Susana Vieira participa de culto na igreja Batista Soul

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A atriz Susana Vieira, nova apresentadora do programa global “Vídeo Show”, participou na noite do último domingo a um culto na Igreja Batista Soul, localizada na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Sônia Maria Vieira Gonçalves, mais conhecida pelo nome artístico de Susana Vieira, posou com os pastores Kleber Lucas e Danielle Favatto, ex-mulher do senador Romário (PSB-RJ). A atriz chamou a atenção por usar pouca maquiagem.

A igreja, conhecida por ser frequentada por cantores e muitos artistas da Globo, foi inaugurada em 2013 pelo cantor gospel e sua esposa.

“Ungida e Rasgada”

Danielle Favatto é também teóloga e pedagoga, e meses atrás criou um projeto chamado “Mulher de Deus Ungida e Rasgada”, voltado ao incentivo da prática de exercícios.


O título é mais chocante do que a proposta, garante Favatto: “Ungida porque é uma mulher abençoada, e rasgada porque essa é uma expressão da maromba para mulher definida, malhada”, diz.

Ao lado de Kleber Lucas, Danielle fundou a Igreja Batista Soul, uma congregação da Primeira Igreja Batista do Recreio, e lá deu início às atividades que reúnem 64 fiéis para treinar e conta com assessoria da nutricionista Renata Miranda.

“Eu pesei, calculei percentual de gordura e medi a circunferência da cintura de 47 mulheres. Dividi o grupo em três, montando um planejamento alimentar para cada grupo. E vamos trocando dicas e orientações pelo WhatsApp”, revelou a nutricionista.

7 COMENTÁRIOS

  1. Polícia Civil denuncia pastor por abuso sexual dentro de igreja de Joinville
    04/05/16
    Homem admitiu que levou fiel para sala separada, mas disse à polícia que estava ‘possuído’

    A Polícia Civil de Joinville concluiu esta semana um inquérito que investigava o abuso sexual cometido no fim do ano passado dentro de uma igreja na zona Norte de Joinville. O acusado é o próprio pastor da congregação.

    No depoimento feito à polícia, a vítima, uma mulher de 30 anos, disse que foi abordada pelo pastor logo na primeira vez que foi ao culto. Ele pediu a ela que voltasse no dia seguinte, à noite, para “orar” com ele.

    Ela voltou por volta das 19 horas com a irmã e o cunhado, mas os dois ficaram no templo ouvindo as músicas enquanto ela foi levada para uma salinha separada.
    Durante a oração, o pastor deitou a mulher no chão e começou a passar a mão sobre o corpo dela, principalmente nas partes íntimas. A mulher disse à polícia que ficou paralisada e que a sessão durou entre 30 e 40 minutos.

    Ela procurou a delegada Tânia Harada, titular da Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Idoso de Joinville e fez um boletim de ocorrência por estupro. Também gravou uma conversa em que dizia ao pastor que estava muito constrangida com tudo o que aconteceu e não entendia o porquê de ele ter tocado no corpo dela daquele jeito.

    As gravações fazem parte do inquérito e nelas o homem assume o abuso, mas diz que era preciso tocar no corpo para tirar uma “pomba gira” que havia se apossado dela. Ao ser interrogado pela delegada, o pastor primeiro disse que não lembrava de nada e que não havia abusado de nenhuma fiel. Mas, ao ser confrontado com a gravação, ele admitiu que houve o abuso, mas justificou dizendo que estava possuído.

    A delegada vai indiciar o pastor por posse sexual mediante fraude e não estupro. Um dos requisitos para que o crime fosse tipificado como estupro era haver violência ou grave ameça, o que não foi o caso. O crime de posse sexual mediante fraude também é conhecido no meio jurídico como “estelionato sexual” e está descrito no Código Penal no artigo 215. Porém, a delegada tem indícios de que outras pessoas foram vítimas e podem procurar à Polícia nos próximos dias.

    “Quando há um erro, a gente tem de pagar pelo erro”, diz pastor

    No começo da tarde desta quarta-feira, o pastor disse à reportagem de A Notícia que errou e que pediu perdão à mulher.

    — A igreja não tem nada a ver com isso. O que houve, na verdade, é que eu não estou negando nada. Eu errei. Eu pedi perdão pra ela, tudo. Na verdade, eu não tenho nem como mentir. Eu sou um religioso e não posso mentir. Houve aquele abuso porque ela se bateu, eu fui segurar ela. Mas, eu vou fazer o quê? Quando há um erro, a gente tem de pagar pelo erro.

    O pastor disse que não tem advogado, nem vai contar com a igreja para pagar sua defesa. Ele disse que agiu em seu nome e fez questão de dizer que o fato não tem relação nenhuma com a congregação.

    — Vou ficar numa situação pior. Não tenho nem um carro para vender e pagar um advogado. Já pedi perdão a ela. Mas ela não entendeu. Agora, não sei o que vou fazer.
    A NOTÍCIA

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