Música gospel e demonstrações de fé dos lutadores evangélicos marcaram o UFC 162

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No último sábado, a edição 162 do Ultimate Fighting Championship (UFC) em Las Vegas contou com lutas de brasileiros evangélicos, que aproveitaram a oportunidade para fazer expressões públicas de fé.

O lutador Edson Barboza, evangélico, venceu o compatriota Rafaello Oliveira e afirmou durante entrevista coletiva que havia sonhado com o êxito: “Ontem [sexta] à noite eu soube que venceria. Tive um sonho de que estava saindo do octógono com a vitória e que o Rafaello estava sentado com gelo na perna. Tenho certeza que foi um sinal de Deus”, afirmou.

Outro evangélico, Charles do Bronx, enfrentou Frankie Edgar e ao entrar no octógono pediu que tocassem a música “O Hino”, de Fernandinho.

Na luta principal da noite, Anderson Silva foi derrotado por Chris Weidman, evangélico, que atribuiu sua vitória a uma providência divina: “Sabia que poderia fazer isso e consegui. Eu me sinto incrível por isso. Imaginei isso acontecendo. Ainda parece muito surreal. A única forma de isso acontecer era por Deus”, disse.


Weidman ainda fez questão de frisar que não considerou as provocações de Anderson Silva durante a luta como desrespeitosas: “Anderson Silva venceu todas as suas lutas pela forma como ele luta, e não vi desrespeito no que ele fez. Sou abençoado por ter quem eu tenho à minha volta”, concluiu.

A postura de Silva no octógono motivou o pastor Mark Driscoll a enviar uma mensagem a ele no Twitter, dizendo que “a soberba precede a ruína”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

1 COMENTÁRIO

  1. Apoio a atitude deles de se declararem evangélicos, pois se o que eles fazem é violência ninguem que seja evangélico poderá mais praticar Judô, Karatê, Jiu-Jitso, ou outro tipo de luta.
    Pois tinha um professor de karatê que também era evangélico e em um certo dia ele acabou quebrando o braço de um adversário, se for assim isso também é violência.
    Prefiro pensar que issoé um esporte onde dois lutadores vão lá para octogono e vão lutar box, Jiu-jitso, Judô, Karatê e etc.
    E para os que não aprovam o tipo de trabalho desses lutadores, duvido que se vinhesse alguem desconhecido e lhe desse um tapa no rosto, com certeza você também revidaria. Só acho!

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