Brasil

“Aborto é um pecado pior que o estupro” diz clérigo

Comments (26)
  1. ANDRÉ disse:

    Mas isso é bíblico,ou foi o papa que inventou ???

    1. santis erivaldo disse:

      Ignorância humana, principalmente daqueles

    2. Mariane disse:

      Essa igreja católica me dá nojo e vergonha.

  2. Jon disse:

    Os médicos, disse Grieco, estão, neste caso, totalmente em pecado “porque são ativos no ato do aborto. São protagonistas de uma sentença de morte”.

    claro
    e estes bispos hipocritas estão também! crendo em imagens e outros deuses. ridiculo isso. gostaria de ter alguns momentos para falar com este bispo, falando em bispo, quem elegeu ele bispo?…

    creio que estes medicos estão sendo muito mais abençoados por Deus do que estes padres e bispos hipocritas.

  3. marta disse:

    Amigos quanto quem escreveu não importa.
    A verdade é que a “natureza” é sábia,
    se a menina ovulou,houve a concepção,
    então o corpo está preparado minha avó
    casou com 12anos teve 11 filhos normais
    sem médico sem tecnologia,e era uma pessoa
    muito de bem com vida. Que foi e é uma
    coisa horrivel nao resta dúvida.
    porem foram praticados tres crimes.

  4. Wenderson disse:

    Pecado é pecado!!!

    Não existe pecadinho ou pecadão, o que se torna grande ou pequeno são as consequências do pecado. Contudo não podemos negligenciar as atitutes do aborto, quem sem dúvida é algo cruel com a aquilo que Deus criou, todavia não se pode diminuir a gravidade de um pecado em detrimento do outro.

    Cuidado com que falar, o impacto pode ser muito destrutivo.

    Vamos estudar a palavra de Deus, vivê-la e pregá-la, é a melhor coisa que podemos fazer!!!

    Que Deus tenha misericordia de nós.

  5. Sérgio Murilo disse:

    O esturpo como o aborto deve ser condenado severamente, pois é um ato que fere o direito da mulher e do feto e deve ser tratado como crime, sabemos de quantos crimes a igreja católica cometeu em nome da religião e a apostasia predita pelo Apóstolo Paulo em 2 Ts 2:3 e 1 Tm 4:1 (além de inúmeras outras passagens)continua e aumentará com o abandono da ortodoxia doutrinária, como um claro sinal da falta de apego a Palavra e temor a Deus, já há tempos vem invadindo igrejas “evangélicas” e a cabeça de seus líderes. como a defesa do aborto por uma igreja que é tida como evangélica por todo brasileiro. A IURD, na figura do ‘Bispo’ Edir Macedo, que declarou abertamente em uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo, do dia 13/10/2007, que defende a prática do aborto.
    A prática do aborto sempre foi e continuará a ser condenada pela Igreja Cristã verdadeira, comprometidas com a Bíblia Sagrada e suas doutrinas, doutrinas que são imutáveis, não vulneráveis ao tempo e aos costumes de regiões! Esse repúdio não parte apenas de fundamentos bíblicos (aonde se tem inumeráveis contra a prática do aborto), mas também da boa ética e moral, tanto médicas quanto jurídicas. A imoralidade e promiscuidade que tomam conta do Brasil e do mundo não podem vitimar inocentes que não pediram para serem gerados!
    O Direito brasileiro condena o aborto, nos Arts. 124 a 128 do nosso Código Penal encontra-se a disciplina da referida matéria. “A lei não faz distinção alguma entre óvulo fecundado (3 primeiras semanas da gestação), embrião (3 primeiros meses) ou feto (a partir de 3 meses), pois em qualquer fase da gravidez estará configurado o delito de aborto, entre a concepção e o início do parto” afirma o conceituado criminalista Fernando Capez, em seu livro Curso de Direito Penal, parte especial, vol. 2.
    “A própria medicina ajuda a mostrar claramente que a vida começa na concepção.

  6. ANDRÉ disse:

    Eu sou a favor do que disse o Bp Macedo…que em nenhum momento se manifestou a favor do descriminalização,ou na banalização do aborto…mas sim em casos como dessa menina em que além de ser um estupro,algo hediondo…por ela ser uma CRIANÇA…também corria risco de vida…ou em casos de se constatar que o feto já está morto,ou não tem cérebro…o que falta em muitos “”crentes””,ou em muitos dirigentes religiosos…como no caso desse clérigo…é CÉREBRO também pra pensarem…o nosso DEUS nos deu inteligência,para sabermos julgar esses casos…cada caso é um caso…

  7. celio pedrosa disse:

    Sem opinar em relação ao aborto em si, e falando especificamente da excomunão católica,se fizesse mesmo efeito entre seus fiés, a própria Igreja católica,passou séculos excomungada pela igreja católica grega.
    Nota-se neste caso que a EXCOMUNHÃO CATÓLICA em si nao prodiz efeito nenhum nos seus fiés, pelo simples fato de ser uma atitude emocional e não providencial embasada em autoridade de fé.

    No caso da igreja catolica romana excomungar a igreja católica grega,observe-se que o Deus destas igrejas ou são Deuses distintos,ou trata-se de um deus divido.

    resta saber nesta anedotica excomunhão qual das duas prevaleceu.

  8. Joel Andrade disse:

    Olha é uma situação complicadissima por que envolve vidas, mas um arcebispo declarar que o aborto é pior do que estupro aí ele comeu farinha por que quantos crimes são praticados por padres inclusive, estupro, pedofilia e outros. Como cristão eu ficaria neutro na história até mesmo por que nas duas situação envolve vidas e a medicina fez a sua escolha. Eu creio em Deus, mas tbem creio na medicina porque são guiados por Deus, mas o arcebispo dizer que o esturpo não é nada diante de aborto daí foi longe.

  9. Onofre I. Ferreira disse:

    Parabéns para a equipe médica e para o Sr. Dr. Diretor que decidiu a salvar a vida desta eleita jovem de apenas nove anos.
    A excomunhão que que arcebisbo oficiou voltará toda em dobro para ele. ( se fosse filha dele? ) A í a coisa seria diferente.
    Parabéns ao Senor Presidente da República Lula Homem Iluminado por Deus e guiado pelo Espirito Santo.

  10. Missionário Du disse:

    Eu não vou concordar nem discordar do ato de aborto, esse é um assunto muito polêmico onde todos tem seus argumentos contra e a favor. Mas algo eu notei: foram excomungados a mãe e a equipe médica, é ingrassado mas nessa lista não inclui o criminoso no ato de estrupo.
    Repito: Não estou defendendo o aborto, mas estamos dando muita enfase para alguns “criminosos” em detrimento do gerador de todo esse caso, o padrasto.

  11. Marcelo Moraes disse:

    O Arcebispo não disse nada demais. A própria lei penal faz essa distinção ao atribuir uma pena maior ao homicídio que ao estupro. Ambos os crimes são hediondos e mereceram a reprovação daquele clérigo. E claro e lógico que existem pecados de maior gravidade e outros de menor gravidade. A criança, graças à Deus, continua viva. Os gêmeos estão mortos. A palavra de Deus através dos mandamentos é clara: “Não Matarás”, ou será que alguém aqui acha que é mais ser humano do que o feto no ventre materno? “Ao contrário, mantenho em calma e sossego a minha alma, tal como uma criança no seio materno, assim está minha alma em mim mesmo” (Salmos 130,2); “Mas, quando aprouve àquele que me reservou desde o seio de minha mãe e me chamou pela sua graça…”,(Gálatas 1,15).

  12. Menina estuprada de 9 anos é mãe mais jovem do Peru

    LIMA, 2 dez (AFP) – Uma menina de nove anos deu à luz um menino neste sábado, fruto de um estupro, em um hospital público de Lima, informou o ministro peruano de Saúde, Carlos Vallejos.

    O bebê nasceu com 2,520 kg e 47 cm e apresenta dificuldades respiratórias. Por isso, permanece na UTI.

    A mãe precoce receberá ajuda psicológica, e seu filho terá toda assistência de que precisar, ressaltou o ministro Vallejos, após visitá-la.

    “Ela permanecerá no hospital todo o tempo que for necessário até que seu filho e ela estejam em perfeitas condições”, declarou.

    A garota foi vítima de abuso sexual de um primo de 29 anos, em um povoado pobre da província de Pachitea, no departamento centro-andino de Huánuco.

    O caso comoveu o Peru, quando sua gestação foi revelada em setembro passado, tornando-a a mãe mais jovem do país.

    Fonte: UOL
    http://noticias.uol.com.br/ultnot/afp/2006/12/02/ult34u169397.jhtm

    Parece que o ministro do Peru tem mais esperança que o nosso presidente.

  13. myrian coelho dias disse:

    Enquanto só se fala na posição do bispo de ter excomungado a prática do aborto, pela lei de Deus,se deixa milhões e milhões de estupadores solto pela lei dos homens e não se condena ninguém!
    Será, que se o homem pensasse mais no que ELE faz, seria preciso Deus nos mostrar que a vida é nosso maior tesouro?
    Se o homem tivesse maior amor a vida isto tudo estaria acontecendo?? Um pecado não justifica o outro, mas vida será vida em qualquer estágio desde sua concepção!
    Já pensaram em dar um remedinho para matar a menina de 9 anos ? Pela medicida a vida não começa com a concepção?
    Qual a diferença?
    Poderemos então fazer isto em qualquer idade cronológica!
    A lei de Deus não muda! O amor será sempre amor , a vida será sempre vida! Não existe meio humano!Se as pessoas vivessem mais o amor e o sentido da vida talvez entendessem mais o significado das coisas como por exemplo de Cristo ter morrido por cada um de nós!

  14. Melkes Junior disse:

    Eita que esse tema ta dando no que falar essa semana todinha, assunto que até o congresso nacional estar sem palavras, mais Deus tenha misericórdia desse pais.
    Na minha opinião devemos vê o lado espiritual e carnal, mesmo assim é dificil, o que devemos fazer é orar, mais como orar se todo mundo num tá vendo o lado da criança de 9 anos.? se ela tivesse levado a gravidez a diante morreria ela e os gêmeos.. e ai..? a Biblia Diz: “Não Matarás..”, mais devemos vê que a garoto simplismente não abortou por abortar, ou por vaidade, mais devemos ver o que Deus pode interver ein simplismente cuidar de nossas vidas, ele é dono de tudo. Vamos lê mais a biblia gente. Amém.

  15. Phillipe disse:

    Acho que a decisão do bispo foi coerente com a postura de sua igreja que condena o aborto. Isso não signifique que eu concorde com ele ou com a Igreja. Acho que uma pessoa que diz ser contra o aborto, mas é a favor em casos de estupro ou quando a vida da mãe estar em risco, estar sendo, querendo ou não, um pró-aborto. Você não pode ser contra e a favor ao mesmo tempo. Seja em caso de estupro ou de uma gravidez num namoro sem o uso de métodos contraceptivos, aborto é aborto, e um ser humano vai morrer.

    Uma mãe que entra em um supermercado e furta uma lata de leite para alimentar o filho com fome, estar cometendo o mesmo erro de um rapaz que assalta um supermercado. Ela estar roubando. A diferença é que no primeiro caso poderíamos dizer que o fim justifica o meio, afinal, a criança estar com fome e a mãe não tem condições pra comprar o alimento. Mas será que a finalidade do roubo justificaria o erro? O pecado deixa de ser pecado quando ele é praticado para um bem? Se sim, deveríamos ouvir o que um assaltante tem a dizer, pois muitos deles usam a justificativa de fazerem o que fazem porque precisam sobreviver e a sociedade não lhes dá oportunidade.

    O tema do aborto é muito complexo e acho que, como muitos disseram, deve ser tratada a luz da Bíblia por um Cristão. Devemos levar todas as considerações em conta e respeitar as decisões que cada um faz. O feto que estar no útero de uma mãe é sim um ser humano. Mas um ser humano que ainda não pode responder por ele mesmo e, querendo ou não, é a mãe que tem a responsabilidade de decidir sobre o seu futuro.

    Graça e paz!

  16. ANDRÉ disse:

    A “”mãe””,uma CRIANÇA de 9 anos,nem sabia que estava grávida…inteligência dos médicos…que a fizeram acreditar que ela tinha vermes…agora como ela poderia decidir ???

  17. ANDRÉ disse:

    O mesmo tratamento que a católica dá aos padres pedófilos,também resolveu dar ao padrasto da menina…que ridículo…

  18. cristiano disse:

    Estupro na Filhos dos outros é refresco..

  19. alex disse:

    Toda instituição quer ela publica,privada ou religiosa tem o direito de expulsar aqueles que descumpre suas regras(se fosse os medicos que ñ quizesem fazer o aborto por questões religiosas e tivessem sido expulso do conselho de medicina quem iria falar alguma coisa?)Como alguns já disseram o estado é laico ñ misturem as coisas, cada um com o seu direito.

    PEÇO QUE LEIAM COM SUAS BIBLIAS.

    Se a igreja catolica fosse certa deveria expulsar todo aquele que fosse fornicador,ladrões,adulteros etc. 1 Coríntios 6:18. 1 Coríntios 6:9.Romanos 1:24, 26, 27, 32.Hebreus 13:4.

    Todos deveriam examinar sua crença a luz da biblia. 2 Timóteo 3:16.
    1 Timóteo 4:13, 15, 16.Atos 17:11.Hebreus 5:14.Efésios 3:18.

    Conceito da Biblia
    A vida — dádiva a ser prezada

    QUANDO Jeová Deus concedeu o privilégio da procriação à família humana, isso foi uma dádiva e tanto! Um lindo bebê chegaria para ser recebido nos braços acolhedores dum casal feliz que teria amor um pelo outro e estaria disposto a acalentar e cuidar desse pequenino produto de sua união conjugal. Só alegria estaria reservada para a família à medida que a vida da criança prosseguisse.

    Mas o pecado de Adão e Eva trouxe trágicas conseqüências para os bebês nascidos na raça humana. Por causa do pecado, nossa primeira mãe foi amaldiçoada para sofrer aflição e dor física ao dar à luz. E o ambiente pecaminoso em que a descendência do casal nasceu tornou a criação de filhos um tremendo desafio. Assim, no complexo mundo de hoje, não surpreende que a concepção duma criança muitas vezes resulte em tudo, menos em alegria. No entanto, o que pensa o Criador sobre a criança por nascer? Será que seu conceito mudou com as mutantes tendências da moralidade? Certamente não. Seu conceito e seu interesse pelas crianças por nascer permanece inalterado.

    As Escrituras deixam claro que dentro da mãe se desenvolve um ser humano individual, ímpar. A vida começa na concepção. O nascimento no mundo apenas revela ao homem a criança que Deus já viu. Ezequiel fala de ‘cada criança que abre a madre’. (Ezequiel 20:26) Jó menciona “as portas do ventre de minha mãe” e se refere a abortos como “crianças que não viram a luz”. — Jó 3:10, 16.

    Note a terna consideração de Jeová Deus pela delicada vida à medida que ela se desenvolve no útero. Ele disse a Jeremias: “Antes de formar-te no ventre, eu te conheci, e antes de saíres da madre, eu te santifiquei.” (Jeremias 1:5) Davi disse: “Meus ossos não te estavam ocultos quando fui feito às escondidas, quando fui tecido nas partes mais baixas da terra. Teus olhos viram até mesmo meu embrião.” (Salmo 139:15, 16) Jó chama a Deus de “Aquele que me fez no ventre”, que passou a “preparar-nos na madre”. — Jó 31:15.

    Mas que dizer do interesse de Deus pela gestante desesperada que não quer a criança? Mais do que ninguém, o Criador se apercebe das pesadas responsabilidades de se ser pai ou mãe. Se a gestante, embora em circunstâncias difíceis, decidir ficar com o bebê em respeito por requisitos piedosos, não abençoará ele sua decisão? O pai ou a mãe pode e deve justificadamente orar pedindo a ajuda de Deus para criar uma criança feliz. Nas páginas de sua Palavra, Deus já deu os melhores conselhos disponíveis sobre a criação de filhos. A aplicação dos princípios bíblicos na família dá resultados abençoados. As alegrias e recompensas de criar filhos piedosos superam quaisquer sacrifícios feitos ao longo do caminho, como qualquer pai ou mãe orgulhosos podem atestar.

    É o ponto de vista de Jeová de alguma forma diferente se o bebê é fruto de estupro ou de relações incestuosas? Embora o ato contra a mãe tenha sido criminoso, a culpa não é do bebê. Dar fim a sua vida seria apenas compensar um ato de violência com outro. Jeová certamente se dá conta do trauma emocional pelo qual passam essas vítimas e pode ajudar a mãe e a criança a enfrentar as conseqüências com equilíbrio.

    E se o médico informar à gestante que levar a gestação a termo poderá colocar sua vida em perigo? O Dr. Alan Guttmacher disse: “Hoje é possível que quase toda paciente chegue viva ao fim da gravidez, a menos que sofra duma doença fatal, como câncer ou leucemia, e, neste caso, é improvável que o aborto prolongue sua vida, muito menos que salve sua vida.” The Encyclopedia Americana diz: “Visto que a maioria das mulheres pode ter uma gravidez segura mesmo com graves problemas de saúde, poucos abortos precisam ser realizados para proteger a saúde da mãe. A maioria dos abortos é feita para evitar o filho.” Portanto, situações assim são bem raras. No entanto, se isso acontecer por ocasião do parto, então os pais têm de escolher entre a vida da mãe e a da criança. A decisão é dos pais.

    É de admirar que o Criador da vida estabeleça diretrizes claras quanto ao uso das nossas faculdades reprodutivas? Aos seus olhos, conceber uma vida sem ter a intenção de cuidar dela é pecado, assim como é pecado tirar uma vida.

    A controvérsia certamente continuará até o fim deste sistema. Mas, no que diz respeito ao Criador da vida, Jeová Deus, bem como àqueles que prezam Suas leis, não há controvérsia. A vida é preciosa — uma dádiva a ser cuidada e prezada desde o começo.

    O conceito de Deus sobre o aborto

    QUE dizer da mocinha que concebe uma criança sem estar casada e que está completamente despreparada para ser mãe? Deve-se permitir que ela ponha um bebê no mundo? Os sentimentos de Deus pelo bebê não mudam só porque a mãe agiu imprudente e imoralmente. De fato, o nascimento de um bebê pode ajudar a mãe a dar-se conta dos resultados naturais da imoralidade e, assim, incutir nela a sabedoria das leis de Deus. Eliminar a conseqüência do seu ato de sexo ilícito pode deixá-la com dolorosos sentimentos de culpa, ou pode incentivá-la a cometer outros atos de imoralidade.

    Se o pai não compartilhar a responsabilidade, não será fácil criar a criança. Mas uma forte relação com o nosso Pai celestial pode dar à mãe a força, o apoio e a orientação moral e emocional para isso. Ele também fornece a congregação cristã para ajudar a aliviar o fardo do pai ou da mãe sem cônjuge.

    Aborto

    A expulsão dum embrião ou dum feto antes de poder viver sozinho. No uso comum da palavra, costuma-se fazer a distinção entre o abortamento induzido e o abortamento espontâneo, sendo o primeiro definido como esvaziamento deliberado e induzido dum útero em estado de gravidez, e o segundo sendo considerado a interrupção acidental e inevitável da gravidez. A Bíblia não faz esta distinção entre o abortamento induzido e o espontâneo; ali, os termos são usados num sentido mais amplo e intercambiável. A palavra hebraica sha·khál, significando ‘sofrer aborto’ (Êx 23:26), é também vertida por ‘privar [de algo]’ (De 32:25), ‘privar de filhos’ (Le 26:22), ‘sofrer aborto’ (Os 9:14), e ‘mostrar-se infrutífero’ (Mal 3:11). A palavra hebraica yoh·tsé’th, vertida por “aborto” no Salmo 144:14, deriva duma raiz que significa “sair”. (Compare isso com Gên 27:30.) As expressões “aborto” e “o nascido prematuramente” (Sal 58:8; Ec 6:3) vertem a palavra hebraica né ·fel, que deriva da raiz na·fál, significando “cair [nascendo]”. — Compare isso com Is 26:18.

    O aborto inevitável ou espontâneo pode ser causado por acidente, doença infecciosa, estresse e tensão mental ou física, ou por uma fraqueza orgânica geral por parte da mãe. As águas perto de Jericó eram mortíferas, causando abortos, até que o profeta de Jeová, Eliseu, as curou. — 2Rs 2:19-22.

    Provocar deliberadamente o aborto por meios artificiais, pelo uso de drogas ou por intervenção médica, com o objetivo exclusivo de evitar o nascimento dum filho não desejado, é um grave delito à vista de Deus. A vida, como preciosa dádiva de Deus, é sagrada. Por isso, a lei de Deus dada a Moisés protegia a vida dum bebê ainda por nascer contra mais do que apenas um aborto criminoso, pois, se numa luta entre homens uma mulher grávida sofresse um acidente fatal para ela ou o filho, “então terás de dar alma por alma”. (Êx 21:22-25) Naturalmente, antes de aplicar essa penalidade, os juízes tomavam em consideração as circunstâncias e o grau de premeditação. (Veja Núm 35:22-24, 31.) Mas, dando ênfase à seriedade de qualquer tentativa deliberada de causar dano, o Dr. J. Glenn comenta: “O embrião capaz de viver, no útero, É uma pessoa humana, e, por conseguinte, destruí-lo é violação do sexto mandamento.” — The Bible and Modern Medicine (A Bíblia e a Medicina Moderna), 1963, p. 176.

    Encarado corretamente, o fruto do ventre é uma bênção da parte de Jeová. (Le 26:9; Sal 127:3) Portanto, quando Deus prometeu prosperar Israel, ele assegurou a culminação bem-sucedida da gravidez e a geração de filhos, dizendo: “Não existirá na tua terra nenhuma mulher que sofra aborto, nem mulher estéril.” (Êx 23:26) Conforme indicado na oração dos justos, por outro lado, o desfavor de Deus para com os seus inimigos se evidenciaria em ventres que abortariam e em eles se tornarem como abortados que nunca vêem o sol. — Sal 58:8; Os 9:14.

    Jó, no seu estado lastimável, cogitou que teria sido melhor ele ter sido “um aborto encoberto”. “Por que não passei a morrer desde a madre?” exclamou este homem atormentado. (Jó 3:11-16) Também Salomão raciocinava que um feto prematuramente expulso está em melhor situação do que alguém que vive por longo tempo, mas que nunca chega a usufruir a vida. — Ec 6:3.

    O aborto contagioso, uma doença caracterizada por um nascimento prematuro, pode ocorrer entre os animais, tais como o gado bovino, as éguas, as ovelhas e as cabras. O aborto acidental devido a descuido ou doença de animais domésticos também já se conhece desde os dias dos patriarcas Jacó e Jó. — Gên 31:38; Jó 21:10.

    O que o médico sente

    Por séculos os médicos têm aceitado os valores expressos no venerado juramento hipocrático que diz, em parte: “Jamais, para agradar alguém, prescreverei uma droga mortal, nem darei um conselho que possa causar a morte. Nunca darei a uma mulher um pessário para causar o abortamento. Preservarei a pureza . . . da minha arte.”

    Que conflitos éticos confrontam os médicos que interrompem a vida no útero? O Dr. George Flesh descreve-o da seguinte maneira: “Meus primeiros abortos, como médico residente, não me causaram nenhuma aflição emocional. . . . Minha insatisfação começou depois de centenas de abortos. . . . Por que mudei? Logo no começo da minha carreira, um casal me procurou e solicitou um aborto. Visto que o colo do útero da paciente estava rígido, não consegui dilatá-lo para realizar o aborto. Pedi-lhe que voltasse uma semana depois, quando o colo do útero estaria mais maleável. O casal retornou e me disse que havia mudado de idéia. Realizei o parto sete meses depois.

    “Anos mais tarde, brinquei com o pequeno Jeffrey na piscina do clube de tênis do qual seus pais e eu éramos sócios. Ele era feliz e bonito. Fiquei horrorizado ao pensar que um obstáculo técnico fora tudo o que me impediu de pôr fim à vida que o Jeffrey teria. . . . Creio que dilacerar um feto desenvolvido, membro por membro, simplesmente a pedido da mãe, é um ato de depravação que a sociedade não devia permitir.”

    Uma enfermeira que deixou de ajudar em abortos comentou sobre seu serviço numa clínica de abortos: “Uma das nossas tarefas era contar os pedaços. . . . Se a moça vai para casa com pedaços do bebê ainda no útero, podem surgir problemas graves. Eu examinava cuidadosamente os pedaços para ter certeza de que havia dois braços, duas pernas, o tronco, a cabeça. . . . Tenho quatro filhos. . . . Havia um enorme conflito entre minha vida profissional e minha vida pessoal que eu não conseguia conciliar. . . . O aborto é uma questão difícil.”

    Obrigado pela atenção.

  20. Alex-Azrak disse:

    Toda instituição quer ela publica,privada ou religiosa tem o direito de expulsar aqueles que descumpre suas regras(se fosse os medicos que ñ quizesem fazer o aborto por questões religiosas e tivessem sido expulso do conselho de medicina quem iria falar alguma coisa?)Como alguns já disseram o estado é laico ñ misturem as coisas, cada um com o seu direito.

    PEÇO QUE LEIAM COM SUAS BIBLIAS.

    Se a igreja catolica fosse certa deveria expulsar todo aquele que fosse fornicador,ladrões,adulteros etc. 1 Coríntios 6:18. 1 Coríntios 6:9.Romanos 1:24, 26, 27, 32.Hebreus 13:4.

    Todos deveriam examinar sua crença a luz da biblia. 2 Timóteo 3:16.
    1 Timóteo 4:13, 15, 16.Atos 17:11.Hebreus 5:14.Efésios 3:18.

    Conceito da Biblia
    A vida — dádiva a ser prezada

    QUANDO Jeová Deus concedeu o privilégio da procriação à família humana, isso foi uma dádiva e tanto! Um lindo bebê chegaria para ser recebido nos braços acolhedores dum casal feliz que teria amor um pelo outro e estaria disposto a acalentar e cuidar desse pequenino produto de sua união conjugal. Só alegria estaria reservada para a família à medida que a vida da criança prosseguisse.

    Mas o pecado de Adão e Eva trouxe trágicas conseqüências para os bebês nascidos na raça humana. Por causa do pecado, nossa primeira mãe foi amaldiçoada para sofrer aflição e dor física ao dar à luz. E o ambiente pecaminoso em que a descendência do casal nasceu tornou a criação de filhos um tremendo desafio. Assim, no complexo mundo de hoje, não surpreende que a concepção duma criança muitas vezes resulte em tudo, menos em alegria. No entanto, o que pensa o Criador sobre a criança por nascer? Será que seu conceito mudou com as mutantes tendências da moralidade? Certamente não. Seu conceito e seu interesse pelas crianças por nascer permanece inalterado.

    As Escrituras deixam claro que dentro da mãe se desenvolve um ser humano individual, ímpar. A vida começa na concepção. O nascimento no mundo apenas revela ao homem a criança que Deus já viu. Ezequiel fala de ‘cada criança que abre a madre’. (Ezequiel 20:26) Jó menciona “as portas do ventre de minha mãe” e se refere a abortos como “crianças que não viram a luz”. — Jó 3:10, 16.

    Note a terna consideração de Jeová Deus pela delicada vida à medida que ela se desenvolve no útero. Ele disse a Jeremias: “Antes de formar-te no ventre, eu te conheci, e antes de saíres da madre, eu te santifiquei.” (Jeremias 1:5) Davi disse: “Meus ossos não te estavam ocultos quando fui feito às escondidas, quando fui tecido nas partes mais baixas da terra. Teus olhos viram até mesmo meu embrião.” (Salmo 139:15, 16) Jó chama a Deus de “Aquele que me fez no ventre”, que passou a “preparar-nos na madre”. — Jó 31:15.

    Mas que dizer do interesse de Deus pela gestante desesperada que não quer a criança? Mais do que ninguém, o Criador se apercebe das pesadas responsabilidades de se ser pai ou mãe. Se a gestante, embora em circunstâncias difíceis, decidir ficar com o bebê em respeito por requisitos piedosos, não abençoará ele sua decisão? O pai ou a mãe pode e deve justificadamente orar pedindo a ajuda de Deus para criar uma criança feliz. Nas páginas de sua Palavra, Deus já deu os melhores conselhos disponíveis sobre a criação de filhos. A aplicação dos princípios bíblicos na família dá resultados abençoados. As alegrias e recompensas de criar filhos piedosos superam quaisquer sacrifícios feitos ao longo do caminho, como qualquer pai ou mãe orgulhosos podem atestar.

    É o ponto de vista de Jeová de alguma forma diferente se o bebê é fruto de estupro ou de relações incestuosas? Embora o ato contra a mãe tenha sido criminoso, a culpa não é do bebê. Dar fim a sua vida seria apenas compensar um ato de violência com outro. Jeová certamente se dá conta do trauma emocional pelo qual passam essas vítimas e pode ajudar a mãe e a criança a enfrentar as conseqüências com equilíbrio.

    E se o médico informar à gestante que levar a gestação a termo poderá colocar sua vida em perigo? O Dr. Alan Guttmacher disse: “Hoje é possível que quase toda paciente chegue viva ao fim da gravidez, a menos que sofra duma doença fatal, como câncer ou leucemia, e, neste caso, é improvável que o aborto prolongue sua vida, muito menos que salve sua vida.” The Encyclopedia Americana diz: “Visto que a maioria das mulheres pode ter uma gravidez segura mesmo com graves problemas de saúde, poucos abortos precisam ser realizados para proteger a saúde da mãe. A maioria dos abortos é feita para evitar o filho.” Portanto, situações assim são bem raras. No entanto, se isso acontecer por ocasião do parto, então os pais têm de escolher entre a vida da mãe e a da criança. A decisão é dos pais.

    É de admirar que o Criador da vida estabeleça diretrizes claras quanto ao uso das nossas faculdades reprodutivas? Aos seus olhos, conceber uma vida sem ter a intenção de cuidar dela é pecado, assim como é pecado tirar uma vida.

    A controvérsia certamente continuará até o fim deste sistema. Mas, no que diz respeito ao Criador da vida, Jeová Deus, bem como àqueles que prezam Suas leis, não há controvérsia. A vida é preciosa — uma dádiva a ser cuidada e prezada desde o começo.

    O conceito de Deus sobre o aborto

    QUE dizer da mocinha que concebe uma criança sem estar casada e que está completamente despreparada para ser mãe? Deve-se permitir que ela ponha um bebê no mundo? Os sentimentos de Deus pelo bebê não mudam só porque a mãe agiu imprudente e imoralmente. De fato, o nascimento de um bebê pode ajudar a mãe a dar-se conta dos resultados naturais da imoralidade e, assim, incutir nela a sabedoria das leis de Deus. Eliminar a conseqüência do seu ato de sexo ilícito pode deixá-la com dolorosos sentimentos de culpa, ou pode incentivá-la a cometer outros atos de imoralidade.

    Se o pai não compartilhar a responsabilidade, não será fácil criar a criança. Mas uma forte relação com o nosso Pai celestial pode dar à mãe a força, o apoio e a orientação moral e emocional para isso. Ele também fornece a congregação cristã para ajudar a aliviar o fardo do pai ou da mãe sem cônjuge.

    Aborto

    A expulsão dum embrião ou dum feto antes de poder viver sozinho. No uso comum da palavra, costuma-se fazer a distinção entre o abortamento induzido e o abortamento espontâneo, sendo o primeiro definido como esvaziamento deliberado e induzido dum útero em estado de gravidez, e o segundo sendo considerado a interrupção acidental e inevitável da gravidez. A Bíblia não faz esta distinção entre o abortamento induzido e o espontâneo; ali, os termos são usados num sentido mais amplo e intercambiável. A palavra hebraica sha·khál, significando ‘sofrer aborto’ (Êx 23:26), é também vertida por ‘privar [de algo]’ (De 32:25), ‘privar de filhos’ (Le 26:22), ‘sofrer aborto’ (Os 9:14), e ‘mostrar-se infrutífero’ (Mal 3:11). A palavra hebraica yoh·tsé’th, vertida por “aborto” no Salmo 144:14, deriva duma raiz que significa “sair”. (Compare isso com Gên 27:30.) As expressões “aborto” e “o nascido prematuramente” (Sal 58:8; Ec 6:3) vertem a palavra hebraica né ·fel, que deriva da raiz na·fál, significando “cair [nascendo]”. — Compare isso com Is 26:18.

    O aborto inevitável ou espontâneo pode ser causado por acidente, doença infecciosa, estresse e tensão mental ou física, ou por uma fraqueza orgânica geral por parte da mãe. As águas perto de Jericó eram mortíferas, causando abortos, até que o profeta de Jeová, Eliseu, as curou. — 2Rs 2:19-22.

    Provocar deliberadamente o aborto por meios artificiais, pelo uso de drogas ou por intervenção médica, com o objetivo exclusivo de evitar o nascimento dum filho não desejado, é um grave delito à vista de Deus. A vida, como preciosa dádiva de Deus, é sagrada. Por isso, a lei de Deus dada a Moisés protegia a vida dum bebê ainda por nascer contra mais do que apenas um aborto criminoso, pois, se numa luta entre homens uma mulher grávida sofresse um acidente fatal para ela ou o filho, “então terás de dar alma por alma”. (Êx 21:22-25) Naturalmente, antes de aplicar essa penalidade, os juízes tomavam em consideração as circunstâncias e o grau de premeditação. (Veja Núm 35:22-24, 31.) Mas, dando ênfase à seriedade de qualquer tentativa deliberada de causar dano, o Dr. J. Glenn comenta: “O embrião capaz de viver, no útero, É uma pessoa humana, e, por conseguinte, destruí-lo é violação do sexto mandamento.” — The Bible and Modern Medicine (A Bíblia e a Medicina Moderna), 1963, p. 176.

    Encarado corretamente, o fruto do ventre é uma bênção da parte de Jeová. (Le 26:9; Sal 127:3) Portanto, quando Deus prometeu prosperar Israel, ele assegurou a culminação bem-sucedida da gravidez e a geração de filhos, dizendo: “Não existirá na tua terra nenhuma mulher que sofra aborto, nem mulher estéril.” (Êx 23:26) Conforme indicado na oração dos justos, por outro lado, o desfavor de Deus para com os seus inimigos se evidenciaria em ventres que abortariam e em eles se tornarem como abortados que nunca vêem o sol. — Sal 58:8; Os 9:14.

    Jó, no seu estado lastimável, cogitou que teria sido melhor ele ter sido “um aborto encoberto”. “Por que não passei a morrer desde a madre?” exclamou este homem atormentado. (Jó 3:11-16) Também Salomão raciocinava que um feto prematuramente expulso está em melhor situação do que alguém que vive por longo tempo, mas que nunca chega a usufruir a vida. — Ec 6:3.

    O aborto contagioso, uma doença caracterizada por um nascimento prematuro, pode ocorrer entre os animais, tais como o gado bovino, as éguas, as ovelhas e as cabras. O aborto acidental devido a descuido ou doença de animais domésticos também já se conhece desde os dias dos patriarcas Jacó e Jó. — Gên 31:38; Jó 21:10.

    O que o médico sente

    Por séculos os médicos têm aceitado os valores expressos no venerado juramento hipocrático que diz, em parte: “Jamais, para agradar alguém, prescreverei uma droga mortal, nem darei um conselho que possa causar a morte. Nunca darei a uma mulher um pessário para causar o abortamento. Preservarei a pureza . . . da minha arte.”

    Que conflitos éticos confrontam os médicos que interrompem a vida no útero? O Dr. George Flesh descreve-o da seguinte maneira: “Meus primeiros abortos, como médico residente, não me causaram nenhuma aflição emocional. . . . Minha insatisfação começou depois de centenas de abortos. . . . Por que mudei? Logo no começo da minha carreira, um casal me procurou e solicitou um aborto. Visto que o colo do útero da paciente estava rígido, não consegui dilatá-lo para realizar o aborto. Pedi-lhe que voltasse uma semana depois, quando o colo do útero estaria mais maleável. O casal retornou e me disse que havia mudado de idéia. Realizei o parto sete meses depois.

    “Anos mais tarde, brinquei com o pequeno Jeffrey na piscina do clube de tênis do qual seus pais e eu éramos sócios. Ele era feliz e bonito. Fiquei horrorizado ao pensar que um obstáculo técnico fora tudo o que me impediu de pôr fim à vida que o Jeffrey teria. . . . Creio que dilacerar um feto desenvolvido, membro por membro, simplesmente a pedido da mãe, é um ato de depravação que a sociedade não devia permitir.”

    Uma enfermeira que deixou de ajudar em abortos comentou sobre seu serviço numa clínica de abortos: “Uma das nossas tarefas era contar os pedaços. . . . Se a moça vai para casa com pedaços do bebê ainda no útero, podem surgir problemas graves. Eu examinava cuidadosamente os pedaços para ter certeza de que havia dois braços, duas pernas, o tronco, a cabeça. . . . Tenho quatro filhos. . . . Havia um enorme conflito entre minha vida profissional e minha vida pessoal que eu não conseguia conciliar. . . . O aborto é uma questão difícil.”

    Obrigado pela atenção.

  21. Marina disse:

    Que toda essa cambada do Vaticano se fodam!

    Ridicula a atitude da igreja catolica quanto a este caso!
    se é para agir como maquinas, sem o minimo de bom senso, tirem esses “clerigos” de lá!

    cada vez me decepciono mais com as babaquices que a igreja inventa! Acredito que Deus deve morrer de rir la em cima com o que fazem com o nome Dele aqui.

    Sou catolica desde pequena e recebi todos os sacramentos, mas a medida que fui tomando conhecimento da realidade e presenciando certas atitudes (consideradas por mim como inadmissiveis) a cada dia estou mais desgarrada de religiao, em especial a catolica e prefiro crer em Deus e nada mais!

    Chega de farsa “Santissimo”! Chega de hipocrisia!

    1. Mariane disse:

      É isso aí Marina. Parabéns por ser um dos raros seres pensantes deste planeta. Quando vejo comentários como o seu, chego a conclusão de que ainda há esperanças para a raça humana.

  22. Gus Van Sant disse:

    esse é o argumento de quem encobre casos de pedofilia na igreja.

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