro comercial diminuiu drasticamente suas importações, o que fez o preço do café brasileiro cair um bocado.

    Entretanto, esta crise no setor do café teve seu ponto positivo, pois os cafeicultores brasileiros tiveram que, a partir desta situação, investir no setor industrial, gerando bons reflexos na indústria brasileira.

    Não faz muito tempo, na década de 1980, vivíamos em um Brasil imerso em crise. Inflação galopante que corroía o já pequeno salário do trabalhador. Os preços eram alterados numa velocidade vertiginosa, instabilidade total.

    Tivemos, também, a crise de 2008 que se iniciou nos EUA e contaminou o Brasil, além de outros países.

    Poderíamos ficar aqui por páginas a fio, passeando pelo mundo e suas crises, causas, protagonistas e consequências. Entretanto, urge abordarmos um pouco a crise que no ano de 2015 tomou conta de nosso país e, pelo caminhar dos fatos, estender-se-á pelos anos vindouros, exigindo de nós, brasileiros, reflexão e atitude.

    Uma das consequências da crise é o desemprego. Com a retração da economia as empresas tendem a inibir contratações e agilizar demissões. É sabido que muitas (óbvio que não todas) empresas vão no embalo da crise e suas especulações para diminuir o quadro de funcionários. Como só se fala em crise, a empresa que demite nesta época não fica mal perante o público. Não precisam demitir, mas o fazem. A conta é simples: menos funcionários, mais lucro.

    Naturalmente que não está nesse rol a empresa que passa verdadeiramente pela crise; para essa as demissões são, infelizmente, um caminho para a recuperação.

    A caridade como ferramenta para superação da crise – Em O Evangelho segundo o Espiritismo há uma mensagem do Espírito Pascal, no ano de 1862, em que aborda o tema egoísmo. Recomenda o benfeitor que o homem se liberte do sentimento de indiferença e seja mais sensível ao sofrimento alheio, pois é a indiferença que aniquila os bons sentimentos.
    Se colocarmos a ideia de sermos mais sensíveis ao sofrimento alheio no mundo corporativo não desempregaremos alguém sem necessidade. Não demitiremos por especulação, não deixaremos um pai de família sem a honra de poder levar para sua casa o pão de cada dia santificado pelo suor de seu rosto.

    Repetindo para que não haja ruído na comunicação: Refiro-me aqui às empresas que demitem apenas porque vão no embalo da crise, ou seja, demitem sem necessidade, tão somente com o objetivo de lucrar mais, mesmo que esse preço seja o das demissões.

    Recentemente estive proferindo palestras pelo interior de São Paulo, e em conversa com um confrade sobre o tema crise ele, que também é empresário, disse-me: – Não demitirei meus funcionários. Tenho 60 pessoas em minha empresa e, não obstante a queda no faturamento, estamos operando no azul, as contas estão sendo pagas, portanto aguardarei esta fase passar. O que não farei no momento é abrir postos de trabalho, pois não se justifica, mas não demitirei. Tenho fé no futuro, as coisas melhorarão.

    Fiquei muito feliz com a visão desse amigo empresário. Não está se aproveitando da crise para promover um desmonte em sua equipe, antes, porém, sendo sensível à situação de seus colaboradores.

    Eis, na prática, a caridade como ferramenta de superação da crise, pois quando eu me coloco no lugar do outro aumento as chances de ser mais sensível à sua situação.

    Reflexão: o que as crises querem me ensinar? – Diz o ditado que mar calmo não faz bom marinheiro. O progresso vem, quase sempre, quando estamos pressionados e necessitamos criar uma solução para este ou aquele caso. Aí mobilizamos as forças da alma, refletimos e agimos para ficarmos liberados da questão que nos aflige.

    É nas agitações do dia a dia, é nas crises, sejam de um país, de uma família ou segmento, que saímos da zona de conforto e modificamos nosso comportamento.

    No estágio evolutivo em que nos encontramos as crises têm, dentre algumas funções, a de trazer para nós algumas indagações.

    Por que isto está ocorrendo?
    O que esta crise quer me ensinar?

    O que eu posso fazer para sair desta situação?

    As crises não são, portanto, punições de Deus a um país, mas uma ferramenta de educação para um povo.

    Em nosso caso, por exemplo, está nítido que a crise econômica e política é apenas o reflexo de uma crise bem mais profunda e séria: a moral.

    Pouco afeitos a respeitar regras, criamos o famoso “jeitinho brasileiro”, em que sem nenhum pudor desrespeitamos regulamentos e normas para atender nossas conveniências.

    Natural que, sendo parte do povo e envolvidos em sua cultura e costumes, os políticos repetirão no poder as tendências da população.

    Em O Evangelho segundo o Espiritismo, numa mensagem regada a beleza e grandiosidade, denominada: O dever, Lázaro – Espírito – ensina que o dever reflete todas as virtudes morais… O dever é severo e dócil e está sempre pronto a submeter-se as situações permanecendo firme diante das tentações.

    Qual o dever de um homem público?

    Qual o dever de um cidadão?

    Ora, todos sabemos quais são nossos deveres. Mas, por que mesmo sabendo de nossos deveres não os cumprimos? Por qual razão, mesmo conscientes, tombamos ante as tentações?

    Cumprir com o dever, portanto, é trabalhar em nossa autoiluminação que, por sua vez, resultará num total e irrestrito respeito pelas regras, pela valorização do que é bom para o coletivo, enfim, pela busca constante para superar as nossas más inclinações, pois quando nossas más inclinações vencem, o dever não se cumpre e todos perdem, nós e a sociedade.

    Tempo de analisar nosso estilo de vida – Um outro ponto a abordar no assunto crise é nosso estilo de vida. Como estamos levando nossa existência? Somos consumistas contumazes? Criamos necessidades a todo tempo? Nossos desejos são insaciáveis? Ficamos infelizes quando não conseguimos comprar?

    Junto com estas questões proponho outra: Será que esta crise veio para mostrar-me como pode ser interessante e possível viver de uma outra forma, mais simples?

    Há, em O Livro dos Espíritos, na resposta à questão 926, uma afirmação de impacto dos Espíritos: aquele que sabe limitar seus desejos e vê sem inveja o que está acima de si poupa-se de muitos dissabores.

    Uma convocação para uma vida mais simples, mais calma e tranquila, baseada na conquista dos valores do espírito imortal e não apenas no desejo desenfreado, que alimenta o consumismo irracional e faz, com frequência, os estardalhaços econômicos.

    Há alguns anos ouvi do economista Reinaldo Caffeo que um dos motivos para o alto endividamento das famílias brasileiras é a inveja. Mas, como assim? Como a inveja pode endividar alguém?

    Simples: a inveja faz-nos cometer loucuras e extrapolar o orçamento doméstico. Aquele tênis que o vizinho comprou, eu quero também, mas não tenho condições financeiras para adquirir, porém passo ao largo do bom senso e, ainda assim, compro o bem, mas… endivido-me…

    Eis a inveja como elemento de endividamento.

    E ensinam os Espíritos: limitar os desejos e ver sem inveja os que estão acima de nós poupa-nos de dissabores. Assim somos poupados de cobranças, nome negativado, dores de cabeça, e nesses tempos de crise o que não precisamos é de dor de cabeça.

    Mas, como diz Allan Kardec: Quase sempre é o homem o construtor de sua infelicidade…

    Por lógica, se o homem constrói a infelicidade, poderá construir a felicidade. Basta refletir e aproveitar a crise para repensar sua conduta, seu comportamento, seu estilo de vida.

    Tudo passa, e a crise passará, porém, que fique para nós a experiência.
    Pensemos nisto.

    Wellington Balbo

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/o-que-nos-ensina-a-crise/#ixzz41fzAViLt

  2. Jesus está voltando.

  3. wau.. o fim esta aqui.. bem proximo de nois.. tudo esta acontecendo irmaos.. mas alguns estao ainda cegos nesse mundo.. cegos.. eu espero que o fogo de Cristo toque os vossos coraçoes meus irmaos.. Jesus nos ama muito.. tanto que alem de ter morrido Ele ainda nos esta dando tempo pra nos arrepender-mos… e eu so digo a esses filhos do diabo.. que eu e mais muitos irmaos estaremos firmes ate a morte.. MUITO FIRMES EM CRISTOOOOO..POIS ELE EH NOSSA VIDA E NOSSO TUDO..muitas GLORIAS AO SANTO CRISTO.. NOSSO AMOR.

  4. Irmãos e irmãs, parem com essa papagaiada sobre anticristo. Todos os planos para a implantação de um único governo mundial não concerne a ele, é apenas uma das conseguências de um mundo cada vez mais globalizado. Espero que essa superstição não seja uma grande barreira para nossa evolução.

    P.S. Só não concordo que deva se eleger uma “Autoridade Mundial”, o que se deve ser feito é o que já está sendo feito: ONU.

    • Amigo Matheus, parece que vc nunca leu, ou nunca conseguiu entender a palavra de Deus a respeito dos últimos dias…. Tudo esta caminhando para o fim, exatamente como esta relatado na bíblia e queira vc ou não, o governo unico é uma realidade que muito em breve irá se cumprir.

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