Empresas fundadas por cristãos seguem princípios bíblicos e contribuem socialmente, diz jornal

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Empresas fundadas por cristãos nos Estados Unidos que repetem os princípios religiosos de seus donos em suas políticas institucionais ganharam o aval da Justiça. Recentemente, após um extenso processo, a rede de lojas Hobby Lobby teve reconhecido seu direito à liberdade religiosa como qualquer cidadão, podendo assim, instituir sua forma de atuação baseada em princípios cristãos.

No maior país protestante do mundo isso não é algo incomum. Diversas empresas atuam a partir dos princípios religiosos aplicando-os nas mais diversas áreas: desde o relacionamento com funcionários até a execução de música cristã em lojas, ou até a impressão de versículos nas embalagens para consumidores.

Redes de abrangência nacional, como as lojas de fast food In-N-Out Burger e Chick-Fil-A (conhecida por sua postura contrária ao casamento gay), a empresa de logística Covenant Transport, ou as lojas de roupas Forever 21, fazem parte de um grupo de empresas fundadas por cristãos.

O site do jornal New York Times publicou uma matéria sobre o assunto, e questionou se isso significava promoção de fundamentalismo, e se essas empresas tratavam bem seus funcionários. O NY Times constatou, porém, que essas empresas foram fundadas e são geridas por cristãos de postura política conservadora, mas que suas políticas são de contribuição social.


A matéria cita o programa de apoio à doação de casas para famílias carentes da rede Chick-Fil-A, e a política da Hobby Lobby de pagar um salário mínimo de US$ 14,00 para todos os funcionários, o que é o dobro do que empresas de seu ramo pagam normalmente.

Os versículos bíblicos impressos nas embalagens não são exclusividade de uma única empresa, destaca o jornal. Enquanto a rede de lojas Forever 21 imprime João 3:16 no fundo de suas sacolas, o restaurante In-N-Out Burger imprime diversos versículos curtos em diferentes partes de suas embalagens, sejam copos, potes ou pacotes.

A ideia de usar passagens bíblicas partiu do filho do fundador da rede de restaurantes: “Os versículos usados são pequenos porque ele queria expressar sua fé, sem impô-la aos outros”, explicou Carl Van Fleet, um porta-voz da In-N-Out.

O jornal conclui sua matéria citando que apesar dos princípios cristãos causarem certo incômodo em ateus e/ou adeptos de outras religiões, essas empresas não são alvo de denúncias de corrupção e atuam de forma a contribuir socialmente.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

2 COMENTÁRIOS

  1. SE no brasil houvesse pelo menos umas mil empresa assim seria bom por demais, daria um grande exemplo para as demais, e com certeza todos queriam trabalhar nelas, que bom muito bom tomara outros seguissem este exemplo

  2. esta é uma verdade imutavel os cristãos que não removem os marcos antigos, fundamentalistas como dizem os de ma fé, por não adotarem mudanças do mundo, mostram mais uma vez que fazem a diferença e estão fazendo não só por funcionarios pagando mais do dobro das outras…mas ainda dando casas….

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