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Revista VEJA faz matéria sobre a música gospel nacional

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Revista VEJA faz matéria sobre a música gospel nacional

ELE É FOGO

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O padre Fábio de Melo, que exibe um vistoso relógio Diesel no pulso, não gosta de ser fotografado com as mãos em posição de prece. “É piegas”, diz. Vindo de uma congregação liberal, a Sagrado Coração de Jesus, Melo manifesta sem medo um dos pecados capitais – a vaidade. Usa calças justas, tem sobrancelhas delineadas e, ainda que não admita em público, já se submeteu a picadas de Botox para remover rugas da testa e dos olhos. Seus cabelos, provavelmente por inspiração do Espírito Santo, emitem reflexos dourados. Apesar disso, rechaça a imagem de padre galã. “Quando as fãs vêm com histeria, logo corto. Não vou acender fogueiras que não posso apagar”, diz. O mineiro de 37 anos prefere ser reconhecido por outros dotes – os intelectuais. Ele é mestre em antropologia teológica e autor de seis livros de autoajuda numa linha poético-religiosa. Seu maior incentivador nessa área – amigão do peito, mesmo, do peitoral – é Gabriel Chalita, ex-secretário de estado paulista e autor prolífico. “Gabriel abriu muitas portas para mim”, diz. Em maio, lançarão um livro em parceria. Título provisório: Cartas entre Amigos – Medos Contemporâneos.

Semanas atrás, uma plateia composta na maioria por mulheres lotou por duas noites o Canecão, a casa de shows mais tradicional do Rio de Janeiro. Elas estavam ali para assistir à gravação de um DVD do maior fenômeno musical surgido no Brasil ultimamente: o padre-cantor Fábio de Melo. Lançado no fim do ano passado, seu CD Vida bateu nas 542 000 unidades comercializadas em menos de 100 dias (agora, já está perto das 600 000). Com isso, Melo tornou-se o número 1 em vendagem de discos no país em 2008. Ficou à frente do padre Marcelo Rossi, que ocupou o topo do ranking em 2006 e 2007 e caminhava para repetir o feito com os volumes 1 e 2 de seu álbum ao vivo Paz Sim, Violência Não – até ser atropelado pelo colega de batina. Enquanto a indústria fonográfica laica se encontra estagnada, esse mercado – tanto em sua vertente católica quanto na evangélica – desconhece a crise. E, aos poucos, demole o muro que o separa das paradas.

Esse processo começou com a ascensão do padre Marcelo, há coisa de dez anos. E teve outro lance importante em 2007, quando a cantora Aline Barros – o maior fenômeno da música evangélica, com 3 milhões de CDs e DVDs vendidos – emplacou uma faixa numa novela das 8 da Globo. A canção Recomeçar serviria apenas de tema do núcleo evangélico do folhetim Duas Caras. Mas repercutiu tanto que passou a ser tocada até em emissoras de rádio nada religiosas. A Globo agora vai atacar na outra frente: já anunciou que o próximo folhetim das 7, Caras & Bocas, de Walcyr Carrasco, terá na trilha uma música do padre Fábio de Melo (o noveleiro, aliás, é grande amigo do religioso).

Fernanda Brum é uma artista de opiniões fortes. Por exemplo, ela odeia revelar quantos discos já vendeu. “Não conto moedas, penso apenas nas almas que salvei.” Militante antiaborto, ela se decepcionou com Barack Obama ao saber que o presidente americano anulou as restrições ao financiamento de grupos pró-escolha. O ativismo de Fernanda tem também um fundo pessoal. A cantora sofreu quatro abortos espontâneos, e a gestação de Isaac, seu único filho, foi repleta de dificuldades. Quando fala de Isaac, por alguns momentos seu olhar se suaviza e ela abre um sorriso largo. Filha de pais evangélicos, Fernanda, que tem 32 anos e uma voz que lembra muito a de Ivete Sangalo, cantava música popular brasileira. Converteu-se após assistir a um show de um grupo religioso. “Comprei todos os discos deles e cancelei a peça em que iria atuar e o álbum pop que iria gravar”, conta.

No lado evangélico, há mais dois artistas que atravessaram fronteiras: Regis Danese e Soraya Moraes. Ex-vocalista de apoio do grupo de pagode Só pra Contrariar, Danese é autor de Faz um Milagre em Mim, canção que está tocando em rádios populares e até foi incorporada ao repertório de artistas católicos. “Gosto de levar a palavra de Cristo a quem ainda não se converteu”, diz ele. Soraya, por sua vez, foi o destaque brasileiro do Grammy Latino, no ano passado. Ganhou em categorias específicas de seu mercado, como na de melhor álbum de música cristã – mas também bateu concorrentes seculares como Vanessa da Mata, Jorge Vercilo e Djavan na de melhor canção brasileira, com a faixa Som da Chuva (em que roga: “Deixa Tua glória encher este lugar / Deixa o céu descer sobre nós”).

O fenômeno Fábio Melo leva essa aproximação com o universo mundano a um extremo inédito. Marcelo Rossi, o fenômeno da cantoria católica que o Brasil conhecia até então, só sobe ao palco de batina e usa a música e a dança para dar colorido às suas missas. “Não me exponho sem batina. Se o assédio com ela já é grande, imagine sem”, diz. Melo vai na direção contrária: não gosta de parecer padre, na acepção tradicional. Bem-apessoado e vaidoso, só usa roupas de grife e cuida da beleza. Cultiva, enfim, uma imagem de homem atraente. Musicalmente, também está a anos-luz da “aeróbica de Jesus” do padre Marcelo, pois tem a pretensão de fazer MPB refinada. O espetáculo no Canecão contou com uma banda de vinte músicos e teve cenografia de superprodução. Na casa de shows carioca, boa parte das fãs recitava de cor suas letras poético-religiosas e entoava com ele covers de artistas conhecidos – como Pai, de Fábio Jr. Algumas, mais atiradas, lançavam ao padre gracejos como “olha para mim” e “gostoso”.
Lailson Santos

METALEIROS QUE DIZEM AMÉM

Visto por muito tempo como “coisa do demônio”, o heavy metal tem hoje lugar de destaque nos Hallels, os festivais jovens católicos. O filão foi desbravado por bandas como o Eterna, que está na estrada há catorze anos. Assim como outros expoentes do metal cristão, o grupo não transita só por esse circuito: grava discos por uma gravadora independente “laica” e faz shows ao lado de bandas idem. Isso é facilitado pelo estilo: os cabeludos cantam em inglês e são adeptos do metal melódico, aquele que tem influência da música clássica e trata de temas épicos e místicos. Letras que remetem às Escrituras, como as deles, não causam a menor estranheza nos fãs desse tipo de música. No momento, o Eterna prepara um álbum inspirado no filme A Paixão de Cristo – a sanguinolenta versão de Mel Gibson para a via-crúcis. “Será um disco conceitual. Cada faixa narrará uma das doze últimas horas de Jesus”, informa o vocalista Leandro Caçoilo. Se for em aramaico, ninguém notará a diferença.

Seria injusto, contudo, creditar o sucesso do padre apenas à sua imagem de bonitão ou à embalagem moderna de sua música. Melo é um religioso articulado, que cativa os fiéis com sermões que traduzem conceitos teológicos e filosóficos em imagens simples. Ele também faz sucesso como autor de livros de autoajuda. Um de seus títulos, Quem Me Roubou de Mim?, totaliza 250 000 exemplares comercializados e tem frequentado a lista dos mais vendidos de VEJA. Outro deles, Mulheres de Aço e de Flores – em que lança um olhar delicado sobre as aflições femininas – já passou dos 80 000. “Estudei muito, pois não queria virar um padre de mídia banal”, afirma.

Melo estourou agora graças a um acordo de distribuição de sua gravadora, a LGK, com a Som Livre, braço musical da Globo – o que lhe proporciona spots publicitários na emissora. Mas ele é prova de que um artista religioso pode sobreviver mesmo se entrincheirado em seu meio. O padre está na estrada lá se vão treze anos, sempre com vendagens acima dos 25 000 discos. Isso porque o mercado católico – e mais ainda o evangélico – se autossustenta. A Paulinas-Comep, a maior gravadora católica do país, lançou 28 títulos e cresceu 10% em 2008. Os selos evangélicos também seguem com ótima saúde. O circuito de shows é intenso. Os católicos têm os Hallels, encontros que mesclam catequese e música e atraem mais de 100 000 jovens, em cidades como Franca e Brasília. Em Fortaleza, há o Halleluyah, realizado nas mesmas datas da maior micareta da capital cearense, que tem alcançado público comparável ao dela. Há, ainda, as “cristotecas”, raves de música eletrônica católica. No lado evangélico, não faltam eventos de grande porte. Festivais como o Louvorzão, realizado no Rio de Janeiro, chegam a reunir 150 000 jovens.

POP COM RECATO

A cantora Aline Barros destoa do estereótipo da mulher evangélica. Ela não prende os cabelos, muito menos usa saias até os calcanhares. Com 50 quilos distribuídos em 1,60 metro, olhos castanhos e uma farta cabeleira, a carioca Aline, 32 anos, pinta o rosto, anda sempre perfumada e a balança é seu purgatório. No almoço com a reportagem de VEJA, ela beliscou um pequeno bife com fritas e dispensou a sobremesa. “Doce, só no fim de semana.” Mas a vaidade, claro, obedece a um mínimo de decoro. Saias e bermudas devem estar na altura dos joelhos, e vestidos de alcinha são cobertos por um casaquinho. Aline é casada com o ex-jogador de futebol Gilmar, do São Paulo. Eles são pais de Nicolas, de 6 anos. “Nós, evangélicos, somos pessoas normais que simplesmente decidiram viver para Jesus de forma linda. Para mim, isso é um privilégio.”

Cientes de que a música é uma ferramenta crucial para agregar novas almas a seus rebanhos, não é de hoje que os dois lados travam uma disputa peculiar nesse campo. Isso levou a uma maior profissionalização e à diversificação de estilos – do pop ao heavy metal, do axé ao rap. Mirando-se no mercado de música gospel americano, os evangélicos se destacaram antes nisso. A principal banda de rock dessa área, o Oficina G3, já tem vinte anos de carreira. A produção musical católica é antiga, mas demorou mais a se diversificar. O primeiro sacerdote a se aventurar numa carreira musical foi o padre Zezinho – aquele que cantava em missas munido de violão e pandeiro, para estranheza dos fiéis da década de 70. “Todas as religiões devem investir pesado na música. Ela é o chantilly do bolo da vida”, diz o padre, hoje com 67 anos e 118 discos gravados. Só nos anos 80 o pop chegou à Igreja. O ritmo se acelerou para valer na década seguinte, com a ascensão do movimento carismático e suas missas festivas – de que os padres-cantores e demais artistas atuais são tributários diretos. Mas, mesmo para um estudioso como Samuel Araújo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a intensidade que o flerte dos católicos com o profano vem atingindo impressiona. “Um padre com imagem sexualizada é algo espantoso. O que virá a seguir?”, pergunta Araújo. Nem Deus sabe.

SEM DECOTES E SEM SEXO

Adriana é o equivalente católico das pastoras-cantoras evangélicas. Como as concorrentes, a artista de 35 anos é recatada: maquiagem carregada e decotes generosos, nem pensar (seu único pecado, e não apenas religioso, são as calças legging). “Não é com meu corpo que vou chamar as pessoas para Deus”, diz. Além disso, seu pop meloso por vezes se confunde com música de reunião de grupo de catecismo. Ela é uma das campeãs de vendas do segmento (o CD Adriana ao Vivo, de 2007, teve 50 000 cópias comercializadas). “Comecei a cantar nas missas aos 7 anos, por imposição de minha mãe”, conta. A profissionalização veio nos anos 90, quando foi vocalista de uma banda ligada à comunidade carismática Canção Nova. Adriana namora há três anos e acaba de ficar noiva. Como manda a Igreja, garante que não fará sexo antes do casamento. “É difícil, mas não impossível.”

UM PAGODEIRO REGENERADO

Na terça-feira passada, durante a gravação do DVD da cantora Mara Maravilha, ninguém estava mais pimpão do que Regis Danese, produtor do show. O intérprete mineiro desfilava com a mulher, grávida de seis meses, numa prova de sua redenção: o casamento, que estava em crise, ganhou uma segunda chance depois que o cantor virou evangélico. Ele deu entrevistas a rádios e TVs e esperou pacientemente pela chegada de Mara para apresentar sua nova composição. Ex-sertanejo e ex-pagodeiro, Danese, de 35 anos, deixou uma carreira de sucesso para trás, em nome da religião. Gravou dois discos religiosos que não venderam e foi esnobado por artistas do segmento divino. Até que a balada Faz um Milagre em Mim estourou nas rádios evangélicas e católicas. “Hoje até o padre Marcelo canta minhas músicas”, orgulha-se.

A MUSA DO AXÉ DE CRISTO

Jacquelinne Michelly Trevisan – a Jake – é uma Daniela Mercury cristã. A paulistana com jeito de artista baiana é a cantora de Pó Pará com Pó, uma droga de axé com mensagem antidrogas cotada para ser um dos hits do Carnaval de Salvador. Jake, de 29 anos, iniciou a carreira num grupo de jovens católicos e gravou seu primeiro CD há dois anos. O trabalho parecia fadado à obscuridade até que, três meses atrás, uma apresentação da artista numa TV católica tornou-se sucesso no site YouTube. O vídeo de Pó Pará com Pó foi visto quase 600 000 vezes. E Jake ganhou as bênçãos de medalhões como Ivete Sangalo e Caetano Veloso. Sua agenda de micaretas – católicas ou profanas – tem sido intensa. “No começo, o pessoal caçoava: olha lá o melô da Amy Winehouse e do Fábio Assunção”, diz ela. “Só depois perceberam que ali há uma lição de vida.”

CABELUDOS E TATUADOS, MAS BONS MENINOS

Um conselho para quem depara com os integrantes do Oficina G3: desconsidere as tatuagens, os cabelos compridos e o som pesado, que fazem com que o grupo angarie fãs até entre os adoradores do Metallica. Juninho Afram (guitarra), Duca Tambasco (baixo), Jean Carllos (teclados) e Mauro Henrique (vocais) são bons meninos. Tanto que levam mulher e filhos para os ensaios. O quarteto, que existe há vinte anos, tem uma postura aberta. Divide o palco com católicos e até com grupos chegados a um misticismo – em 2001, eles tocaram no Rock in Rio, na mesma noite que o Iron Maiden. E Depois da Guerra, seu mais recente CD, foi produzido por Marcello Pompeu e Heros Trench, do cavernoso grupo de rock Korzus. “Pompeu e Trench não mexeram no nosso discurso. E são boas pessoas, seja lá qual for a religião deles”, diz Carllos. A banda vende em média 150 000 cópias de cada disco, mas não há prece que lhe dê chance nas FMs. “Um locutor chegou a dizer que nem recebendo jabá tocaria uma banda que falasse em Deus”, afirma Afram. Falta mesmo um santo forte.

Fonte: Revista VEJA / Gospel+
Via: Elnet

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  1. Ficamos felizes de ver pessoas dispostas a falar de Cristo. Somos um país cristão, e cada dia mais tem crescido o número de cristãos protestantes. Através da forma mais ativa de levar a palavra de Deus, nós protestantes estamos fazendo com que outras pessoas demontrem mais a sua fé.Vivemos num país cristão, falar de Jesus devia ser visto com outros olhos pela mídia brasileira, esse contraste gritante está ruindo. Mas devemos lembrar do direito que as pessoas tem de escolher sua religião, sua fé. Há muitos perigos onde há dinheiro, poder e influência (sempre foi assim e sempre será), basta olharmos para os nossos governantes, mas os cristãos deste país estão de parabéns, e temos que fazer mais e mais: tirar pessoas das ruas, do tráfico de drogas, da marginalidade, dar esperança de se ajustarem a sociedade…das pessoas humildes tem vindo a transformação e o cuidado que o Estado brasileiro nunca deu devidamente e a mídia não se importa como deveria. Brasil com Cristo e cada dia mais conhecedor e praticante da palavra.
    Esse e um desejo de mais um grupo de música gospel (protestante,e de um estudante federal de economia, que reconhece e sabe do valor histórico mundial do protestantismo no mundo.

  2. Ficamos felizes de ver pessoas dispostas a falar de Cristo. Nascemos e vivemos num país cristão que tem visto crescer a cada dia mais o número de cristãos protestantes. Através da forma mais ativa de levar a palavra de Deus, nós protestantes estamos fazendo com que outras pessoas e religiões demonstrem mais a sua fé.Se vivemos num país cristão, porque a mídia faz questão de esconder e distorcer os valores da palavra Sagrada e as eventos e ações benéficas que os vários tipos de cristãos tem feito?Até nossos irmãos católicos tem sido mais ousados na pregação do evangelho.
    Devemos lembrar do direito que as pessoas tem de escolher sua religião, sua fé.E queria salientar aqui que como músico, muitas das músicas mais famosas do nosso país fazem honra e exaltação a deuses, orixás e guias…se é normal para eles porque não é para nós que falamos de Cristo????? Reconhecemos falhas, e que há muitos perigos onde há dinheiro, poder e influência (sempre foi assim e sempre será), basta olharmos para os nossos governantes, mas isso é uma visão que deve ser analisada amplamente.Na verdade os cristãos deste país estão de parabéns, e temos que continuar a fazer mais e mais: tirar pessoas das ruas, do tráfico de drogas, da marginalidade, dar esperança de se ajustarem a sociedade!São pessoas humildes que tem estendido a mão, tem tido o cuidado que o Estado brasileiro nunca deu devidamente aoo seu povo e a mídia não se importa como deveria. Brasil com Cristo e cada dia mais conhecedor e praticante da palava de Deus é o um desejo de mais um grupo de música gospel protestante (e de um estudante federal de economia, que reconhece e sabe do valor histórico mundial do protestantismo no mundo).

  3. Ficamos felizes de ver pessoas dispostas a falar de Cristo. Nascemos e vivemos num país cristão que tem visto crescer a cada dia mais o número de cristãos protestantes. Através da forma mais ativa de levar a palavra de Deus, nós protestantes estamos fazendo com que outras pessoas e religiões demonstrem mais a sua fé.Se vivemos num país cristão, porque a mídia faz questão de esconder e distorcer os valores da palavra Sagrada e as eventos e ações benéficas que os vários tipos de cristãos têm feito nas últimas décadas?Até nossos irmãos católicos têm sido mais ousados na pregação do evangelho.
    Devemos lembrar do direito que as pessoas têm de escolher sua religião, sua fé.E queria salientar aqui que como músico, muitas das músicas mais famosas do nosso país fazem honra e exaltação a deuses, orixás e guias…se é normal para eles da música “popular”, porque não é para nós falarmos de Cristo????? Reconhecemos falhas, e que há muitos perigos onde há dinheiro, poder e influência (sempre foi assim e sempre será), basta olharmos para os nossos governantes, mas isso é uma visão que deve ser analisada amplamente.
    Na verdade os cristãos deste país estão de parabéns, e temos que continuar a fazer mais e mais: tirar pessoas das ruas, do tráfico de drogas, da marginalidade, dar esperança de se ajustarem a sociedade!
    Pessoas humildes que têm estendido a mão ao seu próximo, têm tido o cuidado que o Estado brasileiro nunca deu devidamente ao seu povo e que a mídia nunca se não se importa como deveria.
    Brasil com Cristo e a cada dia mais conhecedor e praticante da palava de Deus é o desejo de mais um grupo de música gospel (protestante)e de um estudante federal de economia, que reconhece e sabe do valor histórico mundial do protestantismo e da “religião” (fé) no mundo.

  4. Boa matéria. Os mesmos esterotipos de sempre. Não é do meu gosto a maioria dos artistas cristãos citados e discordo da abordagem teológica da maioria deles.

    Excessão feita à banda Eterna, que faz metal de qualidade.

    Paz a todos.

  5. Vicky / Bola Floripa disse:

    Pra variar a Veja avacalha. Sempre colocando nas entrelinhas seus comentários suspeitos, suas opiniões sínicas e tentando ridicularizar.

    Que o Senhor tenha misericórdia.

  6. Pra quem gosta de escândalos este é um bom prato, os “louvores” não estão sendo cantados pra Jesus, mas sim para seu próprio ego, satisfazendo sua própria carne, o intuito não é agradar a Deus, mas sim aos homens, que dia perguntaram ao Senhor, Senhor tu gostas que canto isso? e que tipo de louvor quer que eu cante? será que fizeram esta pergunta ou foi pela razão do seu próprio coração enganoso, assumindo a vontade de ser estrela “gospel”, ou melhor cospel,o nome louvor é adoração a Deus, a adoração a Deus se faz na igreja dos santos, entre os santos, não tem como adorar a Deus em meio aos ímpios, um louvor sendo tocado na fm achas mesmo que é uma adoração a Deus? quando entra num palco, como artista mundano? me desculpe mas não passa de uma canção de ninar, ou melhor de ridicularizar os verdadeiros cristãos.

  7. Louvado seja Deus pela vida de servos como a Aline e a Fernanda, por exemplo, que têm sido instrumentos em Suas mãos para impactar nossa geração!

  8. essa Alissa B deve estar querendo aparecer
    não sei quanto a estes cantores católicos que se refere a noticia
    mas eu conheço e respondo por esses cantores cristãos que estão aí
    meu amor se Régis danese quisesse aparecer estaria ainda no grupo só pra contrariar, e quanto a Fernanda Brum e Alibne Barros, se você soubesse sobre o trabalho espatacular de evangelismo que elas prestam não estaria escrevendo essas inverdades que vc colocou.
    acho que se for pra julgar vc está muito bem no papél de jesus
    pois está julgando. ou seja fazendo um papel que não é seu

  9. Muita gente deixa de fazer o papel de cristão, de de levar as pessoas e a Palavra de Deus aos outros, e assume o papel de Deus, julgando o que é certo, e que nem nosso amigo aí da Veja, até apontando os pecados. Se cada CRISTÃO que tem indignação de ver isso ou aquilo nos irmãos que estão evangelizando, usasse esse tempo e essa energía de crítica pra coisas que frutificassem, tudo sería muito melhor.
    Agora, o que uma matéria pretensiosa dessa acrescenta na vida de qualquer pessoa? Quem está de fora, só arruma argumentos para falar mal de nós, cristãos, e quem é das Igrejas, tanto as evangélicas como as católicas, se se deixa levar por essas opiniões rasas, só semeia mais atrito e desunião.
    O que eu sempre falo, só tem alguém que fica feliz com tudo isso, e todos vocês sabem quem.
    Deus abençõe à todos vocês =)

  10. Acho isso tudo um absurdo, esse povo não está querendo louvar a Cristo e sim se promover.

  11. Acredito que existem muitas informações falsas sobre o Pe. Fabio de Melo e suas atitudes.
    Acredito também que a revista Veja utilizou de recursos muito baixos para chamar a atençao dos leitores e fazê-los acreditar em tudo o que disseram sobre o padre, assim como falsificar essas luzes no cabelo, isso foi realmente infantil e ridículo.
    Deus dê discernimento a esses autores: Marcelo Marthe e Sérgio Martins.

  12. o comentário do Vicky / Bola Floripa é o MELHOR a Veja é terrivel smepre com uma intenção por tras.Sou evangelica..mas gosto do padre fábio de Melo e vi um cinismo ao falr dele…já vi isto em mtas reportagens detsa mesma revista com evangelicos ..não se enganem

  13. Cada vez mais os evangélicos ganham espaço na mídia. Felizmente desta vez nao foi escândalos, que a mídia gosta de retratar, mas foi alguns dos servos que Deus tem honrado. Infelizmente faltou a grande cantora de todos os tempos, que continua fazendo o maior sucesso:Cassiane. Se ela ainda estivesse na MK quem sabia estaria entre eles…

  14. Maria Fátima Rossi disse:

    Tenho pena destas pessoas que sentem secessidade de desmoralizar um trabalho sério como é o trabalho do Pe. Fábio de Melo e dos demais cantores cristãos. Na verdade o que mais incomoda este tipo de pessoas é o fato de verem e saberem o padre muito mais culto e inteligente do que eles,a beleza do pe. é só um detalhe e de longe não é o detalhe mais importante, por isso só resta atirar pedras. Só pra matar uma curiosidadezinha … esses repórteres chegaram a terminar algum cursinho???????? O padre tem até mestrado!!!!!!! Inveja mata sabiam????????? Vão achar o que fazer em vez de ficarem defamando as pessoas, vão denunciar algo concreto como as ações criminosas e os desvios de conduta como o de vocês. Trabalhem pra Deus e não pro encardido.
    Mas tenham certeza como Deus prefere os piores ele com certeza sera misericordioso com vocês

  15. “CONCEITUADA REVISTA VEJA” O NOSSO PAÍS ESTA VIVENDO MOMENTOS DIFÍCEIS COM A CRISE ECONÔMICA,GERANDO DESEMPREGOS, AUMENTO DA VIOLÊNCIA E DA CORRUPÇÃO, DOENÇAS, DESCASO COM A SAÚDE, PEDOFILIA, MILHÕES DE BRASILEIROS VIVENDO ABAIXO DA LINHA DE POBREZA, MORTES PREMATURAS,CÂNCER, AIDS, PROSTITUIÇÃO INFANTIL, ETC……GOSTARÍAMOS QUE VCS DE ALGUMA FORMA PUDESSEM CONTRIBUIR, COM MATÉRIAS SALUTARES, PARA AJUDAR UM POUCO ESSA GENTE SOFRIDA; A ESPERA DE UM DIA MELHOR. POR FAVOR DEIXEM OS CRISTÃOS EM PAZ, ELES SÃO PARA NÓS PESSOAS ESPECIAIS. O PE. FÁBIO DE MELO, MERECE RESPEITO, NÓS CATÓLICOS, O ADMIRAMOS MUITO, ISSO BASTA. OS CANTORES EVANGELICOS TAMBEM MERECEM RESPEITO. TODOS ESTÃO A SERVIÇO DE DEUS,NÃO SUBESTIMEM UM CONSAGRADO DE DEUS. NÃO DEIXEM PESSOAS CÉTICAS DESENVOLVEREM MATÉRIAS SOBRE RELIGIOSIDADE, POIS IRÃO NA CONTRA MÃO DA FÉ.

  16. MENSAGEM DE PADRE FÁBIO DE MELO

    Eu não conheço Dona Maria Lúcia. Ela chegou em minha vida através de uma carta endereçada à Canção Nova. Quis partilhar com vocês o conteúdo de suas palavas. É um jeito de agradecer às inúmeras manifestações de carinho e respeito que tenho recebido das pessoas que me acompanham.
    São as palavras de uma professora que eu gostaria de ter tido como mestra.
    Com minha benção,
    Pe. Fábio de Melo.

    “Meu querido padre Fábio. Eu ainda não sei ao certo o que desejava o repórter. Arrisco dizer que ele não saiu de casa desejoso de noticiar coisas boas. Também não pude perceber compromisso com a verdade. Exemplo disso foram as luzes que maldosamente colocaram em seus cabelos, através de recursos de computador. Eu o vejo toda semana na Canção Nova e por isso sei que foi recurso de maldade.

    A reportagem se limitou a falar de nossa música cristã como se falasse das últimas fofocas do mundo das celebridades. Adjetivos irônicos, atingidos por um ranso que pertence ao grupo social que se diz inteligente, crítico, e que por isso não é capaz de reconhecer valores nas pessoas que fizeram pacto com os princípios religiosos.

    Eu me senti ofendida. Eu também estava no Canecão por ocasião da gravação de seu precioso trabalho. Apesar de estar no auge dos meus oitenta e dois anos, asseguro-lhe ser ainda possuidora de excelente audição. Engraçado, mas em nenhum momento pude ouvir da platéia algum gracejo ou palavra que pudesse ferir o que lá esperávamos do senhor: seu ministério sacerdotal! Muito pelo contrário, o que pude ver foi o comprometimento de um público que sabia muito bem o porquê de estar ali. Não éramos expectadores, mas participantes de um momento raro onde a boa notícia do evangelho estava sendo dada com primor, elegância e bom gosto.

    Lamento muito, meu querido padre, que o repórter tenha nos classificado de maneira tão desonesta. Não éramos um bando de histéricos naquela noite. Éramos um grupo de cristãos que acredita na Vanguarda de sua proposta. Éramos um grupo de pessoas que acredita na possibilidade de uma renovação eclesial, pela força de um discurso inteligente, profundo e sensível aos desajustes de nosso tempo. Naquela noite no Canecão, juntos nós rezamos, choramos e nos alegramos.

    Querido padre Fábio, sou professora aposentada. Fiz de minha profissão um apostolado. Ensinei desde a minha mocidade. Fiz ler, fiz escrever, fiz compreender. Acreditei e continuo acreditando que o aprendizado é uma das coisas mais encantadoras que nós podemos desfrutar na vida. Vencer a ignorância, alcançar o conhecimento das coisas, ultrapassar os limites. Sempre fiz um esforço danado para mostrar aos meus alunos que a vida dos outros merece respeito, e que nossas palavras precisam ser medidas para que não cometamos injustiças.

    Ao me deparar com a reportagem sobre os cristãos que cantam a fé, tive uma sensação de batalha perdida, de barco naufragado. Senti vontade de abraçar a Adriana, a jovem Jack que até então não havia conhecido, Aline Barros, Fernanda Brum. Tive vontade de correr atrás de vocês e pedir que não deixassem que a ironia das palavras atingisse o ânimo de seus corações. Gostaria de recordá-los, que por mais que seja grande o volume de dinheiro que o mercado religioso possa levantar, que vocês nunca se esqueçam das almas que se levantam pela força do ministério que Deus lhes confiou.

    Meu querido padre, permita-me lhe chamar de filho. Eu o conheci antes dessa grande repercussão de seu trabalho. Foi com olhos desconfiados que o enxerguei pela primeira vez. “Não pode ser um padre!” – comentei com minha irmã que agora também o ama. Você falava de Drumonnd de Andrade, meu autor predileto. Mas ao mesmo tempo falava de Jesus, meu modelo de vida. Suas palavras me mostraram um cristianismo que eu nunca poderia ter morrido sem conhecer. Deixei cair por terra os meus preconceitos e me transformei numa divulgadora de sua obra.

    Padre Fábio, sempre soube que você é um homem vaidoso, afinal nunca nos escondeu isso. Fala em suas palestras, brinca sobre o assunto em seus programas, e até nos motiva a ficarmos mais bonitos, por dentro e por fora. Minha netinha sempre me diz que eu devo cuidar das minhas unhas, pois o padre Fábio disse que é importante…

    O principal o senhor já tem. É consciente das fragilidades que possui e as partilha conosco. Assim a gente se compromete a não passar dos limites. Você daí e nós daqui. Juntos vamos divindo a luta diária, o altar que nos coloca na mesma intenção, como o senhor tão bem nos ensina.

    Quero lhe pedir, com autoridade de mãe, que você continue firme. Continue abrindo as portas para que outros possam levar a boa música cristã ao palco do Canecão e de todos os grandes espaços reservados à cultura. Continue ajudando na construção da nova identidade cristã, pregada com rostos jovens, calças legs ou jeans, camisetas e relógios bonitos.

    Só não se esqueça de uma coisa. A razão que nos faz sair de casa, enfrentar a violência de nossa cidade, ficar plantada na fila, tomando chuva, voltando de madrugada como se ainda tivéssemos vinte anos, não é o aparato que construíram ao seu redor, mas sim, o rosto e a voz de Cristo, que por meio de seu talento e admirável vocação sacerdotal e artística, repercutem em nós, através de sua alma.

    Padre, continue nos dando o Cristo. Ele é o que há de mais bonito no senhor. O resto é consequência.

    Quanto à revista, não se preocupe. Ela não costuma falar bem de ninguém. Sempre foi assim! O importante é a gente não deixar que a mentira e a ironia prevaleçam sobre a verdade e o repeito.

    Fica com Deus.

  17. geyse karla da silva disse:

    olhem todos aqueles q levam a palavra de Deus são dignos de repeito. pois receberam um dom de Deus estão apenas servindo da maneira deles. agora infelizmente existe ainda um preconceito e estupidez de alguns protestantes isso mesmo ” protestantes porq crente é todo aqueles q crêe e seguem os caminhos de cristo. eles não aceitam e criticam a todos. hora quer isso irmãos sejam humildes vcs pensam q são os unicos no mundo, saibam q da mesma forma q julgam tbem serma jugados.
    q Deus tenha misericóridia de vcs pobres de espirito.
    perdoa pai eles realmente não sabem o q fazem.

  18. GENTE EU NÃO SEI QUEM SÃO ESSES 2 IDIOTAS QUE ESCREVERAM ESSAS MATÉRIAS, MAS COM CERTEZA SÃO PESSOAS TÃO PEQUENA E MESQUINHAS QUE NÃO MERECEM SER LEVADAS A SÉRIO….ESSES COITADOS PRECISAM DE MUITA ORAÇÃO…..

  19. Legal, a reportagem, porém um dos maiores fenômenos da música evangélica ficou de fora: a Cassiane. Será que é por que ela saiu da MK?

  20. Cinthya Oliveira disse:

    Ahh gente.. pra que esquentar, afinal, é

    apenas a Veja.. “Veja… que mentira!”

  21. QUE BOM SERIA SE A REVISTA VEJA SE PREOCUPASSE COM OS PROBLEMAS DAS FAMÍLAS QUE SOFREM POR NÃO TER ATENDIMENTO MÉDICO ADEQUADO, EMBORA PAGUEM O SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE, ALÉM DE PLANOS DE SAÚDE E, AINDA, PRECISAMEMPRESTAR DINHEIRO PARA PAGAR SALVAR ENTES QUERIDOS QUE SÃO VÍTIMAS DOS ERROS DE ALGUNS PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE COMO OCORREU COM MINHA IRMÃ. ENTÃO, O CIDADÃO ENCONTRA APOIO NA IGREJA, CONFORTO NAS MÚSICAS CRISTÃS, AS ÚNICAS VISITAS QUE RECEBEMOS SÃO DE PASTORES, EVANGELISTAS E ATÉ DOS PADRES CATÓLICOS CONSCIENTES DA TRISTE REALIDADE DO POVO. ESSA REVISTA SÓ SABE CRITICAR, MAS NÃO RECONMHECE O ESFORÇO DE PESSOAS COMO FERNANDA BRUM, CASSIANE, RÉGIS DANESE, PADRE MARCELO ENTRE OUTROS QUE BUSCAM LEVAR A PALAVRA DE CRISTO AOS AFLITOS. HOJE, VEJO JOVENS REBELDES DE MEU BAIRRO CANTANDO A MÚSICA DE ZAQUEU. ISSO PODE SER O PRIMEIRO PASSO PARA A BUSCA DA LIBERTAÇÃO DO ÁLCOOL OU DE OUTRAS DROGAS.

    PARABÉNS AOS QUE LOUVAM AO SENHOR E LEVAM PALAVRAS DE CONFORTO AO POVO BRASILEIRO!!!

    ELI

  22. mariana marques disse:

    que materia horrivel a revista deveria se preocupar com outros asuntos se vcs nao conhecm o trabalho do padre fabio vao a canção nova e vejam quantas pessoas foram restauradas atraves de uma musica pregação ou uma palavra

    a palavra de Deus nao fala que pra ser padre precisa ser feio ou andar mal arrumado.

    E não é porque o padre fabio é bonito e anda bem arrumado que ele não é padre o que faz padre é seu dom de levar as pessoas para ter uma verdadeira experiencia com Deus e suas palavras que fortalecem cada vez mais

  23. Oi,a paz do Senhor Jesus,os padres cantores e os demais catolicos,eles tentam emitar os cantores de Deus, como por exemplo Fernanda Brum,Aline Barros e os Demais,mais como diz a palavra de Deus muitos falsos adoradores se levantarão EM NOME DELE,eu digo não só na igreja catolica mais tambem na igreja evangelica,pq poucos são os que adora ha Deus de coração,como diz o Cantor devi quilan Cristáo ou Crente não fala mentira CANTA,ASSIM COMO ESSES PADRES QUE TENTA IMITAR OS VERDADEIRO POVO DE DEUS,DISSE JESUS CRÉ EM MIM E SERÁ SALVO TU E TUA FAMILIA,EU SOU O CAMINHO E A VIDA NINGUEM VAI AO PAI SE NÃO POR MIM,FICA EI A TRAZ DA IRMÃ MARIA,PQ ELA NAO VAI LEVAR VCS PRA O CEU,ELA EU CREIO QUE ESTÁ NO CÉU,MAIS VCS SE CONTINUAR AI NESSA VIDA DE IDOLATRIA VAI ENTRA NA PORTA LARGA E ISSO NÃO É O PLANO DE DEUS PRA O HOMEM,MAIS SE QUE TODOS ELES SE SALVE,ABÇ FICA NA PAZ E BUSQUE AO SENHOR JESUS.

  24. ” PASMA ”

    Pôôxa,a VEJA,uma revista de grande porte,tãão discricente,estou abismada com tamanha premisquidade desta reportgame mesquinha!
    Porque não elogiar a paz que o Padre Fábio trouxe a inúmeras pessoas,as mães que precisavam de conforto,de palavras,de carinho…mas,não,preferem atingí-lo com palavras mal colocadas,pobres de coerência,de um uso correlato puramente “sujo”.
    Comparar a inspiração no Espírito Santo,sobre mechas e reflexos dourados,no cabelo de Fábio,por favor,né?? Por acaso,onde vcs vêem algum único fio dourado,no cabelo dele? Cabelo mais pretinho que os meus,ele tem ..acho que vcs nunca o viram,só sendoo! Relógio Diesel? E daí? Desde quando a Diesel,seleciona a vendagem e publica que PADRES não podem comprar seus produtos? Fábio gosta do que é bom e isso não atinge a ninguém,ele compra com o dinheiro dele e ninguém,deve se envolver com isso! BOTOX? kkkkkkkkkkkkkkk …Queria nem riir,mas vou riir kkkkkkkkkkkkkk e mto kkkkkkkkk .. Ô,miinha gente,acho que Fábio não usa botox não,mas se ele já usou um dia,agradeço muitoo a eleeeeeeeeeeeeee,pois a BOCA delee é perfeitaa demais e se o BOTOX fez a boca dele ficar do jeito que é,o sorriso,MINHA GENTE,todos vcs,usem BOTOX tb,por favor ..kkk!
    Fábio é padre siim,mas ele não tem culpa de ter nsacido tão lindo,isso é dom de Deus e da natureza! Tudo que ele fizer,só o deixará melhor e nada do que ele fizer,o deixará feio! Não deveriam falar mal dele,não percam tempo,vão malhar,usar botox,comprar relógios Diesel,assim quem sabe ..não imitam ele! kkkk
    Vamos cuidar do mundo,do Brasil,das maldades das pessoas,das tragédias,tentar unir as pessoas e gerar paz,NÃO podemos perder tempo,falando de pessoas boas,como Fábio! Fica aí,a reflexão! Fábio,vc sabe o potencial que tem ..és padre,mas as pessoas esquecem que vc tb é um homem e precisa usar calças,óculos,malhar,perfume,tomar banho, ..enfim,porque acho que tão querendo que vc ande sujo,feio,gordo,enfim …kkk .. O fato dele não usar o clérgima em shows não muda ele.. passou a fase de padre usar roupa amarrada com uma tira! Deixa ele usar as calças apertadas dele .. rs! Até a roupa incomoda ..affs! :P Viva a vidaa,Fábio e seja feliz! Muitos te amammmmmm e eu mais!

  25. A inveja é uma merda!!!
    entao porque ele é padre nao pode se vestir bem … tem que andar como mendigo(adoro padre fabio)…e a aline barros nao pode usar perfume porque é ervangelica…que merda tem que serviar a Deus fedendo…ipocrisia…sai fora anticristos…
    revista veja do capeta!!!
    enquanto houver musicas de padre fabio…aline…regis!!! ha vida tera outro sentido

    

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