Ator Hugh Jackman vai interpretar Paulo em filme sobre a vida e conversão do apóstolo

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O ator Hugh Jackman vai atuar em um filme sobre a vida do apóstolo Paulo, assinando também a produção ao lado dos atores Matt Damon e Ben Affleck.

Conhecido por interpretar o personagem Wolverine, da saga X-Men, o ator australiano já confirmou que o próximo filme da franquia será o seu último na pele do mutante. Agora, Jackman vai se dedicar a outros projetos, como o do filme “Apostle Paul”, ainda sem título em português.

A história vai abranger a vida do apóstolo quando ele ainda se chamava Saulo e perseguia os cristãos, o encontro com Jesus na estrada de Damasco (Atos 9), sua conversão ao Evangelho e sua dedicação à missão de plantar igrejas, que rendeu a ele muitas prisões e sua morte.

Os atores Matt Damon e Ben Affleck serão produtores do filme, de acordo com informações do Christian Today, mas ainda não há informações a respeito de participações no longa-metragem. O roteiro será escrito por Matt Cook, escolhido pela Warner Bros, segundo o Adoro Cinema.


“Apostle Paul” é uma aposta do estúdio para lucrar com uma tendência atual de Hollywood, que vem investindo em filmes baseados em histórias bíblicas, como “Noé” e “Êxodo: deuses e reis”, por exemplo.

O sucesso de filmes independentes, como “Deus Não Está Morto” e “O Filho de Deus”, também reforça que essa é uma tendência da sétima arte.

Hugh Jackman, que não é cristão, conheceu o Evangelho através de seu pai, Chris, que se converteu ao ouvir pregações do evangelista Billy Graham. Hugh foi levado por seu pai diversas vezes para ouvir Graham, mas decidiu praticar meditação depois de ir para a faculdade de Filosofia, em 1988.

Davi e Golias

O filme “Davi e Golias”, produzido com baixo orçamento e anunciado como um filme fiel à narrativa bíblica, vai estrear nos cinemas norte-americanos neste fim de semana.

O diretor do filme, Tim Chey, destacou que esse projeto foi apresentado a vários estúdios, mas sempre foi recusado porque “Deus está em quase todas as cenas”.

“É por isso que os estúdios de Hollywood recusaram quando o apresentamos para os executivos”, afirmou Chey ao Charisma News.

24 COMENTÁRIOS

  1. Não tem nada a ver com Paulo, que foi descrito em fonte (epistola apócrifa) do segundo século como sendo de baixa estatura, sombrancelhas unidas, nariz adunco, calvo e tenda as pernas arqueadas.

    • Quando eu fiz menção dessa descrição apócrifa, de maneira alguma desejei atacar Paulo com base em sua suposta aparência física, pois, como disse Charles Chaplin:

      Não se mede o valor de um homem pelas suas roupas ou pelos bens que possui, o verdadeiro valor do homem é o seu caráter, suas idéias e a nobreza dos seus ideais.

      O que fiz foi apenas criticar essa idealização, romantização, adoração evangélica por personagens bíblicos retratados como seres lindos, divinos, iluminados, sem mácula, quando eles foram apenas humanos com virtudes e defeitos próprios de nossa espécie, sendo que os do Velho Testamento tinham muito mais defeitos.

  2. Hum…eu gosto desse ator.
    Admiro como profissional, é excelente. E o estereótipo dele a produção na hora poderá fazer igual relatado nas escrituras. O importante é viver bem a personagem.

    Se fosse o Ben Affleck seria perigoso algumas irmãs cobiçarem o apóstolo Paulo por ser mais bonito, mas esse também é charmoso tanto quanto, rs

    Mas acredito pelos filmes que já fez, que ele fará bem o papel. Espero que ele passe o “espírito” do cristianismo no papel de Paulo.

    • Pena que o apóstolo Paulo não gostava de mulher, não é The Sun? Tamanha era sua misoginia que escreveu uma epístola “inspirada” dizendo que seria melhor que os homens fossem como ele e nunca tocassem no corpo de uma mulher, mas que, para evitar a prostituição e aplacar o tesão, que cada homem que não suportasse o celibato arranjasse uma mulher, ou seja, o papel da mulher, para Paulo, é servir de válvula de escape para homens “abrasados” por desejo sexual. Portanto, é melhor para essas “irmãs” que você refere, desejarem homens como Salomão, pois este teve lindas 700 esposas e 300 concumbinas o que demonstra que gostava muito de mulheres, ou, então, se preferirem alguém que as ame acima de tudo, poderão desejar a Davi, aquele que foi capaz de tramar a morte de Urias para ficar com sua linda esposa. Ah, a como a Bíblia é um livro favorável às mulheres. Não é tocante?

      • A Bíblia é mesmo um livro incrivelmente contraditório, pois ao mesmo tempo que diz que Salomão teve nada menos que 700 esposas e 300 concubinas (e pensar Paulo não queria que o homem tivesse uma única mulher), refere-se ao mesmo como “o homem mais sábio que já existiu”. Ora, a Bíblia diz que o propósito de Deus é que o homem tenha uma só mulher, mas Salomão teve 1.000 mulheres. Assim, como pode ele ter sido sábio se deixou de cumprir o propósito de Deus em sua vida? Considere, ainda, que a Bíblia diz que o temor do Senhor é o príncipio da sabedoria. Ora, e como um homem poderia ser sábio e manifestar o temor do Senhor se relacionando com tantas mulheres? Com a palavra, os sinceros, os lúcidos, os não manipuláveis.

        • Que eu saiba, ele não gostava nem de mulher e muito menos de homem, já que escreveu as epístolas de Romanos, Gálatas que cita a “sodomia”, “efeminado”, “sexo contrário à natureza”, ou seja, a todos esses pecados de padrão da imoralidade sexual.
          Ele é claro em sua palavras que; não quer dizer que não queria, ELE ORIENTOU, o que é diferente.

          Ele disse: digo eu, não o Senhor, bom seria que homem não tocasse em mulher, MAS QUE É MELHOR CASAR DO QUE ABRASAR-SE. O mesmo Paulo enfatiza que é necessário que o homem seja casado, aliás, é uma exigência que o tal seja casado e que tenha filhos sob sujeição.

          1Timóteo 3.1-5:

          “1 Fiel é esta palavra: Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra deseja.
          2 É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar;
          3 não dado ao vinho, não espancador, mas moderado, inimigo de contendas, não ganancioso;
          4 que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito
          5 (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?);”

          Agora a poligamia era regra no AT (Antigo Testamento). Tanto que o primeiro caso aparece logo no capítulo 4 do primeiro livro da Bíblia: “E tomou Lameque para si duas mulheres” (Gênesis). A situação era tão comum que vários dos personagens mais importantes do Antigo Testamento viviam com mais de uma esposa sob o mesmo teto. Hoje em dia nos países ocidentais, por causa da influência do cristianismo, até nas Leis Jurídicas trás restrições e de certa forma, protege o cônjuge (esposa legítima).

          O Novo Testamento não cita tantos exemplos de poligamia, mas sugere que ela ainda era comum no século 1. Jesus não toca no assunto, mas, em duas cartas, Paulo recomenda que os líderes da nova comunidade cristã tivessem apenas uma esposa porque “assim eles teriam mais tempo para dedicar aos fiéis”.

          Como diz o sutil Paulo: “A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence ao marido. E o marido não pode dispor de seu corpo: ele pertence à esposa.”

          Paulo não sentia falta de mulher, não tinha vida sexual ativa, por vocação. Assim como são os eunucos, mas é óbvio que esse exemplo não é para todos, nem todos conseguiriam ser como ele. Ele não sentia necessidade sexual, nem desejo e ponto. Mas como ele mesmo enfatizou várias vezes, por causa do pecado da carne, é melhor que o homem constituísse casamento, fosse esposo de uma só mulher.

          • Patética sua inútil tentativa de harmonizar a poligamia em face da monogamia em Gênesis, em Cristo, em Paulo. A propósito, já que admira tanto assim o misógino Paulo, siga a ordem que ele deu às mulheres no sentido de que sejam submissas a seus maridos, recatadas e não se coloquem como mestres a ensinar homens.

          • Você diz, por exemplo, que Paulo não gostava de homens, mas ele mesmo não afirmou isso, diferentemente do que disse em relação às mulheres. Dizer que é contra a homossexulidade até gays o dizem, como os enrustidos. Aliás, alguns autores chegam mesmo a sujerir que o espinho na carne de que ele fala era, na realidade, uma homossexualidade reprimida, e Isso explica o porquê de sua homofobia e de sua solteirísse em face de ser muito estranho um judeu se manter solteiro.

            Depois você, falaciosamente, diz, na tentativa de enganar os incautos, que “… mesmo Paulo enfatiza que é necessário que o homem seja casado, aliás, é uma exigência que o tal seja casado e que tenha filhos sob sujeição”, mas esquece de dizer que esta orientação é apenas para aqueles que aspiram ao episcopado, conforme ele próprio deixa claro.

            A vontade de Paulo, segundo ele mesmo deixou claro, apesar de que era um contraditório, é no sentido, conforme o capítulo 7 de Corintios, que os homens fossem assim como ele era e não tocassem o corpo de mulher. Se isso não for misoginia, não sei mais o que é.

            Quanto a orientação da mulher e do homem não disporem de seus corpos, isso é uma orientação para quem era casado, mas não anula o que ele disse contrariamente ao casamento.

            O problema com vocês fundamentalistas, é querer colocar Paulo no mesmo patamar de Cristo. Vocês deveriam se dizer não cristãos, mas “paulinhos”, pois é a Paulo que seguem, já que vocês não querem nada com Jesus em face de ele haver repudiado os legalismos e farisaísmos dos fundamentalistas.

          • PAULO E AS MULHERES, OU DE COMO PAULO EXPRESSOU SUA MISOGINIA

            “Quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque em mulher; mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.” (I Cor. 7:1 e 2). Note que o casamento é permitido “por causa da impureza”, não por elevados ideais de constituir uma família ou mesmo por motivo de amor.

            “E aos solteiros e viúvos digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também eu vivo. Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado.” (I Cor. 7:8 e 9). Agora o casamento é permitido em razão de “abrasamento”, ou seja, o casamento não é permitido senão em razão do sexo.

            “A mulher receba a instrução em silêncio, com toda a submissão. Não permito à mulher que ensine, nem que exerça domínio sobre o homem, mas que se mantenha em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva.” (I Tim. 2:11 e 12)

            “Mulheres, sujeite-se cada uma a seu marido, como ao Senhor, pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador. Assim como a igreja está sujeita a Cristo, também as mulheres estejam em tudo sujeitas a seus maridos.” (Efésios 5:22 a 24)

            “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja.” (I Cor. 14:34 e 35)

  3. Quando eu fiz menção dessa descrição apócrifa, de maneira alguma desejei atacar Paulo com base em sua suposta aparência física, pois, como disse Charles Chaplin:

    Não se mede o valor de um homem pelas suas roupas ou pelos bens que possui, o verdadeiro valor do homem é o seu caráter, suas idéias e a nobreza dos seus ideais.

    O que fiz foi apenas criticar essa idealização, romantização, adoração evangélica por personagens bíblicos retratados como seres lindos, divinos, iluminados, sem mácula, quando eles foram apenas seres humanos com virtudes e defeitos próprios de nossa espécie, sendo que os personagens do Velho Testamento tinham muitos defeitos.

  4. A Bíblia é mesmo um livro incrivelmente contraditório, pois ao mesmo tempo que diz que Salomão teve nada menos que 700 esposas e 300 concubinas (e pensar que Paulo não queria que o homem tivesse nem mesmo uma única mulher), refere-se ao mesmo como “o homem mais sábio que já existiu”. Ora, a Bíblia diz que o propósito de Deus é que o homem tenha uma só mulher, mas Salomão teve 1.000 mulheres. Assim, como pode ele ter sido sábio se deixou de cumprir o propósito de Deus? Considere, ainda, que a Bíblia diz que o temor do Senhor é o príncipio da sabedoria. Ora, e como um homem poderia ser sábio e manifestar o temor do Senhor se relacionando com tantas mulheres? Com a palavra, os sinceros, os lúcidos, os não manipuláveis.

    • Sandro

      Fazer conjecturas e pre julgamentos é fácil, analisar as escrituras é que as pessoas não querem.

      Não é por que Deus permitiu, que ele concorde. Não esqueça de que tanto Salomão como Davi, pagaram caro pela poligamia. O plano original de Deus, e que, é o mesmo até os dias de hoje, é que homem e mulher sejam uma só carne!

      • Caro Elder Lima, bom dia!

        “Fazer conjecturas e pre julgamentos é fácil, analisar as escrituras é que as pessoas não querem.”

        Existem, muitas e muitas vezes, dezenas ou centenas de análises cristãs em relação a um mesmo assunto, e o resultado é a uma enorme contradição doutrinária entre as milhares de diferentes igrejas ou denominações.

        “Não esqueça de que tanto Salomão como Davi, pagaram caro pela poligamia.”

        Isso prova que não foram sábios e tampouco tementes a Deus.

        “O plano original de Deus, e que, é o mesmo até os dias de hoje, é que homem e mulher sejam uma só carne!”

        Só que o mesmo deus que tem um plano original se curva complacente aos desejos de homens lascivos ao permitir a poligamia. Ora, esse mesmo deus judaico que vai se curvar aos adúlteros polígamos não tem a mesma empatia para com os homossexuais, o que indica que para ele adultério e poligamia são tolerávais, mas não a homossexualidade. É por essas e outras razões que não posso crer que a Bíblia seja um livro inteiramene inspirado, já que são recorrentes em suas páginas as incoerências e contradições. O Deus verdadeiro, o Ser Supremo não se confunde com o deus tribal dos judeus.

        • Sandro

          Boa tarde.

          Equivoca-se, o Deus dos judeus que é o mesmo Deus dos cristãos não se “curva” perante desejos de homens lascivos, se prestar atenção, quantos homens de Deus pecaram e pagaram um preço alto por isso, muitas vezes com a própria vida?

          Quantas foram as vezes que Deus não repreendeu seus filhos por desobediência? A própria história de Israel fala por si só desde do Éden até Cristo!

          Homens como Abraão, Jacó, Davi e Salomão, dos tempos pré-cristãos, tiveram mais de uma esposa, e muitos conflitos e dificuldades surgiram em suas vidas por causa dessa prática.

          Em Deuteronômio 17:17 Deus fala: “Ele não deverá tomar para si muitas mulheres; se o fizer, desviará o seu coração.”

          Deus tolerou a poligamia, e o fez por misericórdia.

          • Elder Lima, boa noite meu caro!

            “Equivoca-se, o Deus dos judeus que é o mesmo Deus dos cristãos não se “curva” perante desejos de homens lascivos, se prestar atenção, quantos homens de Deus pecaram e pagaram um preço alto por isso, muitas vezes com a própria vida?”

            Jesus disse: “ouvistes o que foi dito aos antigos: olho por olho, dente por dente… EU, porém, vos digo”. Com essas palavras Jesus substitui a antiga visão de um deus irado, mesquinho, vingativo por um Deus de amor, misericórdia, compaixão.

            O Deus de Jesus não tem nada a ver com o deus tribal dos antigos israelitas, pois que são absolutamente incompatíveis entre si (Marcião fez ver isto aos primeiros cristãos), haja vista, entre outros exemplos, que enquanto um prega a lei de talião o outro prega o perdão e perdão até setenta vezes sete.

            O deus do Antigo Testamento é uma invenção dos hebreus, uma concepção engendrada na mente de rústicos homens do deserto e que fizeram para si um deus conforme a visão que tinham do mundo e as necessidades e carências que sofriam em uma terra inóspita e cheia de batalhas, daí criarem eles um deus de guerra, conquistador e implacável com os inimigos. Isso tudo não tem nada a ver com um jovem meigo, amoroso e pacifista chamado Jesus, o peregrino poeta e pastor da Galiléia.

            A expressão “se curvar aos adúlteros e polígamos”, trata-se de recurso semântico, literário que criei para demonstrar a inegável incoerência de um deus que pune, por exemplo, quem é homossexual, mas que tolera a poligamia e o adultério de ricos e famosos dentre o povo, tais como Davi e Salomão.

            Você fala punição. Mas que que punição foi essa em que eles, os polígamos e adúlteros, não perdem suas vidas, nem suas riquezas, nem sua posição, nem seu poder, nem sua salvação?

            Ora, trata-se claramente de um deus incoerente, contraditório, injusto; um deus que pune pessoas simples e livra poderosos, um deus fruto da imaginação, da mente de homens primitivos que o fizeram à semelhança de si mesmos e exaltando nesse deus o que consideravam suas virtudes machistas e guerreiras e nele imprimindo também seus defeitos e falhas de caráter.

            “Em Deuteronômio 17:17 Deus fala: “Ele não deverá tomar para si muitas mulheres; se o fizer, desviará o seu coração.”

            Como disse anteriormente, a Bíblia apresenta Salomão como um rei justo, sábio e temente a Deus. Mas como pôde ter sido tudo isso se foi um polígamo dono de 1.000 mulheres?

            “Deus tolerou a poligamia, e o fez por misericórdia.’

            Mas não teve misericórdia dos gays e daquele velhinho pego recolhendo lenha no dia de sábado. Esse é o deus tribal dos antigos judeus: mesquinho, injusto, irado, implacável com uns (mandou matar os que adoraram o bezerro de ouro…) e condescendente com outros (… mas poupou o parente de Moisés, Araão, o qual incorreu no mesmo erro). Isso não é deus; isso é invenção humana, produto de mentes férteis.

            Para conhecer a verdade sobre o deus tribal dos judeus, leia o livro “A Origem de Deus”, de Laurence Gardner, editora Madras. Pode ser encontrado para downlad gratuito na rede.

  5. PAULO E AS MULHERES, OU DE COMO PAULO EXPRESSOU SUA MISOGINIA

    “Quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque em mulher; mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.” (I Cor. 7:1 e 2). Note que o casamento é permitido “por causa da impureza”, não por elevados ideais de constituir uma família ou mesmo por motivo de amor.

    “E aos solteiros e viúvos digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também eu vivo. Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado.” (I Cor. 7:8 e 9). Agora o casamento é permitido em razão de “abrasamento”, ou seja, o casamento não é permitido senão em razão do sexo.

    “A mulher receba a instrução em silêncio, com toda a submissão. Não permito à mulher que ensine, nem que exerça domínio sobre o homem, mas que se mantenha em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva.” (I Tim. 2:11 e 12)

    “Mulheres, sujeite-se cada uma a seu marido, como ao Senhor, pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador. Assim como a igreja está sujeita a Cristo, também as mulheres estejam em tudo sujeitas a seus maridos.” (Efésios 5:22 a 24)

    “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja.” (I Cor. 14:34 e 35)

    • Quero deixar bem claro que sou totalmente a favor das mulheres, não sou nem um pouquinho machista e defendo a igualdade plena entre os sexo, inclusive o direito das mulheres pregarem. Eu tenho muitas amigas e me dou super bem com elas, sendo que elas também gostam muito de mim. A história do mundo teria sido de muito mais amor se fossem as mulheres que o tivessem dirigido desde o início.

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