Estado Islâmico diz que autores de atentado nos EUA eram seus seguidores; Obama promete destruí-los

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O atentado que ceifou a vida de 14 pessoas em San Bernardino, Califórnia (EUA), foi tratado pelo Estado Islâmico como obra de um casal muçulmano que seriam seus seguidores.

A informação foi divulgada pelos terroristas no último sábado, 05 de dezembro, através de um áudio, após agentes do FBI descobrirem que Tashfeen Malik, 27 anos, havia jurado fidelidade ao grupo extremista em um perfil que ela mantinha no Facebook, usando um codinome.

Embora as autoridades norte-americanas não tenham anunciado essa informação de maneira oficial, agentes não identificados que acompanham o caso repassaram os detalhes a jornalistas de três grandes veículos: a rede de TV CNN, o jornal The New York Times e a agência Associated Press.

Tashfeen e o marido, Syed Farook, 28 anos, teriam se inspirado nas ações do Estado Islâmico em outros países e jurado fidelidade ao grupo por conta própria, sem envolver terceiros no planejamento do ataque.


Dentre as vítimas do casal estavam uma mulher cristã iraniana, que havia fugido da perseguição religiosa em seu país natal, e um judeu messiânico, com quem Farook trabalhava e havia discutido semanas antes por causa da religião.

“Dois seguidores do Estado Islâmico atacaram há vários dias um centro em San Bernardino”, dizia trecho do áudio divulgado pelo grupo terrorista.

Em resposta, o presidente Barack Obama fez um pronunciamento à nação tranquilizando os cidadãos e prometendo “destruir o Estado Islâmico”.

“A ameaça do terrorismo é real, mas vamos superá-la. Destruiremos o Estado Islâmico e outras organizações que tentem nos prejudicar”, disse o presidente, garantindo que as Forças Armadas do país manterão seu trabalho de perseguir e matar terroristas no exterior, mas sem envio de tropas terrestres.

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