Política

Política e Religião devem/podem se unir? Em entrevista, especialista comenta

Comments (28)
  1. Carlos Roberto disse:

    ATLÂNTIDA CINEMATOGRÁFICA APRESENTA

    OS “JECA TATU” EVANGÉLICOS

    SINOPSE DO FILME

    Jeca Tatu é um personagem criado por Monteiro Lobato em sua obra Urupês, que contém histórias baseadas no trabalhador rural paulista. Simboliza a situação do CABOCLO BRASILEIRO, abandonado pelos poderes públicos às doenças seu atraso e à indigência. “Jeca Tatu não é assim, ele está assim”. A frase de Monteiro Lobato, sobre um dos seus mais populares personagens, refere sua obra para além das estórias infantis e incomoda a elite intelectual da época, acostumada a uma visão romântica do homem do campo. Jeca Tatu, um caipira de barba rala e calcanhares rachados – porque não gostava de usar sapatos – era pobre, ignorante e avesso aos hábitos de higiene urbanos. Morava na região do Vale do Paraíba – SP, distinta por seu atraso.

    O tema versa sobre disputa política. O Jeca mora na fazenda do Coronel Felinto junto com sua família e outros colonos. Como se aproximam as eleições, os coronéis da região disputam a simpatia do Jeca que é UM LÍDER entre os colonos.

    Nos dias atuais, com a aproximação das eleições no Brasil, a disputa entre os CORONEIS EVANGÉLICOS pelos Jecas Tatus nas igrejas é algo vergonhoso. A guerra declarada pela Presidência da Republica é intensa entre os chefões denominacionais e inclui até uma MISSIONÁRIA – hic!!! As vagas para o Senado estão sendo disputadas a unhas e dentes pelos líderes das mais variadas denominações evangélicas, cada um com uma proposta eleitoral mais estapafúrdia que a outra. É cada plataforma política que mais parece plataforma de petróleo, as molecagens se multiplicam nos currais – leia-se igrejas – eleitorais dos candidatos. Tem sócio sendo obrigado a declarar seu amor pelo seu líder senão é expulso da fraternidade…

    Um exemplo do arranca-rabo é a disputa para o Senado no Rio de Janeiro onde é briga de cachorro grande e se dá entre os coronéis, Manoel Ferreira – Pastor da Assembléia de Deus – e Marcelo Crivella – Bispo da UNIVERSAL – IURD. Mas é o coronel Edir Macedo, conhecido por seu poder de persuasão e pelo seu marketing religioso, quem faz a campanha eleitoral para o coronel Marcelo Crivella, um senhor de aparência frágil e mais velho.

    Em nome de proteção, Edir Macedo arma uma esperta estratégia de campanha, onde afirma que a plataforma política de seu candidato é a defesa do homem dos morros do Rio. Para poder conseguir atingir este objetivo faz uma visita ao Jeca Tatu enfatizando que eles não conhecem a psicologia do homem do morro carioca e solicita sua ajuda. No entanto, Jeca Tatu não quer trair a confiança do coronel Manoel Ferreira, dono do barraco onde mora. O Jeca já conhecia o tal coronel Macedo de outras paradas, ele já havia tentado instalar uma de suas volantes no morro, uma IURD, mas não teve sucesso.

    Para atrair eleitores, Edir Macedo organiza um “Show Bostel”, isto mesmo, na cidade e convida Jeca Tatu e os sócios da UNIVERSAL – IURD. O Jeca comparece com seus amigos e carrega à frente uma placa onde está escrito, de um lado, “Viva o coronel Manoel Ferreira!”, e do outro, “Viva o coronel Marcelo Crivella!” Assim, vai virando a placa conforme a necessidade.

    Percebendo a resistência do Jeca Tatu, Edir Macedo pede a seu filho Moisés que veio ao Rio de Janeiro para namorar e noivar a filha do Jeca, moça bonita. Era apenas mais um dos golpes do coronel Macedo…

    No grande “Show Bostel”, os políticos com muita perspicácia, envolvem Jeca Tatu em um SHOWMÍCIO EVANGÉLICO e tramam um jogo de palavras onde o levam a declarar em voz alta que está ao lado deles, que apóia o coronel Marcelo Crivella. O jogo de palavras é feito com muita graça e inteligência. Não vote no Manué, pois ele não é coroné… Ele é caboclo isperto, só gosta de muié…

    Após conseguirem demonstrar aos presentes que têm o Jeca Tatu ao seu lado, o filho do coronel Edir Macedo, o tal Moisés, pede a noiva em casamento. E após o consentimento do caipira o noivo faz um discurso afirmando que o coronel Marcelo Crivella “é o único homem capaz de trabalhar pela nossa santa igreja, UNIVERSAL – IURD. E essa união vêm consolidar os nossos laços, os nossos ideais e a nossa vitória final”.

    O Jeca Tatu foi envolvido pela astúcia dos políticos, mas os amigos perceberam que todos entraram em confronto com o coronel Manoel Ferreira.

    O Coronel Manoel Ferreira fica furioso com a parceria de seu empregado com seu inimigo político e ameaça expulsá-los do morro carioca se o outro lado vencer. Sua esposa, uma portuguesa de nome Manuela tem um plano de raptar o filho do Jeca e impedir o casório. Isto para manter Jeca e seus amigos do seu lado. E assim o fez. O menino Toninho é raptado.

    Jeca e sua mulher vão à casa do Manoel Ferreira e em meio a uma discussão o caipira diz: “Isso é verdade. Num é porque o sinhô tem dinheiro que vai fazê o que quer de nóis, não!” Ao que o Manoel Ferreira responde: Cantaralaixarelexoala, Cantarakasalmaimxarelexo, Laikaalabala, Laibacantaraala,
    Lanuratsharaias, Sucantaraiareandoxarelexo, Nebalaalabânshobasalmaimcantaraia, Sucostishobakai,
    Cantaralaixarelexoala, Cantarakasalmaimxarelexo, Laikaalabala, Shamaracantaraxarelexosalmaimca, Rainebalarereando, Nuratkaiakaalabânshoba, Recantarakaishamarareando, Riandaraishucantaraia, Alariandanuratraire, Reandocostixarelexoraishamara, Laibacantaraala, “MAIS UMA RAZÃO PARA VOCÊS TRABALHAREM PELA MINHA VITÓRIA. DEPOIS DAS ELEIÇÕES VOCÊ VOLTA A VÊ SEU FILHO DE NOVO”.

    As eleições ocorrem num clima de suborno, coisa que os cornéis estavam acostumados. Os cabos eleitorais de ambos partidos compram eleitores com doação de cestas básicas, janelas para barracos, dentaduras, consultas com sensitivas, e tudo mais. O coronel Marcelo Crivella ganha as eleições com 579 votos, o seu arsenal de brindes era maior e mais convinvente e seu rival fica com 575 votos.

    Enraivecido com a derrota o coronel Manoel Ferreira expulsa todos os trabalhadores de suas casas. O coronel Marcelo Crivella não devolve o filho de Jeca, que pensa que a criança foi comida por uma onça, mas o menino consegue fugir e procura seu pai.

    Jeca e os outros colonos vão em caravana pela estrada para a mansão do coronel Edir Macedo, pois pensa que sua filha será a nora do tal coronel.

    Ao chegar à mansão, é mal recebido por Edir Macedo que diz que não haverá mais casamento porque seu filho Moisés havia voltado para São Paulo. Manda Jeca e todos os empregados embora.

    Mas o coronel Marcelo Crivella, o novo Senador, observa toda a injustiça e se coloca contra o seu articulador político. Mostra-lhe o erro que está cometendo com o povo que o elegeu. Faz o coronel Edir Macedo calar a boca senão vai executar a sua mansão, deixando-o na miséria.

    Arruma emprego para todos em sua mansão e sai junto com o povo pela estrada. O filho do Jeca encontra o pai e a filha acerta casamento com o antigo namorado.

    O filme acaba com todo pessoal andando com os pés no chão carregando suas coisas no ombro rumo ao outro serviço que, ao que parece, será mais humano já que trabalhar para os coronéis não era nada fácil.

    Depois da vitória o coronel Marcelo Crivella orou: “Ó mamon como preciso de você. Se você está comigo sinto-me seguro, mas se vai embora fico angustiado. Contigo fico alegre, sem você perco o humor. Se está comigo sei que tenho valor, mas se você não está não tenho importância alguma. Por você faço qualquer coisa, qualquer sacrifício qualquer renúncia. Você é a minha realização e recompensa. Não me deixe fora dos palácio de Brasília senão eu morro… Amém”.

    Até o lançamento em rede nacional nas urnas das eleições de outubro de 2010…

    Carlos Roberto Martins de Souza

  2. Lucas disse:

    Há de se considerar duas coisas sobre este assunto.

    Primeiro: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho…” Gal 4:4.
    Segundo: No período interbíblico, 400 anos foi o tempo em que não se ouviu a voz de Deus em Israel.

    Sobre o plenitude dos tempos entendo que Deus escolheu o dia e a hora certa dentro da história para enviar seu Filho para cumprir a obra redentora. O que acontecesse neste momento importantíssimo da história deveria ser imitado por todo o tempo vindouro, talvez com alguma adaptação da época porém sem perder a essência do tempo original chamado plenitude, jamais. Senão descaracteriza o jeito da Igreja a qual Jesus instituiu. Frases como: “Meu reino não é deste mundo”, “Dê a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus”, “Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra.” dá a entender que a igreja de Jesus e o mundo com sua organização política e econômica são duas coisas opostas, água e óleo.

    A história da igreja católica está aí para qualquer um ver. Nada se decidia em grande parte do mundo se não tivesse a anuência do Papa, o que represantava a tentativa da junção reino do mundo com o Reino de Deus. Exemplo falido, é claro.

    Sobre o silêncio de Deus em Israel pode ser visto que as alianças dos Judeus com os conquistadores, Ptolomeus, Seleucidas, Macabeus e Roma deu resultados negativos à fé dada por Deus e transmitida pelos profetas. Daí surgiram os principais distorções religiosas em que Jesus teve toda dificuldade de conviver. Farizeus e Saduceus. Aos quais Jesus os chamavam de hipócristas. Dava pesada carga para o povo carregar e não tocam nela nem com o dedo.

    Hoje parece que estamos fora do contexto plenitude do tempo, sem os exemplos deixados pelo Senhor Jesus e pela Igreja Primitiva.

    A aliança dos Pastores (não digo Igreja porque ela nem sabe o que se passa nos bastidores) com políticos não são bem vindas porque, historica e biblicamente, não tem sustentação.

    Paulo instrui a Timóteo dizendo: “2 Timóteo
    2:15 Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.”

    Na política há divisão, mentira e muita coisa fora da realidade do Reino de Deus. Lugar pra qualquer um se meter, menos Pastor ou obreiro.

    Qual é a finalidade de pastores representantes estaduais e nacionais de denominações juntar caravanas em ginásio de esportes de várias cidades para apresentar apoio a políticos onde nem é lida a Palavra de Deus, como vem acontecendo? Até onde sei, a grande maioria do povo nem sabe que esta indo lá como mercadoria, como moeda de troca. Os ditos pastores mostram o poder de manobra das massas pobres e incultas, que vão até com uniforme, e servem aos interesses dos poderes eclesiásticos em comum com os políticos partidários.

    A Igreja deveria ser preparada para edificar, ser testemunho e ousadamente pregar a Palavra de Deus, mas…

    É de doer um caso desses. Com certeza Deus intervirá como fez na plenitude dos tempos. Mandará seu Filho pela segunda vêz, só que agora nas núvens.

  3. Gumetal disse:

    POLITICA E RELIGIÃO DEVEM SE UNIR,mais elas sempre andaram juntas,por isso tanto uma quanta a outra e podre,evangelho,servo de DEUS,homem temente a Deus,se desvia de politica,pois sabe que la e uma agua podre que corre sem limites,a bancada evangélica no congresso e tão corrupta,quanto os que nenhuma religião possuem,ou que possuem,UNIVER$$AL DECLARA APOIO AO IMPIO,Lindo isso ,e a chamada igreja,se é que podemos chamar de igreja isso,se associando ao manjares,e idolos do mundo moderno,nao concordo e nunca concordarei cristãos em politica,quem realmente teme a DEUS,sabe que nao tem como fazer parte de uma mesa tao sujo e corrupta,podre como a politica brasileira,QUEM SERA O PRESIDENTE DO BRASIL???AQUELE QUE OS ILLUMINATIS ESCOLHEREM,SERA A DILMA,OU SERRA??ESSA MARIONETE QUE VAI ENTRAR NO CONGRESSO E COMANDADA PELOS ILLUMINATIS,ANTES QUE O SR FALASTRÃO,INVENTE UM MONTE DE BABOSEIRAS A MEU RESPEITO,PROCURE SABER E LER MAIS CARO AMIGO,ANTES DE ME ATACAR,VC VERA QUE ESTA CERTO OQ EU ESTOU COMENTANDO.

  4. FRANK disse:

    Não vejo problema em apoiar ímpio, desde que suas propostas e experiência sejam boas.Para construir um prédio você contrata um ENGENHEIRO ÍMPIO ou um pastor ? Lembram da máfia dos pastores deputados na quadrilha de brasília ? o que adiantou votar só olhando religião, além do casal garotinho,etc,etc.

  5. Carlos Roberto disse:

    MARCHA SOLDADO, CABEÇA DE VENTO!!!

    Esqueci de uma coisinha, pelo que vi nas outras “MARCHINHAS”, pela festança e pela “SANTA BAGUNÇA”, ou melhor, “BADERNA”, as marchas como está, será “MARCHA PARA O GENÉRICO”, isto mesmo. Criaram um Gizuiz genérico que compactua com todas estas aberrações, deram a ele uma roupagem de evangélico, pintaram nele um modernismo e colocaram sobre seus ombros a cruz do diabólico MOVIMENTO GOSPEL, obrigando o GENÉRICO a arcar com as conseqüências. Tudo exatamente como fizeram lá no passado quando a multidão o levou para o alto daquele monte, e lá, o crucificaram.

    A cabeça de vento dos pseudo-evangélicos, “SOLDADOS DE ESPERTALHÕES” é algo impressionante, eles são facilmente manipulados e levados de um lado para o outro como ovelhas sem pastor e não se dão conta disto. Pela pobreza espiritual não percebem que estão sendo usados como massa de manobras e como instrumento de propaganda para segmentos religiosos duvidosos. Por falta de discernimento não conseguem enxergar que estão sendo manipulados como fonte de renda para os mercenários, homens se escrúpulos que criaram um Jesus Genérico para atender às suas necessidades.

    A miserabilidade religiosa é latente, ela é tão evidente que os evangélicos precisam inventar maneiras e formas alternativas para manterem os crentes plugados nas igrejas, mesmo que os vírus do pecado continuem contaminando a alma e o coração deles. É incrível ver como os “CRENTINOS MUNDERNOS” se entregam a engodos religiosos e a distorções doutrinárias, é inadmissível ver como são manipulados sem que tenham coragem para reagir. Esta história macabra de “MARCHA PARA JESUS” – para mim GENÉSIO – nada mais é do que uma forma de fazer propaganda de denominações ou entidades rotuladas de evangélica, mas que por trás delas existem interesses para á de suspeitos. Que o digo tal Bispo Hernandez e os seus dólares escondidos na Bíblia…

    O povo de Israel marchou pelo deserto por quarenta anos, Q U A R E N T A… Nem assim eles conseguiram entrar na terra prometida. Imagino a surpresa que será no juízo final para esta gente ao ouvir: “Não vos conheço…”. É menos sacrificante uma “MARCHA PARA JESUS” do que “MARCHAR COM JESUS”. Hoje, para vergonha nossa, poucos são os que cumprem à risca o que diz as Escrituras. Poucos estão dispostos a passar pelas mesmas situações que Paulo passou: “ATÉ A PRESENTE HORA SOFREMOS FOME, E ESTAMOS NUS, E RECEBEMOS BOFETADAS, E NÃO TEMOS POUSADA CERTA. E NOS AFLIGIMOS, TRABALHANDO COM NOSSAS PRÓPRIAS MÃOS, SOMO INJURIADOS, E BENDIZEMOS, SOMOS PERSEGUIDOS, E SOFREMOS. SOMOS BLASFEMADOS, E ROGAMOS. ATÉ O PRESENTE MOMENTO TEMOS CHEGADO A SER COMO LIXO DESTE MUNDO, E COMO ESCÓRIA” – I Coríntios 4:11 a 13. Ninguém quer saber de passar por dificuldades, seja de que forma for, por causa do Evangelho, aliás, a onda é viver a “PROSPERIDADE, aqui e agora, exigindo de Deus, determinando e sugando do povão o que for preciso para se sustentarem.

    Este negócio de “MARCHA PARA JESUS”, porque não passa de um mega negócio, é mais uma mostra da esperteza e da sutilidade dos “ANIMADORES DE AUDITÓRIO” para mostrarem para a população a que Jesus eles servem, o “GENÉRICO”, aquele que vive de festinhas regadas a muito barulho, a muitos Trios Elétricos, onde o “SAGRADO” e o “PROFANO” andam literalmente de mãos dadas, no ritmo frenético do inferno. Isto sem contar que será, neste ano, mais um palanque eleitoral onde não vão faltar discursos inflamados na defesa dos candidatos ligados aos segmentos religiosos que apóiam esta baderna. Vai ser sim um verdadeiro “EVANGELHOMICIO”, um show de verborréias de entupir qualquer sanitário. Serão “ALHOS” e “BUGALHOS” fazendo a festa do povão em nome do “GENÉSIO”.

    Mas como os “CRENTINOS MUNDERNOS” são movidos a festança, não é de se admirar que apareçam os defensores do DESFILE MILATAR RELIGIOSO, com certeza haverá pelotões de todas as tribos e de todos os “QUARTÉIS”, cada um com um grito de guerra. Lógico, não vão faltar

    Este ano vamos ver ainda as “VUVUZELAS”, as entidades rotuladas de igreja que só fazem barulho, mas que não prestam para mais nada. Ir a uma das reuniões destas oficinas do barulho requer protetores auriculares, e dos bons, senão os estragos para o sistema auditivo serão grandes. Tem “VUVUZELAS” sobrando, elas dão um show nas que freqüentam os estádios da África.

    Voltando à “MARCHA PARA GENÉSIO”, é vergonhoso ver como ainda aparecem pessoas para defenderem tais práticas. A pobreza espiritual é algo lamentável, a falta de discernimento causa inveja ao inferno. Então!!! Atenção… Pelotão!!! Ordinário!!! Marchem… Senão os “GENÉSIOS”, Bispos, Missionários, Pastores e Apóstolos vão ficar pê da vida com vocês… Não se esqueçam do “GRITO DE GUERRA”: “Se o GENÉSIO é por nós, quem será contra?

    Marchem…

    Carlos Roberto Martins de Souza

  6. André disse:

    A política sempre esteve presente na Bíblia, tanto a favor, ou contra o povo de Deus…o que não pode haver é política, com corrupção…

  7. Missionária Delair disse:

    A questão é que os homens de Deus que foram políticos, a exemplo, José que foi governador do Egito, nunca negaram o seu Deus! Tinham intimidade com Deus e Deus os honrava. Outro exemplo: Daniel.

    Hoje em dia, muitos políticos adoram diversos deuses ou são céticos. Muitos até se dizem cristãos e não o são, pois negam a Deus com suas obras corruptas.

    Na Bíblia está claro que haviam reis, governadores, juízes…

    A corrupção humana está no seu nível máximo ou chegando lá.

    Mas ainda existe um povo humilde, crente fiel, que crê na simplicidade do Evangelho de Jesus Cristo, que GANHA ALAMAS PARA O REINO que nos está preparado, que SAI DO DISCURSO E VAI PRA CEARA mais próxima de sua casa ou bairro , que vê milagre acontecer, que vê os demônios caírem por terra na hora de uma oração e que Deus permite governar empresas, escolas, indústrias, lojas, seja o que for, até mesmo outros setores da sociedade.

    Nesse sentido, porém, política e religião hoje em dia se torna difícil de andarem juntas devido ao histórico de maus testemunhos de muitos que já passaram pelo escalão do governo.

    É triste mas é o que vemos!

    Que a simplicidade do Evangelho de Cristo faça a diferença nas nossas vidas afim de que nosso caráter seja restaurado a cada dia.

    A Paz!!!!

  8. fabia nunes disse:

    CARLOS ROBERTO E GUMETAL PARABÉNS VOCES SÃO LÚCIDOS

  9. Carlos Roberto disse:

    PRECISAMOS DE “JOSÉ” NÃO DE ZÉ OU DE MANÉ

    MISSIONÁRIA DELAIR,

    Responda rápido e sem gaguejar: A quem Paulo recomendou expressamente e incisivamente que deveríamos imitar? O povo evangélico carece de aulas de interpretação de texto, o que tem de ZÉ e MANÉ tentando se passar por “JOSÉ” é algo absurdo, coisa de dar nó em fumaça ou em tornado. Senão vejamos. Qualquer um, por pior que seja o seu exemplo de vida como cristão e como cidadão, nestes momentos que antecedem uma campanha política vem logo com a desculpa esfarrapada de que precisamos de “JOSÉ” para salvar o Brasil das imoralidades e da corrupção, com isto o que tem de ZÉ e de MANÉ fazendo besteiras e cometendo toda a sorte de crimes contra o cristianismo e contra a nação é um absurdo. Onde tem corrupção tem um “ZÉ” qualquer metido no meio, lógico, ostentando da forma como bem lhes interessa os predicativos e as qualidades do nosso José do Egito. Brasília e os seus quadrilheiros evangélicos do dinheiro nas cuecas e nas meias que o digam…

    Uma das expressões do apóstolo Paulo que sempre me incomodaram foi sua afirmação enfática e repetida: “Sede meus imitadores como eu sou de Cristo” – I Coríntios 1:11. Porque será que Paulo fez esta declaração tão intrigante e tão profunda? Porque ele não recomendou que alguém naquele tempo fosse um imitador do seu antecessor José do Egito?

    Sempre que vejo os espertalhões justificarem a participação de evangélicos na política usando o exemplo de José do Egito ou outro nome do Velho Testamento me vem à mente esta indagação. Sempre tive dificuldade para afirmar isto. Na verdade, acho muito presunçoso, talvez até mesmo arrogante, alguém fazer tal declaração, é preciso muita convicção e muita segurança. Mas Paulo a fez, no entanto poucos hoje podem afirmar com absoluta convicção que levam a sério tal recomendação.

    Aceitá-la da boca de Paulo não me parece tão difícil. Afinal, ele foi um Apóstolo, ouviu a voz do Senhor, suas cartas foram inspiradas e estão inseridas no Texto Sagrado, viveu como poucos uma vida de intensa consagração, serviço e dedicação a Cristo, comprometeu-se até a morte com o Reino de Deus. Uma pessoa com as credenciais de Paulo poderia afirmar com certa segurança: “Sede meus imitadores, como eu sou de Cristo”. Mas como alguém, com minhas credenciais consegue fazer tal afirmação? Porque não imitá-lo subestimando-o e trocando-o por José?

    Mas voltando ao âmago da questão. Porque será que os defensores do envolvimento de religiosos com a política só se lembram de José do Egito? Óbvio!!! É fácil imitar José, ele teve sua participação na história do povo de Israel destacada por sua atuação em um Palácio. Claro, fazia parte dos planos eternos de Deus colocá-lo lá para que a obra de Deus na vida daquele povo fosse revelada. José não pagou com sangue o preço de nada, ele não precisou de muito, apenas revelou ao Rei os seus talentos dados por Deus e com isto conquistou a confiança daquele Monarca. José foi vendido pelos irmãos, hoje são os “JOSÉS” modernos estão vendendo os irmãos, a moral, a ética a religião e o cristianismo a troco de um lugar ao sol. O que tem de “JOSÉ” de olho nos palácios da vida moderna é brincadeira, todos usando a desculpar esfarrapada e estapafúrdia de se espelharem em José do Egito. O sujeito se vende literalmente por qualquer coisa e ainda tem o descaramento de dizer que é servo de Deus…

    O curioso nesta história macabra é que ninguém que esteja correndo atrás de um cargo na vida política de nosso Brasil se dispões a viver como José do Egito, USAM O NOME DELE, mas preferem viver como Judas, traindo princípios e valores inerentes á vida de uma pessoa salva por Cristo. Os “JOSÉ” modernos olham apenas para a parte palaciana, para as mordomias e as regalias. José do Egito saiu da prisão para reinar, os “JOSÈS” modernos saem dos seus reinados para as prisões. São viciados em corrupção e se alimentam dela dia e noite com a maior cara de pau do mundo.

    José é um modelo? Sim, não há como negar, mas precisamos levar a Bíblia a sério, foi nela que Paulo, com toda a propriedade do mundo recomendou para que o imitássemos, pois ele imitava a Cristo na sua conduta. Ele nunca correu atrás de partidos ou de poderosos de sua época, ele os combateu usando as Escrituras. Porque imitar José? O P O R T U N I S M O!!! Nada mais… Se tivermos que levar uma vida como Paulo, lógico que teremos que carregar no corpo as marcas e as pisaduras causadas pela defesa de nossa fé. Lamentavelmente as marcas que estes que querem concorrer a um cargo político carregam são as da corrupção, as do engano, as das mentiras, as das promessas incumpríveis, as da trapaça e tudo mais que envolve o lamaçal da política. As marcas de Cristo não fazem parte da vida desta gente, elas são apaixonadas… Lógico, não por almas, mas por posição social, por prosperidade, por regalias e por todo o tipo de coisas erradas inerente a quem vive neste meio.

    Mas José do Egito viveu em palácios, isto é o sonho de todo crente, afinal morar num palácio pago com o dinheiro publico não é para qualquer um. É ”BENÇÃO” para pouquíssimas… Coisa de Deus… Ninguém quer se lembrar de que o Filho de Deus não teve sequer onde recostar a cabeça, lembram-se de José… José do Egito disse a seus irmãos que não estava no lugar de Deus: “…Não temais, porque porventura estou eu no lugar de Deus?” – Gêneses 50:19. Hoje os pseudo-evangélicos vão para a política e se fazem “DEUSES”, são os poderosos que podem fazer e acontecer, prometem mundos e fundos, determinam, ordenam e fazem de Deus um serviçal a serviço de seus mandatos.

    A HIPOCRISIA é generalizada, o oportunismo reinante é vergonhoso e cruel, pois ele torna os crentes vulneráveis ás artimanhas e a jogadas políticas movidas por interesses humanos, interesses que massacram o Evangelho e aviltam o cristianismo. É triste ver como tem gente acreditando nestes mercenários que usam seus títulos roubados de Bispos, Missionários, Apóstolos e Pastores para subirem nos degraus da imoralidade política.

    Lamentavelmente chegamos a esta encruzilhada porque a NOIVA perdeu o NOIVO DE VISTA, envolveu-se tanto com as mazelas desta vida e deste mundo que agora confunde-se com ele, vive sob os padrões ditados por ele e é subserviente a ele. A igreja de Cristo ficou na história, hoje prevalecem as denominações e as igrejas de homens inescrupulosos, pessoas que visam unicamente fortalecer os seus impérios. O NOIVO, por sua vez, acuado, espera que algum fato novo aconteça, que haja mudança nos rumos e que alguém “SÓBRIO” possa reverter este quadro terrível por que passa a sua igreja. Sóbrio, pois os crentes hoje se embriagam facilmente com qualquer porcaria destiladas alambiques do inferno, são viciados em bebida alucinógenas e não abrem mão de experimentar as novidades.

    Sabemos que a vida não existe em si mesma, como uma realidade auto-suficiente, auto-criadora. Fomos criados, gerados. Temos desejos e ansiedades, gostos e vontades, e tudo isso expressa nossa natureza, reflete aquilo que somos. São nossos desejos que nos impulsionam, determinam escolhas, riscos e rumos. A vida é o reflexo de tudo isso, somos um espelho daquilo que desejamos. O Apóstolo Paulo, ao falar da imitação de Cristo, assume a natureza da imagem de Deus na qual fomos criados. É a partir desta doutrina que ele afirma sua identidade e reage aos riscos da subserviência do homem ao mundo. Ele fez o que ninguém hoje tem coragem de fazer, negar-se a si mesmo…

    Paulo, em sua carta aos Romanos, descreve com clareza alarmante o estado deplorável dos homens que trocaram a glória de Deus e passaram a buscar nas coisas deste mundo a satisfação de seus desejos. Esses homens, diz Paulo, perderam o juízo, a sanidade, tornaram-se loucos, insensatos, desumanos, depravados e perversos.

    Ao dizer “sede meus imitadores…”, Paulo expõe sua vida, torna sua fé uma expressão pessoal e comunitária. Ele convida a Igreja a olhar para as transformações que o Evangelho fez em sua vida. Ele não é ó tipo de pensador que esconde a dinâmica da vida, ou do teólogo que se esconde atrás da academia. A mente, para Paulo, não é um substituto para a vida. Ele se oferece como uma carta viva, um exemplo real. Ao afirmar “sede meus imitadores…”, Paulo rompe com qualquer forma de relação com as coisas deste mundo.

    Não havia nenhuma arrogância em suas palavras, nenhuma prepotência, apenas a certeza de que era a Cristo, e a nenhum outro, nem mesmo seus próprios interesses, que seguia. Tinha a certeza de que sua vida refletia a glória de Cristo, seus sofrimentos, sua alegria e seus propósitos. Talvez a dificuldade de muitos em fazer esta afirmação é que temos desenvolvido uma espiritualidade menos pessoal e mais institucional, burocrática, acadêmica, racional. Refletimos mais o mundo com suas ambições, ansiedades, temores e ambigüidades do que a Cristo com seu amor, graça, perdão e salvação.

    A habilidade de liderar não está na sabedoria humana, mas, na capacidade de ouvir e obedecer à orientação que vem dos céus. É totalmente possível a uma pessoa simples ser poderosamente usada pelo Senhor na manifestação do seu poder. O compromisso com o Senhor deve ser vista por todos.

    No livro de Atos, ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se, e reconheceram que haviam eles estado com Jesus – Atos 4:13. A nossa coragem e sabedoria nas ações precisam demonstrar que andamos com Cristo. Mas, a maior qualidade do líder, não importa qual a classe de liderança seja, inquestionavelmente é a condição de cheios do Espírito Santo. As ações e atitudes destes serão bênção.

    “Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio para não se atirem a ti” – Salmos 32:9.

    Carlos Roberto Martins de Souza

  10. noeme disse:

    Nossa! vc Frank? Muito bem! viu como podemos discordar dos outros sem sermos insolentes? Podemos lutar pela unidade sem precisar fazermos apologia a uniformidade.

  11. Torquato da Silva disse:

    MISSIONÁRIA DELAIR:

    Politica nunca vai dá certo com os princípios éticos da biblia. Com os religiosos sempre vai dá certo.
    Porém a irmã fala em seu comentário sobre José, que foi governador no Egito. Porém tem mais: Daniel, Sadraque, Mesaque, Abdnêgo, profetas que viveram no meio de reinados, porém não vejo em nenhum dêles nenhum tipo de barganha prá chegar onde chegaram. Aliás nem urna eleitoral existia. Todos foram ali colocados pelos designos de Deus. Portanto, politica não dá certo com a palavra do Senhor, muito menos com envolvimento da igreja.

  12. Missionária Delair disse:

    Irmão Torquato da Silva:

    O irmão está certo quando diz que naquele tempo não havia o sistema de urnas eleitorais, nem conchavos pra se chegar no topo.

    Realmente Deus é que permitiu eles chegarem onde chegaram.

    Nosso Deus é assim… ele honra os seus mesmo!

    Fique na Paz!!!

  13. Lucas disse:

    Há uns 15 anos atrás soube de um pastor de um campo, da cidade em que eu morava, que era muito amigo do vice-prefeito. Ele recebia até alimento deste político o qual, na roda de amigos, abria a mão e contava nos dedos o nome dos pastores que ele tinha nas mãos para apoio político com ar zombeteiro. É certo que nunca mais se reelegeu, mas deixou a marca.

    Tem até outro que recebia político massom na púlpito em dias de ceia.

    Este caso não foi o primeiro e não será o último.

    Fico imaginando o Lula, o Serra, a Dilma… nos bastidores o que falam de nós crentes e dos nossos pastores.

    Sobre chacota de crente na política, vale lembrar aquela frase dita por Jesus sobre o sal da terra. “Vós sois o sal da terra, e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.” …

  14. André disse:

    CARACA…é só julgamento, eu acho isso, eu acho aquilo…CARACA…vocês não são políticos, não são unidos e derrepente nem são cristãos, tsc, tsc…aí começa aquela sindrome de Tiririca…hehe…

  15. Sérgio Murilo disse:

    André, André…hehe, sempre querendo defender os interesses iurdianos.

  16. É lamentável que em nome de Deus e da doutrina muitos tem se aproveitado da situação política e, buscado benefício próprio.Outros não.Prevalece a Palavra de Jesus Cristo: “Não há nada encoberto que não venha ser revelado”.

  17. André disse:

    Leio e releio a Bíblia, e vejo os acertos e erros dos líderes do passado, vejo os acertos e erros dos profetas do passado, vejo os acertos e erros, dos sacerdotes do passado, vejo os acertos e erros dos reis, ungidos de Deus do passado e vejos os acertos erros dos apóstolos do passado…o dia que eu ler na Bíblia que a obra é feita por anjos e não por homens, que acertam e erram, talvez eu mude minha opinião…

  18. André disse:

    Sérgio, como eu ia dizendo…CARACA…é só julgamento, eu acho isso, eu acho aquilo…CARACA…vocês não são políticos, não são unidos e derrepente nem são cristãos, tsc, tsc…aí começa aquela sindrome de Tiririca…hehe…

  19. Levi varela disse:

    Carlos Roberto,

    Não sejas tú como cavalo ou como o burro que carecem de um cabresto.

    Tomei a parte final da tua exposição para provar que você é justamente o cavalo e o burro que a bíblia fala.

    Digo e provo.

    Ao chamar de mané os evangélicos que defendem a política na religião, querendo ou não, atingeistes a figura de Deus.

    Meu filho, meu filho, meu filho, meu filho o que é puseram na tua cabeça? Ou será você totalmente sem vergonha, um dissimulado?

    Há um mês demonstrei para voçê inúmeros personagens políticos na bíblia escolhidos por Deus: Moisés, Josuè, Saul, Davi, Salomão, os demais reis, inclusive interferir a ponto de provocar uma divisão, salvo engano com Joaquim, ou nome parecido.

    Você esquece que Salomão construiu o primeiro templo; que o segundo templo foi construído por Herodes, ou seja, pessoas ligadas ao judaismo, que se fosse o protestantismo seria o protestante herodes, o católico herodes.

    De cristãos na política tal ocorre em diversos países nórdicos, basta vê a primeira ministra da Alemanha, os governantes da Suécia, da Finlândia, da Noruega, dos Estados Unidos, onde esses paísse, por serem geridos por pessoas de moral e caráter espelhados em Cristo, fazem dos seus países verdadeiros exemplos de amor ao próximo, onde os impostos recolhidos são empregados de forma correta.

    Este país já tem 50% de evangélicos, fato esse denegado pelas estatísticas, essas conduzidas por pessoas que não tem interesse de demonstrar isso, meu caro.

    Esse país precisa se moralizar, coisa que os católicos nesses 500 anos nõa coseguiram, entretanto se Deus está transferindo essa responsabilidade para um novo grupo cristão que emerge, os evangélcios, então vamos nos esconder? Vamos apelar aos países vizinhos que nos mandem homens e mulheres para gerirem nosso país?

    Se alguém quer ir para a política e manchar suas mãos, ninguém pode impedir, mas se vier e se manter probo, temos que aplaudir, afinal Cristo fez isso por nós, ou seja, veio para esse mundo sujo, porém não se enlameou. É aí que vale a orientação cristã: “Sede santo como eu sou santo”, e a de Paulo: “Sede meus imitidores como eu sou de cristo.”

    Responda-me, por favor, pois da outra feita você emudeceu, todavia se você se calar e não responder ficará confirmado que sois um blasfemador, um farizeu, um hipócrita, um tolo, um pobre de espírito.

  20. Guto disse:

    Creio que os cristãos podem se unir para eleger 1 representante que for realmente compromissado com a palavra de Deus, 1 verdadeiro servo ungido por Deus para que ele possa trabalhar para a transformação seja da propria politica (das corrupções ), seja da cidade que representa ou da nação.
    O problema , como foi citado na noticia é que a maioria dos eleitos são de igrejas pentecostais, que fazem 1 verdadeira lavagem celebral nos fieis, induzindo-os a votarem neles, que querem apenas poder e outras coisas mais, inclusive participando de maracutaias como aquele da oração da propina e outros escandalos que acontecem po aí. O povo evangelico precisa ter sabedoria e discernimento pra votar em quem é comprometido com Deus e não ir em conversa de candidatos espertalhoes que se dizem pastores, bispo ou o que for.

  21. Carlos Roberto disse:

    LEVI FARELO,

    Me perdoe, mas eu não tenho a mesma inteligência sua, também não tenho a mesma habilidade que você no trato com a gramática. Sou apenas um pobre diante de Deus que procura usar os recursos disponibilizados por Ele para combater a PIRATARIA religiosa. E como tem pirata sobrando… Você, com toda a intelig~encia mostra que tem deficiências para separar alhos de bugalhos… No Brasil em sim muita gente enfeitada de evangélicos, cantando de galo nas igrejas, mas que não passam de URUBUS… Como a igreja transformou-se numa grande CARNIÇA,o que não faltam são consumidores destes produtos… Posso afirmar, pela minha parca experiência que não somo mais que 5% de VERDADEIROS evangélicos no Brasil hoje, e assino em baixo.

    Sempre que eleições estão às portas, devemos cuidar para não sermos enredados. Nos tempos do Antigo Testamento, os governantes eram confirmados pelo ÓLEO DOS PROFETAS. Aquele a quem eles ungissem seria Rei. Hoje, os tempos mudaram e os MÉTODOS TAMBÉM, é o voto meu e seu que pode decidir quem irá ocupar um lugar na vida política de nosso País. O voto é a arma mais potente que o cidadão tem em suas mãos, o problema é que nem sempre ele sabe manuseá-la, por esta razão ele acaba delegando esta responsabilidade a terceiros, no caso dos evangélicos, a maioria absoluta caba transferindo para o Bispo, o Apóstolo, o Missionário ou o Pastor. O que estes homens falarem é palavra de ordem, todos os fiéis são obrigados a seguirem as orientações sob pena de até perderem seus lugares na igreja.

    Há sempre uma expectativa na igreja de que os lideres se posicionem no meio dessa Bebel que é a campanha política. Há necessidade de orientação para que o “ÓLEO SAGRADO” chamado “VOTO” do povo de Deus não caia sobre a cabeça de gente indigna. Por isso, precisamos ficar atentos, e observarmos alguns esclarecimentos e orientações. Se depois de ler os seguintes conselhos, você ainda estiver em dúvida e quiser orientação mais específica e explícita, procure ler a Bíblia e orar intensamente, mas não deixe se dominar por influências ou por imposições, deixe Deus agir, ele é soberano.

    Estamos formando os nossos políticos, ainda não chegamos ao ponto de termos alguém por quem tenhamos coragem de “COLOCAR A MÃO NO FOGO”. Eu pelo menos não faria isto por nenhum deles… Nem se fosse meu pai… Na minha igreja então… Há pessoas que sentem uma vocação política, mas precisam crescer e nos convencer de que estão maduras, comprometidas, submissas e preparadas suficientemente para serem, NÃO MEROS DESPACHANTES NOSSOS NO PODER, mas representantes capacitados, dignos e incorruptíveis do povo. Creio que podemos chegar lá. Enquanto não formamos nossos candidatos neste nível, prefiro me manter numa postura mais cuidadosa, mas que não seja covarde ou alienada. Vou votar, por dever… Mas vou escolher a dedo, mesmo que me pareça impossível encontrar alguém com o perfil que acredito ser o ideal… Mas, além de votar vou continuar cobrando como faço hoje.

    Não podemos, como igreja de Cristo, nos tornar um “CURRAL ELEITORAL”, entendo que o exercício do voto é uma responsabilidade e privilégio pessoal, do qual cada um prestará contas a Deus. Podemos orientar, mas repudio a postura de denominações que “FECHAM” com determinado candidato e impõem o voto sobre seus membros, às vezes até sob ameaça de MALDIÇÃO. A minha manifestação neste assunto nunca será impositiva, jamais vou querer impor algum candidato a alguém, respeito a democracia e o direito do cidadão, mas saliento acima de tudo que igreja não tem vocação para ser “CURRAL ELEITORAL”, ela deve ser uma “AGÊNCIA DO REINO DE DEUS” aqui na terra. Você é livre para fazer suas escolhas e responder por elas.

    Nesta época de eleições chega a ser constrangedor o assédio de candidatos e assessores, especialmente nas igrejas. O que aparece de candidato querendo a qualquer custo o apoio de nossas igrejas é algo que me impressiona. A Marina Silva está ai para não me deixar mentir… “MISSIONÁRIA”, CANDIDATA, militante das Comunidades Eclesiais de Base… É comum os telefonemas pedindo apoio, as visitas aos cultos, os “SANTINHOS” que, se deixar, nos são enfiados goela abaixo. A minha posição como cristão é a seguinte: Todo mundo é bem-vindo na igreja, mas não se deve, em hipótese alguma, mencionar que este ou aquele que visita a igreja é candidato a alguma ciosa. Não se deve apresentar o candidato como tal, ainda que seja parente de irmãos, conhecido ou mesmo freqüentador da igreja. O que por respeito e educação se deve fazer é apresentar autoridades constituídas, e olhe lá. É preciso discernimento para perceber se numa visita destas não há interesses escondidos nas intenções. Se um candidato que é Vereador, prefeito, Deputado for ao culto e for identificado, procure fazer menção de sua presença, mas isso sem significar nenhum tipo de apoio ou indicação. Mostre e destaque que é pura educação. Não confunda “PROTOCOLO” com “PRATO NO COLO”.

    Não jogue fora e não venda o seu voto por nada. Nós não vendemos o nosso voto e muito menos o apoio em troca de qualquer coisa, ainda que sejam benefícios vantajosos. Não é ético e não é Bíblico. Seu voto não pode ser comprado por uma promessa, um emprego, uma camiseta, um terreno ou um milheiro de tijolos. Seu voto não está à venda. Tampouco pode ser jogado no lixo. É isso que acontece quando decidimos anular ou votar em branco. Lembre-se que ele é o ÓLEO DA UNÇÃO e precisa ser usado com temor. Quem vende o seu voto pode ser vendido pelo seu candidato por qualquer coisa…

    “CRENTE VOTA EM CRENTE”, este talvez seja o pior inimigo do evangelho em se tratando de escolha de representantes no meio da vida publica. Lamentavelmente há muitos lideres que, do púlpito, pregam exatamente isto, para eles é melhor um CRENTE POLÍTICO do que um que aparentemente não tenha compromisso com Deus ou com uma igreja. Isto nada mais é do que manipulação imoral e irracional da consciência e de inteligência. No Velho Testamento encontramos sim muitos homens separados por Deus envolvidos com a política daquele tempo específico, no entanto, quando olhamos para o Novo Testamento, com a vinda de Cristo as coisas mudam. Não há mais esta separação por parte de Deus de pessoas específicas para cargos nas várias esferas da vida política nos tempos de Jesus. Aliás, o que vemos é que todos, invariavelmente, que queriam seguir a Cristo, abandonavam tudo para segui-lo.

    Cuidado com os “CRENTES POR CONVENIÊNCIA”, infelizmente nessa época há muita gente espertalhona que supostamente se CONVERTE ou se IDENTIFICA como crente para abocanhar o voto dos evangélicos, que são uma fatia grande da população e podem decidir qualquer pleito eleitoral. Tem muita gente que se CONVERTE DURANTE A CAMPANHA e se desvia um dia depois da eleição. Há gatunos que freqüentam as igrejas durante o pleito, mas depois passarão pelo menos quatro anos sem aparecer num culto. São lobos vestidos de ovelha. Cuidado com eles!

    Desvie-se dos “IRMÃOS” e “PASTORES” de origem duvidosa que apareçam pregando e apoiando este ou aquele candidato. Com absoluta certeza há interesses duvidosos por trás disto. Isso pode ser uma mentira ou uma verdade sem conteúdo. Infelizmente há muito “CRENTE” sem o mínimo testemunho e muito “PASTOR” sem caráter aproveitando a oportunidade para encanar a perna. Procure conhecer a história e a origem desses supostos irmãos. Evite apoiar pessoas que venham de igrejas sectárias, que não têm visão de unidade, vivem fazendo proselitismo e “PESCANDO NO AQUÁRIO ALHEIO”. Candidatos oriundos desses guetos, que fazem propaganda de desconhecidos, não merecem confiança. Aproximam-se das igrejas durante a campanha, distribuem “SANTINHOS” nas portas dos templos, mas depois de eleitos voltarão aos seus ninhos e servirão apenas aos seus interesses, desprezando a igreja de Cristo que o apoiou. Portanto, antes de votar, procure saber quem é o candidato, que história tem e de onde veio. Nem tudo o que reluz é ouro…

    Mesmo que APARENTEMENTE aos seus olhos haja uma boa opção evangélica, coisa que eu duvido, vote em candidatos que considerem o povo de Deus e tenham bons princípios morais, devemos escolher políticos que já demonstraram respeitar o povo de Deus, não durante a campanha apenas porque a maioria parece fazê-lo nesta época, mas no desenrolar de suas vidas. Verifique se são pessoas de história próximo de limpa já que “OMO TOTAL” na política não existe, e que se conduzam por uma ética e moral compatível com a fé que você, como cristão, defende. Se você não atentar para isto, você vai acabar elegendo gente que fomentará o homossexualismo, a feitiçaria, a idolatria, a corrupção, a restrição ao evangelismo, a desintegração da família e coisas do gênero, tão explicitamente condenadas na Bíblia. Portanto, procure aquele candidato que mais se aproxima do perfil de um cristão na sua forma de pensar, agir e viver. Mas, pelo amor de Deus, não vote em evangélico, em hipótese alguma… Vamos preservar o que ainda resta no cristianismo, não vamos mandar para o chiqueiro da política alguém que certamente irá denegrir ainda mais o já sofrido Evangelho de Jesus Cristo. Cuidado, “o voto é uma arma e a vítima pode ser você”, cuidado com o famoso tiro no pé…

    Carlos Roberto Marins de Souza

  22. Arthur disse:

    não gostei de Carlos Roberto, FAKE!!!

    Ei, Carlos Roberto FAKE!

    Tá com ciúme e inveja?! problema psicologo?
    aqui não é seu site em blog de evangelico, NÃO? , então…
    tá problema psicologo criminal por comentários.

    vc sabe (responsabilidade criminal)que é A INJÚRIA
    (art. 140 do Código Penal),ENTENDE?

    Não mexe se começa “sua cabeça de problema psicologo” vá escrever mandar comentários jamais…
    [É CRIMINAL! = PECADO!]

    então vms esquecer a Paz? … perdão ou não?

  23. Levi varela disse:

    Carlos Roberto,

    Você já costuma confundir as coisas da bíblia, meu caro.

    Quando Cristo orenta a quem qure seguí-lo a abandonar tudo, não está fazendo referência a todos os que venham a ser cristãos, sim aos que vão exercer as atividades eclesiásticas: padre, pastor, rabino, missionário, apostólo, bispo.

    Como é que eu vou poder dar conta de uma igreja se eu sou Ermírio Morais? Um Sílvio Santos? Claro que tais pessoas não disporão de tempo para tomar conta das ovelhas, evangelizar, visitar, aprofundar-se nos conhecimentos bíblicos ante seus afazeres terrestres.

    Já imaginou se todos os cristãos deixassem suas coisas e fossem ser líderes? Quem os manteria? Quem manteria as igrejas? Quem materia finaneceiramente os órfãos e as viúvas?

    Meu caro, somos eu e você quem mantemos, isso decorrente do resultado do meu e do seu trabalho que não é de pastoreio, tanto que Cristo decreta que quem der água ou comida a um desses pequeninos que pregam está dando a ele, e que os que doam tais coisas receberâo o mesmo galardão dos que pregam, evangelizam, pastoreiam, tudo semelhante a uma comunidade de castas que vemos nos formigueiros.

    Quanto a líderes religiosos e políticos ao mesmo tempo, isso a própria Igreja Católica já demonstrou amadurecimento, afastando das funções sacerdotais, ou seja, caso tal ocorra já temos exemplos na casa do vizinho.

    Bom seria que não fosse escolhido para disputa um lider religioso, justo para evitar a coação das pessoas mais pobres de espírito em vista do cargo de liderança que ja ostentam.

    Outra coisa, estão surgindo e continuarão surgindo aproveitadors dentro das igrejas em face das igrejas postergarem o exercício da cidadania quando deixam de escolher vários nomes de pessoas sérias, comprometidas, apontando pela escolha do voto aquele(s) que participará(o) das convenções, desta feita junto aos partidos.

    Meu caro, o regime de governo do estado israelense sempre foi teocrático, somente próximo a chegada de Cristo que mudou, muito em face das invasões, sendo a última romana.

    Nessa passada assim seguiu após Cristo, porèm não se esqueça que 35 anos depois da morte dEle, o poder governamental do Estado de Israel deixou de existir em face do Massacre proporcinado por Roma, o que perdurou até a criação do Estado judeu, no pós a 2ª guerra mundial, ou seja, inexiste parâmetro de regime de governo em perído um pouco anterior ao nascimento de Cristo; na sua época; e depois, ja que tudo veio abaixo com a diáspora.

  24. Tom disse:

    De preferencia devem se manter afastados, são dois barris de polvora e se juntarem será 1 verdadeira bomba atomica, espalhando para todos os lados. São dois extremos e se for possivel o melhor é continuar assim. E tenho dito.

  25. Leonardo_ICM disse:

    Amigos,sempre existiu politica na biblia so nao ve quem nao quer!
    Enquanto nos que dizemos ser CRISTÃOS provetizarmos que politica e do “diabo” ela continuara a ser do diabo!

  26. joao disse:

    “O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam.”
    Arnold Toynbee

    “Tudo que é preciso para o triunfo do mal é que as pessoas de bem nada façam.” (Edmund Burke)

  27. joao disse:

    A ESCOLHA DE SOFIA

    Como vocês sabem, a escolha de Sofia é a história de uma mãe judia no campo de concentração nazista de Auschwitz, que é forçada por um soldado alemão a escolher entre o filho e a filha – qual será executado e qual será poupado. Se ela se recusasse a escolher, os dois seriam mortos. Ela escolhe o menino, que é mais forte e tem mais chances de sobreviver, porém nunca mais tem notícias dele.
    A questão é tão terrível que o título se converteu em sinônimo de decisão quase impossível de ser tomada.

    Envio para vocês um artigo escrito em final de 2009 pelo economista Rodrigo Constantino. Autor de 5 livros. Escreve a coluna “Eu e Investimentos” do jornal Valor Econômico. É também colunista do jornal O Globo. Membro-fundador do Instituto Millenium. Vencedor do prêmio Libertas em 2009, no XII Forum da Liberdade. Seu curriculum vai muito além, é extenso e respeitável.

    “Serra ou Dilma? A Escolha de Sofia”
    (por Rodrigo Constantino )

    Agora é praticamente oficial: José Serra e Dilma Rousseff são as duas opções viáveis nas próximas eleições. Em quem votar? Esse é um artigo que eu não gostaria de ter que escrever, mas me sinto na obrigação de fazê-lo.
    Os antigos atenienses tinham razão ao dizerem que assumir qualquer lado é melhor do que não assumir nenhum?”
    Mas existem momentos tão delicados e extremos, onde o que resta das liberdades individuais está pendurado por um fio, que talvez essa postura idealista e de longo prazo não seja razoável. Será que não valeria a pena ter fechado o nariz e eliminado o Partido dos Trabalhadores Nacional-Socialista em 1933 na Alemanha, antes que Hitler pudesse chegar ao poder? Será que o fim de eliminar Hugo Chávez justificaria o meio deplorável de eleger um candidato horrível, mas menos louco e autoritário? São questões filosóficas complexas. Confesso ficar angustiado quando penso nisso.

    Voltando à realidade brasileira, temos um verdadeiro monopólio da esquerda na política nacional. PT e PSDB cada vez mais se parecem. Mas existem algumas diferenças importantes também. O PT tem mais ranço ideológico, mais sede pelo poder absoluto, mais disposição para adotar quaisquer meios – os mais abjetos – para tal meta. O PSDB parece ter mais limites éticos quanto a isso. O PT associou-se aos mais nefastos ditadores, defende abertamente grupos terroristas, carrega em seu âmago o DNA socialista. O PSDB não chega a tanto.

    Além disso, há um fator relevante de curto prazo: o governo Lula aparelhou a máquina estatal toda, desde os três poderes, passando pelo Itamaraty, STF, Polícia Federal, as ONGs, as estatais, as agências reguladoras, tudo! O projeto de poder do PT é aquele seguido por Chávez na Venezuela, Evo Morales na Bolívia, Rafael Correa no Equador, enfim, todos os comparsas do Foro de São Paulo . Se o avanço rumo ao socialismo não foi maior no Brasil, isso se deve aos freios institucionais, mais sólidos aqui, e não ao desejo do próprio governo. A simbiose entre Estado e governo na gestão Lula foi enorme. O estrago será duradouro. Mas quanto antes for abortado, melhor será: haverá menos sofrimento no processo de ajuste.

    Justamente por isso acredito que os liberais devem olhar para este aspecto fundamental, e ignorar um pouco as semelhanças entre Serra e Dilma. Uma continuação da gestão petista através de Dilma é um tiro certo rumo ao pior. Dilma é tão autoritária ou mais que Serra, com o agravante de ter sido uma terrorista na juventude comunista, lutando não contra a ditadura, mas sim por outra ainda pior, aquela existente em Cuba ainda hoje. Ela nunca se arrependeu de seu passado vergonhoso; pelo contrário, sente orgulho. Seu grupo Colina planejou diversos assaltos. Como anular o voto sabendo que esta senhora poderá ser nossa próxima presidente?! Como virar a cara sabendo que isso pode significar passos mais acelerados em direção ao socialismo “bolivariano”?

    Entendo que para os defensores da liberdade individual, escolher entre Dilma e Serra é como uma escolha de Sofia.Anular o voto, desta vez, pode significar o triunfo definitivo do mal. Em vez de soco na cara ou no estômago, podemos acabar com um tiro na nuca.

    Dito isso, assumo que votarei em Serra. Meu voto é anti-PT acima de qualquer coisa. Meu voto é contra o Lula, contra o Chávez, que já declarou abertamente apoio a Dilma. Meu voto não é a favor de Serra. E, no dia seguinte da eleição, já serei um crítico tão duro ao governo Serra como sou hoje ao governo Lula. Mas, antes é preciso retirar a corja que está no poder. Antes é preciso desarmar a quadrilha que tomou conta de Brasília. Só o desaparelhamento de petistas do Estado já seria um ganho para a liberdade, ainda que momentâneo.
    Respeito meus colegas liberais que discordam de mim e pretendem anular o voto. Mas espero ter sido convincente de que o momento pede um pacto temporário com a barbárie, como única chance de salvar o que resta da civilização – o que não é muito.

  28. Hugo Paiva disse:

    Olá a todos @s,
    texto para reflexão.

    A IGREJA EVANGÉLICA É LEGITIMADORA DA CORRUPÇÃO

    Henrique Moraes Ziller*
    A afirmação que se faz no título desse artigo fundamenta-se em cinco percepções acerca da presença da Igreja Evangélica na nação brasileira, relativamente a sua atuação.
    Em primeiro lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque não a denuncia. Não concebe que deva encarnar a função profética, relega ao segundo plano as questões sócio-políticas, e não se manifesta sobre aquela que é a maior manifestação do mal nas terras brasileiras: a corrupção. Não há denúncia.

    Em segundo lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque sua ação social substitui a ação do Estado, não denuncia a situação e não exige que o Poder Público desempenhe suas obrigações. Se por um breve momento a Igreja Evangélica Brasileira deixasse de realizar suas ações de assistência social, o País se tornaria um caos, imediatamente. A distribuição da renda, consubstanciada na distribuição de cestas básicas e demais ações similares, a recuperação e inserção social, consubstanciadas nos trabalhos das inúmeras casas de recuperação, a promoção do ensino, por intermédio de milhares de escolas confessionais, o cuidado com a criança, realizado por creches e pela própria Escola Dominical, tudo isso, são funções do Estado negligente que não as realiza. Na medida em que a Igreja Evangélica faz tudo isso – e jamais deve deixar de fazer – sem a devida e obrigatória participação do Estado, e não denuncia a gravidade do fato, está sendo cúmplice de governantes e parlamentares criminosos, que utilizam em benefício próprio os recursos que deveriam ser destinados a essas atividades.

    Em terceiro lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque se associa ao Poder Público sem a crítica adequada. Seus líderes sobem nos palanques políticos, impõem as mãos sobre as cabeças de gente cujo pensamento está voltado apenas para seus próprios interesses e para o crime, dá e recebe condecorações de e para gente sem a menor credencial ética para isso, cede os púlpitos a bandidos, enfim, associa-se a gente que deveria estar presa, mas que usufrui da liberdade que o seu poder lhes permite adquirir. Aqueles que deveriam ser alvo de denúncia e profetismo por parte da Igreja são seus grandes amigos e aliados.

    Em quarto lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque não desenvolve ações consistentes de combate à corrupção. E nem poderia ser diferente, visto que ela nem mesmo a denuncia. Enfrentar esse mal é obrigação, mas nada faz a respeito.
    Em quinto lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque a pratica desavergonhadamente.
    À denúncia acima pronunciada segue-se, necessariamente, a proposta de ação.

    1. Para denunciar a corrupção nos púlpitos, e perante a nação, obrigação inadiável da Igreja Evangélica Brasileira, é necessário colocar ordem dentro de casa: transparência das contas. Igrejas precisam publicar seus balancetes e prestar contas do que fazem com os dinheiros de seus membros, se quiserem ter credibilidade e autoridade para profetizar contra o mau uso dos recursos pelo Poder Público. Os líderes de igreja não podem submeter-se apenas à prestação de contas – inevitável e certa – diante de Deus. Precisam entender o momento em que o País se encontra e dar o exemplo. Transparência, eis a exigência.

    2. A Igreja não pode deixar de fazer ação social, mas tem que cobrar a ação do Governo, o emprego das verbas públicas nos programas sociais e as ações que promovam a distribuição de renda. Precisa-se, antes de mais nada, de informações acerca de todo o esforço que a Igreja Evangélica Brasileira está fazendo para amenizar a situação de dificuldade em que vive grande parte da nação. O Governo tem que conhecer a enorme dimensão dessas ações, e seu alcance. Trabalho que dá credibilidade para cobrar do Governo que faça a sua parte, em particular impedindo que o dinheiro público seja desviado para atender a interesses privados. A Igreja não pode substituir a ação do Estado, como ocorre hoje; esse esforço tem que ser complementar. O Estado tem a obrigação de zelar por seus cidadãos, a Igreja, de amar o próximo. O trabalho da Igreja não exime o Estado de sua responsabilidade. No entanto, a última coisa que se deve pleitear é a parceria na qual as igrejas recebam mais verbas públicas para a realização de ações de cunho social. Há generosidade e recursos suficientes para contribuir com as obras das Igrejas. Não se rejeitam parcerias com o Poder Público, mas elas só podem se estabelecer fundamentadas em sólidos sistemas de controle e transparência. Em parceria com o Poder Público, a Igreja tem demonstrado que é engolida pelo mesmo mal que assola a Nação.

    3. Não há outra possibilidade, nesse momento, senão o rompimento radical com as práticas que a Igreja Evangélica Brasileira tem adotado em relação aos seus representantes no Poder Executivo e no Poder Legislativo. Se eles querem ir às igrejas, ou se mesmo já são membros, que se assentem nos bancos e ouçam, em silêncio. Se quiserem conversar com esse povo sobre política, que se marquem reuniões específicas para isso, e que nunca se tratem tais assuntos em cultos. Não se pode mais chamá-los aos púlpitos e impor sobre eles as mãos, manipulando a compreensão dos membros. Se querem oração que recebam-na nos gabinetes, pois o Deus que ouve em secreto em secreto os responderá. Pastores não devem receber condecorações das mãos de criminosos travestidos de prefeitos e parlamentares, há que se ter o mínimo de decência e discernimento.

    4. A Igreja precisa adentrar o espaço público aberto a ela e a toda a comunidade. Participar dos Conselhos Municipais de Políticas Públicas criados por lei para exercer o controle das ações públicas em áreas como a educação, a saúde e a assistência social, entre outras. Pastores devem incentivar seus membros a participar, promover treinamento para eles, e facilitar-lhes o acesso a estas instâncias de participação política. Fazendo isso, a Igreja estará garantindo a merenda escolar para seus próprios filhos – e demais crianças de suas cidades, o salário adequado para os professores, os recursos para as entidades de assistência social, os programas de enfrentamento de moléstias, o dinheiro para a farmácia básica, entre tantas outras possibilidades. A legislação brasileira tem criado esses conselhos, dos quais devem fazer parte representantes da sociedade civil organizada. Espaço absolutamente adequado para a ação consistente da entidade que mais faz ação social nesse País, a Igreja Evangélica Brasileira.

    5. Quanto à participação na corrupção desenfreada nesse País, já conhecida há tanto tempo, e vergonhosamente evidenciada, por exemplo, na CPMI dos Sanguessugas, é necessário, em arrependimento e quebrantamento, pedir perdão. Pedir perdão a Deus e à Nação, pois esperava-se muito mais da Igreja Evangélica Brasileira.

    Sobre ela pesa duro juízo, por suas ações, por sua acomodação, por sua omissão cúmplice. Pois, ao invés de destruir as obras do diabo, tornou-se partícipe delas.
    * Henrique Moraes Ziller é membro da Igreja Metodista da Asa Sul, em Brasília – DF, é Audito Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União e Presidente do Instituto de Fiscalização e Controle (www.adoteummunicipio.org.br).

    Hugo Paiva,
    o menor na casa do senhor.
    AD Madureira – São Paulo SP, zona leste bairro de São Mateus
    Email: hugod.paiva@hotmail.com

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