Pastores dos EUA trabalham com Uber evangelizando os passageiros

Nos Estados Unidos, para alguns pastores e líderes de igrejas o UBER não tem sido apenas uma oportunidade de complementar a renda, mas também de evangelizar e obter grandes aprendizados

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O evangelismo deve ser uma prática comum para qualquer cristão, especialmente quando fora da igreja, como no trabalho, por exemplo. Esse é o caso de alguns pastores e líderes religiosos dos Estados Unidos, que precisando complementar a renda, viram no UBER não só uma oportunidade de negócio, mas também de evangelizar os passageiros.

A informação é do site de notícias norte-americano PE NEWS, que em sua publicação relata alguns casos de líderes que optaram pelo UBER, como o de Rhoda Nazanin, que após deixar o cargo de assistente do Ministério de Jovens do Condado de Orange, na AG SoCal Network, foi para uma igreja localizada na Califórnia, onde se tornou diretora de mídia.

Outro exemplo é o de Joe Pierce, que estuda mestrado em teologia em uma universidade localizada no sudoeste da Virgínia, em Richmond, e John Ware, pastor em Lifehouse Virginia Beach. Em todos os casos, eles viram no UBER uma chance de complementar suas rendas, mas também de evangelizar:

“Eu tive oportunidades de prestar serviço para cristãos e nós tivemos grandes conversas, nos incentivando, falei sobre a minha vida. Eu tive oportunidades de ouvir as pessoas”, disse Nazanin.


Divulgação

Para Joe Pierce, grande parte da oportunidade aparece quando os clientes perguntam o que ele faz além de trabalhar com o UBER“Posso oferecer passeios e conversar com as pessoas. Elas acabam me perguntando o que eu faço e a conversa acaba me levando ao ministério, então consigo compartilhar minha fé com as pessoas”. Ainda para Joe, o fato de nunca saber quais passageiros irá transportar, lhe desafia a estar aberto a ouvir pessoas diferentes, o que termina lhe rendendo um grande aprendizado.

Finalmente, o exemplo desses pastores retrata muito bem o contexto social da época em que vivem, de grandes desafios econômicos e culturais, onde os cristãos, mesmo os líderes, muitas vezes precisam recorrer a outras atividades para dar suporte a suas famílias, estudos ou projetos pessoais, a exemplo do UBER. Em todo caso, eles não desistem de exercer a vocação e fazem de cada oportunidade um meio de anunciar que Jesus Cristo é o Senhor.

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