Rabinos veem promessa de Deus a Josué sobre Trump por reconhecer Jerusalém capital de Israel Rabinos veem promessa de Deus a Josué sobre Trump por reconhecer Jerusalém capital de Israel

Um gesto simbólico, de efeitos incontáveis. Assim pode ser definida a iniciativa do presidente Donald Trump em reconhecer Jerusalém como capital de Israel e colocar em andamento um plano para mudar a embaixada dos Estados Unidos no país para a cidade. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, usou diversos argumentos para mostrar por quais motivos a iniciativa de Trump estava correta, incluindo a questão de soberania de Israel sobre seu próprio território. Mas, a mais chamativa foi a menção à Bíblia Sagrada que, em seu viés histórico, mostra a cidade como capital do povo judeu há milênios. “Onde mais seria a

Vice-presidente dos EUA diz que ele e Trump são evangélicos e frisa que apoio dos cristãos faz diferença Vice-presidente dos EUA diz que ele e Trump são evangélicos e frisa que apoio dos cristãos faz diferença

O vice-presidente dos Estados Unidos afirmou que ele e seu colega de mandato, Donald Trump, o titular do cargo, são evangélicos e sua administração é pautada pelos princípios cristãos. Mike Pence destacou que Trump é grato pelo apoio que recebe dos evangélicos, oferecendo suporte para suas iniciativas pró-vida e disponibilizando tempo e pessoas para a realização de estudos bíblicos na Casa Branca, oferecido de forma facultativa a quem se interessar. “As palavras mais doces que o presidente e eu já ouvimos, e as ouvimos muito, são quando as pessoas pegam em nossas mãos e dizem: ‘estamos orando por você’”, disse

Trump cumpre promessa, reconhece Jerusalém como capital de Israel, e palestinos anunciam “3 dias de fúria” Trump cumpre promessa, reconhece Jerusalém como capital de Israel, e palestinos anunciam “3 dias de fúria”

A promessa de reconhecer Jerusalém como capital de Israel foi cumprida pelo presidente dos Estados Unidos na última quarta-feira, 06 de dezembro, em um anúncio formal na Casa Branca. Em resposta, grupos palestinos anunciaram que protestos, chamados de “três dias de fúria”, serão feitos. “Chegou a hora de reconhecer formalmente Jerusalém como capital de Israel”, disse Donald Trump, em um breve discurso, que destacou que a medida era, no fundo, uma admissão da realidade e um gesto de respeito: “Israel é um país soberano que tem o direito de escolher sua capital”, acrescentou. A mudança da embaixada dos Estados Unidos

Donald Trump deve anunciar reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel Donald Trump deve anunciar reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel

Jerusalém será reconhecida, formalmente, pelo governo norte-americano como a capital de Israel. A decisão é mais um passo em direção a cumprir uma promessa feita em campanha pelo presidente Donald Trump. Na última terça-feira, 05 de dezembro, Trump ligou pessoalmente para o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a fim de informá-lo que o anúncio oficial será feito em breve. Fontes do governo disseram à mídia internacional que é possível que o presidente dos EUA comunique a comunidade internacional nesta quarta-feira. Além de Netanyahu, Trump ligou para o presidente da França, Emmanuel Macron, assim como para o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud

Parlamentares adiam votação da legalização do casamento gay; Fim do aborto continua na pauta Parlamentares adiam votação da legalização do casamento gay; Fim do aborto continua na pauta

Dois projetos de lei que podem mudar completamente a forma como a sociedade brasileira lida com questões ligadas à família estão em tramitação no Congresso Nacional: a legalização da união civil homossexual de forma definitiva e a proteção à vida desde a concepção, que vem sendo vista pelos defensores do aborto como uma proibição completa do procedimento. O projeto da senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) versa sobre uma mudança no Código Civil para formalizar a decisão de 2011 do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito do tema. A ideia é que o texto da lei defina o casamento como a “união

Cristãos travam batalha contra ateus, feministas e ativistas LGBT em concurso do MEC; Entenda Cristãos travam batalha contra ateus, feministas e ativistas LGBT em concurso do MEC; Entenda

O Ministério da Educação (MEC) abriu uma chamada pública para selecionar avaliadores de livros didáticos, e grupos conservadores e “progressistas” travaram uma disputa imediatamente nas redes sociais. Os livros didáticos vêm sendo alvo de uma disputa ferrenha, já que através deles é possível influenciar toda uma geração de cidadãos. Dessa forma, cristãos de diferentes denominações incentivaram professores conservadores a “fiscalizar” livros que tenham viés “progressista” e “denunciar conteúdos que promovem a ideologia de gênero“. O mesmo movimento foi feito do lado oposto. De acordo com informações do jornal O Globo, “professores ateias/ateus, comunistas, feministas, de comunidade LGBT, das religiões afro-brasileiras,

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