Ação militar na Nigéria mata 150 terroristas do Boko Haram e resgata 36 mulheres e crianças

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Uma ação militar conjunta resultou na morte de 150 jihadistas do grupo terrorista Boko Haram, informou o governo da Nigéria.

A ação contou com contingente do Exército nigeriano, patrulheiros e caçadores do estado de Adamawa, no nordeste do país.

O confronto aconteceu na última semana, e além da apreensão de armas e outros equipamentos, foram resgatadas 36 mulheres e crianças que eram mantidas em cativeiro, segundo informações do jornal The Punch.

“Recuperamos quatro fuzis AK-47, sete granadas, seis artefatos explosivos caseiros e 15 revólveres”, revelou o porta-voz do grupo de combatentes civis, Bukar Jimeta.


A mobilização foi organizada e executada após o governo reunir informações de inteligência que apontavam para mais um ataque terrorista na região. Dessa forma, os militares e os voluntários agiram preventivamente.

Young Morris, chefe do grupo de caçadores, também comemorou o sucesso da operação, que permitiu a recuperação de 155 cabeças de gado que haviam sido roubadas pelos terroristas. Os animais foram levados à base do Exército em Magadali, de acordo com informações do site da revista Veja.

As ações contra o Boko Haram foram intensificadas pelo novo presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, um muçulmano, eleito para o cargo no primeiro semestre de 2015. Ele estabeleceu o mês de dezembro desse ano para que o grupo extremista seja desmantelado, e vem contando com apoio militar e de inteligência dos Estados Unidos.

Estimativas das autoridades nigerianas apontam para mais de 17 mil mortes pelas mãos do Boko Haram, desde sua ascensão, em 2009, com a proposta de formar um califado no país e exterminar os cristãos, que são maioria da população.


6 COMENTÁRIOS

      • clamando

        Infelizmente, com esses fanáticos não adianta dialogar.
        Eles precisam ser derrotados pela força.
        E aqui os incomPTentes falam em “conversar” com eles.
        E se formos analisar rigorosamente, esses terroristas também estão sendo enganados, pois fazem o que fazem pelas promessas de paraíso para os que matarem infiéis, especialmente judeus e cristãos.
        Não há recompensa alguma de Deus para os que destroem e matam.
        Eles fazem isso porque acham que vão ganhar um palácio com 20000 servos e 72 moças eternamente virgens de busto volumoso.
        Considerando que esses países muçulmanos são pobres, quem não troca uma vida de fome e privação por uma eternidade vivendo como um rei?
        Eles agem hoje como os israelitas do início da Bíblia, com um Deus tribal, deus de um só povo, que recompensa os que matam (supostamente) a mando dele.

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