9 em cada 10 americanos oram pela própria saúde e de terceiros, diz estudo

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Um estudo americano revelou que 9 em cada 10 pessoas oram pela própria saúde quando estão doentes em algum momento de suas vidas. Jeff Levin, pesquisador do estudo, disse que muitos americanos também têm praticado cura através das mãos em outras pessoas.

O levantamento, conduzido pelo Instituto de Estudos de Religião da Universidade de Waco, no Texas, ouviu a opinião de 1.714 norte-americanos adultos.

“Fora da crença em Deus, não pode haver nenhuma expressão religiosa mais onipresente nos Estados Unidos do que a prática da oração de cura”, disse Levin, PHD da universidade.

O estudo de Levin também sugeriu que a oração pode ser uma das formas mais utilizadas de tratamentos para problemas médicos ao invés de ser apenas uma “atividade marginal”.


O estudo mostrou que 75 por cento dos americanos têm orado por sua própria cura, e quase um terço o faz com grande frequência. Foi observado também que quase 90 por cento têm orado pela cura de terceiros, e mais da metade dizem praticar com frequência. Norte-americanos que pedem oração de cura e participam de grupos de oração são mais da metade.

“As pessoas que sentem uma ligação estreita com Deus, que amam a Deus e sentem-se amadas por Deus, são as pessoas com maior probabilidade de orar pela cura: para si ou para outras, isoladas ou em um grupo, e verbalmente ou através das mãos”, disse Levin.

Se as orações funcionam, Levin disse que seu estudo não pode afirmar, no entanto, médicos acreditam que a cura é possível. “Vimos curas milagrosas, cancros desaparecerem e quase qualquer doença que você pode pensar, nós oramos e temos visto o poder de Deus e milagres acontecerem”, disse o Doutor Chauncey Crandal, cardiologista famoso nos Estados Unidos.

O Doutor Harold G. Koenig, da universidade Duke também acredita que a oração funciona. “Estudos têm demonstrado que a oração pode impedir as pessoas de ficarem doentes – e quando ficam doentes, a oração pode ajudá-los a melhorar mais rápido”, disse Koenig.

O estudo foi publicado no Jornal de Religião e Saúde, veiculado nos Estados Unidos.


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