Ciência & Saúde

AIDS Hoje: Jovem evangélica se casa virgem e contrai HIV durante lua de mel. Assista a reportagem do Fantástico

Comments (7)
  1. Pois é… agora vão tudo morrer…
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    1. Gabi disse:

      Nós todos vamos um dia, seu idiota…ou vc é o Wolverine?

  2. Zbgniew Brzezinski disse:

    As histórias contadas no vídeo acima e experiência vivida na Rússia provam que a pregação em favor da castidade não funciona contra a AIDS, seu bando de hipócritas!!! Vejam a matéria transcrita abaixo:

    Rússia vive epidemia silenciosa de Aids

    25 maio 2015

    O termo “epidemia de Aids” é uma memória distante em lugares onde as taxas de infecção estão em queda há anos, como Austrália, Américas e a maior parte da Europa.

    Mas o termo seria adequado para descrever a situação na Rússia, apesar do silêncio das autoridades. Leia abaixo o depoimento do ex-ministro da Saúde britânico Norman Fowler (que ocupou a pasta entre 1979 e 1990, durante o governo de Margaret Thatcher), que visitou a Rússia e esteve em contato com várias instituições de saúde e autoridades.

    Durante anos, o país permaneceucalado sobre os seusníveis de infecção pelo vírus HIV. Mas um infectologista que trabalha nesta área há mais de 20 anos rompeu este silêncio e contou que a situação é uma “catástrofe nacional”.

    Vadim Pokrovsky, chefe do Centro Federal de Aids em Moscou, observou o grande crescimento dos números nos últimos anos.

    A Rússia tem cerca de um milhão de pessoas vivendo com o HIV e a taxa de infecção está crescendo ano a ano, diferente da situação da África subsaariana, onde a taxa de crescimento está desacelerando. E isto de acordo com os números do governo, que, quase todos concordam, subestimam a situação real do país.

    No ano passado, cerca de 90 mil russos contraíram o HIV, comparados com menos de 3 mil pessoas infectadas na Alemanha, que uma das menores taxas de infecção por HIV da Europa. O país tem metade da população da Rússia, mas 30 vezes menos casos de infecção.

    “Precisamos gastar dez vezes mais na prevenção. Precisamos de muito mais recursos e precisamos de algumas decisões políticas – e mudanças na lei em conexão com a metadona e as vidas particulares das pessoas”, me disse Pokrovsky recentemente.
    Diagnóstico e ideologia

    Um dos problemas é que a visão de Pokrovsky vai de encontro à política do governo e da cada vez mais poderosa Igreja Ortodoxa Russa.

    Em uma entrevista neste mês com a agência de notícias France Presse, Pokrovsky disse que a estratégia do Kremlin, de apostar na promoção de valores tradicionais da família, não conseguiu parar o vírus.

    “Nos últimos cinco anos de abordagem conservadora o número de pessoas infectadas pelo HIV dobrou”, afirmou.

    Quando Pokrovsky pediu a introdução de educação sexual nas escolas – se opondo ao comissário presidencial dos direitos das crianças, Pavel Astakhov, que é contra a medida – a chefe do comitê do Conselho de Saúde da cidade de Moscou, Lyudmila Stebenkova, chamou Pokrovsky de “típico agente trabalhando contra os interesses nacionais da Rússia”.

    Stebenkova afirmou ao jornal russo Kommersant que a abordagem de Pokrovsky apenas aumentaria o interesse das crianças por sexo e levaria a um aumento na infecção por HIV e outras doenças.

    “Ao invés de distribuir preservativos, devemos promover fidelidade sexual e famílias saudáveis – isto é muito mais eficaz”, disse.

    No entanto, os números sugerem outra coisa. Pokrovsky alertou as mulheres do país de que as chances de se casarem com um homem que tenha o HIV são altas.

    “Existem entre 80 e cem casos de infecção por HIV entre as mulheres por dia. Isto não é piada – é por dia. Elas são, na maioria, mulheres jovens entre 25 e 35 anos e estão no principal grupo de risco”, disse o especialista.

    Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/05/150525_russia_epidemia_aids_fn

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