Condenado por fraude, David Yonggi Cho reconhece crimes e alega que agiu no interesse da obra missionária

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O reverendo David Yonggi Cho, condenado por frauda das finanças da Igreja do Evangelho Pleno de Yoido, reconheceu que cometeu os crimes pelos quais deverá cumprir três anos de prisão e pagar uma multa.

Durante as investigações do caso, Cho chegou a alegar que as acusações contra ele eram infundadas. Agora, já condenado, o reverendo aposentado se defende alegando que agiu com a intenção de suprir as necessidades da igreja, segundo informações do Protestante Digital.

“Durante os 56 anos que estive no ministério, visitando muitos lugares, eu vi as necessidades urgentes e as dificuldades econômicas no campo missionário, então ou eu estendia a verificação de antecedentes, sem qualquer tipo de justificação, ou eu aceitava [o negócio que rendeu a condenação]. Eu reconheço o meu erro ao não prosseguir corretamente na forma de usar os fundos da igreja. Meu coração foi mais rápido do que a minha cabeça”, declarou Yonggi Cho.

Sobre o crime de tráfico de influências para beneficiar as empresas de seu filho mais velho, Cho explica que “em nenhum momento coagiu ninguém, porque, no final das contas, tudo pertence à igreja, não há sentido coagir”.


Porém, Yonggi Cho afirmou que suas ações resultaram em benefícios a seu filho: “Eu talvez tenha agido com favoritismo para o meu filho mais velho ao não monitorar a direção [que as coisas estavam tomando]”, e acrescentou: “Nunca tivemos problemas com o Tesouro, tendo cumprido com o pagamento de impostos”.

O juiz responsável pelo caso justificou a condenação do reverendo alegando que como ele era “a mais alta autoridade da Igreja”, Yonggi Cho “deveria garantir o bem comum” dos fiéis e da própria denominação.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


26 COMENTÁRIOS

  1. Esses caras enganam, trapaceiam, roubam e depois dizem que fez por uma causa justa, pelo crescimento do reino na terra, como se os fins justificasse os meios, como se Deus escrevesse certo por linhas tortas.

  2. Um indicativo de que uma atitude não é abençoada por Deus é quando para “pregar o evangelho” ou “ajudar aos necessitados” precisa burlar a lei dos homens…

    A pregação do evangelho e ajuda aos pobres é permitida por lei, portanto não é necessário usar métodos ilegais para atingir tais objetivos.

    Essa conversa que muitos evangélicos dizem por aí: ” Pra Jesus vale até gol de mão” ( expressão usada qdo se usa meios ilegais ou imorais para fazer a obra de Deus) não tem fundamento bíblico. É desculpa para beneficiamento próprio usando o nome de Jesus.

    • vejam só isto é caso de policia, hehehehe agora que tu só da fora camarada, disse que a rede esgoto de televisão era usado por DEUS para anunciar o evangelho, fizeram uma novela para arrebentar com os crentes e fizeram apologia aos gay, este fim de semana, deram férias para DEUS e colocaram o diabo no seu lugar enquanto DEUS pulava carnaval…realmente teu senso de julgamento é uma beleza, dea mesma forma julgou david cho, nem ao menos parou para pensar que em países como os comunistas xiitas muçulmanos budistas hinduistas, odeiam cristãos, e que o regime os persegue, não pensou que a igreja sempre esteve contra o governo terreno, nossos irmãos primitivos se escondiam em cavernas, ludibriavam o governo, na africa temmos missões que temos que esconder a comida e remédios roupas que mandamos para a missão, que o governo toma tudo e deixa os cidadãos passando fome, se ao menos entendesse que os governos não querem assim como voce missão, declarar as obras é pagar pelo serviço que deveria ser feito pelo governo e eles é que fazem…chego a conclusão que é um baita malandro..em defesa de satã

    • Coitadinho desse cara vive fazendo videos e mais videos.
      para falar mau dos outros.

      esse ai é da turma da ANY, MARY ESTARDUSTJUSSARA,PAULO ETC.

      SEU TRABALHO E CRITICAR QUEM TRABALHA.

  3. ESTUDO BÍBLICO:

    “AS 10 MAIORES MENTIRAS SOBRE OS 10 POR CENTO DOS DÍZIMOS”

    Muitas igrejas insistem no ensino errôneo de que os dízimos ainda são obrigatórios mesmo para os cristãos que vivem debaixo da graça de Jesus Cristo, e se utilizam de argumentos que se tornaram verdadeiros mitos dentro da comunidade evangélica, porém como eles dizem que o dízimo é 10 por cento, vamos usar o mesmo princípio numérico e verificar biblicamente as 10 argumentações mentirosas mais difundidas a respeito do dízimo.

    1º MENTIRA – “O DÍZIMO FOI ORDENADO POR DEUS NO JARDIM DO ÉDEN, POIS A ÁRVORE DO CONHECIMENTO REPRESENTA O DÍZIMO”

    Na verdade, biblicamente o dízimo foi ordenado no monte sinai (levíticos 27:30-32; Números 18:21-24) e portanto, não foram instituidos no Jardim do Éden, pois sequer é mencionado que Adão e Eva receberam o mandamento de dizimar. A associação que muitos religiosos que insistem em receber dízimos fazem de que a árvore do conhecimento do bem e do mal (Gênesis 2:9), pois não era permitido a Adão e Eva comer dela (Gênesis 2:17) portanto ela seria segundo eles um “símbolo” do dízimo, mas isso é uma associação esdrúxula, pois sequer há um texto bíblico que faça uma ligação entre essa árvore do Jardim do Éden e o dízimo da lei de moisés, sequer se diz que a árvore ocupava 10% do espaço do Jardim do Éden. Trata-se portanto de mais um argumento ridículo usado pelos líderes religiosos para levar o povo a acreditar que o dízimo não era somente obrigatório perante a lei de moisés.

    2º MENTIRA – “O DÍZIMO SEMPRE FOI OBRIGATÓRIO MESMO ANTES DA LEI DE MOISÉS”

    O dízimo antes de sua ordenança no Sinai era voluntário, sendo mencionado apenas 2 vezes antes de se tornar obrigatório, Abraão deu uma única vez um dízimo do despojo de guerra quando resgatou seu sobrinho ló e jacó fez um voto a Deus (gênesis 14:17-20, gênesis 28:20-22)

    Pelas seguintes razões, Gênesis 14:20 não pode ser usado como exemplo para os cristãos dizimarem: 1º – A Bíblia não diz que Abraão deu obrigatoriamente esse dízimo. 2º – O dízimo de Abraão não foi um dízimo santo, da Terra Santa de Deus, produzido pelo povo santo de Deus. 3º – O dízimo de Abraão foi somente do despojo de guerra (hebreus 7:4). 4º – O dízimo de Abraão a Melquisedeque aconteceu apenas uma vez e Abraão mudava sempre de lugar. 5º – O dízimo de Abraão não proveio de sua riqueza pessoal. 6º – O dízimo de Abraão não é mencionado em nenhuma parte da Bíblia, seja no velho ou no novo testamento a fim de respaldar o ato de dizimar. 7º – Visto como nem Abraão nem Jacó tinham um sacerdócio levítico para manter, eles não tinham lugar algum onde entregar os dízimos, durante os seus muitos deslocamentos.

    No caso específico de Jacó, lemos o seguinte: “Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa que me vista,de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então, o SENHOR será o meu Deus;e a pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo” (Gênesis 28:20-22). O texto bíblico é claro, que Jacó fez um propósito particular (um voto) de que se Deus fosse favorável à ele, que ofereceria à Deus o dízimo. Não se vê também neste caso nenhuma ordem explicita de Deus ou algum sacerdote a mando Dele, para que Jacó dizimasse, e vemos que foi uma promessa de Jacó para Deus, não há relatos posteriores na Bíblia que ele tenha de fato dizimado, apenas se observa a sua promessa, seu compromisso de entregar o décimo de tudo que viesse a obter daquele momento em diante. Outra vez, não vemos na Bíblia nenhuma passagem em que vemos escrito que devemos dizimar como Jacó fez, portanto trata-se de mais uma mentira que os líderes criaram para tentar fazer parecer que os dízimos eram obrigatórios antes mesmo da lei de moisés.

    3º MENTIRA – “O DÍZIMO DOS ALIMENTOS DO VELHO TESTAMENTO FOI SUBSTITUÍDO POR DÍZIMO DO DINHEIRO NOS DIAS ATUAIS”

    Não há um versículo na biblia informando que dízimo obrigatório da lei de moisés possa ser ouro, prata, moeda, dinheiro, etc. Dízimo sempre foi apenas alimento do campo vegetal ou animal (levíticos 27:30 e 32) mesmo quando havia metais preciosos como moeda corrente. Abraão no seu tempo comprou uma sepultura para sua esposa por 400 ciclos de prata (gênesis 23:16)

    Embora já existisse dinheiro, a substância do dízimo divino jamais foi dinheiro. Ele era o “dízimo do alimento”. Isso é muito importante. Os verdadeiros dízimos bíblicos eram sempre somente o alimento proveniente das fazendas e rebanhos, somente dos israelitas que vivessem exclusivamente dentro da Terra Santa de Deus, as fronteiras nacionais de Israel. A fartura provinha de Deus e não da manufatura ou habilidade do homem.

    Existem 15 versículos de 11 capítulos e 8 livros, de Levítico 27 a Lucas 11, que descrevem o conteúdo do dízimo. E o conteúdo jamais, repito, jamais incluía dinheiro, prata, ouro ou qualquer outra coisa, além de alimento. Mesmo assim, a definição incorreta de “dizimar” é a maior mentira que está sendo pregada sobre esse ato, hoje em dia. (Veja Levítico 27:30,32; Números 18:27,28; Deuteronômio 12:17; 14:22, 23, 26; 2 Crônicas 31:5; Neemias 10:37; 13:5; Malaquias 3:10; Mateus 23:23 e Lucas 11:42).

    Não se observa portanto em toda a bíblia, alguém entregando dízimo em dinheiro, pois dízimo era décima parte dos alimentos ( agropecuários ou agrícolas ), e jamais foi entregue em dinheiro. E o dinheiro já era corrente nos tempos bíblicos, pois o próprio moisés que recebeu a lei para o povo lidou com dinheiro: “Então, Moisés tomou o dinheiro do resgate dos que excederam os que foram resgatados pelos levitas.Dos primogênitos dos filhos de Israel tomou o dinheiro, mil trezentos e sessenta e cinco siclos, segundo o siclo do santuário. E deu Moisés o dinheiro dos resgatados a Arão e a seus filhos, segundo o mandado do SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés” (Números 3:49-51)

    Mais uma prova de que o dízimos sempre foram alimentos podem ser vista nessa passagem bíblica: “DOS DÍZIMOS NÃO COMI no meu luto e deles nada tirei estando imundo, nem deles dei para a casa de algum morto; obedeci à voz do SENHOR, meu Deus; segundo tudo o que me ordenaste, tenho feito” (Deuteronômio 26:14)

    Portanto, mais uma mentira dos líderes que ensinam sobre a obrigatoriedade dos dízimos é revelada, quando dizem que nos tempos bíblicos dízimos eram entregues em alimentos porque dinheiro ainda não existia, mas abraão e até moisés lidavam com dinheiro, e mesmo assim na obrigatoriedade da lei de moisés nunca se pagava dízimos em dinheiro, pois dízimo sempre foi a décima parte dos alimentos, do campo e animais, e nada tem a ver com a exigência de entrega de 10% do dinheiro que os cristãos recebem para esses líderes que ensinam erradamente sobre dízimos. Dízimo nunca foi pago em dinheiro, apenas em alimentos. Se o seu pastor ou líder insistir em dizer que pode ser pago em dinheiro exija que ele mostre alguém dizimando em dinheiro na bíblia, pois dinheiro já existia e era usado naquela época.

    4º MENTIRA – “O DÍZIMO FOI DADO POR DEUS AOS LEVITAS DA VELHA ALIANÇA E HOJE OS PASTORES DA NOVA ALIANÇA SUBSTITUIRAM ESSES LEVITAS PORTANTO DEVEM RECEBER DÍZIMOS”

    O dízimo foi dado aos levitas, mas para que eles fizessem todo o trabalho da tenda da congregação (Números 18:21-23). Se hoje os membros leigos fazem mais de 90 % do trabalho e os pastores recebem todo o dízimo isso não é biblico, é humano. Na igreja primitiva de atos, um levita, chamado josé de sobrenome barnabé dava ofertas ao invés de receber dízimos dos apóstolos e membros da igreja cristã: “José, a quem os apóstolos deram o sobrenome de Barnabé, que quer dizer filho de exortação, LEVITA, natural de Chipre, como tivesse um campo, vendendo-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos” (atos 4:36-37) Portanto fica evidente que com a mudança do sacerdócio mudou a lei: “Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei” (hebreus 7:12)

    Na economia hebraica, o dízimo era usado de maneira totalmente diferente da que hoje é pregada. Mais uma vez, os levitas que recebiam o dízimo inteiro nem sequer eram ministros ou sacerdotes – eles eram apenas servos dos sacerdotes. Números 3 descreve os levitas como sendo carpinteiros, fundidores de metal, artesãos de couro e artistas, que mantinham o pequeno santuário. E 2Crônicas 23-27, durante o tempo dos reis Davi e Salomão, os levitas também foram peritos artesãos, os quais inspecionavam as obras do Templo. Vinte e quatro mil deles trabalhavam no Templo como construtores e supervisores; seis mil eram oficiais e juízes; quatro mil eram guardas e quatro mil eram músicos. Como representantes políticos do rei, os levitas usavam o seu dízimo para servir aos oficiais, juízes, coletores de impostos, tesoureiros, guardas do Templo, músicos, padeiros, cantores e soldados profissionais (1Crônicas 12:23,26; 27:5). É obvio que esses exemplos do uso bíblico da entrada do dízimo nunca se tornam exemplos para a igreja de hoje. É importante saber que na Antiga Aliança os dízimos nunca eram usados para evangelizar os não israelitas. Neste ponto o dízimo falhou. Vejam Hebreus 7:12-19. Os dízimos jamais estimularam os levitas e sacerdotes da Antiga Aliança a estabelecer uma única missão fora do país, para encorajar um só gentio a se tornar israelita (Êxodo 23:32; 34:12,15; Deuteronômio 7:2). O dízimo da Antiga Aliança era motivado e exigido por lei, não pelo amor. De fato, durante a maior parte da história de Israel, os profetas foram os principais portadores da Palavra de Deus e não os levitas e os sacerdotes que recebiam o dízimo.O falso ensino é que os anciãos e pastores da Nova Aliança estão simplesmente continuando de onde os sacerdotes da Antiga Aliança deixaram e por isso devem receber o dízimo. A função e o propósito dos sacerdotes da Antiga Aliança foram substituídos, não pelos anciãos e pastores, mas pelo sacerdócio de todos os crentes. Como outras ordenanças da Lei, o dízimo foi apenas uma sombra temporária, até a vinda de Cristo (Efésios 2:14-16; Colossenses 2:13-17; Hebreus 10:1). Na Nova Aliança cada crente é um sacerdote de Deus (1 Pedro 2:9-10; Apocalipse 1:6; 5:10). E como sacerdote cada crente oferece sacrifícios a Deus (Hebreus 4:16; 10:19-22; 13:15-16). Então, cada ordenança que havia sido previamente aplicada ao antigo sacerdócio foi anulada no Calvário. Visto não pertencer à Tribo de Levi, até mesmo Jesus Cristo foi desqualificado. Desse modo, o propósito original de dizimar já não existe (Hebreus 7:12-19; Gálatas 3:19, 24, 25; 2Coríntios 3:10).

    Portanto, não há nenhum mandamento no novo mandamento do cristão entregar os dízimos aos pastores, pois o dízimo somente podia ser recebido pelos levitas: “Ora, os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm mandamento de recolher, de acordo com a lei, os dízimos do povo, ou seja, dos seus irmãos, embora tenham estes descendido de Abraão” (hebreus 7:5), e os levitas só existiam na velha aliança da lei de moisés, pastores não são substitutos deles pois são ministros de Deus (I Coríntios 4:1) e nem sequer é ordenado que se deva entregar dízimos em favor da obra de Deus, pois ela é sustentada pelas ofertas voluntárias (2Coríntios 9:7).

    5º MENTIRA – “O DÍZIMO RECEBIDO É SOMENTE PARA USO DOS PASTORES”

    Biblicamente, o dízimo pertencia aos levitas (números 18:21-23), mas também para se fazer um festival ao Senhor (deuteronômio.14:22-27) e a cada terceiro ano, para os levitas, órfãos, viúvas e estrangeiros, os quais comiam o dízimo ajuntado dentro das suas portas (deuteronômio14:28-29). Se ofertas e dízimos eram sagrados ao Senhor e não podiam ser comidos por pessoas comuns neste caso Deus abre um exceção, visto que para ele misericórdia é melhor que sacrificio (Oséias 6:6; Mateus 12:7), a vida dos carentes é preciosa ao senhor (veja um exemplo disso em Lucas 6:1-10)

    Portanto mais uma vez, é biblicamente demonstrado que os dízimos recebidos pelos levitas não eram de uso exclusivo deles… os necessitados ( órfãos, viúvas e os de fora de israel ), também se beneficiavam dos dízimos dos alimentos recebidos pelos levitas. Essa conversa de que só os pastores e líderes religiosos podem hoje usufruir dos dízimos não encontra respaldo bíblico. Trata-se de mais uma doutrina de homem.

    6º MENTIRA – “CRISTÃO QUE NÃO DÁ O DÍZIMO SERÁ VITIMA DO “DEVORADOR”
    Se você é evangélico provavelmente já deve ter ouvido alguém falar a respeito do devorador. Muitas igrejas pregam a respeito desse ser. Mas o que os líderes religiosos gananciosos não fazem é mostrar aos membros que a admoestação de Malaquias é dirigida somente à nação de Israel, e não aos cristãos de hoje que não dizimam:

    “Sentença pronunciada pelo Senhor CONTRA ISRAEL, por intermédio de Malaquias” (Malaquias 1:1)

    e, se destina especificamente, aos SACERDOTES CORRUPTOS:

    “Agora, ó sacerdotes, para vós outros é este mandamento.Se o não ouvirdes e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o SENHOR dos Exércitos, enviarei sobre vós a maldição e amaldiçoarei as vossas bênçãos; já as tenho amaldiçoado, porque vós não propondes isso no coração” ( Malaquias 2:1-2)

    Eles estavam ofertando ANIMAIS coxos, cegos mudos, e defeituosos:

    “Ofereceis sobre o meu altar pão imundo e ainda perguntais: Em que te havemos profanado? Nisto, que pensais: A mesa do SENHOR é desprezível. Quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isso mal? E, quando trazeis o coxo ou o enfermo, não é isso mal? Ora, apresenta-o ao teu governador; acaso, terá ele agrado em ti e te será favorável? – diz o SENHOR dos Exércitos.” (Malaquias1:7-8)

    Quanto a Malaquias 3, notamos que Deus manda trazer somente “DÍZIMOS” para as câmaras do depósito do templo, para que haja “comida” ( alimento, ou mantimento ) em minha casa. Isto é , mantimento = produtos alimentares (ver dicionário da língua portuguesa)

    O texto mais famoso citado para falar a respeito do devorador é Malaquias 3:11, que diz: “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.” Esse texto é a continuação de Malaquias 3:10, o tão famoso texto que fala a respeito de dízimos no Antigo Testamento. os líderes gananciosos dizem que o “devorador” mencionado nesse texto é um demônio que destrói as finanças daqueles que não dão os 10%, ou seja, que não são dizimistas. As pessoas que pregam nessa linha trazem ameaças de destruição financeira aos seus ouvintes se os mesmos não forem dizimistas fiéis.

    O DEVORADOR É MESMO UM DEMÔNIO? A resposta é não! Os que afirmam que esse devorador citado no texto é um demônio, no mínimo, faltaram em algumas aulas de interpretação da Bíblia. A primeira coisa a sabermos é que no Antigo Testamento, a aliança que vigorava era uma aliança baseada na obediência. Se o povo fosse obediente às leis de Deus seriam abençoados. Essas bênçãos eram visivelmente mandadas em forma de paz e boas colheitas e prosperidade. Se fossem desobedientes, seriam amaldiçoados. Falta de paz e colheitas ruins estavam em vista aqui. (Deuteronômio 28). Em uma das ameaças de maldições em suas colheitas, que Deus manda ao povo através do profeta Joel, vemos que: “O que deixou o gafanhoto cortador, comeu-o o gafanhoto migrador; o que deixou o migrador, comeu-o o gafanhoto devorador; o que deixou o devorador, comeu-o o gafanhoto destruidor.” (Joel 1:4). Uma maldição que tinha em vista a destruição da lavoura.

    O texto de Malaquias 3:11 diz a mesma coisa: “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.”. Esse devorador certamente se tratava de um tipo de gafanhoto altamente destrutivo ou outro “bicho” que acabava com as plantações (que eram a base da economia do povo de Israel). A ação devastadora desse “ser” acabava com a prosperidade do povo em pouco tempo atacando suas lavouras. Quando o povo era obediente a Deus e cumpria a Sua lei, que no caso desse texto é a lei de dizimar, Deus abençoava suas colheitas e negócios. Esse é o sentido desse texto. Assim, não faz sentido usar esse texto para afirmar que o devorador era um demônio ou coisa parecida. Nem faz sentido ameaçar as pessoas hoje em dia com esse “devorador”

    “repreenderei o devorador” Versículo 11 (Não é dinheiro que faz isto, é o próprio Deus)

    Devorador, segundo a bíblia, nunca foi demônio, e sim, gafanhotos, que Deus enviava como pragas a terra para castigar o povo, e estes gafanhotos, Deus os chamavam de “O meu grande exercito” (Joel 2:22-27) …”repreenderei o devorador ” significa… espantarei a praga do meio da vossa plantação (gafanhotos), veja também Levítico 11:22 e Naum 3:16.

    Os líderes gananciosos que ensinam que esses “devoradores” são demônios que irão causar doenças na família, o carro vai viver quebrando etc, aproveitam o desconhecimento dos cristãos do verdadeiro devorador ao qual Malaquias se refere, o gafanhoto que devorava as colheitas da nação de israel. Não há confirmação nenhuma no novo testamento de que quem não dizima será vitima desse “devorador”… quando um ladrão quer tomar o dinheiro de uma pessoa, ele a ameaça, pois se pedir provavelmente a vítima não entregará o seu dinheiro, e por conta disso o ladrão usa o recurso da ameaça, para forçá-la, da mesma forma agem esses pastores que insistem em receber dízimos pois usam um texto fora de seu real contexto para ameaçar dizendo que o mesmo “devorador” que viria sobre a nação de israel se não dizimasse virá para aqueles que não entregam seus dízimos a eles.Trata-se portanto de mais um ensino distorcido da bíblia para forçar os cristãos que não estudam a bíblia a dizimarem.

    Hoje em dia, a classe mais pobre é a que mais contribui para beneficência. E, mesmo assim, ela permanece na pobreza. Os dízimos não são uma garantia para alguém enriquecer depressa, em vez da educação, da determinação e do árduo trabalho. Se Malaquias 3:10 funcionasse realmente com os cristãos da Nova Aliança, nesse caso milhões de cristãos dizimistas já teriam escapado da pobreza e se tornado o grupo mais rico do mundo, em vez de continuar sendo pobre. Portanto, não existe evidência alguma de que a vasta maioria dos pobres “pagadores do dízimo” tenha sido abençoada pelo mero fato de o entregar. As bênçãos da Antiga Aliança já não estão em efeito (Hebreus 7:18-19; 8:6-8,13).

    Portanto, não há nenhuma possibilidade de um cristão ser vítima do “devorador” (demônio) por causa de não ser dizimista, pois nenhuma maldição da antiga aliança pode atingir aos cristãos da nova aliança em Jesus ( gálatas 3:13 )

    7º MENTIRA – O DÍZIMO SERVE PARA MANTER A IGREJA FÍSICA HOJE, POIS ELA SUBSTITUIU O TEMPLO JUDAÍCO ONDE SE ENTREGAVAM OS DÍZIMOS.

    Nada poderia estar mais longe da verdade. Trata-se de outro falso ensino os religiosos que exigem dízimos de que os edifícios chamados “igrejas”, “tabernáculos” ou “templos”, substituíram o Templo do Velho Testamento como locais de habitação divina.

    A Palavra de Deus jamais descreve os grupos da Nova Aliança como ”tabernáculos”, “templos” ou “edifícios”. Os cristãos não “vão à igreja”. Eles se “reúnem para adorar”. Também, visto que os sacerdotes do Velho Testamento pagavam o dízimo, então, logicamente, o dízimo não pode continuar. Nesse caso, é errado chamar um edifício de “armazém do Senhor” para receber os dízimos (1 Coríntios 3:16-17; 6:19-20; Efésios 1:22-23; 2:21; 4:12-16; Apocalipse 3:12). Com respeito à palavra “armazém” comparem a 1 Coríntios 16:2 com a 2 Coríntios 12:14 e Atos 20:17, 32-35. Durante vários séculos após o Calvário, os cristãos nem mesmo possuíam um edifício próprio (que chamassem de armazém), visto como o Cristianismo era uma religião ilegal e sofria perseguições.

    Após o sacrifício de Jesus, o véu do santuário se rasgou: “E o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo” (Marcos 15:38) e hoje, cada cristão é um santuário onde habita o Espírito Santo: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (I Coríntios 3:16) Não há sequer um Templo ou santuário físico para que os cristãos levem os dízimos pois: “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas” (Atos 17:24). Jesus sequer fundou uma igreja física, pois a verdadeira igreja é espiritual.

    1. Que autoridade nos dá a Palavra de Deus para estabelecermos igrejas denominacionais ou não denominacionais em meio ao testemunho cristão, quando as Escrituras condenam a criação de divisões entre os crentes? (1 Coríntios 1:10; 3:3; 11:18-19)

    2. Com que autoridade vinda de Deus os cristãos denominam suas assim chamadas “igrejas” como Presbiteriana, Batista, Pentecostal, Aliança, Cristã Reformada, Anglicana etc., quando não há na Bíblia instruções para nos reunirmos em qualquer outro nome além do nome do Senhor Jesus Cristo? (Mateus 18:20; 1 Coríntios 5:4)

    3. Será que existe qualquer base na Palavra de Deus para chamar esses edifícios de “igrejas”? A definição bíblica de “igreja” é de uma reunião de crentes que, pelo evangelho, foram chamados para fora, tanto dentre os judeus como dentre os gentios, e são unidos em um único corpo a Cristo, sua Cabeça no céu, pela habitação do Espírito Santo. (Atos 11:22; 15:14; 20:28; Romanos 16:5; 1 Coríntios 1:2; Efésios 5:25)

    4. Onde há no Novo Testamento uma referência mandando os Cristãos construírem templos e chamarem esses locais de “Cada de Deus”, sendo que Deus não habita em templos feito por mãos humanas? (Atos 7:48 e 17:24).

    Dizer que os dízimos são necessários para manter a igreja e sustentar os pastores e líderes não tem fundamentação bíblica neotestamentária, O apóstolo Paulo estava entre os que insistiam em trabalhar com as próprias mãos pelo seu sustento (Atos 18:3; 1Tessalonicenses 2:9-10; 2Tessalonicenses 3:8-14). Embora ele não tenha condenado os que recebiam sustento pela obra em tempo integral, também não ensinou que tal sustento fosse ordenado por Deus, para difusão do Evangelho. (1 Coríntios 9:12). De fato, duas vezes em Atos 20:29, 35 e também em 2 Coríntios 12:14, ele até mesmo encoraja os anciãos da igreja a trabalharem para manter os necessitados da igreja (Eu só queria ver um dos pastores atuais trabalhando para ajudar os pobres da igreja!).

    Para Paulo, a expressão “viver do evangelho” significava “viver segundo os princípios da fé, do amor e da graça” (1 Coríntios 9:14). Conquanto verificasse ter “direito” a alguma ajuda, ele concluía que a “liberdade” de pregar o seu evangelho era mais importante, a fim de cumprir a sua vocação de Deus (1 Coríntios 9:15; 11:7-13; 12:13,14; 1 Tessalonicenses 2:5-6). Enquanto trabalhava como artesão de tendas (atos 18:3), Paulo aceitou uma certa ajuda, porém se gloriava de que o seu pagamento ou salário era o fato de poder pregar livremente, sem se tornar um fardo para os outros (1 Coríntios 9:16-19).

    Em nenhum lugar desde Atos 7:58 (onde Paulo é mencionado pela primeira vez) até suas epístolas, não vemos o apóstolo Paulo orientando alguém a dizimar nem recebendo dízimos dos cristãos, portanto uma prova clara que a igreja primitiva não tinha o dízimo como uma doutrina cristã e inquestionável como se vê hoje nessas igrejas que dizem seguir fielmente as Escrituras.

    Paulo deixou claro que os que pregavam o evangelho tinham todo o direito de serem supridos com as ajudas e doações voluntárias dos cristãos (I Coríntios 9:11 e 14, Filipenses 4:18 ), mas nunca disse que seria dos dízimos! Sequer há mandamento seja do Senhor Jesus ou de seus apóstolos dos cristãos entregarem seus dízimos nos “templos” que hoje conhecemos como igreja, pois Jesus nunca fundou uma igreja física, nem ordenou que se fizessem construções para ali os seus seguidores se reunirem! Se o dízimo fosse tão necessário e importante como esses líderes gananciosos querem fazer parecer, teria o apóstolo Paulo esquecido de mencionar algo tão importante? obviamente que não, pois ele é categórico ao dizer: ” jamais deixando de vos anunciar coisa alguma proveitosa e de vo-la ensinar publicamente e também de casa em casa” e ” porque jamais deixei de vos anunciar todo o desígnio de Deus” (atos 20:20 e 27)… ou seja, tudo que era necessário ele, Paulo, ensinou e o Apóstolo Paulo nunca incentivou ou ensinou os cristãos a dizimarem!

    Portanto comprovadamente os dízimos não são obrigatórios serem entregues, muito menos nas igrejas físicas de hoje.

    8º MENTIRA – “DAR OFERTAS, MESMO ACIMA DE 10% DA SUA RENDA, NÃO TEM O MESMO VALOR ESPIRITUAL, POIS QUEM NÃO DÁ O DÍZIMO ROUBA A DEUS E NÃO SERÁ SALVO POIS ESTÁ DEBAIXO DE MALDIÇÃO”

    Tanto a bênção como a maldição de Malaquias 3:9-11, perduraram somente até o término da antiga Aliança, ou seja, até o Calvário. A audiência de Malaquias havia voluntariamente reafirmado a Antiga Aliança (Neemias 10:28-29. “Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém” (Deuteronômio 27:26, citado em Gálatas 3:10). E Jesus Cristo deu um fim a essa maldição, conforme Gálatas 3:13: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”. Portanto nenhuma maldição proveniente da não observância da lei de moisés (e o dízimo pertencia a ela) atinge aos cristãos. Mas os lideres gananciosos que recebem dízimos escondem isso dos membros.

    Mas não é porque o Cristão não seja mais obrigado a dizimar que ele esteja isento de ajudar na propagação do evangelho e em favor dos necessitados pois: “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” (2coríntios 9:7).

    “Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus concedida às igrejas da Macedônia; porque, no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade.Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários” (2coríntios 8:1-3) Essa era a prática da igreja de Deus que Cristo estabeleceu.

    Os princípios de dar no Novo Testamento, na 2Coríntios capítulos 8 e 9 são superiores ao dizimar, que não é obrigatório aos cristãos.

    Os seguintes princípios de dar voluntariamente na Nova Aliança estão fundamentados na 2 Coríntios 8 e 9 (1). Dar é uma “graça”. A 2 Coríntios 8 usa oito vezes a palavra “graça”, referindo-se à ajuda aos santos pobres (2). Dar primeiro a Deus (8:5). (3) Dar-se a si mesmo para conhecer a vontade de Deus (8:5) (4) Dar em resposta ao dom de Cristo (8:9 e 9:15). (5) Dar com desejo sincero (8:8, 10, 12 e 9:7) (6) Não dar por causa de mandamento algum (8:8,10; 9:7). (7) Dar além de sua capacidade (8:3, 11, 12) (8) Dar para produzir igualdade. Isso quer dizer que os que têm mais devem dar mais, a fim de suprir a incapacidade dos que não podem dar mais (8:12,14) (9) Dar com alegria (8:2). (10) Dar porque está crescendo espiritualmente (8:3,4,7). (11) Dar porque deseja crescer espiritualmente (9:8, 10, 11). (12) Dar porque está ouvindo o Evangelho ser pregado (9:13).

    9º MENTIRA – “JESUS MANDOU OS CRISTÃOS DAREM O DÍZIMO NO NOVO TESTAMENTO”

    O falso ensino é que Jesus ensinou a dizimar, em Mateus 23:23, dizendo que isso está claro no Novo Testamento.

    Em primeiro lugar, A Nova Aliança (o novo testamento) não teve princípio no nascimento de Jesus, mas na Sua morte (Gálatas 3:19, 24, 25; 4:4). O dízimo não é ensinado na igreja, depois do Calvário. Quando Jesus falou sobre o assunto em Mateus 23:23, Ele estava simplesmente ordenando a obediência às leis da Antiga Aliança, a qual ele endossou e obedeceu até chegar ao Calvário.

    Não existe um único texto do Novo Testamento que ensine a dizimar após o período do Calvário. (Atos 2:42-47 e 4:32-35 não são exemplos para se dizimar, a fim de sustentar os líderes da igreja). Conforme Atos 2:46, os cristãos judeus continuavam a adorar no Templo. E conforme Atos 2:44 e 4:33,34, os líderes da igreja compartilhavam igualmente o que recebiam com todos os membros da igreja (o que hoje os líderes gananciosos que recebem dízimos não fazem).

    Aliás, Jesus sequer é mencionado dizimando ou recebendo dízimos… e porque os líderes gananciosos pedem dízimos em nome de Jesus sendo que o próprio Jesus disse: “em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas;pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados” (Marcos 16:17-18)… Ele nunca disse ” em meu nome receberão dízimos…”

    Portanto comprovadamente mais uma mentira desses homens que se dizem ordenados por Deus a exigirem dízimos dos cristãos incautos foi desmascarada! Jesus nunca ordenou que os seus discípulos e futuros apóstolos recolhessem dízimos… e porque esses líderes acham que podem fazer diferente? Bem o Senhor Jesus profetizou sobre esses tipos: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores” (Mateus 7:15)

    10º MENTIRA – “JESUS RECEBE DÍZIMOS DOS CRISTÃOS CONFORME HEBREUS 7:8″

    O início do capítulo 7 de hebreus é apenas citação do Antigo Testamento, onde fala do sacerdócio de Melquisedeque. Em Hebreus 7:5 diz: ” E os que dentre os filhos de Levi receberam o sacerdócio tem ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão”

    A lei foi dada por intermédio de Moisés, ao povo, direcionada aos filhos de Levi, especificamente aos que receberam sacerdócio para trabalhar nas tendas das congregações ( montagem e desmontagem de tendas no deserto), os quais tinham ordem, segundo a lei de receber os dízimos dos seus irmãos. Agora note o relato do versículo 11 e 12:

    Hebreus 7:11: De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade se havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque (referindo-se ao Salvador) e não fosse chamado segundo a ordem de Arão? (menção a Moisés, o qual introduziu a lei ao povo).

    Hebreus 7:12: Porque mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança na lei.

    Meditando no texto acima, especificamente nestes versículos, onde a palavra assegura que os sacerdotes Levíticos recebiam os dízimos segundo a lei (Hebreus 7:5), Porque através deles (sacerdotes Levíticos) o povo recebeu a lei (Hebreus 7:11) e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também, mudança na lei (Hebreus 7:12), porque se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (pelo qual o povo recebeu a lei), qual a necessidade de que enviasse outro Sacerdote? Mudou o Sacerdócio, necessariamente se faz mudança na Lei.

    A lei dos dízimos foI direcionada especificamente aos filhos de Levi, aos que receberam o sacerdócio e não havendo mais “Levitas”, nem “templo”, nem sacerdote a oferecer sacrifícios, pois O Salvador já o fez, logo,se aplicada aos crentes hoje, ela torna-se intempestiva e ilegítima, porque os “pastores” de hoje não são levitas nem foram proibidos de trabalhar, nem menos tiveram promessas de herança de dízimos para sustento por não ter tido herança nas distribução de terras prometidas ao povo israelita por herança.

    Outra particularidade, no capítulo 18 do livro de Números, o Senhor Deus adverte aos sacerdotes levitas dizendo: Na sua terra, possessão nenhuma terás, e no meio deles nenhuma parte possuirás; eu sou a tua parte e a tua herança no meio dos filhos de Israel.

    Gostaria de recomendar aos pregadores contemporâneos (os que querem se assemelhar aos sacerdotes levitas que recebiam dízimos), seria bom que guardassem os mandamentos do Senhor para aquela tribo, os quais não possuíam bens materiais, pois o Senhor era a herança dos sacerdotes levitas.

    Recapitulando: Hebreus 7 apenas faz a menção pós-Calvário de dizimar, numa explanação de porque o sacerdócio levítico deve ser substituído pelo sacerdócio de Cristo, porque o sacerdócio levítico era fraco e ineficiente. Estude Hebreus 7 e sigam a progressão do versículo 5 ao versículo 12 e ao versículo 19.

    Porém, líderes gananciosos insistem em apenas mostrar hebreus 7:8 aos membros, onde segundo eles, Jesus receberia dízimos dos cristãos: “Aliás, aqui são homens mortais os que recebem dízimos, porém ali, aquele de quem se testifica que vive” (hebreus 7:8)

    Apenas mostrando esse versículo isoladamente aos membros desavisados, querem dar a entender que esse versículo manda os cristãos ainda dizimarem, sem ler todo o real contexto do capítulo 7 de hebreus.

    Portanto hebreus 7:8 não fala de Jesus recebendo ainda dízimos dos cristãos, pois o contexto do capítulo 7 de hebreus fala na verdade da superioridade do sacerdócio de melquisedeque em relação ao levítico que era sustentado pelos dízimos. Cristãos não tem o mandamento bíblico de dizimarem.

    Considerações finais:

    Em Hebreus 7,8,9 e 10, neste 4 capítulos deixa bem claro a questão do sacerdócio perfeito, que, quando mudado o sacerdote Levítico, veio o Cristo, e mudando o sacerdócio se muda a lei ( Hebreus 7:12 ) portanto, notamos, que no novo testamento, não há ninguém dando dizimos em dinheiro, sendo que já existia, porque, Jesus foi traído por moedas, e a viúva ofertou moedas, mas dízimos, foi mencionado em alimentos, hortaliças ( Mateus 23.23 ) jamais em dinheiro, e o próprio Senhor Jesus, relatou que o dízimo era da lei para o povo de Israel , …”o mais importante DA LEI “. (Mateus 23:23)

    Paulo não mencionou dízimos, nem outro apóstolo qualquer deixou exemplo de tal prática. Em Corintios 9, Paulo pede donativos para suprir necessitados e não para manter despesas de instituições religiosas. Em Atos 4:32 em diante, notamos a generosidade dos irmãos,vendendo tudo e depositando aos pés dos apóstolos, para que se fosse feita DISTRIBUIÇÃO AOS NECESSITADOS, de forma a não haver necessitados entre eles ( esta é a justiça que excede a dos fariseus religiosos que apenas punham seus dízimos das hortaliças e achavam que estava, cumprindo sua parte) em Mateus 23:23 e Lucas 18:12. Tal prática dos fariseus, mostra religiosidade e eles não praticavam a fé, de fato, que , quem diz que dizimar é um ato de fé, é engano, porque os fariseus dizimavam , mas não praticavam a fé. O jovem rico, não foi indicado por JESUS a dizimar, e sim, vender e REPARTIR com os pobres. Jó nunca dizimou, e mesmo assim era próspero.

    Abraão só deu o dízimo uma só vez, e não foi em dinheiro, foi despojos, sobras de conquistas de guerra, dizimo de sangue, após matar os reis e tomar seus bens.

    Jacó prometeu dar o dízimo, ( um voto particular dele ) em Gênesis 28:20-22 , mas a bíblia não fala que ele cumpriu…

    Abraão não foi a “suposta” casa do tesouro ( igreja ) mas Melquisedeque lhe saiu ao encontro para receber sua parte, devido ser rei de Salém e receber por que passava em tal parte, imposto semelhante ao que Jesus nos ensinou a pagar a César (Mateus 22:21). Isto é, JESUS mandou sermos fiéis ao estado e não sonegar impostos.

    Os cobradores de impostos ao se converter, restituíram 4 vezes mais aos que haviam defraudado, e foi nisto que Jesus afirmou: “hoje houve salvação nesta casa” (Lucas 19:9)Repare que o Salvador não o mandou dar dízimos.Todas as vezes que você quiser dar algo á Deus, e restituir a Deus com gratidão, faça isto dando ao seu próximo, pois assim,estará cumprindo a palavra na íntegra, conforme Mateus 25 deixa bem claro esta questão.

    No sétimo ano, Israel, não trazia dízimos, devido ser o ano sabático,a terra descansava (Levítico 25:4) Mas e será que a igreja atual faz isto? Fica sem receber dizimos no sétimo ano?

    O DÍZIMO era vendido POR DINHEIRO,devido a distância de levar onde o Senhor escolhera, para santificar seu nome, e o próprio dizimista COMIA DOS SEUS DÍZIMOS, administrava o dízimo, hoje em dia quem come dos dízimos são os pastores, que administram os dízimos, dando ordem quê e no que será empregado os dízimos do povo. Estes ditos “sacerdotes” ( pastores) não são levíticos, nem exercem função sacerdotal superior a qualquer irmão que seja, e muito menos têm eles o direito de administrar o dízimo pessoal de cada um.

    Quanto a sacerdotes, sabemos todos nós somos, depois de Cristo nos fazer um sacerdócio real, nação santa , povo eleito de DEUS, passamos a ter livre acesso ao Pai através de CRISTO que , na sua morte, o que nos separava foi rasgado do alto abaixo, a saber o véu que separava o lugar santo,( local onde entravam os sacerdotes) do lugar santíssimo (onde só entrava o sumo sacerdote 1 vez por ano para pferecer acrificio pelo pecado do povo).

    Paulo recebeu muitas vezes ajuda da igreja, mas era para se manter, e não era salário mensal como se estivesse numa empresa. Paulo trabalhava (atos 18:3) , e em nada pesava os irmãos e a igreja.

    Se Paulo disse: “sede meus imitadores como eu sou de Cristo”, será que nesta parte, os pastores que exigem dízimos imitam à Paulo? Vemos Jesus ou Paulo recolhendo ou ensinando sobre dízimos?Em 2Coríntios 9:9, Paulo cita o salmo 112:9, onde fala da generosidade com os mais pobres: “Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre”. (2 Coríntios 9:9)

    Nada falou de dízimos em dinheiro, e sim, contribuições voluntárias , para “suprir” os que não tem, algo que, é totalmente visto por Deus. Paulo faz uma coleta para “DISTRIBUIR”, hoje em dia se faz uma distribuição (de envelopes) para ajuntar, não para os pobres, mas, para os cofres de uma instituição, que se preocupa mais com a posição social, status, templos, fama, nome, competição, horários de TV, rádios, sites, eventos, shows, viagens, lazer para líderes, carrões, mansões, aviões, e ainda se diz que é expansão da obra de Deus…

    Cada dia os patrimônios religiosos estão ainda maiores, e o evangelho mais distante do que a igreja primitiva pregava e vivia, tudo por causa de dinheiro. A biblia fala para não reter e sim dar. Será que a igreja faz isto? Ou antes retém,para construir seu império e se fortalecer mais e mais, visando dominar a maior parte possível do globo terrestre, e arrebanhar o maior número de pessoas possível, como se tudo fosse uma partida de competição: “Quem tiver mais membros é o vencedor”

    Paulo afirma: “Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (2Coríntios 2:17)

    Deus abençoe a todos que leram este estudo e que o Espírito Santo tenha conduzido a leitura e o entendimento para compreender que dízimos não são mais obrigatórios.

    “Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno” (2Pedro 3:18)

  4. Pq escrever tanto para criticar um ato nobre da parte dos fiéis: ajudar a igreja local; leia o que Cristo fala sobre a semeia e tb Paulo, aliás, como as igrejas sobreviveriam afinal, ofertas não é sempre que se dá. Vc poderia escrever mais sobre os benefícios que a ajuda á obra de Deus trazem ao fiel.

    • douglas

      A igreja não é um templo físico… a igreja é a reunião de pessoas em nome de Jesus. Sustentar templos físicos não é mandamento para os cristãos.

      o templo que deve ser sustentado é o do próprio cristão. E ajudar aos necessitados é fazer a obra de Deus. Nada a ver com dízimos a serem entregues na mão de um pastor.

  5. Caso de polícia

    A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), que representa 40 000 pastores no país, está em guerra. Desde abril, o pastor Ivan Pereira Bastos foi eleito tesoureiro da instituição, mas não conseguiu assumir. A eleição de Ivan deveu-se aos votos da oposição ao pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB há 26 anos.

    Mesmo com uma decisão judicial favorável à posse, ontem Ivan foi impedido de ocupar sua sala na CGADB. Sem alternativas, o pastor registrou ocorrência em uma delegacia de polícia da Zona Norte do Rio de Janeiro. Diz Ivan:

    – O José Wellington não me permite assumir porque sabe que fui eleito com votos da oposição e tenho compromisso com a transparência. Ao assumir a tesouraria todos sabem que eu vou abrir aquela “caixa preta”. Há fortes indícios de desperdícios do dinheiro dos associados em passagens aéreas e hotéis de luxo e principalmente de manipulação no processo eleitoral do ano passado para o atual presidente ser reeleito.

    FONTE: radar on line – veja

    http://youtu.be/cqWV8deq8ao

  6. Ninguem esta em portas de igrejas armados para fazer crentes dizismar,
    e uma questao de fe,se voce nao tem fe para dizismar,fique na sua com
    este espirito de avareza,cada macaco no seu galho.
    nao se gasta tanto com drogas ,prostituicao,futebool,com doenças etc,
    se nosso povo fosse fiel a Deus como tem que ser ,nao estariamos
    enfrentando o que se enfrenta,situaçoes desemfreadas ,que ninguem
    domina…a e resposta esta 2.Cr.7;14,Jr.5;30.
    Nao sejamos como Ananias e Safira,ter que morrer para crer que
    Deus nao aceita mentiros ,At.5.
    Entao de tudo que se ouve ,se escuta ,se ve,tudo um dia sera
    prestado conta diante dos homens e diante de Deus,
    todos os dias os jornais estao mostrando as desonestidades
    de Pessoas que se dize fieis e nao sao,quer Pastores ,Bispos,
    Reverendos,se sao infieis,aparecera,porque Deus e justo
    nada fio oculto que nao seja revelado,
    E estes santos que aparecem na Midia,para o povo nao
    dizismarem,com certeza ja roubaram o que chega,
    a Biblia diz,de a Deus o que e de Deus e a Cesar,o que e
    de Cesar,vamos para de Balela e sermos fieis a Deus.
    At,5 ,medite e cale a boca.
    Pr.Rogero da Silva.
    Ass.de Deus….Valparaiso SP..

  7. PARA STARDUST
    vejam só isto é caso de policia, hehehehe agora que tu só da fora camarada, disse que a rede esgoto de televisão era usado por DEUS para anunciar o evangelho, fizeram uma novela para arrebentar com os crentes e fizeram apologia aos gay, este fim de semana, deram férias para DEUS e colocaram o diabo no seu lugar enquanto DEUS pulava carnaval…realmente teu senso de julgamento é uma beleza, dea mesma forma julgou david cho, nem ao menos parou para pensar que em países como os comunistas xiitas muçulmanos budistas hinduistas, odeiam cristãos, e que o regime os persegue, não pensou que a igreja sempre esteve contra o governo terreno, nossos irmãos primitivos se escondiam em cavernas, ludibriavam o governo, na africa temmos missões que temos que esconder a comida e remédios roupas que mandamos para a missão, que o governo toma tudo e deixa os cidadãos passando fome, se ao menos entendesse que os governos não querem assim como voce missão, declarar as obras é pagar pelo serviço que deveria ser feito pelo governo e eles é que fazem…chego a conclusão que é um baita malandro..em defesa de satã

  8. A BESTA DO APOCALIPSE
    Alguns estudiosos da bíblia tanto Católicos como protestantes, acreditam que a segunda besta de apocalipse 13, a besta que surge da terra, represente o protestantismo apóstata, a fusão entre a Igreja e o Estado, e, mais especificamente, os Estados Unidos da América. Em apoio desta interpretação, temos o adventista de Uriah Smith
    Tendo concluído que na visão de João, o mar representa multidões de pessoas, áreas densamente povoadas, pode-se supor que, em seguida, coloque a aumentar a segunda besta é apenas o oposto de uma solução pacífica deserto, pouco povoada? Talvez alguns considerem que é assim. Mas o estudioso familiarizado com os termos envolvidos provavelmente ainda sérias dúvidas.
    Para interpretar corretamente o Apocalipse, devemos começar com o livro em si. Em seguida é preciso consultar o Antigo Testamento, especialmente as passagens apocalípticas para o Apocalipse é particularmente dependente Velho Testamento simbolismo.
    O apocalíptico de obras não-canônicos que influenciou o estilo literário de João também nos ajudar a interpretar os símbolos que ele usou.
    MAR E TERRA EM APOCALIPSE
    Em Apocalipse 17:15 um anjo explica que o símbolo “águas” usada no versíc. 1 significa “povos e multidões, e nações e línguas”. Se o símbolo de “águas” ( hudar) pode ser usado para “mar” ( thalassa ), temos motivos para a nossa interpretação do Apocalipse 13:1 .

    Em outra parte no Apocalipse, o mar é um lugar habitado (por exemplo, Apocalipse 8,9 ;10,6 ; 16,3 ). Mas em todos os textos do mar de habitantes do são mencionados em estreita ligação com as da terra (muitas vezes sofrem do mesmo ou um destino semelhante, como em Apocalipse 16:2 , 3 ).
    Portanto, a nossa posição de que a elevação do Apocalipse 13,1 besta do “mar” repressente a sua subida de entre multidões de pessoas ou de uma área densamente povoada é razoável e defensável. Tem apoio exegético bom. Mas, como vimos acima, não podemos encontrar esse apoio bíblico para a nossa interpretação de “terra”.

    Como foi a “terra”, utilizada no dia do João?
    Daniel usa o hebraico e aramaico tronco rs ” para “terra” quase 20 vezes, e metade destes usos referem-se a habitação de pessoas na Terra. Nenhuma referência a um deserto. O resto do Antigo Testamento e a profética literatura apocalíptica também considerada a terra a morada do homem. Muitas vezes é usada simplesmente para dizer Israel, ou Palestina. O mesmo acontece na literatura apocalíptica intertestamentário. Assim como uma palavra isolada, “Terra” não tem significado simbólico para João ou suas fontes.
    Formação literária de João
    Quando lidamos com trechos simbólicos das Escrituras, percebemos que o escritor está tentando ilustrar uma verdade espiritual.
    Enquanto a verdade espiritual pode ter uma aplicação universal, o símbolo que ele usa, nem sempre.
    Deve vir pela necessidade de sua própria formação cultural. Assim, para apreciar plenamente a verdade espiritual, precisamos entender o que o símbolo significa para o autor em seu contexto.
    É na literatura apocalíptica intertestamental, a fonte de alguns dos ricos simbolismo de João, que se encontre uma pista para o significado da sua mensagem enigmática em Apocalipse 13:11 . J.M. Ford aponta que “o capítulo 13 introduz outra crença judaica associada com o advento da era messiânica, isto é, as atividades do Leviatã e Behemoth…. (Estes são os nomes dos animais gigantescos ou monstros descrito em Jó 40 e 41) “.
    Uso de João do mito Leviathan-Behemoth em Apocalipse 13
    Jó 40,15-24 é a única referência bíblica ao Behemoth, um animal oxlike da terra. Leviatã, no entanto, aparece em Jó 41; Isaías 27:1 , Salmo 74:12-14 e Salmo 104:26 . É um grande, forte, água besta respiração fogo que é orgulhoso e arrogante, como a besta do Apocalipse 13.
    É também um dragão de muitas cabeças que Deus vai matar no dia da libertação de Israel ( Sl 74:14. ; Isaías 27:1. ).

    Ao longo desses mitos Behemoth, a devoração um, é sempre um animal terrestre com chifres proeminentes, como em Apocalipse 13:11 .
    Escritores judeus fizeram uso gratuito das imagens destas bestas míticas:
    Nos apócrifos eles aparecem juntos mais ou menos como eles fazem no Apocalipse. O texto de 4 Esdras 6:49-52, descreve o Leviatã e Behemoth como monstros de água pré-Criação que Deus chamado no quinto dia da semana da Criação (cf. v. 47). No terceiro dia, de acordo com esta passagem, Behemoth foi lançado para a terra seca e viveu entre um mil montes de areia, porque a água que foi deixada não conseguiu segurar as duas bestas.

    Em 1 Enoque 60 encontramos uma história semelhante, e um detalhe adicional que é relevante para a nossa compreensão de Apocalipse 13. Aqui Behemoth “ocupados com o peito um deserto chamado Duidain resíduos [ou Deddain] no leste do jardim, onde os eleitos e justos habitam” (v. 8). Significativamente, 2 Baruch 29:4 afirma, “Behemoth será revelada a partir de seu lugar e Leviatã subirá do mar” localizar os lugares onde habitam como o Apocalipse 13.

    Esse mito era bem conhecido do século primeiro os judeus através da literatura apocalíptica, e eles não teriam sabido que uma besta surgiu de um mar povoado e outro de um escassamente povoada deserto distante.

    Portanto, João não foi o único entre os primeiros escritores cristãos a fazer referência a este material.

    Na verdade, o uso de material mitológico foi bastante aceitável no cristianismo primitivo. Uma criatura parecida Leviatã aparece no Pastor de Hermas. 10 E o próprio Jesus usou material mítico-histórico do homem rico e Lázaro, com bons resultados.

    Assim como a compreensão das origens da história que nos ajuda a ajustá-lo de forma credível para o nosso sistema de crença, então a compreensão da história subjacente a besta de cordeiro do Apocalipse 13 nos dá a base para interpretar a passagem corretamente.
    Conclusão
    a palavra “terra” não tem uma aplicação coerente simbólica no Apocalipse, como “chifres”, “Estrelas”, o “Cordeiro”, e outras palavras fazem. Assim, na interpretação de Apocalipse 13:11 , que devemos abandonar o nosso velho argumento de que apenas os contrastes “terra” com “mar”. Mas não precisamos abandonar nossa posição tradicional.

    As imagens de João claramente se baseia em um mito bem conhecido, há muito estabelecida como uma metáfora no pensamento religioso judaico, para expressar sua mensagem profética. Nesta lenda a segunda besta era o senhor do deserto de Duidain. Em Apocalipse 13:11 , então, o lugar que a besta surge é um deserto desabitado acidentada. Só chamando o Behemoth, Leviathan imagem podemos esperar para mostrar que João quis dizer algo diferente de “terra” em Apocalipse 13:11 que ele quis dizer com isso no resto do livro.

    A Bíblia sagrada é um livro Católico, feito e edificado pela igreja Católica, para ser usado na liturgia católica e assim sempre possuiu 73 livros e não 66 como pensam os hereges rebelados, alias tem uma questão numérica muito importante a ser exposta, Deus nos manda sinais mostrando o que é certo e o que é errado.

    Os protestantes retiraram 7 livros da Bíblia (numero 7 e um numero de perfeição) isso quer dizer que eles retiraram a perfeição da Bíblia deles.

    Assim sua Bíblia ficou com 66 livros (o 6 sempre foi um numero imperfeito na simbologia Hebraica) tanto que o nome da besta tem essa contagem numérica de 666 por ser exatamente um numero imperfeito, o real significado é que a Bíblia protestante esta totalmente imperfeita.

    Podemos entender que Deus deixou todos os sinais para a humanidade entender seus erros, mas os protestantes não conseguiram até esse momento enxergar o sacrilégio que cometeram.
    No ano 100 da era cristã, os rabinos judeus se reuniram no Sínodo de Jâmnia (ou Jabnes), no sul da Palestina, a fim de definir a Bíblia Judaica. Isto porque nesta época começavam a surgir o Novo Testamento com os Evangelhos e as cartas dos Apóstolos, que os judeus não aceitaram.
    Nesse Sínodo, os rabinos definiram como critérios para aceitar que um livro fizesse parte da Bíblia, o seguinte:
    1) Deveria ter sido escrito na Terra Santa;
    2) Escrito somente em hebraico, não em aramaico e nem grego;
    3) Escrito antes de Esdras (455-428 a.C.);
    4) Sem contradição com a Torá ou lei de Moisés.
    Esses critérios eram mais nacionalistas, do que verdadeiramente religiosos, fruto do retorno do exílio da Babilônia em 537aC.
    Por esses critérios não foram aceitos na Bíblia judaica da Palestina os livros que hoje não constam na Bíblia protestante, citados anteriomente. Mas a Igreja católica, desde os Apóstolos, usou a Bíblia completa anterior a este Sínodo Judeu que era A SEPTUAGINTA, mais conhecida como a bíblia dos Setenta.

    Portanto,até o ano de 1.500, a única Bíblia Cristã existente na face da terra era a Bíblia Católica! Foi Martinho Lutero, um ex-sacerdote, excomungado pela Igreja, que, ao criar a “sua” igreja, denominada de “Igreja Luterana”, forjou a “sua bíblia”, tomando a Bíblia Católica com os SETE LIVROS tirados por ele, porque o incomodava com suas teses heréticas, e que passou desde então a ser chamada de “bíblia protestante”.

    PERGUNTA QUE NÃO CALA : Com que autoridade Lutero fez isto ?
    Ora, todos sabemos que o número de satanás é 6(Seis). Sabemos que é ele (satanás) quem causa divisão e discórdia no Povo de DEUS.
    Portanto,sem medo de testemunhar a verdade, podemos afirmar sem sombra de dúvidas que Martinho Lutero foi um instrumento que o maligno usou para tirar milhões de criaturas da presença (física) de Deus na Eucaristia, e da única e verdadeira Igreja fundada por Cristo ( Conf. Mateus 16,18).
    Concluindo: o número de Martinho Lutero é 6 (seis) e a “sua bíblia” tem 66 (sessenta e seis) livros, o que dá o número 666…… o que pensar diante disso?
    Além disto, em Apocalipse 12 diz que a Besta e seus seguidores iriam perseguir Maria a mulher que Deus à luz um filho varão que irá governar e o reino que não terá fim.
    Qual a religião que mais odeia e persegue Maria a Mãe de Deus? Católicos ou protestantes?
    Segundo Lutero, não há necessidade de sacerdotes, e da hierarquia. Todo cristão tem uma relação livre com Deus (Vejam ai resultado: Seitas e heresias para todos os gostos):
    Isto parece algo muito bom, e realmente nós podemos ter uma relação direta com Deus. Entretanto não podemos excluir o papel da hierarquia e dos sacerdotes. Lemos no livro de Números, capítulo 12, que a irmã de Moisés, Mirian (Maria), disse: “Porventura é só por Moisés, diziam eles, que o Senhor fala? Não fala ele também por nós“. A Bíblia mostra que “o Senhor ouviu isso” e disse “Por que vos atrevestes, pois, a falar contra o meu servo Moisés?” e logo depois “Maria foi ferida por lepra“.

    A Bíblia nos ensina a não proceder contra os escolhidos por Deus: “Deus me guarde de jamais cometer este crime, estendendo a mão contra o ungido do Senhor, meu senhor, pois ele é consagrado ao Senhor!” (1Sam 24,7). Pela intercessão de Moisés, Mirian foi curada da lepra. Logo depois vemos Coré (Num 16) se rebelar contra Moisés e Aarão: “Basta! Toda a assembléia é santa, todos o são, e o Senhor está no meio deles. Por que vos colocais acima da assembléia do Senhor?“.

    A Bíblia mostra que, por causa desta revolta, “Saiu um fogo de junto do Senhor e devorou os duzentos e cinquenta homens que ofereciam o incenso“. Isto pode ser a semelhança do que espera aqueles que se rebelam contra os desígnios de Deus: “Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: – Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos” (Mt 25,41).
    Por fim o próprio Cristo nos disse:
    Quem vos ouve a vós, a mim me ouve; e quem vos rejeita a vós, a mim me rejeita; e quem a mim me rejeita, rejeita aquele que me enviou. (Luc 10:16)
    Lutero é a árvore, e as igrejas evangélicas e protestantes são seus ramos.

    ALGUEM PODE CONVENCER DO CONTRÁRIO QUE DIFERENTES DENOMINAÇÕES NÃO SÃO UMA TORRE DE BABEL !!!??? UM VERDADEIRO MONSTRO DEVORANDO-SE UMAS AS OUTRAS NA DISPUTA POR DIZIMISTAS ?
    Apoc.13,1-7:
    “Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia. A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade. Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses; e abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no céu. Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação…”
    Lutero é a árvore e estes são os seus ramos.
    I João 2,19: Eles saíram dentre nós, mas não eram dos nossos. Se tivessem sido dos nossos, ficariam certamente conosco. Mas isto se dá para que se conheça que nem todos são dos nossos.
    “Examinai-vos a vós mesmos, se estais na fé. Provai-vos a vós mesmos… A menos que a prova vos seja, talvez, desfavorável” (2Cor 13,10).
    “Pregando a Verdade e confirmando os irmãos na verdadeira fé, com a graça de Deus construo Catedrais nas almas para que nelas possam habitar o Espírito Santo de Deus” ( Pierry de Craon).

  9. O Apóstolo Judas, que traiu Jesus, foi grandemente usado por Deus e ao mesmo tempo era ladrão e mentiroso. Isso nos leva a entender que devemos distinguir a Graça e o Poder de Deus dos erros e das falhas humanas. Leia:

    João 12: 4, “Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de trair disse: 5 Por que não se vendeu este bálsamo por trezentos denários e não se deu aos pobres? 6 Ora, ele disse isto, não porque tivesse cuidado dos pobres, mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, subtraía o que nela se lançava”.

    Mas quando Judas expulsava os demônios, fazia pelo Poder de Deus
    Mas quando Judas cura os doentes, fazia pelo Poder de Deus
    Mas quando Judas cura paralíticos, os cegos, fazia pelo Poder de Deus
    Mas quando Judas ressuscitava os mortos fazia pelo Poder de Deus

    Assim Paul Yong Cho
    Quando se dispôs a receber de Deus como a fé cristã funciona e ensinou, fez pela graça de Deus…

    Os resultados da Mensagem do Pastor Paul Yong Cho:

    A Coreia do Sul era um País miserável em 1962 quando ele começou a pregar o Evangelho Pleno. Nos anos 90 passou a ser mais rica que o Brasil. Hoje é considerado um País de Primeiro mundo. Só para se ter uma ideia, na última Copa do Mundo, em Seul, a última pessoa a ser presa fora há seis meses antes, isso por dirigir em alta velocidade. No último andar dos grandes e luxuosos prédios da Coreia do Sul são reservados para salão de Culto. É comum ver no alto dos prédios uma Cruz. Na época, em 1962, quando Cho começou a pregar, o Cristianismo não passava de 5% da população, incluindo católicos. Era uma sociedade de mais de 4 mil anos budistas. Hoje mais da metade da população da Coreia do Sul é cristã pentecostal.

    A Igreja do Evangelho Pleno em Seul tem um orçamento financeiro maior do que o orçamento de um País, o Uruguai. Seus membros são ricos e muitos multimilionários servos fiéis de Deus…

    Pouco tempo atrás, pregando o Evangelho de Cristo, endossando os ensinamentos bíblicos ensinados pelo Pastor Cho, tive o imenso prazer de levar um muçulmano para Cristo… na verdade, tenho feito isso nos últimos 30 anos!

    Temos que distinguir a Unção, o Poder de Deus sobre o servo de Deus da pessoa do servo de Deus. Assim como Judas foi falho, assim Paul Yong Cho também deve ter falhado. Mas ambos foram grandemente usados por Deus. E isso em nada ofusca o Poder e a Graça de Deus que os usou. O que desejamos é que Cho se recupere em Cristo.

    Muitos ao não fazerem essa distinção, OFENDE a Deus que usou grandemente esses homens… na verdade, muitos crentes, por não entender e fazer juízo da “multiforme graça de Deus” se tornam INIMIGOS DE CRISTO…

    Filipenses 3:18, “porque muitos há, dos quais repetidas vezes vos disse, e agora vos digo até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo”

    A mensagem do Pastor Cho é genuinamente evangélica, pregada no estilo oriental que em nada mancha o Evangelho de Jesus Cristo.

    Os ensinos do Pastor Cho não têm nada a ver com o budismo ou religiões orientais. É totalmente Bíblico.

    NINGUÉM, até hoje, melhor ensinou como receber uma bênção usando a fé cristã

    É lamentável e compreensível que homens usados grandemente falhem. Mas, repetindo, em nada isso desqualifica a Graça e o Poder de Deus que se manifestou na vida deles. Bendita Graça de Deus.

    Que Deus abençoe a todos os que procuram, lutam e desejam uma vida cristã consistente de vitórias em Cristo (Parafraseando Cho).

    Paulo Tarso

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