Militantes de grupo islâmico conhecido por perseguir cristãos conhecem Jesus através de Bíblia em áudio

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O grupo rebelde islâmico conhecido como Boko Haram tem chamado constantemente a atenção da mídia por executar ataques contra cristãos na Nigéria. O último ataque do grupo a ser noticiado vitimou 52 pessoas em uma aldeia no estado de Borno Kawuri. Outros 22 foram em um ataque a uma igreja na aldeia de Waga Chakawa, estado de Adamawa.

Porém, apesar dos riscos e da perseguição, o trabalho de missionários cristãos permanece incessante no país, e conta com iniciativas como a da Missão Mundial (World Mission), que com sua distribuição de Bíblias em áudio já alcançou, inclusive, membros do Boko Haram.

– Na semana passada tivemos um relato de dois militantes do Boko Haram que receberam a Cristo através destas gravações da Bíblia – relatou Greg Kelley, diretor-executivo da organização, ao falar sobre o trabalho missionário na região.

– Eles trazem o mesmo tipo de intensidade ao Evangelho. Um deles disse: “Eu poderia ter morrido por uma causa e eu nem sabia o meu destino, agora eu sou um crente e seguidor de Jesus e estou pronto para morrer pela verdade” – completou Kelley.


Porém, o grupo missionário ainda encontra muitas dificuldades para realizar seu trabalho, sobretudo por atuar em áreas muito próximas aos locais controlados pelo grupo rebelde. Por isso, segundo o Acontecer Cristiano, o ministério está mudando sua sede para um lugar que consideram neutro e mais seguro, para assim poder prosseguir com a distribuição da Bíblia em áudio.

Em um pedido de oração e ajuda, a Missão Mundial informou que já distribuiu mais de 5.000 Bíblias em áudio, a qual chamam “Tesouro”, na região. Porém, explicam que o objetivo é enviar centenas mais, e explicam que para isso precisam, primeiro, mudar a sua sede.

– Agora estamos localizados bem no centro da área controlada pelo Boko Haram. Para mover precisamos de US $ 20.000 – explicam.

Por Dan Martins, para o Gospel+

3 COMENTÁRIOS

  1. Um estuprador merece uma segunda chance? Veja a história desse homem e o que ele fez e deixe o seu comentário!

    A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) detalhou nesta segunda-feira (10) a prisão de Gustavo Santos Bruni, 23 anos. Ele é apontado como autor de pelo menos oito casos de estupro, além de roubos na região do município de Japoatã, em Sergipe.

    De acordo com o delegado João Eduardo Dantas, o suspeito se passava por taxista para fazer vítimas, mulheres com idade entre 17 e 67 anos. Gustavo confessa apenas seis estupros e diz que escolhia as vítimas aleatoriamente.

    “Vou pagar pelo o que devo e sou sair de cabeça erguida igual a um homem. Eu já estava querendo sair dessa vida, estava pedindo a Deus forças para não fazer mais isso. Eu errei e estou me sentindo a pior pessoa do mundo, sou um monstro para a humanidade. É um absurdo, sou um lixo e estou enojado comigo mesmo. Acho que nessa vida todo mundo erra, mas merece uma segunda chance”, afirma Gustavo.

    O delegado diz que em um dos casos o suspeito chegou a obrigar que dois irmãos tivessem relações sexuais, além de ter deixado uma adolescente de 12 anos trancada no carro enquanto obrigava a mãe dela a praticar o ato sob ameaça de ele atear fogo na menina. As vítimas já identificadas são dos municípios de Japoatã, Neópolis, Malhada dos Bois e Pacatuba.

    Gustavo diz que foi abusado sexualmente aos 12 anos de idade quando ele voltava da escola e um homem ofereceu carona para ele. “Ele usou uma faca para me obrigar a ficar quieto enquanto ele me abusava. Nunca contei pra ninguém porque senti muita vergonha”, conta. O suspeito tem três filhos e usava um carro modelo Gol branco sem placa financiado no nome da companheira para praticar os crimes.

    Segundo o sargento Adriano Ferreira, Gustavo foi preso em flagrante na sexta-feira (7) após abusar de três mulheres em um matagal próximo a cidade de Pacatuba. O suspeito também é acusado de um sequestro e possui um mandado de prisão preventiva emitido pela Justiça de Aquidabã por um roubo realizado no ano passado.

    Fonte: G1

      • As pessoas não entendem dayana, confundem perdão com injustiça, o perdão de pecados só pode ser dado a pecadores, agora isto não significa se livrar da justiça, deve ser condenado com toda rigidez da lei que norteia a convivência social e não é religiosa, e que a justiça faça com que ele cumpra integramente sua condenação, o problema é nossa justiça que é morosa, fraca, e ultrapassada.

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