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Cristãos estão em extinção em países do Oriente Médio, afirma ministra do Reino Unido

Comments (9)
  1. levi varela disse:

    Se eu morasse lá também negaria a fé, pois os irmãos de cá os tem negado, não fala por eles, não une as autoridades para chegar a um denominador em prol da paz, neutralidade e omissão também dos órgãos mundiais que tratam dos direitos dos animais, das pessoas, pois se lembram mais de bicho que gente, já os religiosos, estes parece que querem vê mais morte como prova de que Cristo está voltando.

    Com irmãos desse tipo, reprise-se, até Cristo se negaria, aliás, parecem até que não aprenderam a lição de solidariedade exigida por Ele na noite que antecede a sua morte e os seus discípulos não o acompanham em oração. Temos que aprender que mesmo sabendo que ia ser morto, Ele pediu aos seus discípulos por súplicas.

    Vergonha, vergonha, vergonha de todas as nações e povos que se dizem cristãos, mas se calam com a barbárie, alertando que não incitando à guerra, mas sim cada um falar, cada qual levantar bandeiras defronte as embaixadas e consulados e igrejas de países que não criam leis de proteção ao que diverge da religião dominante.

    Cadê uma orquestração de emails á india, nigéria, irã…

    Que mundo de mudos, surdos e cegos nós estamos construindo? UMA Vergonha.

    1. PHEDRO disse:

      Levi Varela

      O mundo jaz do maligno.

    2. Eduardo Nobre disse:

      É verdade Levi. Agora contra casamento gay, PL 122, todo mundo se levanta.

  2. Danilo disse:

    Levi, infelizmente você está certo!

    Não vejo nenhum líder religioso (nem do Brasil e nem dos EUA) protestando contra a morte de crianças na Síria, famílias inteiras morrendo em campos de concentração na Coréia do Norte, morte de cristãos na Nigéria, India, etc…
    Alias, também não estão nem ai com a morte de crianças e inocentes quer sejam cristãos, muçulmanos, budistas,… Durante a guerra civil na Bósnia víamos diariamente, em tempo real, franco-atiradores matando crianças, mulheres e idosos muçulmanos em Sarajevo e nem uma palavra de protesto por parte de Billy Gram, José Wellington, Malafaia, Edir Macedo, Terra Nova,…Sé estão preocupados com a salvação de “almas”…
    Por essas e outras, ainda estou a procura de um verdadeiro pastor aqui na terra…

    1. levi varela disse:

      Meu caro,

      Computo como doentias as situações que vivem os cidadãos da Síria, Coréia do Norte, Nigéria, Irã, Iraque, Afeganistão, Paquistão…, pois sofrem decorrentes de conflitos armados, religiosos ou de sexo.

      A ONU, a calada e inerte, de há muito não tem o poder de unir as pessoas em ideais contra as guerras, mas também não tem contra os mais diversos preconceitos(guerra fria e sádica em todas as nações).

      Caberia a ela está à frente das ideias políticas em prol de melhorias nesse campo, regendo os estados e a sociedade civil, mas encontra-se empoleirada.

      Se ela não conduz uma política, então restam às igrejas, ONGs, povos, escolas(fundamentais, secundárias e universitárias), maçonaria, espíritas, organizarem-se quanto a se manifestarem contra o universo de maldades conta o nosso próximo.

      O povo está como ovelhas sem pastor, pois os que são líderes não se preocupam com a sorte do seu vizinho, do seu compatriota, com o seu próximo.

      Temos que cobrar, temos que cobrar, temos que cobrar.

  3. Rebeca disse:

    So que negar a fe e pecado!Ou se esqueceram de quando o Senhor diz “Aquele que se envergonhar de mim,eu me envergonharei dele”.De repente,voce esta negando a Cristo e vem o Arrebatamento,e ai,como e que voce fica?

  4. WLADEMIR disse:

    Quando o mundo se torna um marasmo de dor e a flecha do ódio, for para qualquer direção, sim, neste mundo devemos sempre agir com toda cautela, ciente de nossas obrigações, pode até ser tarde demais, para qualquer reação a não ser pagamos o preço de um radicalismo que roubará todo nosso direito de expressão, pois o radicalismo seja de ordem politíco ou relegioso é uma forma destrutiva, neste mundo de treva anticristã. Pois este sistema irá impor as pessoas a viverem sem nenhuma opção democraticamente, e o preço será para impagável.

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