Marcelo Crivella tenta aproximar Silas Malafaia e Edir Macedo; pastores estão divididos politicamente desde 2010

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Marcelo Crivella tenta articular uma possível reaproximação entre os pastores Silas Malafaia e Edir Macedo, divididos desde as eleições presidenciais de 2010. Durante o pleito, Macedo apoiava a eleição de Dilma Rousseff enquanto Malafaia fazia oposição ao PT. Para essa iniciativa, Marcelo Crivella, senador pelo PRB do Rio de Janeiro, conta com o apoio do também senador Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ), ligado ao ministério Vitória em Cristo, igreja evangélica do Rio de Janeiro.

À época das eleições de 2010, Malafaia, que apareceu durante propaganda eleitoral do então candidato tucano José Serra, publicou um vídeo em que rebate texto de Edir Macedo publicado em seu blog pessoal. Com o título “Cuidado com o profeta velho”, Macedo diz que Malafaia é levado ao engano ao decidir apoiar Serra.

“Veja o que aconteceu com o pastor Silas Malafaia, que iniciou a campanha política apoiando a candidata Marina Silva e depois, usando o argumento frágil de que o partido dela, o PV, apoiava o aborto, mudou de lado e, para justificar que não apoiaria a candidata Dilma, acusou o PT de ser a favor do aborto e apoiar o casamento de homossexuais. Pronto, o caminho estava aberto para, sabe-se lá com que interesse, apoiar o candidato Serra”, diz Macedo.

Malafaia, rebatendo Macedo, disse: “Eu norteio a minha vida por princípio. Eu não fui comprado por nada. Você foi comprado para defender Dilma, a tua emissora recebe milhões do governo, é chapa branca, com jornalismo tendencioso e não é independente como as outras”, atacou. “Quem mudou de lado? Na eleição de Lula e Collor, Macedo defendeu Collor e disse que Lula era o diabo. Você tem ganância de poder político”.


20 COMENTÁRIOS

  1. OS DOIS CRAMULHÕES BRIGANDO PELO ESPAÇO NA POLÍTICA, E ASSIM FICAREM MAIS PRÓXIMOS DOS COFRES PÚBLICOS. DOIS GRANDES AGENTES DO INFERNO SEM DÚVIDA.

  2. Polícia Civil denuncia pastor por abuso sexual dentro de igreja de Joinville
    04/05/16
    Homem admitiu que levou fiel para sala separada, mas disse à polícia que estava ‘possuído’

    A Polícia Civil de Joinville concluiu esta semana um inquérito que investigava o abuso sexual cometido no fim do ano passado dentro de uma igreja na zona Norte de Joinville. O acusado é o próprio pastor da congregação.

    No depoimento feito à polícia, a vítima, uma mulher de 30 anos, disse que foi abordada pelo pastor logo na primeira vez que foi ao culto. Ele pediu a ela que voltasse no dia seguinte, à noite, para “orar” com ele.

    Ela voltou por volta das 19 horas com a irmã e o cunhado, mas os dois ficaram no templo ouvindo as músicas enquanto ela foi levada para uma salinha separada.
    Durante a oração, o pastor deitou a mulher no chão e começou a passar a mão sobre o corpo dela, principalmente nas partes íntimas. A mulher disse à polícia que ficou paralisada e que a sessão durou entre 30 e 40 minutos.

    Ela procurou a delegada Tânia Harada, titular da Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Idoso de Joinville e fez um boletim de ocorrência por estupro. Também gravou uma conversa em que dizia ao pastor que estava muito constrangida com tudo o que aconteceu e não entendia o porquê de ele ter tocado no corpo dela daquele jeito.

    As gravações fazem parte do inquérito e nelas o homem assume o abuso, mas diz que era preciso tocar no corpo para tirar uma “pomba gira” que havia se apossado dela. Ao ser interrogado pela delegada, o pastor primeiro disse que não lembrava de nada e que não havia abusado de nenhuma fiel. Mas, ao ser confrontado com a gravação, ele admitiu que houve o abuso, mas justificou dizendo que estava possuído.

    A delegada vai indiciar o pastor por posse sexual mediante fraude e não estupro. Um dos requisitos para que o crime fosse tipificado como estupro era haver violência ou grave ameça, o que não foi o caso. O crime de posse sexual mediante fraude também é conhecido no meio jurídico como “estelionato sexual” e está descrito no Código Penal no artigo 215. Porém, a delegada tem indícios de que outras pessoas foram vítimas e podem procurar à Polícia nos próximos dias.

    “Quando há um erro, a gente tem de pagar pelo erro”, diz pastor

    No começo da tarde desta quarta-feira, o pastor disse à reportagem de A Notícia que errou e que pediu perdão à mulher.

    — A igreja não tem nada a ver com isso. O que houve, na verdade, é que eu não estou negando nada. Eu errei. Eu pedi perdão pra ela, tudo. Na verdade, eu não tenho nem como mentir. Eu sou um religioso e não posso mentir. Houve aquele abuso porque ela se bateu, eu fui segurar ela. Mas, eu vou fazer o quê? Quando há um erro, a gente tem de pagar pelo erro.

    O pastor disse que não tem advogado, nem vai contar com a igreja para pagar sua defesa. Ele disse que agiu em seu nome e fez questão de dizer que o fato não tem relação nenhuma com a congregação.

    — Vou ficar numa situação pior. Não tenho nem um carro para vender e pagar um advogado. Já pedi perdão a ela. Mas ela não entendeu. Agora, não sei o que vou fazer.
    A NOTÍCIA

      • No seu caso Josimar neopenteca herege do Brás a suas milhões de seitas , nem pode ser chamadas de religiões e sim seitas de esquinas inventarás pelos vendilhoes do templo a fim de surrupiar diZimos ., olhe para a privada antes d dar disgargas., imbecil do Brás

  3. Polícia Civil denuncia pastor por abuso sexual dentro de igreja de Joinville
    04/05/16
    Homem admitiu que levou fiel para sala separada, mas disse à polícia que estava ‘possuído’

    A Polícia Civil de Joinville concluiu esta semana um inquérito que investigava o abuso sexual cometido no fim do ano passado dentro de uma igreja na zona Norte de Joinville. O acusado é o próprio pastor da congregação.

    No depoimento feito à polícia, a vítima, uma mulher de 30 anos, disse que foi abordada pelo pastor logo na primeira vez que foi ao culto. Ele pediu a ela que voltasse no dia seguinte, à noite, para “orar” com ele.

    Ela voltou por volta das 19 horas com a irmã e o cunhado, mas os dois ficaram no templo ouvindo as músicas enquanto ela foi levada para uma salinha separada.
    Durante a oração, o pastor deitou a mulher no chão e começou a passar a mão sobre o corpo dela, principalmente nas partes íntimas. A mulher disse à polícia que ficou paralisada e que a sessão durou entre 30 e 40 minutos.

    Ela procurou a delegada Tânia Harada, titular da Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Idoso de Joinville e fez um boletim de ocorrência por estupro. Também gravou uma conversa em que dizia ao pastor que estava muito constrangida com tudo o que aconteceu e não entendia o porquê de ele ter tocado no corpo dela daquele jeito.

    As gravações fazem parte do inquérito e nelas o homem assume o abuso, mas diz que era preciso tocar no corpo para tirar uma “pomba gira” que havia se apossado dela. Ao ser interrogado pela delegada, o pastor primeiro disse que não lembrava de nada e que não havia abusado de nenhuma fiel. Mas, ao ser confrontado com a gravação, ele admitiu que houve o abuso, mas justificou dizendo que estava possuído.

    A delegada vai indiciar o pastor por posse sexual mediante fraude e não estupro. Um dos requisitos para que o crime fosse tipificado como estupro era haver violência ou grave ameça, o que não foi o caso. O crime de posse sexual mediante fraude também é conhecido no meio jurídico como “estelionato sexual” e está descrito no Código Penal no artigo 215. Porém, a delegada tem indícios de que outras pessoas foram vítimas e podem procurar à Polícia nos próximos dias.

    “Quando há um erro, a gente tem de pagar pelo erro”, diz pastor

    No começo da tarde desta quarta-feira, o pastor disse à reportagem de A Notícia que errou e que pediu perdão à mulher.

    — A igreja não tem nada a ver com isso. O que houve, na verdade, é que eu não estou negando nada. Eu errei. Eu pedi perdão pra ela, tudo. Na verdade, eu não tenho nem como mentir. Eu sou um religioso e não posso mentir. Houve aquele abuso porque ela se bateu, eu fui segurar ela. Mas, eu vou fazer o quê? Quando há um erro, a gente tem de pagar pelo erro.

    O pastor disse que não tem advogado, nem vai contar com a igreja para pagar sua defesa. Ele disse que agiu em seu nome e fez questão de dizer que o fato não tem relação nenhuma com a congregação.

    — Vou ficar numa situação pior. Não tenho nem um carro para vender e pagar um advogado. Já pedi perdão a ela. Mas ela não entendeu. Agora, não sei o que vou fazer.
    A NOTÍCIA

    • Como se a igreja católica não parecesse uma colcha de retalhos internamente! Como se diz: “Algumas espécies não olham para o próprio rabo!”

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