Manifestantes vão para a Praça de São Pedro protestar contra corrupção no Vaticano
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O último fim de semana no Vaticano foi marcado por protestos contra os benefícios fiscais que a Santa Sé recebe em diferentes partes do mundo.
Os “indignados” procedentes de vários países, entre eles Espanha e França, se manifestaram inesperadamente neste sábado (14) na Praça de São Pedro, no Vaticano, aos gritos de “liberdade” e “Igreja corrupta e Papa criminoso”.
Em alusão às isenções fiscais imobiliárias, de que gozam os palácios pontifícios situados fora do Vaticano, os presentes gritavam: “O Vaticano deve pagar impostos como todo o mundo”.
Com barracas de campanha coloridas, os manifestantes se agruparam na praça diante das janelas dos aposentos do papa Bento XVI. Um deles chegou a subir na árvore de Natal gigante que permanece no local após as festividades de fim de ano.
De acordo com o Washington Post a polícia foi chamada para conter o protesto e três jovens foram presos para controle de identidade. Durante a prisão, os outros manifestantes gritavam pela libertação de seus companheiros.
Perguntado sobre o porquê de realizar os protestos naquele local, um manifestante disse que o grupo “veio manifestar na Praça São Pedro para a re-apropriação de uma praça que, como todas as outras, deve ser do povo”.
A manifestação aconteceu horas depois de o premiê da Itália, Mario Monti, ter sido recebido pelo Papa Bento XVI.
Fonte: Gospel+









Hipócritas!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Por q esses indiginados não vão procurar alguma coisa pra fazer?
Por q não vão pra África ajudar os pobres ou até mesmo cuidar e alimentar os pobres de Roma como a Igreja Católica faz?
Caríssimos, a ICAR possui três milhões de escolas, cinco mil hospitais, braço operativo da Caritas com 165 mil voluntários e dependentes que prestam assistência a 24 milhões de pessoas.
Somente a Cáritas possui 165 mil voluntários, fora inúmeros obras sociais das paróquias e movimentos.
Por q esses indiginados não veem esse esforço?
Caramba só é crítica e não fazem nada!
Deus seja bendito para sempre!
Salve Maria!
Tudo isso,graças a renda adquirida pela “santa inquisição”.
Ongs,hospitais não salva almas meu caro,por que a icar não prega a verdade ao povo,isso sim vai ajudar as pessoas.Esmola nunca resolveu o problema de ninguém.Cura e barriga cheia,não da salvação.
fica na paz,
Pois é Douglas, mas vamos fazer o quê? Pregar o Evangelho a um doente, debilitado e faminto, que não consegue se concentrar em outra coisa a não ser nas dores que sente e no ronco de sua barriga. E depois vamos dispensá-lo desejando que Deus o ajude?
Paz de Cristo.
adriana você não entendeu minha resposta,eu me referi em pregar a verdade do evangelho,a obra de Deus não se resume em dar de comer aos famintos e ajudar os doentes.agora falar com você do trabalhar de Deus na vida de uma pessoa,é visível que você não vai entender,porque você serve um Deus morto pregado na parede.
mauro espolio fruto da inquisição? vivendo da solidariedade das pessoas? e o seu patrimonio calculado em bilhões? a icar é podre 2 vezes:de rica e de historia.meu caro se converta ao evangelho genuino de Deus,
fica na paz,
Douglas você falou tudo…. “a obra de Deus não se resume em apenas dar comida e cuidar dos doentes”, a obra de Deus e nossa parte nesta obra é muito mais, é além.
Mas não se esqueça de que todos os demais mandamentos de Deus decorrem de dois: “Amar a Deus sobre todas as coisas” e “Amar ao próximo como a ti mesmo”. E a regra de ouro é: “fazer ao próximo o que gostaria que fosse feito a ti mesmo”.
Nossa parte é ser instrumento do Pai amado, é nos esvaziarmos de nós para que Ele nos preencha, é estarmos dispostos a fazer o que for necessário para que nosso próximo saiba, conheça e reconheça um Deus que é Amor, Misericórdia e Justiça. Para que nosso próximo saiba onde encontrar a única Àgua que mata a sede, o ùnico Pão que mata a fome, não do corpo, mas do espírito.
Para se falar com propriedade sobre as obras de caridade da Igreja Católica e sobre a pregação do Evangelho feito por nós católicos (porque não é uma pregação só de palavras, mas de atos, de doação de vida, de esvaziamento de si para que Deus nos preencha), só mesmo fazendo parte efetivamente desta grandiossíma obra ou ainda ouvindo os testemunhos dos que foram acolhidos e ali recuperaram sua dignidade e se descobriram filhos amados por um Deus Maravilhoso que é Pai e que não deixa nenhum abandonado.
O Deus (Único e Verdadeiro, porque não há outro além dele) a que nós católicos servimos é o Deus Trino (Pai, Filho e Espírito Santo), é ao Deus que se fez homem, que entregou sua vida numa cruz para nossa reconciliação (se fez vítima) e que ressuscitou (sinal de que o sacrífico foi aceito).
Não… nosso Deus não está mais na cruz, foi nela que Ele nos resgatou da perda, dos pecados, mas Ele não está mais lá, tampouco está no sepulcro. Esta é a Boa Nova, Vivo Ele está, encontra-se Glorioso, Vivo e Atuante e Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida.
Sabe, dá dó de quem fica com este discurso de deus morto pregado na parede. Você acha que os ícones, as imagens e as representações da crucificação são deuses???? Você acha que nós paramos na morte de Cristo???. Saiba que para nós católicos imagens, figuras, são o que são, apenas representações, apenas servem para contar algo, são o Evangelho pregado em figuras. Cristo Vivo está, por sua promessa o Espírito Santo está atuante e nossa Igreja permanece e, ainda, temos outra promessa de que Ele (Cristo) está conosco até o fim dos tempos.
Você não precisa falar comigo sobre Deus trabalhar numa vida, porque eu sei muito bem, são milhares e milhares de testemunhos existentes em minha Igreja. E, aliás, Deus trabalha na minha vida e na vida da minha família e de amigos, são testemunhos que vão desde a recuperação de familiares envolvidos em acidentes gravíssimos, de recuperação de crianças nascida em condições complicadíssimas e sem esperança médica, de pessoas resgatadas das drogas, de transformação radical de comportamento. Até ao acordar todos os dias me dou conta de que respiro e vivo por obra e graça de Deus. Reconheço e vejo Deus agindo e trabalhando na minha vida até nos mínimos detalhes.
Paz de Cristo.
Douglas,
você não é ignorante, os bens herdados pela inquisição romana não pertencem a iGREJA CATÓLICA, ela é responsável pela manutenção de algo que pertence ao patrimônio da humanidade, legalmente tombado e que enão pode ser desfeito.
OUtra dado importante, a Igreja recebe muitos imóveis de seus fiéis justamente pela lisura dos serviços humanitários prestados, afinal A FÉ SEM OBRAS É VAZIA.
Paz e Bem
e bota fé com obras nisso!o maior massacre da historia,que matou mais pessoas que o neu-nazismo e a segunda guerra mundial juntas,claro tudo em nome de Deus!
fica na paz,
Para Adriana,
Você quer dizer que vocês vivem o que pregam? Você deve estar de brincadeira comigo eu acho.como vocês podem pregar sobre um Deus vivo ,se manisfestam a fé rogando por intercessão a quem já morreu,e se prostando na frente de estatuas?.
Essa parte me chamou a atenção: O Deus (Único e Verdadeiro, porque não há outro além dele) a que nós católicos servimos é o Deus Trino (Pai, Filho e Espírito Santo), é ao Deus que se fez homem, que entregou sua vida numa cruz para nossa reconciliação (se fez vítima) e que ressuscitou (sinal de que o sacrífico foi aceito).
Não são deuses? Porque vocês os invocam como :socorro,auxílio,mediadores,advogados? E isso tudo cabe somente pedir a deus, ele é o nosso socorro na hora da angústia,é o nosso advogado quando pecamos,Jesus é o único mediador entre deus e os homens.e não venha dizer que não, porque está no próprio concílio vaticano II,que essa é a função das imagens de esculturas dentro da sua igreja,vão se contradizer?
Vocês deviam pregar isso nas suas missas para os católicos ,para não se prostarem perante as imagens,para não fazer promessa,para não rezar para morto,que somente Jesus salva e não Maria e seus milhares de santos.se o motivo é tão banal como você diz,porque vocês não experimentam tirar suas abominações(imagens de escultura)de dentro da igreja,e fazer uma missa, só para ver a reação do povo?. porque vocês louvam a deus com a boca mas o negam com suas obras.evangelho pregado com figuras? para que serve a bíblia entaum? qual o papel do padre entaum na missa? A coisa esta apertando tanto para o lado de vocês que nem sabem mais o que falam para justificar suas abominações e idolatria perante deus.me responda uma coisa,foi com os apóstolos que aprenderam essa doutrina de evangelho com imagens? De se prostrar perante uma estatua de pedra? Testemunho em sua igreja? Não confunda a misericórdia de deus na vida de quem ainda não o conhece,com o trabalhar de Deus para transformar uma pessoa,e a cura é para todos, para o justo e injusto, vai ler a bíblia.
Me louvam com a boca mas seu coração esta longe de mim,assim diz o senhor.
fica na paz,
Douglas,
o expólio fruto da inquisição hoje pertence ao patrimônio da humanidade, são bens indissolúveis.
A Igreja Católica continua sobrevivendo da solidariedade de seus fiéis e de seus ótimos serviços prestados na saúde, educação e na ciência.
Paz e Bem
Douglas,
inveja é um sentimento pequeno e inexpressivo, busque no que você acredita uma saída para a sua salvação, mas não venha diminuir ou reduzir o trabalho de muitos em pro do semelhante.
Trabalhei na região serrana do RJ com muitos irmãos evangélicos de várias denominações, o seu sentimento de longe não se assemelha com os deles.
Cresça como filho de Deus
Paz e Bem
para mauro,
meu caro,esses “ditos” evangelicos que trabalharam com você em prol do evangelho,precisam se converter.a biblia diz em IIjoao cap:1,versi,10-11.diz:se alguém vier ter convosco, e não traz esta doutrina,não o recebais em casa,nem tampouco o saudeis. porque quem o saúda tem parte nas suas más obras. quer dizer que pregar a palavra de deus é pegar na bilbia o que agrada a cada um e sair a pregar? primeiro se você não aceita a verdade da palavra,como pode testificar do evangelho de deus? como pode ganhar as almas para o reino de deus,com interpretações da palavra que agrada a carne e não o espirito?.
meus filhinhos não amemos de palavra,nem de língua mas por obra e em verdade.
fica na paz,
Douglas,
cara criança que está aprendendo a ser um cristão, quem é você para reprimir os seus irmãos, quando os mesmos seguem os passos do Cristo levando esperança, conforto e cura para os flagelados abandonados ?
“Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Depois que me tornei homem, fiz desaparecer o que era próprio de criança. Agora vemos em espelho e de maneira confusa, mas depois veremos face a face. Agora meu conhecimento é limitado, mas, depois, conhecerei como sou conhecido” (1Cor 13, 11s).
No Evangelho a parábola do grão de mostarda propõe a mesma concepção: o Reino dos céus está sujeito a certa evolução ou ao desabrochamento de virtualidades nele inseridas.
A sua caminhada cristã está apenas no início.
Paz e Bem
Douglas,
acreditar no Livro Sagrado dos Cristãos a partir da sua interpretação ? Dispenso !
Temos aqui grandes pensadores cristãos que tem esse dom consolidado.
Paz e Bem
Caro mauro,
Primeiro,agradeço por me chamar de criança, pois Jesus disse: que aquele que não fizer como um menino,de modo algum entrará no reino dos céus.mas sou criança na malícia, e não no entendimento. Deus usa quem ele quer,e quando quer, não escolhe quem.Veja o exemplo do profeta Jeremias. Deus o usou ainda sendo menino. Sobre o fato de você dizer que não sou ninguém para repreender alguém,não se esqueça que tudo posso naquele que me fortalece. Você diz que estou “iniciando como cristão” me responda porque Paulo repreendeu a Pedro na cara dura? leia em Gálatas :2-11-17 diz: Quando, porém, Pedro veio a Antioquia, resisti-lhe na cara, porque era repreensível.Mas, quando vi que não andavam retamente conforme a verdade do evangelho, disse a Pedro perante todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como os judeus, como é que obrigas os gentios a viverem como judeus?.
Tiago 1:21 23 Pois se alguém é ouvinte da palavra e não cumpridor, é semelhante a um homem que contempla no espelho o seu rosto natural;
24 porque se contempla a si mesmo e vai-se, e logo se esquece de como era.
minha interpretação? Meu caro,não falo de mim mesmo, e sim testifico a verdade do evangelho de Deus.Em I Pedro 1-20-21. diz:sabendo primeiramente isto:que tnenhuma profecia da escritura é de particular interpretação.Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum,mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo espírito santo.
Quer entendimento, vai jejuar e orar a Deus para ter discernimento.Agora se você dispensa o conselho de Deus e anda segundo o conselho dos ímpios,só digo uma coisa:cuide para não cair na vala,pois é o que acontece quando um cego guia o outro.
Fica na paz,
De fato, não tens um coração puro para entrar no Reino dos Céus, mas se acha um Convocado mesmo agindo como um farizeu, um saduceu ou quem sabe um doutor da lei !
Vejamos
“Douglas disse: 19 de janeiro de 2012 ás 11:21 pm e bota fé com obras nisso!o maior massacre da historia,que matou mais pessoas que o neu-nazismo e a segunda guerra mundial juntas,claro tudo em nome de Deus!”
Como se a reforma protestante, cavinista, anabatistas não tivessem ceifado vidas.
“Não é aquilo que entra pela boca que mancha o homem, mas aquilo que sai dele… Porque é do coração que provém os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as impurezas, os furtos, os falsos testemunhos, as calúnias” (Mt 15,10-19).
Douglas, você um purista e que se acha um ungido pelo Pai, assim como muitos também se achavam e abriram várias portinhas nas esquinas das cidades brasileiras fundando a própria igreja baseado na “verdade pessoal”.
Sds
Prefiro salientar a importância dos dois em pro da multiplicação do reino e Deus.
Apesar de serem diferentes, seja no temperamento natural, na formação cultural e religiosa, na história familiar e pessoal, bem como na relação pessoal com o próprio Jesus, Pedro e Paulo estão unidos na mesma fé, no mesmo testemunho de Jesus até o dom da vida, e chamados a “congregar a única família de Cristo por meios diferentes”, como afirma o Prefácio da missa da festa: “Pedro fundou a igreja primitiva sobre a herança de Israel, Paulo, mestre e doutor das nações, anunciou-lhes o evangelho da salvação”.
Pedro destaca a fidelidade de Deus à sua aliança com Israel; Paulo evidencia que esta aliança, pela gratuidade do amor de Deus, abraça não somente o povo de Israel, mas todos os povos que se tornam herdeiros da fé de Abraão. A atividade missionária deles, narrada nos Atos dos Apóstolos, e as respectivas Cartas, manifestam claramente a progressiva entrada de Pedro e de Paulo na perspectiva do chamado universal à nova aliança em Cristo, quer dos judeus quer dos pagãos. Esta entrada deles no projeto de Deus, passa através de uma profunda conversão da própria mentalidade ao plano de Deus, revelado e atuado em Cristo Jesus.
Neste caminho de conversão interior e de estilo no ministério apostólico, Pedro e Paulo se tornam modelo e exemplo de todo discípulo de Jesus, em todo tempo e lugar. Eles são exemplo admirável também para a Igreja do nosso tempo, que está passando de um modelo de cultura consolidada por séculos e de cristandade, a um modelo de sociedade secularizada e de culturas diferentes que convivem uma junto da outra. A Igreja destacou a exigência de aprender a reconhecer, com o discernimento do Espírito, os sinais da presença de Deus e da ação misteriosa do seu Espírito também nas novas situações, ao invés de se limitar ao queixar-se das transformações radicais em ato na sociedade.
É comovente a pedagogia com a qual o Senhor chama os dois, com gratuita iniciativa, e os forma segundo modalidades e etapas que valorizam a personalidade especifica de cada um.
Pedro, o pescador do lago de Genesaré, será transformado no pescador de homens que, confiando na palavra de Jesus, terá a coragem de lançar novamente a rede depois de ter trabalhado em vão a noite inteira, e a fé deixará a rede apanhar uma pesca superabundante (Lc 5, 11; cf Jo, 21). É o mesmo Pedro que, iluminado pelo Pai, confessará, também em nome dos outros apóstolos: “Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo” (Mt 16,16). Por isso Jesus, mudando seu nome de Simão para Pedro – Rocha -, o indicará como a pedra sobre a qual ele irá construir sua Igreja, sendo esta proclamação da fé inspirada pelo Pai, a razão da sua escolha e da sua missão para confirmar os irmãos na mesma fé (Evangelho do dia). É o mesmo Pedro que, logo depois de tal confissão de fé, não consegue afinar-se com o projeto de Deus, revelado e assumido por Jesus, ao anunciar a sua paixão e morte como condição para realizar sua missão de salvador (Mt 16, 21-23).
O evangelista Mateus salienta logo que seguir a Jesus no seu caminho pascal não é questão somente para Pedro, mas para todo discípulo: “Se alguém quer vir após mim, negue a si mesmo, tome sua cruz e siga-me. Pois aquele que quiser salvar a sua vida, a perderá, mas o que perder sua vida por causa de mim a encontrará” (Mt 16, 24-25).
À generosa proposta de seguir Jesus até a morte, se for necessário (Mt 26, 33-35), segue ao invés a negação de até mesmo conhecer Jesus (Mt 26, 69-74). Mas o choro amargo da conversão (Mt 26,75) marca o nascimento do novo Pedro. Cheio do Espírito Santo, chegará a proclamar que o Jesus, crucificado pelo povo, Deus o ressuscitou, está vivo, e enviou os apóstolos como suas testemunhas para a alegria e a salvação de Israel e de todo povo (cf. At. 2, 14-36).
O processo de transformação de Pedro, porém, alcançará seu cume quando, na casa do pagão Cornélio, aprenderá definitivamente o chamado dos pagãos à salvação em Cristo, reivindicando por todos a gratuidade do dom de Deus: “Portanto, se Deus lhes concedeu o mesmo dom que a nós, que cremos no Senhor Jesus, quem seria eu para impedir a Deus de agir? Ouvindo isto, tranqüilizaram-se e glorificavam a Deus, dizendo: ‘Logo, também aos gentios Deus concedeu o arrependimento que conduz à vida’” (At 11, 17-18).
Esta inteligência de fé do evento por parte de Pedro, e sua capacidade de iluminar os irmãos de Jerusalém, abrindo-os ao plano de Deus, constitui o primeiro verdadeiro exercício do seu ministério de confirmar na fé os irmãos. Tal ministério amadurece através de várias passagens de obediência ao Espírito e de conversão interior do próprio Pedro, modelo do caminho de obediência na fé de todo discípulo que se põe ao seguimento de Jesus e do seu Espírito. Mas esta exigência de constante conversão ao método do Senhor, para atuar verdadeiramente o serviço de iluminar e guiar os irmãos, se torna particularmente forte por aqueles que são chamados na Igreja a presidir a comunidade em nome do Senhor. Convosco sou cristão – afirma o religiosos Agostinho – e para vocês, pastor. Por isso escuto com temor cada palavra de Deus”
Não menos surpreendente e iluminador sobre a pedagogia de Deus é o chamado e o caminho de Saulo/Paulo. Uma experiência que marcará profundamente sua maneira de entender e proclamar o mistério de Jesus e da Igreja, e o chamado à salvação de todo homem e mulher em Cristo. Ele mesmo falará várias vezes sobre o seu encontro inesperado e inimaginável com o Senhor Jesus na estrada para Damasco; encontro este que mudou radicalmente sua existência. A transformação de perseguidor dos seguidores de Jesus em seu apóstolo iluminado e corajoso, fará de Paulo a testemunha privilegiada da gratuidade da salvação pela fé no Senhor Jesus, e o construtor da comunidade dos discípulos como único corpo vivente do próprio Cristo, constituído pelos judeus e os pagãos, enriquecido pela variedade dos dons e carismas do Espírito, cada um e todos juntos, finalizados à edificação da caridade que tudo anima.
A fé, o batismo e a partilha do seu corpo e do seu sangue fazem de todo fiel uma pessoa radicalmente partícipe do seu mistério de morte e ressurreição, uma criatura nova, que desde já antecipa a plenitude da vida do Espírito do Pai e do seu reino.
Nesta profunda conexão com Cristo, Paulo experimenta e proclama aquela liberdade suprema que nasce da consciência de ser amado sem limite pelo Pai e o próprio Jesus: “Se Deus está conosco, quem estará contra nós? Quem não poupou seu próprio Filho e o entregou por todos nó, como não nos haverá de agraciar em tudo junto com ele?…. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, os perigos, a espada?… Mas em tudo isto somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou” (Rm 8, 31-37).
A confissão de Paulo sobre sua radical conformação a Cristo, num processo que o faz morrer à sua precedente identificação com a lei judaica e sua presunção de auto-salvação, se torna na realidade a meta sonhada e procurada por todo discípulo: “Fui crucificado junto com Cristo. Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. Minha vida presente na carne, vivo-a pela feno Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2, 19-20)
Na radicalidade comum em Cristo dos dois apóstolos e na comunhão recíproca entre eles no Espírito, que acolhe e valoriza as diversidades das experiências e dos pensamentos, a Igreja contempla e celebra o mistério da própria identidade e da própria missão entre os povos.
Com efeito, os dois apóstolos realizaram em si mesmos, cada um na sua forma, a Palavra de Jesus segundo a qual o discípulo está destinado a partilhar a sorte do mestre: “O discípulo não está acima do mestre nem o servo acima do seu senhor” (Mt 10,24).
Os Atos dos Apóstolos (primeira leitura), narram a atuação de Herodes em relação a Pedro, como aconteceu com o próprio Jesus, quando foi preso, julgado e condenado à morte durante os dias precedentes à Páscoa. Lucas nos dá do evento, não somente uma descrição acurada até os pormenores, mas sobretudo o sentido teológico e espiritual. Pedro partilha a sorte pascal de Jesus, assim como é pedido a todo discípulo, se quer realmente ficar fiel ao Mestre Jesus. “Eram os dias dos Pães Ázimos. Depois de prender Pedro, Herodes colocou-o na prisão, guardado por quatro grupos de soldados, com quatro soldados cada um” (At 12, 3-4). Frente à prepotência do poder político e do fundamentalismo nacionalista e religioso, está somente a pequena Igreja que fica rezando com fervor e perseverança a Deus por Pedro, entregando-lhe a sorte do apóstolo (At 12, 5), assim como o próprio Jesus, ele que entrega a si mesmo e os discípulos ao cuidado fiel do Pai (Jo 17, 9-10).
O anjo enviado por Deus acorda Pedro e lhe ordena: “Levanta-te depressa”, e as correntes caem das suas mãos; ele sai através dos portões e por entre os guardas, e toma consciência da ação de Deus: “Agora sei que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar do poder de Herodes e de tudo o que o povo judeu esperava” (At 12, 7- 11).
O conjunto dos eventos constitui a narração da Páscoa de Pedro por obra de Deus, como a ressurreição de Jesus: preso, guardado com forte esquema de segurança como Jesus no sepulcro, libertado por Deus, como Jesus subtraído à morte pelo poder do Pai.
Paulo, por parte sua, na carta a Timóteo, resume o curso da sua vida e da sua missão, nos termos do combate valoroso que chega a seu fim e da corrida bem sucedida, perseverando na fé, e na oferta sacrifical que está para ser derramada em cima do altar do amor por Cristo. “Quanto a mim, eu já estou para ser derramado em sacrifício; aproxima-se o momento da minha partida. Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. Agora está reservada para mim a coroa de justiça que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia” (2 Tm 4, 6-8).
O Senhor não deixou que seu apóstolo ficasse sozinho frente aos desafios e aos sofrimentos repetidos que acompanharam sua missão. Esta experiência da proximidade e fidelidade de Deus é garantia que ele libertará do mal o seu apóstolo, também no juízo final e o introduzirá na plenitude do reino de Deus.
Nos apóstolos Pedro e Paulo, não somente a Igreja de Roma, mas a Igreja inteira e todo discípulo contempla com estupor e celebra as maravilhas do Senhor, como cada um é chamado a seguir Jesus e a partilhar sua sorte, de morte e de vida nova.
Evangelizados em maneira sempre nova pela memória da grande experiência de Jesus por eles vivenciada, nos tornamos evangelizadores e apóstolos para o nosso tempo. Com a vida, mais do que com as palavras: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo!”
Paz e Bem
paulo meu caro fica tranquilo porque maria está salva e vai ressucitar na ressureiçao dos mortos (tessalonicensses c4 vers 16 e 17) entao o seu salve maria já esta explicado outra coisa a LBV tambem ajuda muita gente com obras sociais a APAE etc… mas o que aigreja tenque fazer mesmo ´pregar jesus disse ide por todo mundo e pregai o evangelho…. e disse mais pregar em tempo e fora de tempo, e mais ainda como ouvirao se nao ha quem pregue faça trabalho social mas pregue a palavra viu e o unico nome ao qual nos devemos ser salvo JESUS !E MAIS NINGUEM nem gabriel e nem miguel e nenhum anjo e sim jesus !
Isto mesmo Paulo, Mil “Salves” para Maria. A desobediência da mulher Eva trouxe o pecado e a morte ao mundo, já o sim da mulher Maria, humilde serva do Senhor, trouxe-nos a Salvação, a Luz do Mundo, Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
O próprio Deus através do Anjo Gabriel saúda Maria, a serva humilde que achou graça diante de Deus.
Não há como ser de outro modo, todas às vezes que nós católicos pensamos em Maria, saudamos Maria, meditamos em todas as passagens bíblicas sobre esta bem-aventurada, sobre a primeira cristã, é com grande felicidade que vemos nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo e o grande amor de Deus Pai pela humanidade. Pois não há outro que possa saciar nossa sede, e não há outro a quem Maria e seu exemplo de vida nos aponta.
E quando Cristo entrega Maria aos cuidados de João, o discípulo amado e diz: “Mulher eis ai o teu filho, filho eis ai a tua Mãe”, nós católicos nos vemos (aliás a toda a humanidade) prefigurados em João e Maria sendo-nos mostrada por Cristo como nossa mãe.
Somos como Isabel e João Batista (ainda no ventre) que só de ouvir a voz da mãe do Senhor se sentem ditosos e se estremecem de alegria e se enchem do Espirito Santo, porque Deus (Pai, Filho e Espírito Santo) está com esta mulher.
(Lc 1,39-56).
Ninguém é obrigado a assim pensar e a assim viver este grande amor.
Paz de Cristo.
Pronto, agora a crise na Europa é culpa da Igreja Católica !!!!!! Era mesmo só o que faltava.
Cobrando imposto de um…. todas as igrejas, sejam elas quais forem deverão também pagar os mesmos impostos.
Acredito eu que a imunidade de impostos para Igrejas, seja ela qual for, deve-se ao fato de que elas tem um papel social, um papel caritativo a realizar, por isto os Estados não tributam, porque eles mesmos acabam não tendo condições de realizar estas tarefas e sabem que dinheiro nos cofres públicos não significa necessariamente melhoria da condição do povo.
Acho que deveria haver uma fiscalização maior para tributar igrejas que apenas acumulam bens e nada revertem de concreto e efetivo ao povo.
Concordo plenamente com o Paulo.
A Igreja Católica (leigos e religiosos) não só pregam, mas vivem em atitudes o Evangelho de Cristo de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo e continua no mesmo espírito que diferenciou as primeiras comunidades cristãs.
São milhares e milhares de obras de caridade, de ajuda ao próximo, de melhoramento da condição de vida e da dignidade do ser humano. Obras da fé realizadas pelos católicos (leigos e religiosos), mas que infelizmente não dão ibope, não vendem jornal, não trazem audiência, por isto não interessa ser divulgado.
Douglas, realmente hospitais, ONG’s não salvão almas, mas as obras da fé são obras prazerosas de serem realizadas por toda e qualquer pessoa que realmente siga a Jesus Cristo (basta ler as cartas de Paulo, de Pedro, de Tiago para se der uma noção exata disto – mas lê-las por completo, não apenas trechos e com o mesmo espírito que movia a Cristo), obras prazerosas para aqueles que sabem que acolhendo, vestindo, curando o corpo até dos mais pequeninos assim o fazem ao próprio Cristo, assim nos ensinou nosso Salvador.
E nós católicos temos a plena consciência e aceitação de que apenas Jesus Cristo é nosso Salvador, afinal ele se sacrificou, morreu por nós, para nosso resgate e para o restabelecimento de nossa comunhão com Deus Pai, e isto aprendemos em comunhão na nossa Igreja Católica (apóstolos, bispos, diáconos, religiosos, leigos), a qual é guiada pelo Espírito Santo e na qual nos tornamos unidade no Corpo de Cristo.
Na Igreja católica conheçemos a verdade e não precisamos buscar ou ouvir em outro lugar, por isto somos livres e não só escutamos a palavra de Deus, mas buscamos viver efetivamente esta palavra.
Paz de Cristo.
A seita católico-romana é a desgraça dos povos,em todos os sentidos!
Contudo,no viés espiritual,é a mais trágica pois leva seus “fiéis” a se afastarem do Evangelho,o que significa,de CRISTO JESUS,e a consequente perdição eterna!
O “auri sacra fames”,a maldita fome pelo ouro,pelas riquezas,adquiridas a qualquer preço,elevou a seita papista à primeira no mundo em riqueza,superando o próprio Estados Unidos,que cecaiu no ranking dos mais prósperos!
Moyses
Têm-se multiplicado grupos religiosos em nossos ambientes civis, proferindo sua mensagem, portadora exclusiva de salvação. Tal mensagem é acompanhada por tamanho fanatismo, intolerância, difamação contra tudo e todos e eles vão até a morte por suas loucuras.
Os sectários são os “escolhidos”, privilegiados de uma “revelação especial”, os “donos da verdade”, só eles “entendem a Bíblia”, são os portadores únicos dos dons espirituais, daí, somente eles serão salvos. “Quem não faz parte do seu grupo vai para os quinto do inferno”.
O que você acha ?
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O pastor e professor do Instituto Metodista Bennett – Rio de Janeiro, Edson Fernando de Almeida disse: “O fel da intolerância, da projeção no outro do que há de mais diabólico no ser humano, manifesta-se com intensidade em nossos dias. O ataque de quatro jovens adoecidos por uma religiosidade mórbida a um centro umbandista no Catete(RJ) é um triste exemplo. Dói no coração saber que esses meninos na flor de sua juventude estão dispostos a matar em nome de Deus”.
É de nossa responsabilidade alertar a nossa sociedade contra certos grupos religiosos que alienam, manipulam e escravizam os seus adeptos para desordem mental, familiar e social.
Como nunca antes na história da humanidade, vivemos no mundo tomado por religiões, seitas e heresias capitalistas, sexistas, bizarras e catastróficas.
O nosso trabalho é despertar sempre a nossa sociedade desse perigo constante. A seita empobrece os seus fiéis, matando-os a mente, o corpo e a alma.
Não se deve fazer experiência sectária, você pode ser uma vítima fatal de toda a sua armadilha e sedução. Muito cuidado com convites e os presentes que os sectários oferecem a você gratuitamente ou não. O melhor é não receber e não participar dos seus eventos.
Moysés vc é outro hipócrita, fariseu e um mestre da lei!!!!!!!!!!
Te cuida Moysés, um dia prestarás conta a Deus por essas tuas posições ridículas e preconceituosas.
Vc nao conhece a Igreja Católica, é influenciado por seu pastor ou por documentos anticatólicos a dizer essas baboseiras.
Além disso tu és um Analfabeto Histórico, estude meu caro pra poder ter um mínimo de senso crítico das coisas.
Procure um psiquiatra, vc tá precisando de um bom tratamento.
Oremos uns pelos outros. Oremos pedindo ao Pai que em nome de Seu Filho vidas sejam levadas à VERDADE, conquistando a salvação.
Deus abençoe a todos no precioso nome de JESUS.
Amigos, vidas estão padecendo, almas estão indo para o inferno e nós o que estamos fazendo para mudar esta situação, se a ICAR a IURD, ou qualquer uma outra está fazendo…, quem assim faz não merece repreensão esqueçamos o passado e levemos o pão material e o pao da vida aos necessitados, deixe que no momento certo, adequado Deus fará a separação do joio, do trigo, que possamos amar A Deus, acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmo é o resumo de todos os mandamentos, que venhamos ficar na Paz e semear a Paz.