Pesquisa revela que 20% das gestações terminam em aborto; Mulheres solteiras são maioria de casos

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Um novo estudo realizado a partir de informações relativas ao ano de 2011 descobriu que aproximadamente 20% das gestações são abortadas nos Estados Unidos.

O Centro de Controle de Doenças (CDC) revelou que para cada mil bebês nascidos no país, 200 bebês são abortados. Somente em 2011, o número de mulheres que realizaram abortos superou a marca de 730 mil.

Deste total, 333,9 mil abortos foram financiados pela entidade Planned Parenthood, que atua na defesa do direito das mulheres que desejam interromper suas gestações.

Segundo informações do site  Christian Headlines, a ampla maioria das mulheres que se submeteu ao procedimento de aborto no período não eram casadas.


“Entre as 37 áreas que relatadas por estado civil de 2011, 14,5% de todas as mulheres que realizaram um aborto eram casadas ​​e 85,5% eram solteiras. A proporção de aborto foi de 43 abortos por mil nascidos vivos para mulheres casadas e 373 abortos por mil nascidos vivos para mulheres solteiras”, disse o relatório do CDC.

Os pesquisadores também descobriram que as mulheres na faixa dos 20 anos tinham maior probabilidade de se submeter a um aborto. “Em 2011 e durante todo o período de análise, as mulheres na faixa dos 20 anos foram as responsáveis pela maioria dos abortos, e essa faixa etária teve as mais altas taxas de aborto. As mulheres na faixa dos 30 anos ou mais representaram uma porcentagem muito menor de abortos e tiveram as taxas de aborto mais baixas”, informou o documento.

Outro importante dado foi divulgado pelo CDC: meninas adolescentes representaram uma parcela significativa dos abortos realizados. “Em 2011, as adolescentes com idades entre 15 a 19 anos foram responsável por 13,5% de todos os abortos”, diz o relatório, que acrescenta: “As taxas foram de 10,5 abortos a cada mil adolescentes de 15 a 19 anos de idade grávidas”.


4 COMENTÁRIOS

    • Quem é que não desobedece?

      O certo é assistir esse próximo, não deixá-lo cair em situações mais embaraçosas como ocorreu aqui no Brasil, onde recentemente, por ser um tema que o estado não se aprofunda, gerou a morte da abortante em vista do olvidamento de pessoa em estado estremo, qual seja, mulher que não quer ter o filho.

      Sequer permitimos que ela converse, aí como vamos ajudar a deixar essa ideia? Se não desiste, então que se faça o procedimento, pois mais vale a alma dessa mulher, pois o pecado a conduz para o inferno, a do bebê, que retorna incólume para os braços de Deus.

      • entendo o que você disse, é interessante, é de se pensar, pois lembrei o lance do Rei Davi em adultério com Beteseba, pois a criança que tiveram morreu muito provavelmente por consequência do seu pecado de adultério com ela.

        Não era o que Deus queria, mas infelizmente o pecado e a desobediência traz consequências duras cedo ou tarde, e infelizmente muitos filhos as vezes pagam pelos erros dos pais. Davi era um homem de Deus, mas errou, como você disse: Quem não desobedece? Mas veja qual o resultado na família de Davi, quantos problemas por causa de seus erros e por não seguir os conselhos de Deus.

        Se houvesse obediência a Deus, o mundo seria muito melhor, pois Aquele que criou o mundo e o ser humano sabe, na sua infinita sabedoria, qual é a melhor maneira de se viver na terra. Mas o ser humano se julga muito sábio e inteligente, e preferem sua própria sabedoria do que a de Deus, sempre foi assim, e o resultado é isso que vemos agora.

        • Eduardo,

          Não estou justificando o pecado, mas Cristo descende em sua linha hereditária de um ato de adultério, pois Salomão é filho da mulher do capitão morto na guerra, aquela que se banhava meio que publicamente, tanto é que o rei da sacada de sua residência a percebeu.

          O homem na sua essência é pecador, mas também é julgador, hipócrita e que quando o pecado é na casa do vizinho, logo ele está pronto para ser o carrasco, não agindo com compreensão, com amor, o que Cristo fez e nos ensinou.

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