Donald Trump reitera proteção à liberdade religiosa: “Não adoramos governos, e sim a Deus”

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Donald Trump é, sem dúvida, o personagem da política internacional que mais causa manchetes diversificadas. Ao mesmo tempo em que faz ameaças, pode virar notícia por declarações sobre fé.

No último sábado, 13 de maio, Trump fez um discurso durante a abertura de um evento na Liberty University, em Lynchburg, Virginia, e afirmou que nos Estados Unidos não se adora ao governo, e sim a Deus.

“Nos Estados Unidos não adoramos o governo, adoramos a Deus”, afirmou, acrescentando que “prometemos proteger sua liberdade religiosa. Essa declaração foi feita no contexto de uma de suas promessas de campanha, de garantia aos direitos individuais protegidos pela Constituição.

“Enquanto eu for seu presidente, ninguém jamais os impedirá de praticar sua fé”, salientou Trump. A universidade, fundada por uma instituição cristã, recebia mais de 50 mil pessoas no evento, segundo informações do Christian Post.


“A América sempre foi a terra dos sonhos, porque a América é uma nação de verdadeiros crentes […] Quando os peregrinos desembarcaram em Plymouth, eles oraram, quando os fundadores escreveram a Declaração de Independência, eles invocaram nosso Criador quatro vezes, porque na América não adoramos ao governo, adoramos a Deus”, reiterou.

O presidente explicou que essa é a razão pela qual os eleitos para ocupar a Casa Branca repousam as mãos sobre uma Bíblia e terminam seu juramento de honrar e cumprir a Constituição pedindo “que Deus o ajude”.

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“É por isso que nossa moeda orgulhosamente declara, ‘Em Deus nós confiamos’, e é por isso que orgulhosamente proclamamos que somos uma nação sob Deus a cada vez que fazemos o juramento de fidelidade”, disse.

Donald Trump fez questão de enfatizar que essa mesma inspiração guiou o pastor Jerry Falwell quando fundou a Liberty University: “Tudo começou com uma visão. Esta visão era de uma universidade de nível mundial para os cristãos evangélicos […] Sem dúvida, muitas pessoas lhe disseram que seus planos eram inalcançáveis, e estou certo de que eles continuaram a dizer isto por muito tempo depois dele ter iniciado, com apenas 154 estudantes, mas o fato é que ninguém nunca conseguiu algo significativo sem uma multidão de críticos falando que tais sonhos eram impossíveis”, concluiu.

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