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Renascer contesta declarações de promotor sobre entidades assistenciais

Por Redação Gospel+ em 23 de outubro de 2007

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Em nota divulgada nesta terça-feira (leia mais), a Igreja Apostólica Renascer em Cristo contesta as declarações do promotor de Justiça Marcelo Mendroni de que a igreja não repassa as doações arrecadadas junto aos fiéis para entidades assistenciais.

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“A Igreja Apostólica Renascer em Cristo, mais que indignada, está perplexa com as 'acusações' levantadas pelo promotor Marcelo Mendroni, do Ministério Público paulista, contra três de suas entidades assistenciais.”

O promotor disse que a constatação ocorreu após a visita a três unidades assistenciais supostamente financiadas pela Renascer em Heliópolis (zona sul), Franco da Rocha e Santana do Parnaíba –essas duas últimas na região metropolitana de São Paulo. “Nada é destinado a essas entidades. Depois da busca e apreensão nessas unidades, a inferência que se faz é que não vai nada para elas”, disse Mendroni.

Segundo ele, os fundadores da Igreja Renascer, Sônia e Estevam Hernandes, se defendiam das acusações de lavagem de dinheiro com o argumento de que repassavam o dinheiro arrecadado com as doações para essas entidades.

Na nota, em sua defesa, a Renascer afirma que o atendimento é rigorosamente gratuito e os gastos são de responsabilidade da Renascer e da Fundação Renascer. “A Igreja Renascer em Cristo se manterá ainda mais unida, e se defenderá, e defenderá o trabalho que faz, e defenderá todos aqueles que tanto precisam. E comprovará que isso tudo nada mais é do que perseguição religiosa, das mais cruéis que se tem notícia neste país.”

A igreja também informa que tomará as providências cabíveis. “Mais uma vez a igreja informa que não se intimidará e tomará todas as providências judiciais cabíveis em face de mais esta atitude do representante do MP: elementos que deveriam constar em autos judiciais foram trazidos a público, em coletiva espalhafatosa, através da imprensa, prejudicando o intocável principio do contraditório e da ampla defesa, que deveria existir numa democracia.”

Fonte: Folha Online

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