Estevam Hernandes afirma que votará em Marta Suplicy e que os evangélicos estão exagerando sobre a PLC 122

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No twitter o líder da Igreja Renascer em Cristo afirmou que votará na Marta Suplicy para o cargo de senador. “Meu voto é para Marta (Suplicy) e Netinho”.

Um de seus seguidores perguntou se a vitória de Marta Suplicy não seria um impedimento para às igrejas Evangélicas, já que a candidata é a favor da PLC 122, que pune discriminalização contra homossexuais. O líder afirmou que os evangélicos estão “exagerando”. “existe (impedimento), no caso do Netinho ele será aliado contra ela (porque no raciocínio do apóstolo ele é evangélico), e tem alguns exageros(por parte dos evangélicos), claro que precisamos ficar atentos.” escreveu. Ainda, Estevam afirmou que votará na Marta Suplicy porque segundo ele, a candidata sairá do senado para ser ministra ao lado da Dilma Rousseff. “penso em termos de futuro,n caso da Marta pelo seu suplente,que deve assumir e o Netinho e servo de Deus,podem ser opção… meu voto é pro suplente dela que devera assumir, Antonio Carlos Rodrigues que luta pela Igreja,tendeu?” finalizou.

A candidata a uma vaga para o Senado Marta Suplicy (PT-SP) afirmou na segunda-feira, 30 de agosto, que – diferente da Argentina, onde o casamento entre homossexuais vigora desde o dia 15 de julho, – aqui no Brasil a mesma lei só será aprovada depois de aprovações de outras leias para os LGBT.

A afirmação aconteceu durante a entrevista concedida ao programa Tem Notícias, da TV Tem, em São Paulo. O programa foi o primeiro de uma série com os candidatos ao Senado pelo estado de São Paulo.


“Hoje, para o brasileiro conquistar esse direito, ele precisa recorrer aos seus advogados”, afirmou Marta. Projeto de Lei n.º 1.151/95, sobre o casamento civil entre homossexuais, foi apresentada por Marta Suplicy em 26 de outubro de 1995, quando ela ocupava a cadeira de deputada federal pelo PT.

O projeto de lei ganhou o substitutivo em 25 de março do ano passado. O novo Projeto de Lei nº 4914/2009, não trata da união civil, mas de união estável, na qual os casais homossexuais têm garantias de direitos civis, como herança e pensão. O relator do novo projeto foi o deputado José Genoíno (PT-SP).

Fonte: Folha Renascer / Gospel+

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