Projeto “Barco da Bíblia” distribui 15 mil exemplares do livro sagrado a comunidades ribeirinhas da Amazônia

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Uma iniciativa de evangelismo na região amazônica mobilizou voluntários para distribuir aproximadamente 15 mil exemplares da Bíblia Sagrada em dois estados.

Usando barcos de grande porte, o projeto ofereceu, por 75 dias, atendimento médico e exemplares da Bíblia Sagrada a moradores de comunidades ribeirinhas do rio Amazonas.

Ao todo, oito cidades foram visitadas, e as pessoas que receberam atendimento médico em um dos barcos, além de ouvirem a Palavra de Deus e também ter acesso ao Museu da Bíblia instalado no outro barco, segundo informações do site Noticias Cristianas.

A iniciativa evangelística da Sociedade Bíblica do Brasil foi considerada um sucesso: “Todos os envolvidos trabalharam com muito amor e dedicação a este ato da SBB. Visitamos várias cidades e, é claro, vidas foram transformadas pela Palavra de Deus”, disse Reuel Klayber Ferreira, secretário regional da SBB em Belém (PA), cidade onde o barco concluiu sua missão.


Os voluntários se organizaram em frentes de trabalho e o período que passaram juntos foi de alegria e comunhão, comentou o secretário regional.

Em um dos episódios mais marcantes, os ribeirinhos foram os que prestaram ajuda aos missionários. “Uma tempestade de ventos fortes empurrou o Barco da Bíblia para areia e ficamos encalhados. Na tentativa de desencalhar o barco, a hélice bateu em uma pedra e sofreu avarias. Conseguimos combustível, ajuda e consertamos a hélice”

A Sociedade Bíblica do Brasil informou que o projeto social, chamado “Barco da Bíblia”, integra uma iniciativa mais ampla, a “Luz na Amazônia”, que presta atendimento à população da região.

As duas embarcações atuam em conjunto no projeto, sendo que uma delas é composta com ambulatório e consultórios médicos, e a outra é o “Barco da Bíblia”, que oferece ajuda espiritual e transporta os exemplares da Bíblia Sagrada para distribuir aos moradores da amazônia brasileira.

SEM COMENTÁRIOS

  1. Pra isso sim servem dízimos e ofertas nos dias de hoje. Não pra construir mega templos e luxuosos pra ostentar como se ouro e prata representassem Deus. Na verdade representa sim, mas outro (mamon). Ótima iniciativa. Mais frutífero que levar toalhinhas, envelopes e carnês. As igrejas estão focadas demais no presente. Em como tem sido a vida dos cristãos nessa terra e esquecendo que na verdade somos cidadãos dos céus.

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