Deputados evangélicos estão entre os mais faltosos; Marcelo Aguiar mais faltou do que compareceu na Câmara

54

Cinco integrantes da bancada evangélica na Câmara fazem parte da lista de parlamentares mais faltosos ao trabalho em 2013. Os deputados federais Marcelo Aguiar (DEM), Sabino Castelo Branco (PTB), Zé Vieira (PROS), Antônia Lúcia (PSC) e Silas Câmara (PSD) fazem parte do grupo com maior número de faltas.

No caso do cantor Marcelo Aguiar, o número de faltas supera o de vezes que ele esteve na Câmara dos Deputados: 68 a 45. Dentre as 68 faltas, Aguiar justificou 61, alegando “compromissos político-partidários”.

Os dados são oficiais e foram divulgados pela Câmara. Pela Constituição, caso o deputado não justificasse suas ausências a mais de um terço das sessões, estaria sob risco de perder o mandato.

Marcelo Aguiar também integra a Comissão e Ciência e Tecnologia, e só esteve em apenas 25 das 67 reuniões realizadas pelo grupo de trabalho.


Segundo o site Congresso em Foco, a assessoria de imprensa de Marcelo Aguiar explicou que “o deputado divide, da melhor forma possível, seu tempo entre as diversas atividades em Brasília e as demandas em seu gabinete e bases em São Paulo” e que “acompanha ativamente as agendas e chamadas de seu partido, sempre em missões oficiais devidamente justificadas na Câmara”.

Os demais parlamentares da bancada evangélica não se manifestaram a respeito da informação sobre suas faltas durante o ano passado. Sabino Castelo Branco esteve ausente a 53 sessões; Zé Vieira não compareceu a 42; Antônia Lúcia, 41; e o pastor Silas Câmara, faltou em 39 das 113 sessões realizadas pela Câmara dos Deputados em 2013.

Confira a lista completa dos deputados que mais faltaram às sessões da Câmara no último ano:

deputados faltosos

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

54 COMENTÁRIOS

    • ANNY, e estes lobos devoradores ainda querem o poder para governarem o Brasil.É por isso
      que DEUS sempre os entregou e sempre os entregará nas mãos dos inimigos para que
      sejam cobertos de vexames,horrores e terrores.O ungido do Senhor faz medo até de
      criticar,o incardido,não.Qualquer um tem moral diante do incardido que não presta, é falso…

  1. 29/12/2013
    Bancada Evangélica: a mais ausente, inexpressiva e corrupta de todas

    Muitos de vocês, jovens leitores, têm pais e parentes evangélicos. Pessoas boas, que não concordam com a corrupção e com o roubo e desvio do dinheiro dos fiéis para enriquecimento ilícito de pastores mal intencionados.
    Você, leitor, tem uma missão: informar a sociedade da existência desta corja que usa o nome de Deus em benefício próprio.
    Se estes amigos e parentes forem pessoas honestas, eles ajudarão a limpar esse lixo infectado da política que se alojou no seio das Igrejas de dentro para fora!
    Dados do Transparência Brasil indicam que:
    1) Da bancada evangélica, a maioria dos deputados que a compõe respondem processos judiciais;
    2) 95% da referida bancada estão entre os mais faltosos;
    3) 87% da referida bancada estão entre os mais inexpressivos do DIAP;
    4) Na última década não houve um só projeto de expressão, ou capaz de mudar a realidade do país, encabeçado por um parlamentar evangélico.
    Veja a quantidade de deputados por igreja, que respondem processos na justiça eleitoral e ou comum:
    Assembleia de Deus: – 11 – Hidekazu Takayama; Sabino Castelo Branco; Ronaldo Nogueira; João Campos de Araújo; Costa da Conceição Costa Ferreira; Antônia Luciléia Cruz Ramos Câmara; Cleber Verde Cordeiro Mendes; Nilton Baldino (Capixaba); Silas Câmara; José Vieira Lins (Zé Vieira; Marcelo Theodoro de Aguiar.
    Igreja Presbiteriana – 05 – Leonardo Lemos Barros Quintão; Edmar de Souza Arruda – PSC/PR; Edson Edinho Coelho Araújo (Edinho Araújo); Benedita Souza da Silva Sampaio; Anthony William Garotinho Matheus De Oliveira (Anthony Garotinho).
    Igreja Universal do Reino de Deus: – 04 – José Heleno da Silva; Vitor Paulo Araújo dos Santos; Antonio Carlos Martins de Bulhões; Jhonatan Pereira de Jesus.
    Igreja Do Evangelho Quadrangular – 03 – Jefferson Alves de Campos; Mário de Oliveira; Josué Bengtson
    Igreja Internacional da Graça – 02 – Rodrigo Moreira Ladeira Grilo; Jorge Tadeu Mudalen.
    Igreja Mundial do Poder de Deus – 02 – José Olímpio Silveira Moraes; Francisco Floriano de Souza Silva
    Igreja Metodista – 02 – Walney Da Rocha Carvalho; Áureo Lidio Moreira Ribeiro.
    Igreja Nova Vida – 01 – Washington Reis de Oliveira
    Igreja Cristã Evangélica – 01 – Iris de Araújo Resende MachadoCongregação Cristã no Brasil – 01 – Bruna Dias Furlan.
    Igreja Sara Nossa Terra – 01 – Eduardo Cosentino da Cunha.
    O pior é que ainda almejam em ampliar a bancada em 30%. Será que serão iguais a estes?

    Fonte: Transparência Brasil

  2. vejamos temos 5 faltosos contra quantos impios, numa proporção pequena, deputados evangelicos safados deixam este rastro de vergonha, o negócio é trocar saber votar e não confiar por ter titulo de pastor, é só ver o feliciano que vergonha, votem certo na próxima

  3. mas é muita safadesa sempre que se posta contra politicos evanjegues carregadores do niosso dinheiro e vergonha dos cristãos este site modera, ainda mais contra o infeliciano dos diabos parente do stardust

    • Você, tão esperto, devia ter passado a vista na listagem acima, pois ela contém também um deputado muito conhecido no mundo católico, é um de são paulo, Chalita alguma coisa.

      Engraçado que ninguém fez menção ao nome dele e de outros mais de seguimentos religiosos diversos, dizendo eu isso me face de que não conheço todos, portanto é possível que a lista contenha outros nomes, mas que somente fazem menção aos evangélicos, engraçada essa reportagem, afinal o Challita não é cristão também não?

      Ratinho passou um período mas logo quis sair por não concordar com o que via lá no dia a dai, será que há alguma coisa no parlamento brasileiro a ponto de espantar as pessoas ou será que é questão de desprezo ao cargo mesmo? Eis uma pergunta que não quer calar.

      • Chalita não faz da sua fé, Bandeira política Levi… está ai a diferença dele para os candidatos protestantes… usam o nome de Deus até para conseguir votos…

        • Cês dois são católicos mesmo?

          É que o papa de vocês determinou que os católicos se envolvessem na política, como seja, nos moldes evangélicos, pois, segundo eles, os ruins somente tomaram o espaço em vista dos bons que não querem, se sentem santos.

          A igreja, não dou cinco anos, vai dizer quem são os candidatos e pedir votos, aliás acima Paulo já começou a dar o perfil dos candidatos.

          Vocês acham que o povo é besta para não perceber a ação de cada um de vocês?

          No texto acima, ele(mauro)fala que as igrejas, ora a primeira vez que vejo essa figura colocando no plural igreja, afinal igreja só a católica, mas como o objetivo é adentrar nas leis do mundo, aí vem com essa pluralidade religiosa, usando as demais igrejas, e o que é pior, como se os povo dela já não fizesse isso.

          Os católicos que lá se encontram não deixam passar as normas julgadas mundanas, mas quem leva o coice da sociedade são os evangélicos, basta vê o caso dos ativistas gays que atacam tudo quanto é evangélico, mas a maioria na camara e no senado e´de católicos.

          País estranho este!!!!

          • LEVI,a santa e também pecadora igreja católica não se envolve em
            política.Ela é apartidária e os católicos votam em quem querem,até nos crentes.Por isso que ela não pode ser responsável pelos pecados
            de católicos corruptos e podres do mundo da política.Ele responde
            pelos atos dele.Mas se ela apoiar,a culpa e o pecado também é dela. É por isso que, quando um deputado de crente se envolve em
            corrupção,a imprensa cita o nome da igreja que deu apoio,pois o
            pecado também é dela,que deu apoio.A imprensa está certa. É assim
            e sempe será.Se eu apoio um ladrão,e ele rouba e mata,eu também
            tenho culpa no pecado.Católica não se mistura com essa gentalha.
            Ela manda e desmanda por que pode e sempre será assim. Os rebeldes que aprendam a respeitar o poder de quem pode.Se não
            respeitar por amor,respeita pela dor.

    • não concordo, não são apenas os crentes que faltam, são todos que estão la a maioria faltosos alias, só escapa o palhaço tiririca, e é isso que o Brasil esta virando um circo…

  4. Sinceramente….é uma vergonha esses que se dizem evangélicos, e o povo ainda vota, achando que esses tais trarão benefícios por serem cristãos, acorda povo!!

  5. não condeno estes parlamentares,pelas suas faltas,pois são pessoas,humanos sujeitos a erros,mas..lamento pelo seus exemplos, pois a Bíblia nos admoesta a sermos, exemplos da verdade,luz do mundo, que Deus tenha misericórdia deles, e venham a ter consciência de suas obrigações.

  6. Quais os cinco assuntos morais INEGOCIÁVEIS na escolha de nossos representantes na eleição desse ano?

    Este Guia oferece declarações claras e concisas acerca de cinco assuntos morais inegociáveis. Ao terminar de lê-lo, não restará dúvida ou confusão a respeito do ensino cristão, sobre o que ela exige de seus filhos.

    Nenhuma parte deste Guia deverá ser interpretada como apoio para algum candidato ou partido político.

    Como este guia do eleitor pode ajudá-lo?

    Este Guia do Eleitor o ajudará a votar de modo consciente, fundamentado no ensino moral católico. Este Guia o auxiliará a eliminar aqueles candidatos que apóiam políticas irreconciliáveis com as normas de moralidade sustentadas por todo cristão.

    Face à maioria dos temas apresentados pelos candidatos e legisladores, podem favorecer um ou outro, sem ter que agir contra a sua fé. Com efeito, a maioria dos assuntos não necessita de uma cristã.

    Porém, alguns assuntos são tão importantes, tão fundamentais, que apenas uma única ação pode estar de acordo com o ensino do evangelho cristão. Ninguém que defenda uma postura incorreta nesses assuntos pode dizer que age segundo as normas morais das Igrejas.

    Este Guia do Eleitor identifica os cinco assuntos “inegociáveis” e o ajuda a chega numa lista de candidatos aceitáveis, que postulam um cargo político, seja a nível nacional, estatal ou municipal.

    Os candidatos que respaldarem qualquer dos cinco assuntos inegociáveis, devem ser considerados desqualificados para o desempenho de cargo público e, portanto, não devem receber o seu voto. Assim, você deverá fazer a sua escolha entre os candidatos restantes.

    Seu papel como eleitor cristão

    Todos têm a obrigação moral de promover o bem comum ao exercer o seu privilégio de voto cf CIC, §2240). As autoridades civis não são as únicas responsáveis pelo país. “O serviço do bem comum exige dos cidadãos que cumpram com a sua responsabilidade na vida da comunidade pública” (CIC, §2239). Isto significa que os cidadãos devem participar do processo político na urna de votação.

    Porém, a votação não pode ser arbitrária. A consciência cristã bem formada não permite a alguém favorecer com o próprio voto a concretização de um programa político ou a aprovação de uma lei particular que contenham propostas alternativas ou contrárias aos conteúdos fundamentais da fé e da moral.

    Algumas questões sempre estarão erradas e ninguém poderá votar a favor delas direta ou indiretamente. Os cidadãos votam a favor desses males quando votam nos candidatos que se propõem a promovê-los. Portanto, os católicos não devem votar a favor de alguém que promove programas ou leis intrinsecamente más.

    Os cinco assuntos inegociáveis

    Estes cinco assuntos são chamados inegociáveis porque contêm atos que sempre são moralmente maus e nunca podem ser promovidos pela lei. É pecado grave defender ou promover qualquer destes atos e nenhum candidato que verdadeiramente deseja fomentar o bem comum pode apoiar estes cinco assuntos inegociáveis:

    1. O Aborto

    Sobre uma lei que permite o aborto, a Igreja ensina que nunca é lícito submeter-se a ela, nem participar em uma campanha de opinião a favor de uma lei semelhante, nem dar-lhe o sufrágio do próprio voto. O aborto é o assassinato intencional de um ser humano inocente e, portanto, é uma espécie de homicídio.

    A criança sempre é parte inocente e nenhuma lei pode permitir que lhe seja tirada a vida. Mesmo quando uma criança é concebida em razão de estupro ou incesto, a criança não tem culpa e não deve sofrer a morte pelo pecado dos outros.

    2. A Eutanásia

    Às vezes disfarçada sob a denominação de “morte misericordiosa”, a eutanásia é uma forma de homicídio. Ninguém tem o direito de tirar sua própria vida (suicídio) e ninguém tem o direito de tirar a vida de uma pessoa inocente.

    Com a eutanásia, os doentes e os idosos são assassinados sob um sentido de compaixão mal fundamentado, pois a verdadeira compaixão não pode incluir o cometimento de atos intrinsecamente maus contra outra pessoa.

    3. As Pesquisas com Células Estaminais Fetais

    Os embriões humanos são seres humanos. “O respeito pela dignidade do ser humano exclui toda manipulação experimental ou exploração do embrião humano” (CDF nº 4b).
    Os recentes avanços científicos demonstram que qualquer cura que possa resultar dos experimentos com células estaminais fetais pode também ser desenvolvida a partir do uso de células estaminais adultas. As células estaminais adultas podem ser obtidas sem causar mal aos adultos das quais provêem. Portanto, já não existe um argumento médico favorável ao uso das células estaminais fetais.

    4. A Clonagem Humana

    “As tentativas… para se obter um ser humano sem conexão alguma com a sexualidade, mediante ‘fissão gemelar’, clonagem, partenogênesis, devem ser consideradas contrárias à moral, porque estão em contraste com a dignidade tanto da procriação humana como da união conjugal.

    A clonagem humana também acaba sendo uma forma de homicídio porque destrói o clone “rejeitado” ou “fracassado”; no entanto, cada clone é um ser humano.

    5. O “Matrimônio” Homossexual

    O verdadeiro matrimônio é a união entre um homem e uma mulher. O reconhecimento legal de qualquer outra forma de “matrimônio” menospreza o verdadeiro matrimônio e o reconhecimento legal das uniões homossexuais na realidade causa dano aos homossexuais, pois os anima a continuar vivendo sob um acordo objetivamente imoral.

    No caso de uma Assembléia Legislativa propor pela primeira vez um projeto de lei a favor da legalização das uniões homossexuais, o parlamentar cristão tem o dever moral de expressar clara e publicamente seu desacordo e votar contra o projeto de lei. Conceder o sufrágio do próprio voto a um texto legislativo tão nocivo ao bem comum da sociedade é um ato gravemente imoral.

    Com quais cargos políticos devo me preocupar?

    As leis são aprovadas pelo Legislativo, o Executivo as faz cumprir e o Judiciário as interpreta. Isto quer dizer que você deve se preocupar com qualquer candidato ao Legislativo, ou qualquer um que se apresente como candidato ao Poder Executivo e, [nos países onde for cabível] os que se candidatam à magistratura. E isto não apenas em nível nacional, mas também estadual e municipal.

    É certo que, quando o cargo é inferior, há menor probabilidade do candidato apoiar certas causas. Por exemplo, é possível que a Câmara Municipal jamais discuta o tema da clonagem humana. Porém, é muitíssimo importante avaliar cada candidato antes das eleições, sem importar o cargo que está disputando.

    Poucas pessoas alcançam um alto posto sem ter ocupado um cargo menor. Algumas poucas pessoas se convertem em deputados, em senadores ou presidentes sem ter sido antes eleitas para um cargo menor. Porém, a maioria dos deputados, senadores e presidentes começaram sua carreira política em nível local. O mesmo ocorre com os deputados estaduais; muitos deles começaram nas Câmaras Municipais e associações de bairro, galgando aos poucos a carreira política.

    Os candidatos que futuramente postularão cargos superiores procederão principalmente dos atuais candidatos a cargos menores. Por isso, é prudente empregar os mesmos princípios para os candidatos municipais como para os estaduais e federais.

    Se os candidatos que estão equivocados nos cinco assuntos inegociáveis fracassarem na eleição para os cargos menores, talvez não postularão cargos superiores. Isto facilitaria a eleição dos melhores candidatos para os postos de maior influência em nível estadual e nacional.

    Como determinar a postura de um candidato

    1. Isto poderá se conseguir com maior facilidade quanto mais importante for o cargo. Por exemplo: apresentar estes assuntos [inegociáveis] aos deputados e senadores e determinar sua postura. O mesmo podemos fazer em nível estadual. Em ambos os casos, conhecer a postura de um candidato pode ser fácil ao ler artigos em jornais e revistas, buscar suas opiniões na Internet ou avaliar suas propostas impressas e distribuídas durante o período eleitoral.

    2. Um pouco mais difícil é conhecer as opiniões dos candidatos aos cargos municipais, porque poucos deles tiveram a oportunidade de considerar a legislação sobre temas como o aborto, a clonagem e a santidade do matrimônio. Porém, estes candidatos, por serem locais, freqüentemente podem ser contatados diretamente ou mantêm comitês eleitorais onde poderão explicar sua postura perante estes temas.

    3. Se não for possível determinar a postura do candidato por outros meios, não hesite em escrever-lhe diretamente e perguntar-lhe qual a sua posição sobre cada um dos assuntos inegociáveis.

    Como não se deve votar

    1. Não confie seu voto apenas à sua filiação partidária, em seus anteriores hábitos de votação ou na tradição familiar de voto. Há alguns anos, estas eram formas confiáveis para determinar em quem se poderia votar, mas hoje não são mais confiáveis. Deve-se olhar cada candidato como um indivíduo. Isto significa que você pode votar em candidatos de partidos distintos.

    2. Não vote pela aparência ou personalidade do candidato ou por sua astúcia perante os meios de comunicação. Alguns desses candidatos atraentes, agradáveis e que dizem o que convém apóiam males intrínsecos quando deveriam se opor a eles, enquanto que outros candidatos, que parecem simples, cansados ou incomodados pelas câmaras defendem leis que estão de acordo com os princípios cristãos.

    3. Não vote em candidatos apenas porque se declaram cristãos. Infelizmente, muitos dos candidatos que se dizem como tal e rejeitam os ensinamentos básicos da moral cristã. Eles apenas são “cristãos” porque querem o voto dos mesmos.

    4. Não selecione os candidatos baseando-se apenas no pensamento: “O que vou ganhar?”. Tome sua decisão optando pelos candidatos que pareçam mais dispostos a promover o bem comum, ainda que você não se beneficie direta ou imediatamente do ordenamento legal que propõem.

    5. Não premie com seu voto os candidatos que estejam corretos em assuntos menos importantes, mas que estão equivocados em assuntos morais fundamentais. Pode ser que um candidato adquira uma certa consideração por ter votado exatamente como você deseja, embora já tenha votado a favor – digamos – da eutanásia. Tal candidato jamais deve receber o seu voto. Os candidatos devem saber que estar equivocado em um dos cinco assuntos inegociáveis é suficiente para excluí-los da sua consideração.

    Como votar

    1. Para cada cargo, determine primeiro a posição que cada candidato possui em cada um dos cinco assuntos inegociáveis.

    2. Elimine da sua relação os candidatos que estiverem equivocados em qualquer um dos assuntos inegociáveis. Não importa que tenham razão em outros assuntos; devem ser desprezados se estiverem equivocados em um só dos não negociáveis.

    3. Escolha entre os candidatos restantes, baseando-se no seu juízo sobre as posições de cada candidato em outros assuntos de menor importância.

    Quando não há um candidato “aceitável”

    Em alguns debates públicos, cada candidato assume uma postura equivocada em um ou mais assuntos inegociáveis. Nesse caso, você pode votar no candidato que assuma menos posturas incorretas; ou que pareça ser mais incapaz para fazer avançar a legislação imoral; ou pode, ainda, não votar em ninguém.

    O papel da sua consciência

    A consciência é como um alarme: o adverte quando está a ponto de cometer algum erro. Ela apenas não determina o que é bom ou mau. Para que a sua consciência funcione corretamente, deve estar bem informada. Ou seja, você deve se informar sobre o que é bom e o que é mau. Só assim sua consciência será um guia confiável.

    Infelizmente, muitos cristãos hoje em dia não formaram suas consciências adequadamente sobre os assuntos fundamentais da moralidade. O resultado é que suas consciências não disparam nos momentos apropriados, inclusive no dia das eleições.

    Uma consciência bem formada jamais contradiz o ensino da moral cristã. Por essa razão, se você tem dúvidas sobre o caminho que deve trilhar a sua consciência no momento de votar, ponha sua confiança no firme ensino moral da sua Igreja.

    Quando acabar de ler este Guia do Eleitor

    Por favor, não pare com a simples leitura deste Guia. Leia-o, aprenda com ele e prepare a sua seleção de candidatos baseado nele. Em seguida, forneça este Guia do Eleitor a um amigo e peça-lhe que o leia e o repasse a outros. Quanto mais pessoas votarem de acordo com os princípios morais básicos, melhor será o nosso país.

      • Espere aí, esse senhor vivia e vive dentro das igrejas católicas dando palestras e vendendo livros, inclusive acusado de possuir um apartamento de dois milhões em são paulo, aí vocês querem negar o filho de vocês?

        Quando tudo é bonitinho, é filho. Mas quando as coisas feias começam a aparecer, não usa o curral católico?

        Dois pesos e duas medidas, meus caros?

        • LEVI,pare de ser fanático e de acusar os outros injustamente.Na igreja católica não existe currais eleitorais.Um exemplo:Padre Marcelo,da renovação
          carismática, é mil vezes maior e mais importante do que o líder da seita
          de balaão.Os católicos carismáticos lançaram dois candidatos a deputados
          estaduais a título de pesquisa.Resultado:quase nada de votos.Presidentes,Governadores,prefeitos,deputdos e demais autoridades e
          líderes de igrejas não podem usar a política – no caso dos políticos,e nem religião,os líderes,para enriquecerem ilicitamente. É que no Brasil,quando
          se tem eleitores,pode-se praticar toda e qualquer forma de falcatruas,fraudes,pitantragens,corrupção geral,que os go governos aceitam
          tudo.Taí as desgraças dos falsos crentes,que estão do jeito que o diabo gosta e quer.Eles acham que estão certos e ainda são ungidos do senhor.Quem for contra a toda essa podridão, é porque está endemonhiado.Levi,não
          compare Gabriel Chalita,com os asseclas famigerados e corrompidos de
          lúcifer,né,mesmo vocês fazendo parte dessa tropa de choque do satanás.Você é você.Mesmo estado na seita, é só não se misturar com esses, falsos e enganadores do diabo.Na paz de JESUS CRISTO,irmão.

          • Janio, fugindo um pouco do assunto tratado, eu acrescento que esse negócio de pastor e apóstolo ungido é uma coisa satânica do capeta para enganar as pessoas que não lê a Bíblia. E quando acham algum crente que lê a Bíblia e derruba biblicamente seus falsos ensinos eles vem com esse papo: “Você ousa questionar o ungido do Senhor?”. Dá licença, isso para mim é arrogância gospel.

  7. Independente de religião, foi eleito para representar o povo. Povo que não sabe votar e que não cobra responsabilidades dos políticos, já vimos isso milhares de vezes e não será a última. As vezes que compareceu, provavelmente era dia de pagamento.

  8. infelizmente acho isso uma vergonha, em primeiro lugar sabe como nos os evangelicos somos cobrados e apontados, ai daquele por onde vier os escandalos.
    ja que foi eleitor para nos representar , pro gentileza honre seus eleitores.
    abraços

    elizete dias – df

DEIXE UMA RESPOSTA