Internacional

Povos indígenas condenam filme “Apocalypto”

Comentários (9)
  1. petrafan disse:

    A Cúpula Continental de Povos e Nacionalidades Indígenas foi mais um movimento ligado às organizações esquerdistas e promotoras do “politicamente correto” no mundo.
    Com relação ao filme, para a crítica cinematográfica esquerdista, em geral, e para a brasileira, em particular, Mel Gibson comete pelo menos três “crimes” imperdoáveis: 1- Ele dirige filmes capazes de obter considerável repercussão cultural, a despeito do que o jornalismo especializado possa falar deles; 2 – Ele coloca dinheiro do próprio bolso nas produções e, dessa forma, pode lucrar espetacularmente quando os filmes são comercializados; 3 – E, finalmente, Gibson contraria frontalmente o poderoso imaginário politicamente correto através das histórias que conta, com uma maestria digna dos grandes diretores de cinema do passado e do presente.
    Não há nenhuma cena em “Apocalypto” que possa rivalizar em brutalidade com a cena do filme mexicano “O Labirinto do Fauno”, onde o militar franquista mata um camponês inocente a marretadas na testa. A crítica, mais uma vez, calou-se quando convinha.
    Quando Mel Gibson mostra um corpo empalado ou uma cabeça decepada em “Apocalypto”, por mais que essa cena possa representar, ela apenas representa, e não é. Não passa de um truque, um fingimento, uma encenação profissional. Contudo, parece incomodar mais que uma morte real, por exemplo, de uma vítima de crime em nossas violentíssimas cidades brasileiras. O que as câmeras não mostram os corações esquerdistas parecem ser incapazes de sentir.
    E o que dizer quando a violência deixa de ser encenada e meramente simbólica e passa a ser aceita como parte integrante do espetáculo cinematográfico? É o caso, por exemplo, da perfeccionismo diabólico de Pedro Almodóvar, que manda torturar e matar uma dezena de touros em busca da melhor tomada em “Fale com ela” ou da bestialidade em estado puro de Lars Vor Trier no ignóbil “Manderlay”, onde o cineasta dinamarquês fez questão de matar um burro em frente à sua câmera pervertida. Ambos os casos de absoluta confusão entre o que é real e o que é encenação; ambos os casos de cineastas considerados de esquerda e antiamericanos; ambos os casos tratados com desdém pela crítica cinematográfica.
    Mesmo os descendentes do povo maia reclamam sem saber de quê, uma vez que admitem o costume dos sacrifícios humanos.
    A fonte desta notícia é a ALC – Agencia Latinoamericana y Caribeña de Comunicación, ligada a grupos e igrejas envolvidos no movimento ecumênico mundial, e associada a organizações como a WACC – The World Association for Christian Communication, que é financiada, entre outros, pela Ford Foundation e por George Soros, dois dos maiores financiadores de organizações ecumênicas e esquerdistas no mundo.

  2. nguanaze disse:

    assisti o filme por cerca de 4 vezes. gostei muito dele. Não há duvidas que Mel Gibson é um verdadeiro mestre dos filmes, esta mais do que provado não conheco outro melhor.
    o filme tem uma historia muito interessante, foi muito bem dirigido por Gibson…

  3. Francis disse:

    O filme é maravilhoso,gostei muito,não tenho dúvidas que Mel Gibson pesquisou muito para fazer esse filme,mas para aqueles que estudaram um pouco sobre esses povos sabem que eles não faziam aquelas maldades por gosto,eles eram povos que tinham crenças diferentes das nossas d hj.Não acredito em verdades absolutas,mas pelo q estudei sobre os maias,sacrificar um membro da familia era algo para se orgulhar,mas acredito q Mel Gibson não teve intenção alguma d agredir a memória dos Maias,e sim deixar o filme apenas mais picante.Quero terminar esse meu comentário dizendo q pior q sacrificar humanos numa época antes d cristo,é escravizar negros numa epoca depois d cristo.

  4. DELMER disse:

    E´ O MELHOR FILME QUE JA ASSISTIR

  5. DENSON MATOS disse:

    Na minha opnião o filme foi bem bolado, fugindo do senso comum é extraordinário sensacioalista e sensacional. as cenas nos levam ao caminho da antguidade e realidade através da ficção.

  6. roberto disse:

    o filme é muito bom , criticas sempre vão existir principalmente quando algo chama a atenção ,; mas oque gibson queria mostrar não era a teoria para o desaparecimento de uma civilização?

  7. indio yratyxe manoki disse:

    Eu sou indigina e não tenho do que fala sobre o filmem se foi bem ou mal, ele apenas esta mostrando uma gravação como forma de mostra para todos os espectadores que assistir, não devemos inguinora o filmem por ter e conter sena de violência, o pior que isso e a realidade que vemos em cada país, sobre estrupo, morte, e selvageria, isso sim que devemos nois proucupa,como tem muitas aldeia que matar as crianças viva pelo uma simples doênças, isso a grande maioria não comenta, e nem todos conhece, não jugando meu povo, porque sou indio, mais porque não paramos com a matança de crianças viva indiginas?.

  8. Marcos Leôncio disse:

    Não vejo motivo pra tanta crueza nas cena d violência, não só nesse filme, como em tantos outros(inclusive em algumas discussões em novelas). Mas esse filme tem o mérito d nos fazer pensar se aquela cultura altamente perigosa, não fez por onde desaparecer. O cristianismo tentou resgatá-los daquela escuridão espiritual, mas hoje aqueles que tiveram que usar a força para isso, são chamados d assassinos. Acham q os espanhóis deveriam ir tentando outros métodos enquanto a abominação continuava. Queria ver o q esses críticos diriam hoje se aquelas práticas espirituais ocorressem em algum país nos dias de hoje! Parabéns pra idéia do Gibson!

    1. emmanuel disse:

      “Cristianismo tentou resgata-lo” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  9. roberto disse:

    ola, querer criticar por criticar o filme é burrice. falar que o filme é racista outra burrice, sou negro e se amanhã fiserem um filme em que mostra que os proprios negros africanos se beneficiarão da escravidão vou agradescer pois ha muita ipocresia sobre a escravidão que nescessita de ser esclarecidas

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