Pastor Silas Malafaia revela conversa com Eduardo Campos, e diz que governador de Pernambuco pretende ser candidato à presidência da República

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A corrida pela eleição presidencial de 2014 já começou e os líderes evangélicos provavelmente exercerão papel de grande destaque no debate de ideias para o pleito.

O pastor Silas Malafaia concedeu entrevista à jornalista Luciana Nunes Leal, do jornal O Estado de S. Paulo, e afirmou que se reuniu recentemente com o governador do Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) para tratar do assunto.

Segundo Malafaia, Campos já dá como certa sua candidatura para concorrer à presidência da República e diz que não aceitará interferências em seu partido: “O governador Eduardo Campos disse: ‘’eu vou ser candidato a presidente da República e ninguém vai dizer o que meu partido deve ou não deve fazer, se deve ou não deve ter candidato’. Disse em alto e bom som”, afirmou o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC).

Silas Malafaia no entanto, diz que suas conversas com Campos sobre essa questão não significa que o apoio já está fechado ao candidato pernambucano: “Ainda estamos cedo nesse processo”, alegou o pastor, que em 2010, ensaiou um apoio à ex-ministra Marina Silva, filiada ao PV à época, e terminou apoiando José Serra (PSDB-SP).


Malafaia diz que conversou com Campos sobre a questão envolvendo Marco Feliciano (PSC-SP), e que o governador pernambucano disse não concordar com as ideias do pastor que é presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), mas que se ele foi eleito “pelo povo e pelo colegiado”, tem o direito de ocupar a cadeira: “Ele foi sincero, disse que é contra o Marco Feliciano, que está do outro lado, mas que o direito vale para todo mundo”, relatou Silas Malafaia.

Ainda sobre a questão, Silas Malafaia disparou contra o Partido dos Trabalhadores: “O que eu tenho dito e repeti para o governador é que o PT radicaliza de tal forma que acaba levando os evangélicos a ficarem contra ele. Com José Genoino e João Paulo Cunha (deputados condenados no processo do mensalão) na Comissão de Constituição e Justiça, que moral tem o PT para falar de Feliciano na Comissão de Direitos Humanos?”, indagou o pastor da ADVEC.

Outra questão envolvendo pontos de vista dissonantes entre o PT e Eduardo Campos foram tratados durante a conversa que Silas Malafaia relatou ao Estadão: liberdade de imprensa. Segundo Malafaia, Campos se posiciona contra o controle externo da mídia.

“Ele disse que regulação de conteúdo é muito perigosa. Deixei claro que nós evangélicos estamos muito preocupados de cercearem nossa pregação, que defendo a liberdade de imprensa até para falarem mal de mim”, disse Malafaia.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

3 COMENTÁRIOS

  1. Um vergonha! O pastor Silas Malafia não sabe o que é regulamentação da mídia, porque se soubesse não diria uma asneira dessas. Também não deve conhecer o Eduardo Campos, muito menos suas reais intenções, porque se soubesse oraria por ele em vez de apoiá0lo. Sou presbiteriano, e sinceramente, é uma pena que ele fale essas bobagens.

    • Quem foi que disse que o Pr Silas está apoiando o Eduardo Campos. Acho que vc precisa refazer a leitura da matéria. O pastor que é comprometido com o evangelho e com a transformação da sociedade não fica aí esperando o que vai acontecer. Ele parte pra cima para saber de cada um o seu compromisso com o Brasil e suas ideias em relação à igreja. Não vi nada de bobagem do Silas.

    • Cada um pensa ou fala o que quer companheiro presbiteriano Leonardo, mas concordo em parte com vc. Se o Pr,Silas quiser dar o seu apoio a este sujeito de pernambuco, bem é sua opinião, mas não será dos demais evangélicos. Desde já estou fazendo campanha para Pr.Marcos Feliciano e aos católicos que certamente estarão com ele nesta luta pela família, esteja certo disto. Forte abraço!

    • Benedito Dias , melhor que ele poderia fazer é orar neste sentido, do que ficar especulando os políticos não cristãos, seria melhor focar a união dos evangélicos e católicos nesta questão do que ficar buscando confusão nos meios evangélicos. Esta não seria no meu entender a melhor forma cristã.

  2. CIFRAS MALACHEIA E A MAIORIA DOS PA$TORES NO BRASIL SÓ SE INTERESSAM POR DUAS COISAS: POLÍTICA E DINHEIRO. O EVANGELHO É UM MERO PRETEXTO PARA AGREGAREM ELEITORES INCAUTOS.

  3. Malafaia é esperto: ele está buscando um novo hospedeiro, pois o antigo já não serve mais. Ocorre que Eduardo Campos está comprometido com o Estado laico e não apoia o ativismo fundamentalista contra os gays. O Malassauro deve ter mantido a reunião para sondar o governador e ver se ele encamparia uma agenda anti-gay. Deve ter se decepcionado. Agora, resta a Malafaia continuar com Serra, o antigo hospedeiro, pois tirando Dilmá, todos os outros já fizeram discursos reconhecendo a união civil homoafetiva, incluindo dona Marina Silva. Aliás, é bom Eduardo Campos não querer o apoio do fundamentalista: Serra, por duas vezes, viu que o Mala, faia!

    • Concordo que o Malafaia é esperto, mas está fazendo o correto. Ele não quer ter surpresa. Se o Eduardo defender a liberdade de expressão religiosa e não defender a evangelicofobia, estaremos com ele, senão, tá fora e vai perder as eleições. Pode escrever.

    • Ontem indo para a aula eu ouvia 2 homens dizendo que receberam convites para irem trabalhar em recife. E que nenhum, nem o outro aceitaram.

      Eles tem amigos trabalhando em recife, e dizem que lá está complicado de viver, custo de vida alto e violência gratuita. Que em um alojamento aonde a empresa colocou 30 homens, todos foram rendidos a mão armada e limparam os 30 trabalhadores desse alojamento.

    • Alberto da Costa Maia qual é teu problema meu cara ,muda o disco,está mais do rodado ,é sempre o mesmo assunto todo dia ,voçê vai acabar levando um processo nas costa ,por injúria ,difamação,uso indevido de nomes.Percebo que voçê é um ferrenho defensor dos homossexuais,qual é a tua ,saia de cima do muro .Voçê trata os evangélicos como se fossem bichos,como se quisessem dominar o mundo,sai dessa cara !!!!!

    • Não há evangelicofobia no Brasil, Benedito. A cada 5 minutos surge uma nova igreja evangélica e vocês formam até bancada (embora seja melhor chamá-la de fundamentalista). Ninguém vai ameaçar a liberdade de expressão: vocês vão poder dizer que o "homossexualismo" é pecado e que Deus não gosta de quem curte uma punheta ou uma siririca kkkkkk Agora, fazer discursos de ódio contra gays e afro-religiosos aí não dá, brother. Espalhar mentiras alarmistas pelas redes também não. Tem que maneirar. Mas Malassauro é pé-frio! Ao menos Serra não deu sorte kkkk

    • Benedito Dias, não concordo com esta ótica…prefiro que Malafaia siga o caminho dos hoje milhões de evangélicos que querem o Pr.Marcos Feliciano como pleito em 2014, É bem melhor termos alguém dos nossos lá, Assim teremos certeza de que nos representará a família. Mas para os olhos grandes aqui fica a minha palavra de conforto, vcs não serão perseguidos e esculhambados não, poderão continuar debochando e falando as sua idéias aqui ou em qualquer lugar. Uma coisa é certa, se não vierem para nosso lado, não serão arrebatados para a vitória, pois falta pouco tempo para isto acontecer. Gravem estas palavras, e fiquem alerta…caso eu e outros ñ estivermos mais por aqui, Ho glórias,

    • Cristiane Santos, eu não sei de que estado você é, pelo visto você deve morar fora do Brasil, pois a violência esta instalada em todo lugar. Em Pernambuco não é diferente. O custo de vida em Pernambuco não e diferente de sua região. Exemplo, 01 quilo de tomate no sul do país está custando R$ 9,80, aqui na feira em Pernambuco, na capital, na feira livre esta custando R$ 3,00. Aqui em Pernambuco, nós vivemos tão bem ou não quanto vocês de outra região do Brasil.

    • Torquato da Silva

      Vivo no Estado do RIO DE JANEIRO,tbm conhecido por sua violência. Mas vamos aos fatos, cariocas estão "acostumados" a violência, então se temos cariocas temerosos e se negando a ir para pernambuco, pq boa coisa não é! Os indices daí ultrapassaram os daqui.

      Já sobre o tomate, a cesta básica não é composta de tomates. O que me relataram é que para se manter aí, além de ser mais perigoso é mais caro.

  4. É incrível, como tem gente mal resolvida na área sexual. Só fala "em gay, casamento gay, união homoafetiva…"
    Muda o disco. Leiam o estudo, o relatório de Raphael Kazmann "Homossexualismo, um problema de saúde pública"!!É um estudo de 5.200 obituários, realizado durante 5 anos em 16 revistas americanas de homossexuais, além de dezenas de outras pesquisas feitas nos EUA, que mostrou que a CONDUTA homossexual reduz a expectativa de vida em 30 anos. São 5 causas que contribuem para sua morte prematura: suicídio, consumo de drogas, acidentes automob., enfermidades e assassinatos. À luz desses novos fatos, certamente é mais fácil entender porque DEUS CONDENA o homssexualismo. Pois essa PRÁTICA mata as criaturas que ELE criou segundo sua própria imagem, e às quais deu vida. (The Moody Adam Report).

    • Besteira, discurso de ódio homofóbico que teima em associar o homossexual ao crime, à prostituição, às drogas ou a degeneração moral. O mercado das drogas que move bilhões é mantido pelos gays? Os 50.000 mortos anuais em acidente de carro no Brasil são todos homossexuais? 5.200 obituários: de que período, onde, quem fez a pesquisa, ela foi refeita e retestada, quantas vezes, onde e por quem? Palhaçada!

      Deus condena a homossexualidade e a sexualidade liberal, e eu condeno o seu deus mitológico não aos desaparecimento, posto que é mantido por idiotas como vocês, mas a ficar no lugar dele e não querer regular o comportamento dos não-evangélicos.

    • E Sérgio, mal resolvido na área sexual, você deve estar falando de si mesmo, é quem patrulha a sexualidade alheia, seja ela hétero ou homossexual.

    • A HOMOFOBIA COMO ELEMENTO CONSTITUTIVO DA IDENTIDADE MASCULINA

      É consenso que a homofobia não afeta apenas a pessoas LGBTs, mas também a qualquer indivíduo que não se conforma com os papeis supostamente determinados pelo sexo biológico. A lógica binária que estrutura a construção da identidade sexual funciona por antagonismo. Dessa maneira, um homem é o oposto de uma mulher, e um hétero é o oposto de um homossexual. Em uma sociedade androcêntrica como a nossa, são cultivados especialmente os valores masculinos, e a “traição” de tais valores só pode desencadear as condenações mais severas. O cúmulo da falta de virilidade é, portanto, aproximar-se da feminilidade, “montar-se” como uma drag-queen, desmunhecar, maquiar-se para a balada, ou falar com aquela “vozinha afeminada e afetada” (Segundo pesquisa de P. Duret publicada em “Les jeunes e l’identité masculine, PUF, Paris, 1999, p. 52).

      Um estudo efetuado sobre uma população heterossexual masculina por uma equipe de psiquiatras mostra a estreita relação existente entre a homofobia e a impossibilidade de estabelecer relações de intimidade entre pessoas de gênero masculino. Vários dos entrevistados testemunham a grande dificuldade que os homens têm para expressar sua intimidade. Em contraposição às mulheres, e apesar de fazerem amizades com maior facilidade com outros homens, sofrem um grande desconforto para manifestar seus sentimentos dentro das relações de amizade.
      Essa barreira para a intimidade parece encontrar sua origem na socialização masculina. A competência, o forte medo de aparentar ou ser frágil e vulnerável, e a homofobia constituem os elementos que modelam a maneira de ser de um homem. Segundo TOGNOLI o ódio para com os homossexuais surge como o mais poderoso desses elementos na (auto)construção da masculinidade (“Male friendship and Intimacy across the Life Span”, Family Relations, 29, 1980 pp. 273-279) . Baseado em vinte e quatro (sic!) estudos empíricos que mostravam maior tolerância das mulheres e, correlativamente, hostilidade mais acentuada dos homens heterossexuais em relação aos gays, o medo de ser considerado uma “bicha” constitui uma força maior na composição do papel masculino tradicional (M.E. KITE, “Sex Differences in Attitudes Toward Homossexuals. A Meta-analytic Review”, Journal of Homossexuality, vol 10, 1984, pp. 69,81).

      Segundo o processo de socialização masculina, o aprendizado do papel se faz em função da oposição constante à feminilidade. Como bem adverte Badinter “a virilidade não se dá de uma vez por todas; o homem é uma espécie de artefato, e como tal, corre o risco de apresentar defeitos de fabricação.” O defeito de fabricação mais perigoso na maquinaria viril é a produção de uma “bicha”. Ser homem significa ser rude, inclusive grosseiro, competitivo e turbulento; ser homem implica desprezar as mulheres e detestar os homossexuais. O caráter mais evidente da masculinidade continua sendo a heterossexualidade: “depois da dissociação da mãe (não sou seu bebê!) e da dissociação radical com o sexo feminino (não sou uma menina!) o jovem deve provar para si mesmo e para os outros que não é homossexual, e que não quer desejar nem ser desejado por outros homens.” (É. BADINTER, “XY de l’identité masculine”, Odile Jacob, Paris, 1992, p. 149).

      Assim, pois, reforçar a homofobia é um mecanismo essencial do caráter masculino, já que permite reprimir o medo secreto do desejo homossexual. Para um homem heterossexual, comparar-se com um homem afeminado desperta a angústia dos caracteres femininos de sua própria personalidade. Tanto mais quanto esta teve de ser construída opondo-se à sensibilidade, à passividade, à vulnerabilidade e à ternura enquanto atributos do “sexo frágil”. É nesse sentido que muitos homens que assumem o papel ativo na relação sexual com outros homens não se consideram homossexuais. Na realidade, é a passividade e não o sexo do casal que determina, para eles, a pertença ao gênero masculino. Essa passividade, vivida como feminilização é que é suscetível de tornar o sujeito efetivamente homossexual. Em outras palavras, quando se adota o papel ativo, não se trai o próprio gênero e não se corre o risco de converter-se em uma “bicha”. (Entretanto, a experiência nos demonstra que “passarinho que anda muito com morcego acaba dormindo de cabeça pra baixo” rsrsrs). Entretanto não basta ser ativo, mas é necessário que a penetração não seja acompanhada de afeto, já que isso poderia por em perigo a imagem da masculinidade do indivíduo em questão. Destarte, por um efeito de negação, alguns homens, ainda que mantenham relações sexuais homossexuais regulares, conseguem reprimir toda identidade gay e sentir ódio homofóbico. Esse ódio serve para a reestruturação de uma masculinidade frágil, que necessita afirmar-se constantemente com o desprezo pelo “outro-não-viril”: a “bichinha” que faz o papel de mulher.

      Sexismo e homofobia são como que as duas faces de um mesmo fenômeno social. A homofobia, e em particular a homofobia masculina, desempenha a função de “polícia da sexualidade”, reprimindo qualquer comportamento, qualquer gesto ou qualquer desejo que ultrapasse as fronteiras “impermeáveis” dos sexos. Segundo C. Gentaz, “a homofobia, em razão de sua função sociopsíquica, preserva, como uma ‘camisinha’, os homens heterossexuais da feminilidade, impedindo qualquer intrusão masculina exterior: é um ‘gendarme’ do gênero masculino. Assim, pois, poderíamos supor que a homofobia é constitutiva da psicogênese de todo indivíduo masculino”(“L’homophobie masculine: préservativ psychique de la virilité?” in Welzer-Lang, Dutey e Morais, “La peur de l’autre em soi. Du sexisme à l’homophobie”, VLB, Montreal, 1994, p. 20).

      Concluindo, a homofobia se inscreve no centro mesmo do heterocentrismo e constitui uma estratégia de controle social que permite a discriminação e a infravalorização de todos os que se afastam do modelo central: nega a diversidade sexual, afeta a homens e mulheres, e converteu a identidade masculina em um problema de saúde pública. Ser macho mata, porque ser macho implica agressão e automutilação. Agressões aos outros, os diferentes, as minorias; mulheres, homossexuais ou migrantes, dá no mesmo. Automutilação e violência contra si mesmo porque ser homem implica stress, tensão e ansiedade para provar, o tempo todo, a sua própria masculinidade. Como dissemos acima, a identidade masculina se constrói sobre a homofobia. Combater, pois, a homofobia tornou-se uma questão de profilaxia democrática.

      BORRILLO, Daniel. Homofobia. Edicions Bellaterra, Barcelona, 2001 cap. 4 pp. 92-95 [trad. Afonso Figueiredo] Em português: HOMOFOBIA- HISTÓRIA E CRÍTICA DE UM PRECONCEITO. Ed. Autêntica, Belo Horizonte, 2010

  5. Minha opinião é de que o Malafaia, vai atrás de um partido tbm comprometido com o ativismo gay, aqui no Rio Grande do Sul, é bem claro a tendência do partido na militância do PT. Por isso eu fico com minha conclusão que o Pr.Marcos Feliciano é o cara para ser presidente do Brasil, e isto falo profeticamente, pois os cristãos no brasil, evangélicos ou católicos poderão elege-lo, pois defende a família. Se 50% dos evangélicos e 50% dos católicos votarem será o suficiente. Isto sim, que é democracia…podemos dizer e falar o que quiser neste pais maravilhoso "BRASIL".

    • Até pode ter, mas o momento é este, o Pr.Marcos Feliciano é já militante politico, com isto facilita sua eleição em 2014, mas o Min.Joaquim Barbosa é respeitável, mas não deixará seu cargo, e militará em um partido para este cargo presidenciável, desculpe, mas a análise é rápida, os fatos urge a militância evangélica unida e não correndo atrás de possibilidades. certo? Forte abraço companheiro!!!!!

  6. Minha opinião é de que o Malafaia, vai atrás de um partido tbm comprometido com o ativismo gay, aqui no Rio Grande do Sul, é bem claro a tendência do partido na militância do PT. Por isso eu fico com minha conclusão que o Pr.Marcos Feliciano é o cara para ser presidente do Brasil, e isto falo profeticamente, pois os cristãos no brasil, evangélicos ou católicos poderão elege-lo, pois defende a família. Se 50% dos evangélicos e 50% dos católicos votarem será o suficiente. Isto sim, que é democracia…podemos dizer e falar o que quiser neste pais maravilhoso “BRASIL”.

  7. gostaria e muito se MAGNO MALTA, fosse candidato a presidência. pois acompanho a sua luta não apenas como homem de DEUS , mas também por todos que é a favor da famíla

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