As aventuras de Pi: pastor Ciro Zibordi diz que o “belíssimo” filme transmite a “mensagem falsa” do ecumenismo. Leia na íntegra

3

O filme As aventuras de Pi, indicado ao Oscar 2013 em onze categorias, foi tema de um artigo do pastor Ciro Zibordi.

A história contada pelo longa-metragem envolve superação e coragem, e retrata a história de um jovem náufrago que precisa conviver com um tigre bengala no meio do oceano.

Zibordi ressalta a beleza da história contada, mas atenta às mensagens implícitas no filme: “Peço ao leitor que não me veja como um estraga-prazeres. Meu objetivo é apenas fazer um alerta, visto que não conformar-se com o mundo denota, também, não se deixar enganar pelas influências filosóficas maléficas prevalecentes no mundo (Rm 12.1,2)”, diz, embasando seus argumentos a partir do ponto de vista bíblico.

Segundo o pastor Zibordi, a proposta da história é promover o ecumenismo: “Fica claro, especialmente no início e na conclusão da história do jovem indiano Pi, que o autor da obra tem como objetivo apresentar a mensagem de que todos os caminhos (ou religiões) levam a Deus”, pontua


Lembrando que o filme foi baseado na obra Life of Pi, de Yann Martel, Ciro Zibordi menciona um trecho do livro para reforçar sua tese.

“No livro — e não no filme — o personagem de Martel, já adulto, afirma: ‘A primeira vez que topei com uma Bíblia na mesinha de cabeceira de um quarto de hotel no Canadá, caí em prantos. Logo no dia seguinte, mandei uma contribuição para os Gideões e incluí um bilhete insistindo para que eles ampliassem a sua rede de distribuição. Pedi que não se limitassem aos quartos de hotéis, mas incluíssem todo e qualquer lugar onde viajantes exaustos e esgotados pudessem deitar a cabeça, e disse ainda que não deviam deixar ali apenas Bíblias, mas também outros escritos sagrados’”, reproduz, como forma de reforçar sua tese.

O livro Life of Pi tornou-se best seller mundial e foi traduzido para mais de 41 idiomas. No Brasil, enfrenta acusações de plágio da obra Max e os Felinos, de autoria de Moacyr Scliar, segundo informações do site Cinema com Rapadura.

Ciro Zibordi lembra que o filme “incentiva a comunhão com Deus”, que “pode ser o Deus dos cristãos, ou o dos muçulmanos, ou os muitos deuses do hinduísmo”, e observa que “essa mensagem é politicamente correta, agradável, pacificadora… Ao mesmo tempo, é falsa”.

Assista no vídeo abaixo, ao trailer do filme As aventuras de Pi, dirigido por Ang Lee:

Assine o Canal

Confira abaixo, a íntegra do artigo “O que há por trás das aventuras de Pi”, do pastor Ciro Zibordi:

O filme As Aventuras de Pi é muito bonito, divertido, cheio de emoção, efeitos especiais e belíssimas paisagens. A história, realmente muito cativante, gira em torno da inusitada convivência, em alto mar, de um jovem com um tigre-de-bengala! Não é por acaso que o livro já foi traduzido para 41 idiomas e esteve na lista dos mais vendidos do New York Times por mais de um ano.

Não vou contar a história de Pi, pois alguém pode estar interessado em assistir ao filme ou, pelo menos, ler o livro, publicado no Brasil pela Editora Nova Fronteira. Mas farei uma abordagem crítica sobre a mensagem central do autor do romance: o espanhol Yann Martel. Peço ao leitor que não me veja como um estraga-prazeres. Meu objetivo é apenas fazer um alerta, visto que não conformar-se com o mundo denota, também, não se deixar enganar pelas influências filosóficas maléficas prevalecentes no mundo (Rm 12.1,2).

Fica claro, especialmente no início e na conclusão da história do jovem indiano Pi, que o autor da obra tem como objetivo apresentar a mensagem de que todos os caminhos (ou religiões) levam a Deus. Martel advoga o ecumenismo. Para ele, o importante é estar em contato com Deus, que pode ser conhecido através do hinduísmo, do cristianismo, do islamismo, do budismo, etc.

No livro — e não no filme — o personagem de Martel, já adulto, afirma: “A primeira vez que topei com uma Bíblia na mesinha de cabeceira de um quarto de hotel no Canadá, caí em prantos. Logo no dia seguinte, mandei uma contribuição para os Gideões e incluí um bilhete insistindo para que eles ampliassem a sua rede de distribuição. Pedi que não se limitassem aos quartos de hotéis, mas incluíssem todo e qualquer lugar onde viajantes exaustos e esgotados pudessem deitar a cabeça, e disse ainda que não deviam deixar ali apenas Bíblias, mas também outros escritos sagrados”.

A bem da verdade, o belíssimo filme Life of Pi (título original) incentiva a comunhão com Deus. Mas que Deus? Pode ser o Deus dos cristãos, ou o dos muçulmanos, ou os muitos deuses do hinduísmo. O importante é acreditar que existe uma força superior que rege o Universo. Essa mensagem é politicamente correta, agradável, pacificadora… Ao mesmo tempo, é falsa! Por quê? Porque só existe uma única porta para a salvação: Jesus Cristo (Jo 3.16; 14.6).

Mas, além de defender o pseudo-evangelho ecumênico, que contraria a verdade bíblica de que o Senhor Jesus é o único que pode conduzir o homem a Deus (Jo 10.9; 1 Tm 2.5), o personagem Pi opõe-se — acredite — à pregação tradicional do Evangelho, de cima do púlpito. Em outra parte do livro está escrito: “Nada de preleções tonitruantes lá do púlpito, ou condenação de igrejas ruins, nem olhares vigilantes, simplesmente um livro de textos sacros esperando calmamente para dizer olá, tão delicado e poderoso quanto o beijo de uma garotinha no nosso rosto”.

Como se costuma dizer nas redes sociais, fica a dica.

Ciro Sanches Zibordi

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

3 COMENTÁRIOS

  1. tambem farei um alerta o unico verdadeiro Deus chama jesus cristo. este e o verdadeiro Deus e a vida eterna 1 joâo 5.20 muitos tem adorado um deus que foi criado pelo homem que si chama trindade que não e biblica foi criada no concilio de nilceia no ano 320 pela igreja catolica e muitas igrejas evangelicas tem si prostrado diante desti deus que não salva não perdoa pecados não leva para o ceu não batiza com o espirito santo.

  2. O Pastor Ciro Zibordi é um dos poucos, juntamente com o Pastor Paulo Junior a defender a verdadeira fé em Cristo. É desse tipo de pregadores que o mundo precisa. Muitos estão religiosamente perdidos porque confundem questões sociais com religiosas. Que Deus abençoe a todos.

  3. Senhores “pastores” preguem a verdade que e JESUS e SUA vida.conhecereis a verdade e a verdade vos libertara.E so fazer isso e o que e falso sera revelado.Mas que coisa mais sem noçao ficar querendo falar so do que e falso e nao se fala da verdade.E por isso que a igreja brasileira e essa decadencia,e so piora,e vai piorar mais.Acorda povo.

  4. há apenas um so Deus o seu nome e jesus cristo em quando o mundo dis que jesus e uma segunda pessoa o proprio jesus afirma em apocalipse 1.17. eu sou o primeiro e o último ou seja quem não aceita jesus como o unico Deus e amigo do mundo. devemos ser batizado em seu nome porque o nome do pai do filho e do espirito santo chama si jesus cristo na biblia não tem nem uma pessoa da trindade

DEIXE UMA RESPOSTA