Brasil

Deputado gay pedirá abertura da contabilidade das igrejas que recebem dízimo e criará projeto de legalização do casamento gay

Comentários (8)
  1. Infelizmente o que está acontecendo no Congresso Nacional não é a verdade, mas sim mais uma hipocrisia dos políticos ditos héteros (mas que pagam para garotos de programas usá-los como mulher) e de líderes evangélicos (que fazem o mesmo às escondidas) para abrir polêmica e ter "moeda" para negociar o que querem, para seus interesses, que não são o do povo. A discussão deveria está no centro realmente das maiores necessidades sócio-política-econômica do país como a moralização e a ética. Deputados e senadores desviam verbasr, roubam o povo e nada acontece, depois ficam engatados iguais a cachorro com cadelas quando no cio querendo mostrar que sabem fazer sexo. As igrejas precisam passar por auditorias sim, e pagar todos os tributos que qualquer empresa paga, porque senão isso é a maior das sacanagens que acontece quanto a verdadeira democracia e cidadania. País sério, não usa paternalismo só porque há um grupo com poder de voto e econômico. Então, quando os pedófilos, estupradores e assassinos se organizarem e conseguirem um Cnpj, tornando- se em Ongs ou Associações serão legalizados oficialmente. Porque é isso o que está acontecendo. Os homossexuais se organizaram e estão aí reivindincando direitos, os héteros, já mais antigos também reivindicam direitos. O PCC vai reivindicar direitos e os traficantes do Rio de Janeiro (como os de São Paulo) já negociam com os governadores. Deputado Jean, mostre que o Brasil não é país de homo nem de héteros, não é país de bandidos organizados no Congresso Nacional, e nem em igrejas e Ongs que roubam o povo na maior cara de pau. Mostre o Brasil de verdade, em que cidadãos e cidadãs produzem riquezas, independentes de serem gey ou não, de serem evangélicos ou não, e que estas riquezas estão sendo acumulada através de roubo e engano nas mãos de poucos. Quanto aos homossexuais (masculinos e femininos) deixem-os gozar… se satisfazer. E quanto aos evangélicos, cristãos, católicos, protestantes, qualquer um pode "vê-los" nas salas de bate-papo, nos msn e Face, como em todas as redes sociais, escondidos por nicks, querendo transar, se exibir nu na webcan, e isso são pastores e esposas de pastores, bispos e esposas de bispos, apóstolos e esposas de apóstolos… porque na verdade, todos querem apenas gozar, fantasiar, satisfazer fetiches… Moral e ética são para outros…

  2. nos aceita ai jean temos um relacionamento de 35 anos e estamos escrevendo um livro de nosso romance sao paulo bjss de nos duas.

  3. Dênsi disse:

    acho isso tudo uma baixaria enquanto tem gente morrento bandido matando e roubando,e onde ta a presidente e seus auxiliares, brinquando de fazer politica…

  4. marcelo antonio disse:

    Lugar de pastor é na igreja, nao na politica. Outra coisa, quantos fatos de pedofilia na igreja catolica? E a imagem dos evangélicos esta muito arranhada. Nem precisa falar de que. Todos tem direito de faze e nao fazer de sua vida, sem se meter na vida dos outros. Portanto afirmo q, esses tais cristoes tem a obrigacao de largar seus casos. Pois ao invez de se preucuparem com tantas coisas, se ocupam com a vida dos outros. Ninguem tem o direito de dizer o q alguem tem e nao fazer de sua vida. Pois cada um q sabe de sua felicidade. As igrejas ganham milhoes, e pra onde esse dinheiro vai?

  5. Charles disse:

    Esse deputado representante dos gays, deveria buscar um consenso com seus pares, principalmente dos que, na opinião dele, são contra a criminalização da homofobia. Na verdade, a fobia nunca poderá ser um crime, caso contrário, teremos que criminalizar os gays que tem fobia ou aversão ao heterossexualismo, teríamos que criminalizar também a fobia às prostitutas, à fobia ou aversão ao catolicismo e aos evangélicos, à fobia ou aversão ao candomblé, umbanda e espiritismo e finalmente ao islamismo.
    Esse velho discurso de que os evangélicos e agora a mídia em geral são os culpados pela violência que os homossexuais são vítimas, definitivamente, não tem nada a ver com a CERNE do problema em questão.
    Mesmo porque, os algozes dos gays não são evangélicos e nem católicos praticantes, mas sim, grupos NEONAZISTAS, que não somente agridem e matam gays, como atacam também nordestinos e negros, também matam mendigos e ciganos, além de odiarem os judeus.
    Ou seja, esse deputado deveria estar trabalhando em conjunto com todas a bancadas, inclusive as evangélica para juntos somarem forças e combaterem o inimigo em comum, que na verdade, são inimigos de tudo que são diferente deles.
    Só para constar, sempre vale uma pequena aulinha de História, a cerca de quase 4 décadas atrás,aqui mesmo no Brasil, os evangélicos eram mal vistos, também eram agredidos, alguns sofriam apedrejamentos, outros perdiam o emprego por não serem católicos, durante o carnaval os evangélicos eram ridicularizados, os foliões se vestiam de “crente” como modo de se divertirem às custas da religião e do modo de viver dos evangélicos, e nem líder evangélico ou deputado evangélico, pediu para criar uma lei para criminalizar a “evangelhofobia”.
    Só pra lembrar, nenhum dos assassinos rotineiro de gays, são evangélicos ou católicos praticantes, é fácil saber disso, basta ler o noticiário referente ao crime contra algum homem assumidamente gay, que vc encontra um autor que vive de se relacionar ou se aproveitar deste tipo de vida homossexual, para ver que se tratava de garotões de programas, cujo um de seus métodos, é a aplicação do ” boa noite cinderela”.
    Então em síntese, quando o gay não teve como algoz homens de seus próprios relacionamentos, tem como algozes, grupos que se intitulam Neonazistas.
    Portanto e sendo assim, sugiro que se proponha no congresso que, o crime de lesão corporal grave ou de morte,cometido contra prostitutas, homossexuais,heterossexuais, negros ou pardos ou brancos,ciganos,judeus ou minoria Étnica ou religiosa, como os espiritas, sejam considerados hediondos,DESDE QUE, tal vítima não tenha provocado, de forma física, verbal ou moral seu agressor.
    Aí sim, estaríamos caminhando e colaborando para a verdadeira Justiça e para a paz social. Pois penso que ninguém é obrigado a gostar ou ser imposto a ele a fazer ou viver da maneira ou modo que um outro vive, mas porém, ninguém tem o direito de agredir , seja verbal ou fisicamente ou mesmo faltar com o devido respeito e URBANIDADE à quem quer que seja, somente pelo fato de serem diferentes uns dos outros.
    Uma coisa é certa e não pode de ser desconsiderada num Estado Democrático de Direito, é o fato de que a vontade da minoria não pode prevalecer sobre a vontade da maioria, digo isto no sentido quando os interesses dos grupos, minoria e maioria, ser objeto de conflito, nesse caso, o interesse, que não é o de matar e nem de agredir a ninguém da minoria, da maioria deverá sempre PREVALECER.
    Como exemplo simples de entender, cito o caso da proibição de se fumar em local público ou em ambientes confinados, todos os brasileiros concordam com esta Lei, diga-se de passagem, imposta pela maioria, que inclusive a própria minoria fumante, reconhece esse direito ou proibição como legítimos.
    Então, entre mortos e feridos, sobreviverão TODOS, na santa paz de Deus, para ateus e não ateus.
    Um abraço amiguinhos!

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