Políticos evangélicos estão dispersos em diversos partidos
Tags: Anthony Garotinho, Assembléia de Deus, Benedita da Silva, Eleições, Igreja Batista, Igreja Quadrangular, Igreja Universal do Reino de Deus, Marcelo Crivela, Política, Políticos Evangélicos, Rio de Janeiro, Rosinha Garotinho
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As eleições municipais deste ano mostraram, mais uma vez, a representatividade de políticos evangélicos nas disputas por cargos públicos importantes. No Rio de Janeiro, por exemplo, o senador e bispo Marcelo Crivella ficou em terceiro lugar na corrida pela prefeitura da cidade. O estado, inclusive, já foi governado por evangélicos como Antony Garotinho, sua esposa Rosinha e Benedita da Silva. No entanto, mesmo sendo um grupo numeroso na política nacional, os evangélicos não formam um partido próprio, nem se posicionam em uma agremiação já existente. Essa é a constatação de um estudo realizado pelo cientista político Tiago Borges, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
Borges analisou o comportamento de eleitores e deputados evangélicos, entre 2002 e 2007, em temas de debate político e verificou que, mesmo com um vínculo religioso em comum, suas posições sobre outros assuntos são divergentes. O cientista político acredita que a diversidade de idéias, aliada ao que ele chama de “caótico” sistema partidário brasileiro, desfavoreceu a formação de um partido evangélico no Brasil. “Há uma fragilidade política de vínculos no país. O sistema eleitoral personalista de votação que existe no Brasil permite isso”, afirma.
“A pesquisa mostra que há duas explicações para que não tenha se formado um partido específico. A primeira é que a identidade evangélica se restringiu ao vínculo religioso. Os evangélicos não têm uma orientação política e econômica alinhada, eles não se alinham com uma visão comum. Mas muitas vezes algumas lideranças mobilizam os eleitores por motivos diversos. A unificação do grupo é em torno da religião. Vários temas, como o de intervenção do Estado na economia, por exemplo, recebe opiniões diversas”, afirma.
Segundo ele, com a redução do número de católicos no Brasil, que caiu de 90% do total de brasileiros em 1970 para 74% no ano 2000, também aumentou a representatividade dos eleitores evangélicos no País e, conseqüentemente, a quantidade de políticos ligados à religião. Mesmo assim um partido evangélico não se formou. “Também não há uma necessidade para se formar um partido específico, até porque os políticos evangélicos têm bom trânsito entre as agremiações. Não há restrições nos partidos quanto à religião”, acredita.
De acordo com Borges, as lideranças do setor são dispersas. O cientista político lembra que os evangélicos se reúnem em grupos em diferentes áreas – Universal, Assembléia de Deus, Quadrangular, Batista, entre outras – ao contrário do que ocorre com os católicos, que se reúnem basicamente em volta de uma única igreja. Borges também explica que algumas igrejas evangélicas adotam posições políticas definidas, mas nem sempre os fiéis mudam automaticamente. “Pode haver um atraso. A relação entre pastor e fiel existe, mas não é imediata. Os fiéis não votam de uma maneira cega com o pastor” conclui.
Eleições de 2002 e 2006
O cientista político da Universidade de São Paulo também comparou as eleições presidenciais de 2002 e 2006. Segundo ele, a candidatura de Anthony Garotinho, do PSB do Rio de Janeiro, resultou em um caso interessante, pois se obteve um apoio evangélico muito significativo. “No segundo turno, sem a presença dele, o voto evangélico se dispersou, acontecendo o mesmo nos dois turnos das eleições de 2006, quando Garotinho não disputou a Presidência”, lembra. Borges afirma que o candidato à Prefeitura do Rio Marcelo Crivella também mobilizou o eleitorado evangélico nas eleições deste ano.
Fonte: 24 Horas News
Via: Notícias Cristãs












Acredito que os Evangélicos especialmente Pastores, Bispos estão fazendo correto em participar da política, colocando seus nomes para ser avaliados pela a sociedade através do voto, pois, o livro principal deles é a Bíblia, e ela combate, desvios de verbas, roubo, injustiça social e tudo mais. Sobretudo, ela ensina os princípios de governar bem… Penso, que as pessoas que sabe como governar certo uma nação, um Estado ou um município, como no caso, Pastores e Bispos recusasem a se canditar para um cargo eletivo, certamente, cometeria o pecado da omissão…Particularmente, convoco, todos os Evangélicos que tem essa visão política, vamos salvar o Brasil dessa corrupção. Termino dizendo: Será que no momento da tentação, do conflito ou dificuldade para governar você pode fazer igual a salomão, orando a Deus? se pode, vai que é tua Tafarelll…
Professor, Jeová Rodrigues Barbosa
Mas claro que tem que votar num cristão! Fica-se votando em qualquer um, olha lá como está Brazilia! pelo menos, quando ele estiver lá em cima, é Deus que vai manda na vida dele.
Mas que nunca precisamos de homens como o bispo marcelo, no congresso, hoje , as pessoas querem fechar igreja, e se não tivermos pessoas a nosso favor aonde vamos parar. Eu li na materia a luta da rede globo, sempre que se levanta um cristão, ela tenta de todos os modos impedir. Mas a palavra de Deus nos fala. FELIZ A NAÇÃO CUJO DEUS E O SENHOR, hoje qundo se falomos em politico ja associamos a corrupção, mas temos que acreditar que ainda ha homens de Deus. fica com Deus todos
O CRENTE PODE SER POLÍTICO?
Se a sombra de Pedro curava os enfermos,o Senhor nos dá poder para pisar em serpente e escorrupiões e toda a força do inimigo, se somos filhos de Deus, se temos a mente de cristo e somos abençoados 100x mais aqui e sobretudo a vida Eterna, certamente, ninguém melhor para exercer um cargo público, como uma pessoa crente…Outro fator empolgante é, que nosso Deus além de ser criador dos Céus e da terra tem o controle do mundo espiritual, físico e de todas as pessoas…Por que então Os Pastores não podem se candidatar? o que precisamos mesmo é da maioria de cristãos no Congresso Nacional para governarmos esse Brasil com seriedade. Obs: O Brasil precisa simplesmente de governantes e legisladores sinceros o resto agente dá um jeito…
gostei dessa enquete, eu prefiro votar em um crente, pois no minimo ele tem medo de Deus,defende a familia unida, estudos e muito mais, trabalha com o coração a nossa sociedade.
quem nos garante que um evangelico será honesto quando chagar ao poder?
o simples fato que ele conhecer a bíblia não nos garante que ele fará um governo honesto e justo.
Temos o escandalo do dinheiro escondido na cueda e todos os envolvidos eram evangélicos, lucifer era um anjo de Deus e foi parar no inferno e ele conhece a biblia
A honestidade e justiça não é monopólio de ninguém,para ser honesto basta ser honesto, para ser justo basta ser justo, a pessoa não precisa ser evagélica para ser honesta e justa
O Japão não é um pais de maioria evangelica mas é um dos paíse com menos corrupção no mundo
quando a pessoa vota em um candidato só por que ele é evangelico, essa pessoa ta sendo omissa, por que ele não fez uma pesquisa da vida do candidato evangelico?
Deus vai nos cobrar