Quatro professores cristãos são assassinados na Somália
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SOMÁLIA – Quatro professores cristãos, dois deles ex-muçulmanos, foram mortos por militantes islâmicos no domingo, dia 13 de abril, em Beledweyne, na Somália. De acordo com o Barnabas Fund, as vítimas eram dois quenianos e dois somalis (um homem de 64 anos, Daud Assan Ali e uma mulher de 32 anos, Rehana Ahmed). Eles foram mortos a tiros enquanto dormiam, durante uma invasão a uma escola cristã.
Daud Assan Ali e Rehana Ahmed eram ex-muçulmanos que tiveram a oportunidade de morar durante alguns anos no Reino Unido. Em 2004, Daud voltou à sua terra natal para realizar o sonho de abrir uma escola.
O projeto dele só foi completado há um mês. Em um blog mantido para a escola, ele chegou a escrever no dia 30 de março que estava preocupado com a invasão noturna de extremistas ao local.
O porta-voz do grupo responsável pelo ataque disse que as mortes não foram premeditadas e que os quatro professores acabaram atingidos no fogo cruzado.
Porém, vários moradores de Beledweyne disseram que os cristãos foram atingidos porque os muçulmanos tinham medo de que eles pregassem sobre Jesus aos alunos da escola de inglês.
A esposa de Daud Ai disse em uma entrevista que o marido havia sido morto por ser um ex-muçulmano.
Todos os cristãos serão mortos, juram extremistas
“Há um pequeno número de somalis convertidos ao cristianismo morando na Somália, muitos assassinados nos últimos anos por radicais islâmicos que juraram acabar com todos os cristãos somalis”, disse Patrick Sookhdeo, diretor internacional do Barnabas Fund.
“A disputa com a Etiópia, historicamente de maioria cristã, levantou sentimentos anticristãos, e como lá existe uma longa história de conflito entre somalis, que são de maioria muçulmana, o problema se acirrou”, explicou.
Os ex-muçulmanos que se converteram ao cristianismo na Somália correm risco nesse momento. “Eles precisam de nossas orações urgentemente”, disse Patrick.
Fonte: Portas Abertas









Esse tipo de intolerância religiosa parece não interessar à mídia nacional, que prefere dar mais importância ao fato de os cristãos terem chamado alguém de “pecador” ou de manifestar verbalmente o que crêem.
Esta desproporção faz parte de uma conspiração cada vez mais clara contra os cristãos.
Fatos como este nem são mencionados ou publicado pela mídia oficial e nem pelos contaminados pelo pseudo-humanismo marxista.