Pesquisador diz que heterossexualidade é imposição social; Psicóloga Marisa Lobo rebate: “Ditadura gay quer nos transformar em anormais”; Leia na íntegra

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A heterossexualidade agora é apontada por pesquisadores como um comportamento imposto pela sociedade, e que a condição mais espontânea seria a bissexualidade.

É essa a impressão do professor Richard Miskolci, do departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos(UFSCAR), que declarou ao Bol que a sociedade influencia de maneira intensa para que as pessoas se definam como heterossexuais.

“Todos têm essa possibilidade de se relacionar com o mesmo sexo, mas, no processo de socialização, as pessoas podem perdê-la. Desde crianças somos adestrados. Heterossexualidade não é algo natural, hoje sabemos que ela e compulsória”, afirmou Miskolci. “Nas ciências sociais, desde a década de 1960, começaram a surgir estudos que mostram que as pessoas são socialmente treinadas para gostar do sexo oposto. Muitos homens casados ou com noiva e namorada criam perfis buscando relacionamento com outro homem, a maioria em segredo”, complementou.

A psicóloga Marisa Lobo, colunista do Gospel+, entende que a desconstrução da heterossexualidade é uma bandeira da “ditadura gay” e que a proposta é que a sociedade olhe para casais heterossexuais como anormais.


“Acredite isso já é um fato entre os militantes que encontram sempre voz na psicologia pós-moderna”, contextualiza Lobo.

A psicóloga observa ainda que existem muitas ações direcionadas a fim de tornar a prática homossexual como um comportamento mais aceito que a heterossexualidade.

“Estamos sendo pressionados por uma militância ideológica política de gênero (gay) com ajuda da mídia e de políticos que querem apenas voto, criando resoluções, cerceando direito constitucional do cidadão, criando conflito ético com a constituição, para em nome de acabar com um preconceito desconstruir a família tradicional e a heterossexualidade como inata, natural do ser humano”, escreveu Marisa Lobo em seu artigo “Ditadura gay quer transformar a heterossexualidade em anormal”.

Segundo Marisa Lobo, a velocidade com que as transformações sociais tem ocorrido mostram que as igrejas evangélicas não tem marcado posição sobre sua visão de mundo. “Muitos pastores ausentes, fechados em seus problemas internos de suas igrejas, dizendo: ‘Estamos orando’; ‘Deus proverá’; ‘É mister que isso ocorra’… Quando chamamos atenção para a perseguição que está acontecendo no mundo das ideias, estes, tem seus discursos alienados prontos! Transformaram a força da palavra de Deus em ‘chavões’ e desculpas para a covardia e desinteresse em lutar pelas causas do Evangelho, que estão realmente afetando a Igreja e desconstruindo nosso Deus como criador, como fato e transformando-o em um mito do preconceito”, afirmou.

Leia a íntegra do artigo da psicóloga Marisa Lobo neste link.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


46 COMENTÁRIOS

  1. Marisa não passa de uma pseudo psicóloga fundamentalista. Esquece que a própria psicologia e também a psiquiatria não são reconhecidas como ciência. Ainda vem falar de “Psicologia Pós-moderna”!

    • O pior, Elias, é que essa criatura confusa mistura psicologia com bíblia, usa conceitos bíblicos e força a barra mesmo! Ela mostra seu lado fundamentalista odioso sem o menor pudor. Devia cuidar de combater o trabalho infantil, a exploração sexual, e principalmente, a corrução no meio gospel.

  2. A igreja deveria tomar vergonha na cara e sair pra pregar o evangelho, e não ficar perseguindo os gays. É um bando de pastores de meia tigela que querem se promover como heróis, ficam fazendo farofada em Brasilia, uma procissão gospel a fim de promover as crises homofóbicas dos mercenários que ficaram milionários com dízimos e ofertas.
    A igreja mais parece um cabará, é uma cópia daquele programa da Globo, “Zorra total”.

  3. Pior que tudo isso é considerar duas boneconas gospel (Silas e Feliciano), que fazem implante, chapinha e progressiva nos cabelinhos, pintam cabelos e unhas, usam jóias caras e maquiagem, depilam até sobrancelhas e não se declaram gays! São homofóbicas e defensoras da família! (apesar de realizarem casamentos de divorciados diversas vezes!). Como se um casal gay, tendo direito a casar civilmente, pudessem destruir as famílias! É muita pretensão ou medo que os héteros homofóbicos (estes definitivamente tem problema de identidade sexual) possam ter suas famílias influenciadas por homossexuais.

    • Tem razão Elias, essas boneconas falando dos homossexuais é demais. Teve um estudo recente comprovando que a maioria dos homofóbicos são gays enrustidos (no armário). Eles fizeram perguntas e dividiram os homens em dois grupos, e colocaram filmes pornôs. Os que tinham postura homofóbicas mesmo que não declarada, foram os que se sentiram mais excitados em relação a filmes gays, mesmo que não confessando, o monitoramento os entregou. Isso está na Superinteressante desse mês.

  4. Eu não consigo entender o que a luta contra os direitos dos gays tem a ver com o evangelho. Essa Marisa e essa galera viaja. Não entendo como impedir dois gays de se casar propaga o evangelho. Como enfiar ideias cristãos na sociedade propaga o evangelho. Nunca vi evangelho praticado de fora pra dentro. Não consigo entender como impedir que dois gays adotem uma criança propaga o evangelho. Quem impede os gays de adotarem a criança, adota ela? Ou deixa ela no orfanato? É muita hipocrisia.

    Não consigo entender como ainda acreditam que Silas e Feliciano são perseguidos em nome de Jesus. Coitados, imagino como eles devem sofrer com os tweets, as críticas, os beijaços gays. Nossa, é como os profetas e os cristãos no tempo da perseguição Romana. Acham que só porque o Silas tem milhões, apartamentos, seus filhos estudam nas melhores escolas, tem saúde qualidade, ele não sofre? Acha que não é duro esses beijaços gays contra ele? Não vêem o que ele está passando em nome de Jesus gente? Me lembra João Batista, Isaías, Jeremias. Acho que Pedro quando crucificado teria pena desse martírio que o Silas passa. Coitado. E aqueles cristãos que estão lá sendo perseguidos na África e na Ásia? E só para pregar o evangelho heim? Imagine se eles tivessem a coragem de lutar contra a ditadura gay? Mas claro, nem todo mundo é tão zeloso da palavra como o Silas. Aff.

  5. Essa senhor castrada, deveria ter o seu título de psicóloga cassado!

    Que mulherzinha ridícula, quem vive fazendo ditadura nesse país é a turminha dela (cristãos), que discriminam pessoas, que tem posturas, estilos, pensamentos e jeitos diferentes deles.

    Perdeu dona marisa, a mídia, o povo e a humanidade já sabe quem a senhora e sua turminha é, a era de vocês (cristãos), já está acabando!

    Aguarda e verá!

  6. O cristianismo reitera o “não” a discriminações e violências contra homossexuais, mas condena a tentativa de impor a ideia segundo a qual qualquer tipo de relação seria equivalente do ponto de vista da natureza e da moral.

    O cristianismo protesta contra o “mapa” da ONU sobre os direitos dos gays, pois não permitiria nenhuma distinção moral, política ou jurídica em relação ao casamento, à adoção ou à inseminação artificial.

    A recente resolução das Nações Unidas sobre a orientação sexual e a identidade de gênero começou a fazer parte de um documento-manifesto que poderia limitar a liberdade da Igreja. Na prática, não seria considerado mais admissível ter uma opinião moral ou religiosa sobre a homossexualidade.

    O cristianismo, portanto, adverte contra o pensamento único, imposto em nome da erradicação da homofobia e da transfobia. As categorias de orientação sexual e de identidade de gênero não são nem reconhecidas, nem univocamente definidas no direito internacional e, portanto, são suscetíveis a serem interpretadas e definidas segundo as intenções daqueles a quem elas se referem.

    O conselho dos Direitos Humanos de Genebra, a agenda das Nações Unidas põe em perigo a liberdade religiosa das Igrejas.

    O objetivo é incluir os direitos dos gays na agenda global dos direitos humanos, uma das possíveis distorções é que, se um Estado ou uma comunidade religiosa se recusassem a celebrar o matrimônio para os casais do mesmo sexo ou a reconhecer as suas adoções de crianças, poderiam estar violando os direitos dos gays inseridos na agenda das Nações Unidas. E, em casos extremos, os ministros religiosos poderiam até mesmo receber uma liminar para celebrar os casamentos gays.

    A contribuição da Igreja para reflexão sobre os direitos humanos nunca se separou da perspectiva da fé no Deus criador. Tratando-se de direitos que têm a ver com a vida e com os comportamentos das pessoas, das comunidades e dos povos, o discernimento prevê que se questione todas as vezes se as problemáticas que se quer reconhecer como novos direitos promovem um verdadeiro bem para todos e que relação têm com os outros direitos e com as responsabilidades de cada um.

    O que está sendo ameaçado pelo “mapa” sobre os direitos dos gays, portanto, é a liberdade religiosa . De um lado, o Cristianismo se contrapõe a uma ditadura da razão positivista que exclui Deus da vida da comunidade e dos ordenamentos públicos, privando assim o homem de seus critérios específicos de medida; de outro, acolhe as verdadeiras conquistas do Iluminismo, os direitos humanos e especialmente a liberdade da fé e do seu exercício, reconhecendo neles elementos essenciais também para a autenticidade da religião.

    O impasse entre os Cristãos e a ONU se insere na discussão sobre os direitos dos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), entre os quais também estão contemplados o matrimônio, a adoção e a inseminação artificial.

    O cristianismo compartilha o legítimo fim de evitar discriminações injustificadas e de proteger as pessoas LGBT contra violências, mas condena a tentativa de forçar a opinião e as consciências, impondo uma ideia segundo a qual todo tipo de relacionamento (heterossexual, homossexual, bissexual ou transgênero) seria equivalente do ponto de vista da natureza e da moral. Isso viola diversos direitos fundamentais, ao mesmo tempo em que enfraquece as liberdades de opinião, de expressão e de religião. O que está em risco, portanto, é a liberdade da Igreja e dos crentes.

    Além disso, a família e as crianças não seriam mais reconhecidos como realidades naturais em si mesmas, mas como objeto de desejo subjetivo em virtude da existência de um direito dos gays a se casar, a adotar e a estabelecer uma “família”, como se as realidades naturais não existissem. O cristianismo está preocupado com a negação da diferenciação entre as realidades de casais heterossexuais e de relações entre pessoas LGBT, além da neutralização moral da sexualidade.

    A polêmica se baseia na oposta avaliação de um pressuposto: ou seja, se a sexualidade é externa ou não à esfera da ação moral. Para a moral cristã, a sexualidade humana, como toda atividade voluntária, possui uma dimensão moral: é uma atividade exercida por uma vontade individual, para uma finalidade. Não é uma “identidade”. Em suma, depende do agir e não do ser, apesar do quanto as tendências homossexuais possam estar enraizadas na personalidade.

    Negar a dimensão moral da sexualidade equivale a negar a liberdade da pessoa nesse âmbito e leva, em última instância, a uma violação da sua dignidade ontológica. O cristianismo teme que o reconhecimento de uma plena igualdade jurídica para as pessoas com orientação homossexual possa se prestar à reivindicação do matrimônio entre dois.

    • Mauro

      Qdo é que vc vai entender que homossexuais e transgêneros sejam tratados com igualdade de direitos se trata de direitos humanos e civis e não de religião?

      O fato de homossexuais terem sua união estável reconhecida pelo Estado, o fato de agora casais homossexuais terem sua união estável ser convertida à união civil nos cartórios e poderem adotar crianças tem a ver com direitos civis. Não tem nada a ver com religiões. Cristãos não vão ser proibidos de serem cristãos ou de adorarem seu deus ou de participar de cultos ou de terem seu direito à liberdade religiosa limitado ou censurado só pq a ONU defende a igualdade de direitos humanos e civis para todo mundo, incluindo homossexuais e transgêneros.

      Em um estado laico, nenhuma igreja vai ser obrigada a realizar cerimônias religiosas de casais homossexuais se ela não quiser. Até pq a cerimônia religiosa do casamento sozinha não tem valor legal e não é reconhecida pelo Estado. Ela é apenas isso: uma cerimônia religiosa, nada mais.

      Pq vc acha que todos os casais heterossexuais que decidem se casar na igreja tb se casam no civil? Para terem sua união reconhecida pelo Estado. Eles se casam na igreja para ter a benção do deus que eles acreditam, mas a benção desse deus não garante direitos e deveres conjugais perante à lei. É para isso que existe a união civil. O deus que eles acreditam abençoa a união deles perante à igreja e a união civil garante automatica e imediatamente o reconhecimento dessa união perante ao Estado, garantindo assim deveres e direitos conjugais.

      Tem igrejas que realizam casamentos homossexuais, mas elas não foram forçadas à isso. São igrejas mais progressistas onde tem mulheres que foram ordenadas, usam batina e exercem as mesmas funções de um padre; onde tanto elas qto os padres podem se casar e formar uma família e que realizam casamentos homossexuais pq querem, pois essas igrejas acreditam que um casal não pode ser privado de ter seu amor e união abençoado por deus só pq esse casal é homossexual.

      • Por isso os que defendem ou creem na Bíblia se confundem tanto. Não sabem diferenciar o cristianismo das leis do Estado. Mais que isto, só desenhando para estes pseudos retardados “goxpeis”.

        • Elias,

          Ou então pq eles querem que as leis do Estado se baseiem na religião e no livro supostamente sagrado deles. Seria uma teocracia cristã.

          E pra ser sincera – do jeito que a coisa anda ultimamente com os Marcos Felicianos, Magnos Maltas, Marcelos Crivellas e Jair Bolsonaros da vida – não duvido mto que a bancada evangélica só vai sossegar qdo instaurar uma teocracia cristã/evangélica no Brasil. Aí vai ser uma beleza só pra não dizer o contrário.

          O Brasil vai regredir uns 300 anos em relação aos direitos humanos e civis.

        • Se existe aqui algum débil você seria um exemplo típico, é aquele que insiste em participar de um fórum hostil a sua linha de pensamento.

          Vai procurar um espaço adequado para as suas infantilidades.

      • Michelle,

        infelizmente a sua curta leitura não observou a síntese que diz respeito a imposição de determinados aspectos, o texto também faz referência a outros contextos fora do Brasil e que sofreram drásticas mudanças após a “simples proposta de direitos civils” a sociedade, é o caso da França.

    • O seu senhor é mais falso que 1.99, quem vai querer acreditar em um ser imaginário e incompetente? Acorda criança, enfiar a cara em dogmas religiosos emburrece.

  7. eu gostaria de perguntar aos srs gays de plantão que tanto defendem o homossexualismo, vcs foram gerados num relacionamento entre 02 homens ? ou entre 02 mulheres ??? ahhhhhhh entendi, comam o que a mídia lhes oferecem, e morram famintos de conhecimento.

  8. Deus criou macho e fêmea, assim todos os animais sabem do seu instinto sexual, apenas o homem como ser imundo, faz escolhas que não agradam o coração de Deus.

    • Além de atrasado o seu cérebro está estuprado, homossexuais existem também no reino animal, mais afinal, não podemos esperar cultura de uma pessoa, que enfia a sua cara em livro, que foi escrito a milênios, né?!

  9. Bom, se é Socialmente ensinado como ele diz, a sexualidade apontaria diretamente para a conduta, ou seja, seriamos influenciados a ter uma conduta hetero ou homosexual, só isso ja acaba com todos os argumentos de 99% da militância deste país e relação a homosexualidade…kkk é até engraçado… não to defendendo ninguém.. além da ciência e dos fatos…

  10. Pra começar não existe casal gay, já começou errado, a palavra casal refere-se a 2 pessoas do sexo oposto. No caso a melhor seria par de gay.
    Todo esse negócio dos gayzistas é calculado desde o início para confundir o adversário totalmente e colocá-lo na pista falsa. O pessoal gayzista diz assim: ah se vc não quer o casamento gay então vc tá negando ao gay os direitos que os outros tem. Então eles já estão partindo do princípio de que esse direito existe e está sendo violado. Tão logo vc tenta explicar que não é assim, o que acontece, vc está tomando posição contra o casamento gay portanto vc já está negando o direito, percebeu o truque ???? Ou seja, a coisa é colocada de tal maneira que não dá para discutir. Se vc tenta discutir nos termos em que a coisa já foi colocado vc já caiu na armadilha. O que tem que fazer é denunciar o mecanismo psicológico por trás da coisa. Não é para ficar de argumento com eles. No caso de um ardil psicológico não se argumenta. Denuncia o ardil e não entra na matéria da discussão. É como se vc fosse lutar boxe e seu oponente tem 1 par de ferradura dentro da luva, vc não tem que lutar tem que denunciar a ferradura na luva. Não entrar na discussão jurídica, moral… etc. Denunciar a malícia do ardil psicológico feito que não é pra abrir discussão é para escravizar a mente das pessoas. Deixar de lado a questão moral. Nunca discuta a matéria da proposta. Nunca discuta do ponto de vista moral. Pegue o ardil estratégico tático atrás e denuncie como crime, isso é fraude legislativa. O sujeito está colocando a proposta de modo de impedir a sua discussão. Pq ela já criminaliza quem levantar a discussão.

  11. Pra começar não existe casal gay, já começou errado, a palavra casal refere-se a 2 pessoas do sexo oposto. No caso a melhor seria par de gay.
    Todo esse negócio dos gayzistas é calculado desde o início para confundir o adversário totalmente e colocá-lo na pista falsa. O pessoal gayzista diz assim: ah se vc não quer o casamento gay então vc tá negando ao gay os direitos que os outros tem. Então eles já estão partindo do princípio de que esse direito existe e está sendo violado. Tão logo vc tenta explicar que não é assim, o que acontece, vc está tomando posição contra o casamento gay portanto vc já está negando o direito, percebeu o truque ???? Ou seja, a coisa é colocada de tal maneira que não dá para discutir. Se vc tenta discutir nos termos em que a coisa já foi colocado vc já caiu na armadilha. O que tem que fazer é denunciar o mecanismo psicológico por trás da coisa. Não é para ficar de argumento com eles. No caso de um ardil psicológico não se argumenta. Denuncia o ardil e não entra na matéria da discussão. É como se vc fosse lutar boxe e seu oponente tem 1 par de ferradura dentro da luva, vc não tem que lutar tem que denunciar a ferradura na luva. Não entrar na discussão jurídica, moral… etc. Denunciar a malícia do ardil psicológico feito que não é pra abrir discussão é para escraviza a mente das pessoas. Deixar de lado a questão moral. Nunca discuta a matéria da proposta. Nunca discuta do ponto de vista moral. Pegue o ardil estratégico tático atrás e denuncie como crime, isso é fraude legislativa. O sujeito está colocando a proposta de modo de impedir a sua discussão. Pq ela já criminaliza quem levantar discussão.

  12. E es que surge mais um idiota no mundo para falar estrume aqui! Esse pessoal quer mídia para se alto promover e resolvem se expor da pior maneira possível. Porque não coloca um biquini cavadão com um penico na cabeça e vai fazer pesquisas. É cada uma! Só aparece artistas da globo aqui mesmo!

  13. Como se não bastasse agora ser heterossexual é imposição? Que ridículo, ainda se diz pesquisador esse mané? Quanto mais se mexe nesse vaso sanitário pior fica! Daqui a pouco vão dizer que os pais não devem ensinar os filhos a serem hétero e vão criar uma escolas ajudando a definir a sexualidade do individuo. Daí em diante vai surgir Bolsa mamãe quero ser, Bolsa o mundo é gay! Vá a m…! A sociedade é cega mesmo! Vamos eleger logo o Jean Wyllys para presidência da republica e deixar o Brasil mudar as cores da bandeira para verde neon, amarelo, azul bebê e derrepente um rosinha no lugar do branco para ficar bem clin!

  14. Genética e homossexualidade: as pessoas nascem homossexuais?

    Richard L. Deem é biólogo com mestrado em microbiologia pela Califórnia State University de Los Angeles, e tem se dedicado à pesquisa científica desde 1976. Ele é autor e co-autor de vários estudos em diversas áreas da biologia molecular e genética, imunologia, doença inflamatória intestinal, células exterminadoras naturais e doenças infecciosas. Seu trabalho tem sido apresentado a inúmeros congressos internacionais.

    ***

    Introdução:

    As pessoas já nascem naturalmente homossexuais ou heterossexuais? Grande parte da mídia atual acredita que esta questão é um problema científico já resolvido, com toda evidência apontando para uma causa biológica (provavelmente genética) para a orientação homossexual.

    Ao contrário do que esta percepção alega, o problema tem sido mal estudado (ou estudado mal), apesar de haver alguma evidência para ambos os lados desta questão. Além disso, muitos dos estudos mais antigos, que têm sido enormemente elogiados pela mídia como sendo “prova” de uma causa biológica para a homossexualidade, têm sido contrariados por estudos mais recentes e mais aprofundados.

    Essa evidência recai em quatro categorias básicas:

    1. Estrutura cerebral

    2. Possível influência hormonal

    3. Concordância da homossexualidade em gêmeos

    4. Concordância de marcadores genéticos em irmãos

    Por que isso importa?

    Até alguns anos atrás, o termo “orientação sexual” era conhecido como “preferência sexual”. Obviamente, os dois termos denotam uma diferença significativa na maneira como a sexualidade se desenvolve: uma preferência é algo que se escolhe, enquanto que uma orientação é algo que nos define. As diferenças são potencialmente importantes quanto à maneira pela qual as leis se aplicam àqueles que são homossexuais. Se a homossexualidade não é uma escolha, mas na verdade uma característica biologicamente determinada sob a qual nós não temos como escapar, então as leis não deveriam tratar os homossexuais e os heterossexuais diferentemente, uma vez que a homossexualidade seria comparável a uma raça, sobre a qual não temos como escolher.

    Orientação sexual – estudos sobre a estrutura cerebral:

    Como a atração sexual começa no cérebro, os pesquisadores iniciaram a investigação da questão da orientação sexual primeiramente pela comparação entre a anatomia dos cérebros dos homens e das mulheres. Estes estudos demonstraram que o cérebro humano apresenta dimorfismo sexual na área pré-óptica do hipotálamo, onde os homens demonstraram possuir mais do que o dobro do número de células do que as mulheres, além desta área também apresentar nos homens um volume maior do que duas vezes o volume encontrado nas mulheres.(1) Um segundo estudo demonstrou que dois dos quatro núcleos intersticiais do hipotálamo anterior (INAH) são pelo menos duas vezes maiores em homens do que em mulheres.(2) Como os INAH estão envolvidos no dimorfismo sexual, Simon LeVay levantou a hipótese de que deveria haver diferenças nesta região do cérebro entre os homens homossexuais e os homens heterossexuais. Exames anatomopatológicos realizados nos cérebros de pacientes com AIDS comparados com indivíduos de controle masculinos (presumidamente heterossexuais) demonstrou que os homens presumidamente heterossexuais da população de controle apresentavam INAH3 duas vezes maiores em tamanho do que as mulheres e do que os homens presumidamente homossexuais que morreram de AIDS(3). O estudo tem sido criticado pela incerteza sobre a orientação sexual dos pacientes, e pelas potenciais complicações causadas pelo vírus da AIDS (o qual também infecta o cérebro humano), bem como pelo nível mais baixo de testosterona encontrado em pacientes com AIDS.

    Uma reportagem de capa da revista Newsweek (FOTO ACIMA) que se tornou muito popular, intitulada “Esta criança é gay?” (Is This Child Gay?)(4)caracterizava LeVay como um “campeão do lado da genética”, apesar de que este estudo não envolvia dado genético algum.

    Um estudo posterior, realizado por Byne, et. al., investigou a questão do tamanho do INAH3 com base no sexo, orientação sexual e presença ou não do vírus HIV. (5) O estudo encontrou uma grande diferença no volume do INAH3 com base no sexo (com o INAH3 masculino sendo maior do que o INAH3 feminino). No entanto, o volume do INAH3 era menor nos homens heterossexuais que haviam contraído AIDS (0,108 mm³, comparados com 0,123 mm³ na população de controle masculina). Nenhuma diferença estatisticamente significativa foi encontrada entre os volumes do INAH3 dos homens heterossexuais e dos homens homossexuais que haviam contraído a AIDS (0,108 mm³ contra 0,096 mm³, respectivamente). O estudo também descobriu que não havia diferença entre o número de neurônios no INAH3 de homossexuais e no INAH3 de heterossexuais; porém os pesquisadores encontraram diferenças significativas entre homens e mulheres em outros estudos(5). Ficou óbvio a partir deste estudo que a pesquisa de LeVay utilizava uma metodologia falha e que seu resultado foi comprometido pela complicação ocasionada pelo vírus da AIDS, e que não havia diferenças no INAH3 de homossexuais e de heterossexuais.

    O papel do hipotálamo na orientação sexual também foi estudado por Swaab, et. al. Outros pesquisadores levantaram a hipótese de que haveria uma diferenciação no hipotálamo antes do nascimento. No entanto, o estudo de Swaab demonstrou que o núcleo dimórfico sexual (SDN) de mais de 100 indivíduos estudados diminuía em volume e em número de células nas mulheres de somente 2 a 4 anos após o nascimento. Esta descoberta complicou as conclusões dos estudos sobre o cérebro, uma vez que não apenas fatores químicos e hormonais, mas também fatores sociais podem influenciar o processo. (6)

    Um estudo realizado por Allen e Gorski examinou a comissura anterior do cérebro, descobrindo que homens homossexuais e mulheres apresentavam uma comissura anterior maior do que os homens heterossexuais(7). No entanto, estudos posteriores realizados em populações amostrais maiores não encontraram tal diferença. (8)

    Para complicar ainda mais o problema da diferença cerebral entre homossexuais e heterossexuais, existe o fato de que as próprias experiências sexuais podem afetar a estrutura cerebral(9). Assim, a questão sempre será se as práticas homossexuais modificam o cérebro ou se a estrutura cerebral ocasiona as práticas homossexuais.

    Continua…

  15. Segue…

    Influência Hormonal

    Uma vez que a diferenciação sexual acontece dentro do útero, como resultado de influências hormonais, a hipótese de que a homossexualidade pode ser o resultado de um balanço hormonal diferenciado no feto daqueles indivíduos que exibem uma orientação sexual homossexual tem sido cogitada. Como os dados acerca dos níveis hormonais no ventre materno não estão disponíveis, alguns indicadores tem sido utilizados para se avaliar indiretamente como as influências hormonais podem impactar na orientação sexual. Esses indicadores incluem as diferenças no tamanho e na forma dos esqueletos, incluindo a proporção dos ossos longos dos membros superiores e inferiores em relação à extensão do braço ou as razões entre os comprimentos das falanges.

    Estudos têm demonstrado que as proporções dos comprimentos dos dedos são indicadores de diversos hormônios, incluindo a testosterona, o hormônio luteinizante e o estrogênio.(10) Em mulheres, o dedo indicador (2D, segundo dedo) apresenta quase o mesmo comprimento que o quarto dedo (4D).

    No entanto, em homens, o dedo indicador é geralmente menor do que o quarto dedo. Tem sido demonstrado que esta maior proporção entre 2D e 4D nas mulheres é estabelecida em crianças com dois anos de idade. A hipótese de que a diferença na proporção entre 2D e 4D em homens e mulheres reflete a influência pré-natal de hormônios androgênios em homens tem sido levantada. Um estudo realizado por Williams, et. al. demonstrou que a proporção 2D:4D em homens homossexuais não era significativamente diferente da proporção encontrada em homens heterossexuais para ambas as mãos.(11) No entanto, mulheres homossexuais apresentavam proporções 2D:4D significativamente menores do que as mulheres heterossexuais (observe a figura ao lado).

    Tem sido levantada a hipótese de que mulheres expostas a uma maior taxa de hormônios androgênios no ventre materno apresentam uma tendência a expressar uma orientação homossexual. No entanto, como os níveis hormonais nunca foram medidos, resta apenas o indicativo indireto dos comprimentos dos dedos como um substituto para a avaliação destes níveis.

    Estudos descobriram que quanto mais irmãos mais velhos um menino possuir, maiores são as chances deste desenvolver uma orientação homossexual. (12) Este estudo também descobriu que homens homossexuais possuíam uma proporção maior do que o esperado de irmãos homens entre os irmãos mais velhos (229 irmãos para 163 irmãs) comparada com a população geral (106 homens para 100 mulheres). Homens que tiveram dois ou mais irmãos mais velhos apresentaram menores proporções 2D:4D(11), sugerindo que estes foram expostos a uma maior taxa de hormônios androgênios no ventre materno. O motivo pelo qual uma maior taxa de hormônios androgênios iria predispor tanto homens como mulheres a serem homossexuais não foi explicado no estudo.

    Outro estudo investigou o comprimento dos ossos longos dos braços, das pernas e das mãos. Tanto homens homossexuais como mulheres heterossexuais tiveram um menor crescimento desses ossos do que homens e mulheres heterossexuais.(13) Assim sendo, os pesquisadores acreditaram que homens homossexuais foram menos expostos aos hormônios androgênios do que os homens heterossexuais durante o seu desenvolvimento, ao passo que mulheres homossexuais foram mais expostas a esteroides em seu desenvolvimento do que a sua contraparte heterossexual. É claro que, com relação à homossexualidade masculina, este estudo contradiz diretamente os resultados presumidos pelo estudo realizado por Williams, o qual havia “demonstrado” que homens com vários irmãos mais velhos (os quais eram propensos a serem homossexuais) apresentavam uma maior exposição aos hormônios androgênios.

    Um estudo comparativo entre trigêmeos dos quais dois eram heterossexuais e um era homossexual concluiu que o trigêmeo homossexual obteve uma maior pontuação no lado feminino da escala de masculinidade e feminilidade do Inventário Multifásico de Personalidade de Minnesota(14), sugerindo uma possível influência hormonal (menos hormônios androgênios) envolvida na orientação homossexual masculina.

    Todos os estudos que apontavam para uma possível influência hormonal na homossexualidade sofrem da falta de uma evidência real de que os hormônios de fato desempenham algum papel na orientação sexual. O fato de que estudos contraditórios indicam um aumento(11,15) ou uma diminuição(13,14) de hormônios androgênios como base para a homossexualidade não gera confiança de que os indicadores indiretos sejam realmente válidos. Obviamente, um estudo que documente níveis hormonais reais, ao contrário de indicadores indiretos, poderia provavelmente fornecer dados mais definitivos.

    Estudos envolvendo um raro desequilíbrio hormonal, a hiperplasia adrenal congênita (CAH), causada por uma enzima 21-hidroxilase defeituosa, sugeriu que anormalidades hormonais podem influenciar a orientação sexual. A CAH provoca um aumento na produção de hormônios masculinos durante o desenvolvimento. Em homens, o aumento no nível de hormônios androgênios tem pouco efeito. No entanto, fetos femininos que se desenvolvem neste ambiente desenvolvem uma genitália ambígua, o que complica seu desenvolvimento subsequente. O tratamento in útero com dexametasona reduz o desequilíbrio de hormônios androgênios, resultando em um indivíduo que é geneticamente e fenotipicamente feminino. No entanto, o tratamento com dexametasona também resulta em uma diminuição na orientação homossexual entre as mulheres tratadas(16), sugerindo que alguma homossexualidade pode resultar de influências hormonais durante o desenvolvimento. Grupos de direitos homossexuais sugeriram que o tratamento com dexametasona não seja administrado, devido à redução na orientação homossexual em mulheres afetadas por CAH.

  16. Segue….

    Estudos em gêmeos

    A observação de que fatores familiares influenciam a prevalência da homossexualidade levou ao início de uma série de estudos com irmãos gêmeos, os quais seriam um indicativo indireto para a presença de possíveis fatores genéticos. A maioria dos estudos mais antigos foi comprometido devido a falhas metodológicas. Kallmann escolheu uma amostra de indivíduos de instituições psiquiátricas e de correção comportamental – as quais não representavam exatamente populações “normais”.(17) Bailey et. al. publicou uma série de estudos no início da década de 1990, investigando os fatores familiares tanto em homossexuais masculinos como femininos. Estes estudos foram comprometidos pela maneira pela qual os indivíduos foram recrutados, uma vez que os pesquisadores realizaram o anúncio do recrutamento em publicações destinadas ao público gay, resultando em uma amostra distorcida.(18) Estudos posteriores realizados pelos mesmos pesquisadores não sofreram desta parcialidade na seleção amostral, e concluiu que a herdabilidade da homossexualidade na Austrália era de até 50 a 60% em mulheres mas somente de 30% em homens.(19)

    Um estudo realizado por Kendler et. al. em 2000 examinou 1588 gêmeos selecionados aleatoriamente em uma pesquisa feita em 50000 famílias nos Estados Unidos.(20) O estudo descobriu que 3% da população consistia de não-heterossexuais (homossexuais e bissexuais) e havia uma concordância genética de 32%, um pouco menor do que a encontrada nos estudos australianos. O estudo perdeu significância estatística quando os gêmeos tiveram que ser separados em pares de homens e de mulheres, devido à baixa taxa (3%) de não-heterossexuais na população geral dos Estados Unidos.

    Um estudo finlandês com gêmeos relatou o “potencial para uma resposta homossexual”, não apenas manifestação de um comportamento homossexual, como tendo um componente genético.(21)

    Em uma deturpação aos estudos da homossexualidade em gêmeos, um grupo de pesquisadores australianos investigou se a homofobia seria o resultado da natureza ou da criação da pessoa.(22)Surpreendentemente, tanto fatores familiares e ambientais como fatores genéticos pareciam desempenhar um papel na determinação da homofobia ou não de uma pessoa. Ainda mais surpreendentemente, um outro grupo de pesquisadores nos Estados Unidos confirmou estes mesmos resultados independentemente (também incluindo a conclusão de que atitudes relacionadas ao aborto também eram parcialmente genéticas).(23) Assim, mesmo pessoas homofóbicas podem alegar que simplesmente nasceram desta maneira!

    Estudos com gêmeos sofrem do mesmo problema da tentativa de distinguir entre fatores genéticos e fatores do meio onde o indivíduo vive, uma vez que os gêmeos tendem a viver dentro da mesma unidade familiar. Um estudo averiguando o efeito da ordem de nascimento na preferência sexual concluiu, “A falta de relação entre a força e o efeito e o grau de sentimentos homossexuais em homens e mulheres sugere que a influência da ordem de nascimento no sentimento homossexual não se dá devido a processos biológicos, mas a processos sociais nos indivíduos estudados.”(12) Assim, ainda que os estudos realizados em gêmeos possam sugerir um possível componente genético para a orientação homossexual, os resultados certamente não são definitivos.

    Estudos genéticos – o “gene gay”

    Um exame nas árvores genealógicas familiares revelou que homens gays possuíam mais parentes gays do sexo masculino a partir da linhagem materna do que a partir da linhagem paterna, sugerindo uma ligação entre a homossexualidade e o cromossomo X. Dean Harner(24) encontrou uma associação na região Xq28. Se a orientação sexual masculina fosse influenciada por um gene na região Xq28, então irmãos gays deveriam compartilhar mais do que 50% de seus alelos nesta região, ao passo que seus irmãos heterossexuais deveriam compartilhar menos do que 50% de seus alelos. Na ausência de tal associação, então ambos os tipos de irmãos deveriam demonstrar um compartilhamento de mais de 50% de alelos. Uma análise de 50 pares de irmãos gays demonstrou que estes compartilhavam 82% de seus alelos na região Xq28, o que era muito superior aos 50% que seriam esperados aleatoriamente.(25)No entanto, um estudo posterior realizado pelo mesmo grupo de pesquisadores, utilizando 32 pares de irmãos gêmeos gays encontrou apenas 67% de compartilhamento de alelos, o que era muito mais próximo dos 50% esperados aleatoriamente.(26) Tentativas feitas por Rice et. al. em repetir o estudo realizado por Harner resultaram em um compartilhamento de apenas 46% dos alelos, insignificativamente diferente do esperado aleatoriamente, contradizendo os estudos realizados por Harner.(27) Ao mesmo tempo, um estudo não publicado realizado por Alan Sanders (Universidade de Chicago) corroborou com os resultados de Rice.(28) Decisivamente, nenhum gene ou produto genético da região Xq28 foi sequer identificado que afetasse a orientação sexual. Quando Jonathan Marks (um biólogo evolucionário) perguntou a Harner qual era a porcentagem de homossexualidade que ele achava que os seus resultados explicavam, a sua resposta foi que ele achava que eles explicavam 5% da homossexualidade masculina. A resposta de Marks foi “Não existe nenhuma outra ciência além da genética comportamental na qual você pode deixar 97,5% de um fenômeno sem explicação e conseguir manchetes jornalísticas.”(29)

    Experiência de abuso infantil

    Um estudo com 13000 adultos na Nova Zelândia (com idade de 16 anos ou mais) investigou a orientação sexual como função do histórico da infância.(30) O estudo descobriu uma prevalência três vezes maior de abuso infantil entre aqueles que subsequentemente se engajaram em uma atividade homossexual. No entanto, o abuso infantil não era um fator importante para a homossexualidade, uma vez que somente 15% dos homossexuais experimentaram algum tipo de abuso na infância (comparado com 5% entre os heterossexuais).(30) Então, aparentemente, desta população apenas uma pequena porcentagem de homossexualidade (~10%) poderia ser explicada por experiências abusivas na infância.

    Preferência ou orientação sexual?

    Se a orientação sexual fosse completamente genética, deveria ser esperado que esta orientação não mudasse ao longo do curso da vida de uma pessoa. Em mulheres, a preferência sexual parece mudar ao longo do tempo. Um estudo realizado durante um período de 5 anos em lésbicas demonstrou que mais de um quarto destas mulheres abandonou suas identidades lésbicas/bissexuais durante este período: metade recuperou a sua identidade heterossexual e a outra metade não quis mais ser identificada por qualquer rótulo.(31) Em uma pesquisa feita com mulheres jovens (de 16 a 23 anos de idade), metade das participantes mudou suas identidades sexuais mais de uma vez durante um período de 2 anos.(32) Em outro estudo com pessoas que foram recrutadas de organizações que representam jovens gays/lésbicas/bissexuais (de 14 a 21 anos de idade) em Nova York, a porcentagem de pessoas que mudaram a orientação sexual de lésbica/gay/bissexual para uma orientação heterossexual foi de 5% em um período de apenas 12 meses (o período em que durou a pesquisa).(33) Outros estudos têm confirmado que a orientação sexual não é fixa em todas as pessoas, mas pode mudar ao longo do tempo, principalmente em mulheres.(34) Um exemplo recente de mudança na orientação sexual ocorreu com a “Pessoa do Ano” de 2005 da revista “The Advocate”. Kerry Pacer era a mais jovem defensora dos direitos gays, escolhida por sua iniciativa na criação de uma “aliança entre gays e heterossexuais” na escola White County High School em Cleveland, Geórgia.

    No entanto, quatro anos depois, ela estava cuidando da sua filha de 1 ano de idade, junto com o pai da criança.(35) Outra ex-lésbica, a comediante britânica Jackie Clune, passou por 12 anos em relacionamentos lésbicos antes de se casar com um homem e de ter 4 filhos.(36) Michael Glatze, aos seus 20 anos de idade, passou a ser um líder no movimento dos direitos homossexuais. Com 30 anos de idade, ele caminhou para a direção oposta, dizendo: “Em minha experiência, sair da influência de uma mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bonita e estupenda que já aconteceu em toda a minha vida.”(37) Um estudo realizado em 2011 com gays cristãos que queriam mudar a sua orientação sexual descobriu que 23% dos envolvidos relataram uma “conversão” bem sucedida para uma orientação heterossexual, enquanto que outros 30% relataram uma castidade comportamental estável com uma substancial “desidentificação” com uma orientação homossexual.(38) No entanto, 20% dos envolvidos relataram uma desistência no processo e abraçaram totalmente a identidade gay, enquanto outros 27% se encontravam no meio entre os dois extremos. (38) Obviamente, para pelo menos algumas pessoas, ser gay ou heterossexual é algo que eles podem escolher.

    A questão da natureza vs. criação também pode ser vista comparando-se as crianças de pais homossexuais e de pais heterossexuais. Se a homossexualidade fosse puramente biológica, era de se esperar que os pais não teriam influência sobre ela. Paul Cameron publicou um estudo em 2006 que dizia que as crianças de pais homossexuais expressavam uma orientação homossexual muito mais frequentemente do que a população geral.(39) Apesar das alegações de parcialidade feitas contra o estudo, outro estudo realizado por Walter Schuum em 2010 confirmou os resultados de Cameron através de uma análise estatística de 10 outros estudos que examinavam esta questão.(40)

    No total, 262 crianças criadas por pais homossexuais foram incluídas na análise. Os resultados demonstraram que 16-57% dessas crianças adotaram um estilo de vida homossexual. Os resultados foram ainda mais expressivos em filhas de mães lésbicas, em que de 33% a 57% destas se tornaram lésbicas. Uma vez que os homossexuais representam apenas ~5% da população, fica claro que os pais influenciam a orientação sexual.

    Sempre fico espantado quando as pessoas me dizem que elas nasceram gay. Olhando para as minhas experiências passadas, eu nunca diria que eu “nasci heterossexual”. Eu realmente nunca tive nenhum interesse em garotas até aproximadamente a sétima série. Antes disso, elas não eram realmente interessantes para mim, uma vez que elas não se interessavam por esportes ou por andar de bicicleta ou fazer qualquer outra coisa que eu gostava de fazer.

  17. Segue…

    Homossexualidade e Darwinismo

    Eu não sou muito fã da evolução Neodarwinista. No entanto, existem claras evidências de que a seleção natural (e seleção sexual) atuam em populações de animais e tem agido em nossa própria espécie para produzir diferenças raciais.(41) A seleção natural postula que aquelas mutações genéticas que favorecem a sobrevivência e a reprodução serão selecionadas, ao passo que aquelas que comprometem a sobrevivência e a reprodução serão eliminadas. Obviamente, um gene ou uma série de genes que produzem indivíduos que não se reproduzem (i.e. aqueles que expressam um comportamento puramente homossexual) seriam rapidamente eliminados de qualquer população. Então, deveria ser esperado que qualquer “gene gay” fosse eficientemente removido de uma população. No entanto, é possível que um gene favorecendo a homossexualidade masculina pudesse se “esconder” dentro do genoma humano se este se encontrasse no cromossomo X, onde ele pudesse ser carregado por mulheres reprodutoras, e não ser sujeito a uma seleção negativa por homens não-reprodutores. Para que sobrevivesse(m), era de se esperar que o(s) gene(s) estivesse(m) associado(s) a uma maior capacidade de reprodução nas mulheres que o carrega(m) (compensando a geração de homens não-reprodutores). Eu não consigo imaginar um cenário genético em que a homossexualidade feminina sequer fosse persistir em uma população.

    Estudos genéticos reais?

    Durante a última década, a análise genética de características hereditárias avançou muito com o advento da tecnologia de microarranjo do DNA. Utilizando-se esta tecnologia, é possível varrer grandes sequências do genoma humano (ou até mesmo uma varredura completa de um genoma – GWAS) em vários indivíduos a um custo relativamente baixo. A tecnologia de microarranjo levou à descoberta dos genes que estão associados a doenças complexas, como a Doença de Crohn, a qual é assunto de minha própria pesquisa. Se a homossexualidade realmente tiver um componente genético, os estudos com o microarranjo do DNA podem não somente provar isso definitivamente, como também identificar o(s) gene(s) específico(s) ou loci que poderiam estar associados com a orientação homossexual.

    A primeira tentativa de se varrer um genoma em homens homossexuais foi realizada por Mustanski et. al. em 2005. (42) Os resultados sugeriram uma possível ligação próxima ao microssatélite D7S798 do cromossomo 7q36. No entanto, uma tentativa de repetir este achado (junto com ~6000 SNPs espalhados comparativamente uniformemente em todo o genoma humano) não conseguiu encontrar SNPs significantes. No entanto, um terceiro estudo utilizando uma população amostral de chineses encontrou uma associação fraca no polimorfismo SHH rs9333613 do gene 7q36.(44) Um estudo mais geral, investigando a escolha de parceiros entre diferentes populações, não encontrou nenhuma ligação genética, levando os pesquisadores a especular que estas escolhas fossem “culturais”(45). Desse modo, os estudos preliminares de possíveis causas genéticas para a orientação homossexual tende a excluir qualquer componente genético dramático para a orientação sexual.

    Conclusão

    Por que algumas pessoas são homossexuais?

    A questão sobre como a orientação sexual surge tem sido o motivo de muita pressão, com a impressão geral sendo promovida de que a homossexualidade é determinada mais por uma questão de genes do que por fatores ambientais. No entanto, ao se examinar a literatura científica, descobre-se que esta questão não é tão clara quanto as notícias veiculadas pela mídia sugerem. Os estudos mais antigos que relataram diferenças nos cérebros de homossexuais foram complicados por infecções causadas pelo vírus HIV e não foram substanciados por estudos maiores e mais controlados. Numerosos estudos relataram que possíveis diferenças hormonais afetam a orientação sexual. No entanto, tais estudos eram muitas vezes diretamente contraditórios, e na verdade nunca mediram nenhum nível hormonal, mas utilizaram indicadores indiretos para avaliar influências hormonais, sem nenhuma evidência direta de que esses indicadores realmente representavam os verdadeiros níveis e desequilíbrios hormonais.

    Estudos realizados em irmãos gêmeos mostraram que provavelmente existem influências genéticas para a homossexualidade, apesar de que estudos similares também demonstraram influências genéticas para a homofobia ou até mesmo oposição ao aborto.

    Abuso infantil também tem sido associado à homossexualidade, mas, no máximo, explicaria apenas 10% das pessoas que expressam alguma orientação homossexual. O fato de que a orientação sexual não é constante para muitos indivíduos, mas que esta pode mudar ao longo do tempo sugere que pelo menos parte da orientação sexual seja uma questão de preferência.

    Tentativas de se encontrar um “gene gay” nunca identificaram algum gene ou produto genético que esteja de fato associado com a orientação sexual, com estudos não confirmando as sugestões propostas de que existe alguma ligação entre a homossexualidade e a região Xq28 do cromossomo X. A questão de influências genéticas sobre a orientação sexual tem sido investigada recentemente com o auxílio da tecnologia de microarranjo do DNA, porém os resultados não conseguiram apontar para genes específicos como um fator determinante da orientação sexual.

    • Referências

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      ***

      Richard L. Deem é biólogo com mestrado em microbiologia pela Califórnia State University de Los Angeles, e tem se dedicado à pesquisa científica desde 1976. Ele é autor e co-autor de vários estudos em diversas áreas da biologia molecular e genética, imunologia, doença inflamatória intestinal, células exterminadoras naturais e doenças infecciosas. Seu trabalho tem sido apresentado a inúmeros congressos internacionais.

    • Referências

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      24. Dean Hamer ganhou ainda mais notoriedade ao publicar um livro intitulado O Gene de Deus: como a fé é Hardwired em nossos genes, que uma revisãocientífica americana de O Gene de Deus disse que deveria ter sido intitulado, “um gene que representa menos de um por cento do variância Encontrado em pontuações em questionários psicológicos concebido para medir um fator chamado auto-transcendência, que pode significar tudo de pertencer ao Partido Verde para Crer no ESP, de acordo com um estudo, inédito replicado. “

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      ***
      Richard L. Deem é biólogo com mestrado em microbiologia pela Califórnia State University de Los Angeles, e tem se dedicado à pesquisa científica desde 1976. Ele é autor e co-autor de vários estudos em diversas áreas da biologia molecular e genética, imunologia, doença inflamatória intestinal, células exterminadoras naturais e doenças infecciosas. Seu trabalho tem sido apresentado a inúmeros congressos internacionais.

    • Darwinismo? me polpe Mauro, é tão antigo que e ultrapassado que muitas de suas teorias já não são aceitas.
      Hum !!! você se não é cristão? que eu saiba vocês odeiam Darwim, nãoo foi ele que disse que viemos de macacos.
      Não seja contraditório homem. no mínimo hipocresia.

  18. É o fim dos tempos mesmo não acredito que estou lendo essa palhaçada, meu Deus tenha misericórdia desse povo ignorânte que rejeitam seu amor pela humanidade em que deu seu único filho para morre pelos nossos pecados.

    • Os cientistas afirmam que a homossexualidade não é genética, mas tem uma “base biológica”

      Uma equipe internacional de pesquisadores concluiu um estudo que sugere que não há nenhuma evidência de que exista um “gene gay”. A orientação sexual não é genética, mas pode ser epigenética, dizem os pesquisadores. No processo epigenético, o código genético em si não sofre alterações, mas as mudanças químicas ocorridas depois do nascimento alteram a forma como os genes se manifestam, esse processo é chamado de epigenia.

      Segundo os pesquisadores William Rice, professor da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, e Friberg Urbano, professor da Universidade de Uppsala, na Suécia, a homossexualidade pode ser explicada pela presença de epi-marcas – interruptores sexuais temporários que controlam como nossos genes são expressos durante a gestação e depois que nascemos.

      A maioria das epi-marcas normalmente são “apagadas” e não são transmitidas às futuras gerações. Rice e Friberg descobriram que essas epi-marcas, diferentemente da maioria dos interruptores genéticos, não são apagas e passadas de pai para filha ou mãe para filho.

      Mecanismos epigenéticos podem ser vistos como uma camada adicional de informação que se agregam ao nosso DNA. Essas epi-marcas regulam a expressão dos genes de acordo com a força de estímulos externos no ambiente. E no caso da homossexualidade, os pesquisadores afirmam, o ambiente é o útero materno. Os genes são, basicamente, o livro de instruções, já os marcadores guiam como essas instruções são realizadas, quando, onde e quanto um gene é expresso durante o desenvolvimento.

      Para chegar a esta conclusão, Rice e Friberg criaram um modelo biológico e matemático que traça o papel da epigenética sobre a homossexualidade. Segundo os pesquisadores, o estudo resolve o enigma evolutivo da homossexualidade, mostrando que, “interruptores epigenéticos sexualmente antagônicos”, que normalmente protegem os pais de uma variação natural nos níveis de hormônios sexuais durante o desenvolvimento fetal, por vezes, é passado às gerações seguintes e causa homossexualidade nos filhos.

      “A transmissão de marcadores epigenéticos sexualmente antagônicos entre as gerações é o mecanismo evolutivo mais plausível para o fenômeno da homossexualidade humana”, conclui o coautor do estudo Sergey Gavrilets, diretor associado do NIMBioS.

      Estes dados foram integrados com os resultados recentes do controle epigenético da expressão gênica, especialmente em células-tronco embrionárias. Isto permitiu aos pesquisadores desenvolver e apoiar empiricamente um modelo matemático de epigenética baseada na canalização do desenvolvimento sexual, ou a tendência de hereditariedade para restringir o desenvolvimento de algumas características de apenas um ou alguns traços. Esse modelo conseguiu prever a evolução da homossexualidade em ambos os sexos quando canalizou epi-marcas transmitidas através das gerações com probabilidade diferente de zero.

      • Isto é uma mera teoria… Não quer dizer absolutamente nada, em verdade o homossexualismo é um comportamento e pronto, não queira me impor a acreditar que trata-se de nascimento. Não a regra é se ter atração pelo sexo oposto, ter atração por pessoas do mesmo sexo é sim um desvio de comportamento, hoje aceitável e ponto e morreu Maria preá, como dizia meu nobre professor Rodrigo Bezerra.

  19. Se ensinarem a criança que o anus é lugar de sair fezes jamais ela irá virar Viado, Homen tem que ser Homen, mulher tem que ser Mulher, isso de natureza, agora vem esses BAITOLAS dizendo que somos anormais.

    se essas Pessoas não se arrependerem vai pra o inferno. ((( BIBLICAMENTE)))

  20. Essa mulher deveria ter seu exercício de psicóloga cassado, ela envergonha a classe, apregoa curandeirismo e tenta misturar fundamentalismo religioso com ciência.

      • Saudade do teu rabo…………. não foi isso que o Pastor Marcos falou para sua cordeirinha??
        O desejo por sexo anal no Brasil é tão claro e evidente inclusive no meio Gospel.
        E uns vem aqui dizer que sexo anal é errado, hipócritas, fariseus, cegos guiados por cegos. Na verdade tem pastores com os olhos bem apertos para o RABO dar irmãs.

    • engraçado os gays incluíndo você que dever ser um podem falar e fazer o que querem eo que bem entendem quando alguem se manifesta de um jeito diferente do de vocês aí está errado eu não tenho preconceito contra gays se é o que você pensa o que eu acho errado é vocês acharem que o mundo ,a terra,o universo ,a via láctea tem que pensar igual sejam razoáveis e também entendam que cada um tem sua opinião e a mesma deve ser respeitada ,se querem ser homossexuiais sejam mas também compreendam que existe vida e amor fora da homossexualidade, e que contradizendo o nosso louvável professor que aliás dou a dica de pesquisar coisas que realmente interessam, é absolutamente normal

    • Isso mesmo Andre, sou estudante de psicologia e estamos REVOLTADOS com essa hipocrita que mistura sua homofobia religiosa com a ciencia!!!TEM QUE CASSAR ESSA CHARLATÀ!

      • essa mulher e uma psicologa um site de golpel kkkk fala para elaque os gays só querem viver como outras pessoas normais , psicologos, pastores e religiosos eles que estão promovendo odio sobre os gays já que gays nãoe uma opção de vida e sim nascem assim enquando tem mulheres crente dando a bunda para o pastor e traindo o marido que frequenta a mesma igreja

  21. MARISA LOBO, SUA CHARLATÃ… LOBA EM PELE DE CORDEIRO!

    CURE MINHA HETEROSSEXUA LIDADE, PSICÓLOGA DE ARAQUE!

    QUEM É VOCÊ E SILAS MALAFAIA NA PLATAFORMA LATES? NINGUÉM!!

  22. Muito engraçado ver estas pessoas retrogradas tentando mantem o status quo! Engraçado que para isso ela ataca até mesmo as areas do conhecimento mais atual e quem trazido os melhores resultados.

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