Homem decide perseguir pastor para matá-lo e termina se convertendo ao Evangelho

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Um plano de assassinato que se tornou numa conversão ao cristianismo é o testemunho de um indiano chamado Jayesh.

O homem não aceitava a forma como o pastor Nabhith, da organização Gospel for Asia evangelizava as pessoas de sua aldeia, e o procurou para sugerir que abandonasse o local antes que ele o denunciasse às autoridades por forçar os moradores a se converter ao cristianismo.

O pastor Nabhith, no entanto, explicou pacientemente que não deixaria a aldeia porque simplesmente não estava fazendo nada daquilo que Jayesh o acusava. Desde então, incomodado com a resistência do pastor, Jayesh planejou matá-lo.

Uma parte de seu plano era colher provas de que o pastor Nabhith havia transgredido a lei local, e por isso, ele passou a segui-lo por todos os lugares. Onde o pastor ia, Jayesh ia atrás, apenas esperando um deslize para matá-lo, e posteriormente justificar o crime dizendo que Nabhith havia transgredido a lei.


Porém, de acordo com informações do Charisma News, o que Jayesh viu foram verdadeiras demonstrações de amor ao próximo por parte do pastor Nabhith, que visitava enfermos e necessitados, e falava do Evangelho para estes. Vendo isso, Jayesh se convenceu de que o pastor não tinha planos de dominação ou de conversão de fiéis forçada.

Certo dia, após seguir o pastor pela aldeia, Jayesh sentou-se à porta do templo onde Nabhith conduz os cultos, e ouviu as orações pelos necessitados e os testemunhos dos fiéis, que demonstravam alegria ao contarem uns aos outros sobre a mudança de vida que haviam experimentado.

Jayesh caiu em lágrimas e seus gritos de desespero foram ouvidos pelo pastor e fiéis, que saíram à porta do templo para acalmá-lo e convidá-lo a participar do culto junto com os demais. Nervoso, Jayesh hesitou mas reconheceu que precisava do perdão de Deus, e confessou seu plano para matar o pastor.

Os fiéis e o pastor oraram juntos com Jayesh, que se converteu ao Evangelho e afirmou que suas dúvidas sobre o pastor Nabhith eram parte do passado: “Agora eu sei que não há nenhuma culpa nele. Ele adora a Deus de verdade”, disse Jayesh.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

12 COMENTÁRIOS

  1. pois é mais uma vitória para os pastores ladrões de dízimos, e mais uma derrota para o filho de satanas stardust, que é igreja de si mesmo pastor de si mesmo hehehehe todos os dia s testemunhos s~
    [ao aqui postados…e a estrela caída nada…chama pela globo chama stardust

      • sim HENRJK o stardust os ateus que aqui ´postam os gays que aqui postam o edson souza….dizem que dar dízimo é ser roubado pelos pastores estes mesmos que fazem missões, que os pastores são ladrões…então cada vez que sai uma noticia onde alguém que é mulçumano ou ateu que se convertem eu enumero…ponto para os ladrões e para o stardus os gays os ateus e o edson ficam com zero…sím pois eles dizem que dar dízimo é ser roubado mas não fazem nada não ganham ninguém para JESUS, nem dizem como faxzer missões …sem ter dízimos e ofertas para istook.

        • Ah, bom.
          Infelizmente há alguns “pastores” que dão ênfase a essa prática e normalmente são esses que mais aparecem na televisão e que acabam contaminando os demais que não tem ambição alguma para o lado do dinheiro.
          Eu tenho um posicionamento a respeito do dízimo, mas muitos pastores colocam isso como obrigatório e aí já se torna uma carga pesada demais.
          Acho o dízimo na igreja moderna e institucionalizada como uma espécie de imposto para aplicações diversas, acho até justo por nada ser de graça.
          Água, luz, material de expediente, manutenção, salários e outras infindáveis coisas não são de graça e ninguem trabalha sem receber.
          A finalidade do dízimo no antigo testamento seja bem diferente do que é hoje quando alguns pastores sem caracter forçam os fiéis ao citar Malaquias.

          • sim aqui a discussão desbancou para outro lado o que era por fé e amor virou roubo e doutrina , que fica muito difícil separar as teologias… e o stardust os ateus e gays e o edson por fim deixam a crer para todos, que aqueles que postam a favor do dízimo são mercenáriosw..e isto não é verdade, pois veja o meu caso…apesar de pastorear a igreja ..tenho vida secular…trabalho e dou dízimos e ofertas e ofertas alçadas para obras de assistencia

          • Interessante observar que os críticos do dízimo, geralmente não são dizimistas, não é verdade? Será que os milhões de cristãos dizimistas, frequentando igrejas durante décadas a fio, não percebem esse “roubo”? Por que estas igrejas conseguem amealhar, cada vez mais, um impressionante número de adeptos? Se alguém não é abençoado e não colhe algum tipo de benefício nesses templos, ou seja, estão sendo explorados por pastores, continuam a frequentar esses locais e são muito felizes, inclusive testemunhando? Será que são milhões de idiotas? Sou dizimista faz 19 anos. E tomei essa decisão depois de entender convictamente da importância dessa prática. Conforme expresso biblicamente, não passo necessidades por isto, muito pelo contrário, sou abençoado, pois Deus não mente! Os críticos jamais conseguirão entender, pois coisas espirituais somente são discernidas espiritualmente. Quando se converterem, como aconteceu comigo, as coisas ficam mais fáceis de ser entendidas. Aprendi, na prática, que colheremos exatamente aquilo que semearmos!

  2. Será que dentro do contexto da Nova Aliança há a necessidade da prática do dízimo?
    Pergunto isso porque o dízimo era entregue aos sacerdotes e aos levitas, e hoje o próprio crente exerce esse sacerdócio.
    Aos pastores que dirigem as igrejas ou os obreiros e evangelistas que tambem trabalham, creio que devam receber salários como tambem os missionários.
    Talvez o ideal sejam as ofertas em contraposição ao dízimo.

  3. Levino Brandão

    De onde você tirou essa idéia de que plantar dinheiro tambem pode colher mais dinheiros?
    Dízimo e necessidade não tem ligação alguma, isso é invenção de quem quer se aproveitar dos gananciosos.
    O dízimo foi aplicado a Israel em um contexto de Estado Teocrático.
    O Apóstolo Paulo fazia tendas para vender e se sustentar para não ser pesado em despesas para com aqueles crentes.
    Os de hoje querem arrancar até o último centavo para viverem uma vida nababesca.
    Hoje não temos levitas e sacerdotes para sustentarmos, portanto aqueles que vivem do evangelho devem ser remunerados pelas ofertas dos fiéis.

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