Zé Roberto diz que inspirou seu discurso para motivar jogadores do Palmeiras na Bíblia; Assista

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O jogador Zé Roberto, 40 anos, volante da Sociedade Esportiva Palmeiras, fez um discurso inflamado no último sábado, 31 de janeiro, para contagiar seus colegas de equipe antes da estreia no Campeonato Paulista. A fala do atleta, repercutiu entre os torcedores, e o jogador admitiu que se inspirou na Bíblia para emocionar os outros jogadores.

“Para você ser um líder, não precisa carregar uma braçadeira de capitão no braço. Minha mãe foi sempre a líder da minha casa sem ter meu pai dentro dela […] Me lembrei muito da história de Davi: foi um rei que ganhou muitas batalhas, mas, antes de se tornar rei, estava no pasto apascentando as ovelhas do Pai, esquecido por muitos, e não davam nada para ele”, disse Zé Roberto.

Evangélico, o atleta tem uma longa carreira no futebol, com passagens vitoriosas por grandes equipes, como Real Madrid, Flamengo, Bayern de Munique, Santos e Grêmio. Na entrevista concedida ao canal Sportv, Zé Roberto afirmou que não pretendia que sua preleção aos colegas fosse gravada.

“Se eu soubesse que ia ser gravado ia pedir para apagar a câmera. Eu realmente fiquei meio assustado, não esperava toda essa repercussão, não”, disse o atleta.


No vídeo, Zé Roberto fala sobre a grandeza do Palmeiras, que nos últimos anos vem passando por momentos difíceis, decorrentes de má administração. A certa altura, ele faz os colegas dizerem uns aos outros que “o Palmeiras é grande” e diz que se lembra como era enfrentar o Palmeiras e ouvir a torcida exaltando a dedicação do ex-atacante Edmundo.

Com uma entonação de voz característica de pregadores pentecostais, Zé Roberto diz ainda que pretende ser vencedor durante sua passagem pelo Palmeiras, e que quer ver sua foto no vestiário do clube como campeão. Assista:

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3 COMENTÁRIOS

  1. Em Minas, pastor é preso após organizar suruba evangélica

    No município mineiro de João Monlevade um pastor de 36 anos foi preso após denúncias de que o mesmo estaria promovendo encontros sexuais coletivos entre os fiéis da ‘Igreja do Reavivamento Divino’.
    As informações são do Tramado por Mulheres. Segundo testemunhas ouvidas na 27ª Delegacia Regional João Monlevade o pastor Gibran Henrique induzia os fiéis a deturpações das leituras bíblicas para que os mesmos se despissem de suas roupas e de sua moral.
    Giovana Duarte Sarmento, estudante de 27 anos disse em depoimento que o pastor selecionava as moças e rapazes de beleza mais evidente para os “encontros de aprofundamento”, nestes encontros ele afirmava que para entrar em conexão direta com Deus precisariam tirar as roupas e tomar o sangue de Cristo, que era representado por cálices de Cabernet Sauvignon.
    Depois de dezenas de cálices de vinho o pastor Gibran promovia a chamada ‘comunhão com os irmãos’, que segundo depoimento de Letícia Duila Cabral, radalista de 26 anos, seria uma espécie de abraço coletivo onde todos deveriam sentir integralmente o corpo dos irmãos.
    Fonte: o correio News em 03 de fereiro de 2015

    • Nada havia comentado sobre o caso do jovem João Donati, encontrado morto em Goiânia com hematomas no corpo e com pedaços de papel na boca. Mas agora vou fazê-lo, pois o assunto tem ligação direta com aquilo que tenho combatido aqui: o exagero autoritário da agenda das “minorias” e do politicamente correto.

      Em primeiro lugar, o óbvio: lamento a morte do rapaz. Que o assassino seja devidamente punido. Em segundo lugar, é claro que existem crimes de homofobia, que muitos homossexuais são agredidos ou mesmo mortos por serem homossexuais, por “valentões” e “machões” que se sentem bem com tais agressões, talvez por achar que afastam, assim, o risco de serem gays também.

      Dito isso, há evidente histeria por parte do movimento gay, com sua agenda política e sua narrativa de vitimização conveniente a tal agenda. Tudo vira crime de homofobia para essa turma. As estatísticas acabam infladas, e até um suicídio de um jovem – como tantos outros – acaba como prova de que a homofobia mata. Isso é ridículo.

      Por acaso, gravava essa semana mesmo um podcast com o pessoal do Colesterol, e me foi perguntado sobre as “bichas”, em tom de provocação jocosa. Respondi que muitos crimes ocorridos no submundo da prostituição são tidos como de homofobia, o que é falso. Há disputa de território, há cliente que não paga, há ausência de império da lei, justamente por se tratar de submundo. Jogar essas mortes para a conta da homofobia é desonestidade.

      Pois bem: o caso do rapaz em Goiânia, ao que tudo indica, insere-se nesse contexto. O suspeito, preso pela polícia, confessou ter tido relações sexuais com a vítima. A patrulha do movimento gay chegou a espalhar pelas redes sociais que o assassino teria deixado um bilhete comprovando o motivo de homofobia, o que foi negado pela polícia. Mentira inventada para valorizar a causa, um evidente desrespeito à própria vítima.

      Pelo visto, João foi morto por se relacionar com um total desconhecido em um local perigoso. Talvez um ato irresponsável fruto da promiscuidade maior no mundo gay, que ninguém pode citar para não parecer preconceituoso (assim como a patrulha impediu que um fato fosse divulgado, qual seja, a probabilidade maior de homossexuais terem Aids). Fosse uma menina que tivesse aceitado ir para um beco com um estranho, a revolta talvez não seria a mesma, e muitos até diriam que ela buscou sua desgraça.

      Nada disso justifica o crime, é lógico! Isso é bastante óbvio, mas no Brasil o óbvio precisa ser repetido ad nauseam. Podemos achar totalmente errado e quase suicida ir para um beco ter relações sexuais com um estranho. Mas isso não dá o direito de o outro simplesmente acabar com sua vida. Porém, está claro que o ato é inconsequente, e deveria servir de alerta para todos.

      Enfim, após muito barulho feito por oportunistas de plantão, mais um caso de “homofobia” se mostra algo bem diferente. É preciso deixar as ideologias e a agenda política de lado se se pretende buscar a verdade. Nem todo homossexual morto ou agredido sofre tal destino por ser homossexual, e é fundamental deixar isso claro para se evitar manipulações por parte de grupos organizados.

  2. Nada havia comentado sobre o caso do jovem João Donati, encontrado morto em Goiânia com hematomas no corpo e com pedaços de papel na boca. Mas agora vou fazê-lo, pois o assunto tem ligação direta com aquilo que tenho combatido aqui: o exagero autoritário da agenda das “minorias” e do politicamente correto.

    Em primeiro lugar, o óbvio: lamento a morte do rapaz. Que o assassino seja devidamente punido. Em segundo lugar, é claro que existem crimes de homofobia, que muitos homossexuais são agredidos ou mesmo mortos por serem homossexuais, por “valentões” e “machões” que se sentem bem com tais agressões, talvez por achar que afastam, assim, o risco de serem gays também.

    Dito isso, há evidente histeria por parte do movimento gay, com sua agenda política e sua narrativa de vitimização conveniente a tal agenda. Tudo vira crime de homofobia para essa turma. As estatísticas acabam infladas, e até um suicídio de um jovem – como tantos outros – acaba como prova de que a homofobia mata. Isso é ridículo.

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