Trump revoga medidas de Obama e diz que ‘com ajuda de Deus, conseguiremos uma Cuba livre em breve’

Regime comunista cubano reprime oposição e persegue cristãos no país há décadas

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tomou mais uma medida prometida em campanha e anunciou que irá revogar termos do acordo estabelecido entre o governo norte-americano e a ditadura em Cuba.

O acordo, firmado pelo ex-presidente Barack Obama, restabelecia relações diplomáticas entre os dois países e tirava parte das sanções comerciais à ilha, permitindo o turismo de cidadãos dos Estados Unidos, por exemplo.

“Estou cancelando as últimas políticas de acordo unilateral [feito pelo governo Obama] com Cuba. Com a ajuda de Deus, uma Cuba livre é o que conseguiremos em breve”, afirmou Trump, justificando sua decisão com a alusão de que não há democracia em Cuba, governada desde 1959 pelos irmãos Fidel (já morto) e Raul Castro.

“No ano passado, prometi ser uma voz contra a opressão e a favor da liberdade do povo cubano”, disse o presidente dos Estados Unidos durante um discurso realizado na última sexta-feira, 16 de junho, em Miami. “Nós não queremos que os dólares americanos sejam usados para sustentar um monopólio militar que explora e abusa dos cidadãos de Cuba”.


A Casa Branca informou que as medidas adotadas pelo governo Obama resultaram em um aumento da arrecadação do governo de Cuba, que investiu nas forças armadas e, assim, aumentou a repressão sobre a população local.

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O senador Marco Rubio, cristão de origem cubana, elogiou a atitude de Trump: “O objetivo dessas políticas é muito simples. Queremos fortalecer o povo cubano, sem fortalecer o exército cubano, que retém o controle sobre uma porcentagem significativa de sua economia”, afirmou, em uma postagem no Facebook.

Lindsey Graham, senadora que representa a Carolina do Sul, também elogiou a revisão feita por Trump: “Estou muito satisfeito em ver que o presidente Trump está revisando as políticas do governo Obama em relação a Cuba. Este será um dia histórico para os defensores cubanos pró-democracia e pró-direitos humanos, enquanto vai ser marcado como um dia ruim para o regime de Castro”, afirmou, de acordo com informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN).

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