Atleta que contrariou médicos, superou câncer e voltou a nadar diz: “Sou prova viva do milagre”

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Leonardo Coutinho, 21 anos, entende que sua recuperação de um câncer foi resultado de um milagre. O nadador, que sonhava disputar competições internacionais, precisou interromper a carreira por conta de um tumor, descoberto no final de 2013.

A adversidade começou quando Coutinho passou a sentir fortes dores no corpo, e durante os exames, foi diagnosticado com leucemia e obrigado a abandonar o esporte durante o tratamento.

A recuperação, longa, levou mais de um ano, e incluiu um transplante em outubro de 2014. No entanto, com a fragilidade do corpo, contraiu outras doenças, que o obrigaram a ficar outros 100 dias parado, segundo informações da DW.

“Para a minha família foi mais difícil aceitar a doença do que para mim. Quando soube, entendi que era um propósito de Deus para a minha vida”, comentou o atleta, que precisou se mudar de Itanhaém, no litoral paulista, para a capital do estado, durante o tratamento.


Durante o período de incertezas, os médicos deram diagnósticos pessimistas, mas o jovem atleta se manteve confiante de que superaria a doença: “Quando recebi a notícia do transplante, só queria saber do dia em que seria liberado, para poder nadar e surfar. O médico dizia que ia ser difícil, que era para eu não pensar nisso, mas eu queria e só pensava em viver”, frisou.

De alta, Coutinho e família retornaram para o litoral e iniciaram o processo de recondicionamento, e agora, recuperado, ele irá voltar a nadar e terá as instalações do Complexo Educacional de Itanhaém à sua disposição.

“Fico muito tempo em casa porque não posso me expor ao sol, por conta do tratamento. No Complexo, estou me distraindo, sem falar do contato direto com a piscina”, explica. “Sou a prova viva do milagre”, conclui o atleta, que tenta voltar às competições.


2 COMENTÁRIOS

  1. Muitas vezes nas minhas postagens afirmava da perseguição de protestantes a Igreja Católica e muitos expressavam que eu estava falando mentira. Olha só o que encontrei hoje na internet

    Protestantes Alemães Pedem Perdão pela Iconoclastia (Destruição das Imagens) da Reforma

    A Igreja Protestante Alemã (EKD) pediu desculpas pela destruição generalizada de imagens religiosas durante a Reforma.
    “A Igreja Protestante rejeita a destruição de imagens. As imagens há muito tempo se tornaram uma expressão da piedade protestante”, ressaltou a ‘bispa’ protestante Petra Bosse-Huber em um encontro de delegações do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla e da EKD.
    Os clérigos se reuniram em Hamburgo para discutir a palavra “imagem” a partir dos pontos de vista ortodoxo e protestante. O Patriarca Ecumênico Bartolomeu e o presidente da EKD, o bispo Heinrich Bedford-Strohm, enviaram saudações e bênçãos ao encontro de Hamburgo.
    Destruir imagens foi mais comum no período posterior à Reforma. Na primeira metade do século XVI, as estátuas da Virgem Maria e dos santos, as janelas com vitrais, os órgãos e quaisquer outros objetos associados a milagres e ao sobrenatural foram removidos das igrejas católicas e das capelas de beira de estrada e, em muitos casos, destruídos. Particularmente a Suíça, Holanda, Inglaterra e o sul da Alemanha sofreram com isso.
    No sul da cidade alemã de Ulm, em um chamado “Götzentag” (“Dia da idolatria”) em 1531, os defensores da Reforma que estavam convencidos de que os artefatos da igreja eram uma idolatria supersticiosa removeram à força 60 altares e órgãos da catedral.
    Genebra testemunhou uma das ondas mais devastadores de quebra de imagens religiosas. Incitados por um grupo de teólogos protestantes, incluindo o próprio João Calvino, algumas das peças de arte cristã mais preciosas da cidade foram destruídos.
    Christa Pongratz-Lippitt, publicada na revista The Tablet.
    Blog. Comshalom.org/carmadelio

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